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    Ilha de Cachorros, de Wes Anderson, será primeira animação a abrir o Festival de Berlim

    4 de dezembro de 2017 /

    O Festival de Berlim de 2018 será aberto pela primeira vez por uma animação. “Ilha de Cachorros”, do diretor americano Wes Anderson, foi selecionado para abrir o evento cinematográfico no dia 15 de fevereiro. A produção será o quarto longa-metragem de Anderson exibido no festival, após “O Grande Hotel Budapeste” (2014), “A vida marinha com Steve Zissou” (2004) e “Os excêntricos Tenenbauns” (2002). E é a segunda animação da carreira de Anderson, após “O Fantástico Sr. Raposo” (2009). A trama de “Ilha de Cachorros” se passa num futuro distópico, após um surto de gripe canina levar o Japão a isolar todos os cachorros numa ilha, até então utilizada como depósito de lixo. Isto não impede um garotinho de ir até lá para tentar resgatar seu animal de estimação. Os demais cachorros resolvem ajudar na busca. O problema é que, como eles falam inglês, não entendem o que diz o menino japonês. O elenco de vozes, como de costume, é repleto de estrelas, incluindo alguns parceiros habituais do diretor, como Bill Murray, Edward Norton, Tilda Swinton, Jeff Goldlum, Frances McDormand e Bob Balaban, mas também novidades como Bryan Cranston (da série “Breaking Bad”), Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), Greta Gerwig (“Frances Ha”), Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) e diversos astros japoneses, como Ken Watanabe (“A Origem”), Kunichi Nomura (“Encontros e Desencontros”), Akira Ito (“Birdman”), Akira Takayama (“Neve Sobre os Cedros”) e até a cantora Yoko Ono. O filme tem estreia marcada para 23 de março nos Estados Unidos e apenas três meses depois, em junho, no Brasil. Com júri presidido por Tom Tykwer (“A Viagem”), o Festival de Berlim de 2018 acontece de 15 a 25 de fevereiro na capital da Alemanha.

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  • Música

    Playlist: 10 clipes de novas bandas influenciadas pelo punk rock britânico

    3 de dezembro de 2017 /

    Quatro décadas após Londres chamar, meninos que poderiam ser netos dos Sex Pistols, The Clash e Buzzcocks resolveram responder. Uma nova geração de bandas, na sua maioria britânicas, retomou a estética dos três acordes e das letras gritadas, com direito a suspensórios, botas e roda de pogo, revivendo o final dos anos 1970 como se não houvesse futuro (No future). Só o passado setentista. “Um cantor que não pode cantar, um mod que não pode tocar baixo e um baterista que não pode ver” é a descrição oficial da banda Touts, de Derry, cidadezinha norte-irlandesa que foi berço dos Undertones. BlackWaters se define simplesmente como “uma banda punk de Guildford”, o que também foi dito dos Stranglers. Amyl and The Sniffers se orgulha de ter sido a banda de abertura da primeira turnê australiana de Cherie Currie, a ex-cantora das Runaways. E Shame interrompeu um show recente no sul londrino porque o guitarrista teve um surto de Sid Vicious e pulou no meio de uma briga. Mas, nestes tempos de punk reciclado, ele depois pediu desculpas. Entre letras nihilistas e revoltas de garagem, o novo revival punk já tem “hits” e seus suplas de butique. Confira abaixo 10 clipes recentes da turma. 1 Touts – “Bombscare” (Irlanda do Norte) | 2 Cabbage – “Uber Capitalist Death Trade” (Inglaterra) | 3 BlackWaters – “Let The Good Times Roll” (Inglaterra) | 4 Baby Strange – “Motormind” (Escócia) | 5 Together Pangea – “Better Find Out” (Estados Unidos) | 6 Circa Waves – “Wake Up” (Inglaterra) | 7 Life – “In Your Hands” (Inglaterra) | 8 Slaves – “Hypnotised” (Estados Unidos) | 9 Amyl and The Sniffers – “70’s Street Munchies” (Austrália) |10 Shame – “Concrete” (Inglaterra)

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  • Filme

    Críticos de Los Angeles elegem Me Chame por Seu Nome como Melhor Filme do ano

    3 de dezembro de 2017 /

    A Associação de Críticos de Cinema de Los Angeles divulgou os vencedores de sua premiação anual. E embora a temporada de distribuição de troféus mal tenha começado, a lista já assinala o surgimento das primeiras unanimidades. Assim como no Gotham Awards, a associação de Los Angeles considerou “Me Chame por Seu Nome” o Melhor Filme do Ano. Não só isso. O jovem Timothée Chalamet voltou a vencer como Melhor Ator. “Me Chame por Seu Nome”, que tem produção do brasileiro Rodrigo Teixeira, ainda rendeu reconhecimento para o diretor Luca Guadagnino. O cineasta italiano dividiu com o mexicano Guillermo del Toro, de “A Forma da Água”, o prêmio de Direção. O empate, na verdade, se estendeu ao número de prêmios dos dois filmes. “A Forma da Água” também conquistou três troféus. Os demais foram Melhor Fotografia, para Dan Laustsen, e Atriz, para Sally Hawkins. Os Melhores Coadjuvantes foram Laurie Metcalf (por “Lady Bird”) e Willem Dafoe (“Projeto Flórida”). Jordan Peele foi saudado como Melhor Roteirista por “Corra”. E Jonny Greenwood, da banda Radiohead, levou o prêmio de Trilha Sonora por “Trama Fantasma”, sua quarta parceria com o diretor Paul Thomas Anderson. Em resumo, prêmios para o cinema independente. Até uma produção indie venceu como Melhor Animação: “The Breadwinner”, desenho irlandês que desbancou “Viva – A Vida É uma Festa”. Apenas dois filmes de estúdio entraram na lista: o blockbuster “Dunkirk” e a sci-fi “Blade Runner 2049”, com vitórias em categorias técnicas. Para completar, a premiação também apontou convergência de opiniões em relação a Documentário e Filme em Língua Estrangeira. As produções francesas “Faces Places”, de Agnes Varda e JR, e “120 Batimentos por Minuto”, de Robin Campillo, são as que mais estão acumulando vitórias em suas categorias. Desta vez, o filme de Campillo empatou com o russo “Loveless”, de Andrey Zvyagintsev. São favoritos ao Oscar 2018. Veja abaixo a lista completa dos favoritos da crítica de Los Angeles. Melhores de 2017: Los Angeles Film Critics Association Melhor Filme: “Me Chame por Seu Nome” 2º lugar: “Projeto Flórida” Melhor Direção: Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) e Luca Guadagnino (“Me Chame por Seu Nome”) – empate Melhor Atriz: Sally Hawkins (“A Forma da Água”) 2º lugar: Frances McDormand (“Três Anúncios para um Crime”) Melhor Ator: Timothée Chalamet (“Me Chame por Seu Nome”) 2º lugar: James Franco (“O Artista do Desastre” Melhor Atriz Coadjuvante: Laurie Metcalf (“Lady Bird”) 2º lugar: Mary J. Blige (“Mudbound”) Melhor Ator Coadjuvante: Willem Dafoe (“Projeto Flórida”) 2º lugar: Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”) Melhor Animação: “The Breadwinner” 2º lugar: “Viva – A Vida É uma Festa” Melhor Filme em Língua Estrangeira: “120 Batimentos por Minuto” (França) e “Loveless” (Rússia) – empate Melhor Documentário: “Faces Places” 2º lugar: “Jane” Melhor Roteiro: Jordan Peele (“Corra”) 2º lugar: Martin McDonagh (“Três Anúncios Para um Crime”) Melhor Edição: Lee Smith (“Dunkirk”) 2º lugar: Tatiana S. Riegel (“I, Tonya”) Melhor Design de Produção: Dennis Gassner (“Blade Runner 2049”) 2º lugar: Paul D. Austerberry (“A Forma da Água”) Melhor Trilha Sonora: Jonny Greenwood (“A Trama Fantasma”) 2º lugar: Alexandre Desplat (“A Forma da Água”) Melhor Fotografia: Dan Laustsen (“A Forma da Água”) 2º lugar: Roger Deakins (“Blade Runner 2049”) Melhor Filme/Video Experimental: “Purge This Land” Prêmio pela Carreira: Max von Sydow

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  • Filme

    Trailer revela nova série de Sakura Card Captors e data de estreia no Brasil

    3 de dezembro de 2017 /

    O anime clássico “Sakura Card Captors” (1998–2000) vai ganhar continuação. Intitulada em inglês “Cardcaptor Sakura: Clear Card”, a nova série animada ganhou trailer legendado e data de estreia no Brasil. Embora a série tenha sido interrompida há 17 anos, a nova história vai registrar a passagem de apenas dois anos desde o fim da trama original, para mostrar a pré-adolescente Sakura Kinomoto descobrindo que todas as suas cartas ficaram transparentes e perderam seus poderes – daí, o título “Clear Card”. Com isso, ela parte em uma jornada para entender o que aconteceu, capturando novas cartas com a ajuda de um novo báculo (sério, é a palavra usada no desenho para crianças!) mágico, além de seus amigos Syaoran e Tomoyo e dos guardiões Kerberos e Yue. O serviço de streaming Crunchyroll disponibilizará a série no Brasil simultaneamente com o Japão a partir de 7 de janeiro, com legendas em português. O maior problema pode ter sido adiantado pela prévia abaixo, que precisa de uma revisão gramatical para fazer sentido. “Assegurar!”

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    120 Batimentos por Minuto: Candidato francês ao Oscar 2018 ganha primeiro trailer legendado

    3 de dezembro de 2017 /

    A Imovision divulgou o primeiro trailer legendado de “120 Batimentos por Minuto”, candidato francês a uma vaga na disputa de Melhor Filme em Língua Estrangeira do Oscar 2018. Com um título que destaca o ritmo normal de batidas do coração humano, o longa aborda o movimento Act Up Paris, formado por militantes LGBT+, que em 1990 foi às ruas e escolas da capital francesa para conscientizar os jovens sobre a importância da prevenção da Aids, “coisa que o governo não faz”, conforme avisa um dos protagonistas logo na primeira cena da prévia. O movimento também enfrentou a indústria farmacêutica, que criava dificuldades para disponibilizar os remédios do coquetel de tratamento da doença, e o preconceito, fazendo passeatas de demonstração de orgulho gay. O elenco traz vários nomes da nova geração do cinema francês, como Adèle Haenel (“Amor à Primeira Briga”), Arnaud Valois (“Cliente”), Aloïse Sauvage (“Um Instante de Amor”) e Simon Guélat (“Minha Irmã”), além do argentino Nahuel Pérez Biscayart (“Futuro Perfeito”). Dirigido por Robin Campillo (autor-diretor de “Eles Voltaram”, que deu origem à série “Les Revenants”), o filme é o mais elogiado do ano na França. Tem impressionantes 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes e acumula diversos prêmios, entre eles o Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes 2017. Também venceu os festivais de Chicago e San Sebastián, foi considerado o Melhor Filme Estrangeiro do ano pelos críticos de Nova York e disputa o troféu da categoria no Spirit Awards. “120 Batimentos por Minuto” já foi exibido no Brasil durante o Festival do Rio, e tem estreia comercial no país marcada para 4 de janeiro.

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    Mudbound ganha trailer legendado e subtítulo oficial com erro de português

    3 de dezembro de 2017 /

    Já disponível na Netflix nos Estados Unidos, o drama de época “Mudbound” será lançado no Brasil nos cinemas… somente em fevereiro! Achou ruim? Piora. A Diamond Films divulgou o primeiro trailer legendado do filme, que revela um subtítulo “crássico” para o lançamento nacional: virou o “Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi”, com um apêndice melodramático que destaca a palavra “Mississipi”. Para quem não sabe, como os “tradutores oficiais”, a grafia em inglês é “Mississippi” e nos dicionários de português a palavra (paroxítona terminada em I) inclui um acento agudo, “Mississípi”. Impressionante. “Mudbound” – esqueçamos o subtítulo, é melhor – conta a história de duas famílias que convivem no sul rural dos Estados Unidos nos anos 1940. Uma delas é branca, racista e recém-chegada, tendo comprado sua fazenda com sonhos de grandeza. A outra é negra, humilde e trabalha naquelas terras há muitas gerações. Quando os filhos jovens das duas famílias retornam traumatizados da 2ª Guerra Mundial, acabam criando laços de amizade, forjados pela experiência compartilhada, o que incomoda ambos os lados. O soldado negro tem mais dificuldade em aceitar a situação de ter lutado pela liberdade dos europeus e voltar a um país segregado. O branco não pode ouvir um estouro de escapamento de carro sem achar que está levando tiros. Para piorar, ainda sente atração pela mulher do irmão mais velho. A história de fôlego literário é uma adaptação do best-seller homônimo de Hillary Jordan, lançado em 2008 nos Estados Unidos, e sua filmagem ganhou um troféu do Gotham Awards, que abre a temporada de premiações de Hollywood. A consagração foi para o elenco, que inclui Garrett Hedlund (“Peter Pan”), Carey Mulligan (“As Sufragistas”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Conflito”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Rob Morgan (série “Stranger Things”), Kelvin Harrison Jr. (“Ao Cair da Noite”) e a cantora Mary J. Blige (“Rock of Ages”). Terceiro longa-metragem da cineasta Dee Rees, após o drama lésbico indie “Pariah” (2011) e a telebiografia “Bessie” (2015), da HBO, a produção foi adquirida pronta pela Netflix, por US$ 12,5 milhões em Sundance – a maior aquisição realizada no festival neste ano. Além de Sundance, “Mudbound” também foi exibido nos festivais de Toronto, Londres e Nova York, antes de chegar na Netflix. Atenta às regras da Academia, a plataforma também fez um lançamento simultâneo nos cinemas americanos em circuito limitado. A estreia aconteceu em 17 de novembro nos Estados Unidos. Por aqui, o filme só estreia três meses depois, em 22 de fevereiro.

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  • Filme

    Pedro Coelho enfrenta o “Sr. Severino” no trailer dublado do filme britânico

    3 de dezembro de 2017 /

    A Sony divulgou um novo trailer dublado em português de “Pedro Coelho” (Peter Rabbit), híbrido de animação e live action, que combina os famosos bichinhos falantes criados pela escritora britânica Beatrix Potter com humanos interpretados por atores de carne e osso. A prévia reforça a qualidade dos efeitos, que combinam perfeitamente digital e real, além de mostrar a atualização da trama para os dias de hoje. As histórias de Potter sobre o coelho antropomórfico que usa roupas datam de 1902. Em suas primeiras aventuras, Pedro/Peter desobedecia sua mãe para aprontar no jardim do Sr. McGregor, comendo vários cenouras até ser flagrado e perseguido, e acabava doente ao perder um sapato e o casaco na perseguição. A adaptação escrita e dirigida por Will Gluck (“Annie”) transpõe a farra para a casa de campo moderna de McGregor (ou melhor, Severino, na tradução nacional), vivido por Domnhall Gleeson (“Star Wars: O Despertar da Força”), e aumenta a quantidade de bichinhos falantes. Rose Byrne (“Vizinhos”) também tem um papel de carne e osso, mas a maioria dos atores famosos da produção fazem apenas vozes. A começar por James Corden (“Caminhos da Floresta”), que dubla Peter, ou melhor Pedro Coelho. O resto do elenco inclui Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) e Elizabeth Debicki (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”). Toda essa gente famosa deve ser ignorada no Brasil por conta da dublagem nacional. Será a primeira vez que “Pedro Coelho” ganhará um filme, mas o personagem já teve algumas adaptações televisivas. Além de uma série animada britânica dos anos 1990, exibida no Brasil pela TV Cultura, ele pode ser visto atualmente numa atração criada por computação gráfica no canal pago Nickelodeon. O filme estreia em 15 de fevereiro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    John Krasinski garante que não é espião em novo trailer da série de Jack Ryan

    3 de dezembro de 2017 /

    A Amazon divulgou um novo trailer da série “Jack Ryan”, que traz o ator John Krasinski (da série “The Office”) no papel do famoso espião criado pelo escritor Tom Clancy. A prévia revela uma nova história de origem do personagem. Embora não seja um recruta iniciante como no longa mais recente, “Operação Sombra – Jack Ryan” (2014), ele se apresenta como um analista da CIA, cujo trabalho brilhante acaba lhe levando para sua primeira missão de campo, em pleno Oriente Médio. Apesar de o título completo da atração ser “Tom Clancy’s Jack Ryan”, a série não é uma adaptação literal dos livros do escritor, como foram os primeiros filmes. Sua história é original e foi concebida pelo roteirista-produtor Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”) em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). Ao contrário de outros heróis literários, que se tornaram bastante identificados com seus intérpretes de cinema, Jack Ryan já foi vivido por quatro atores diferentes em cinco filmes. O único a repetir o papel foi Harrison Ford nos anos 1990. E isto facilita o trabalho de seu intérprete na série. A produção é da empresa Platinum Dunes, de Michael Bay (o diretor de “Transformers”), que recentemente dirigiu Krasinski no thriller de ação militar “13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”. Mas a direção do piloto é de outro cineasta, o norueguês Morten Tyldum (“Passageiros”). A 1ª temporada terá oito episódios e ainda não há data prevista para a estreia.

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  • Série

    4ª temporada de Black Mirror revela o trailer de seu episódio em preto e branco

    3 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer, o pôster e duas fotos de mais um episódio da 4ª temporada de “Black Mirror”. Trata-se de “Metalhead”, episódio rodado em preto e branco com clima pós-apocalíptico. A direção é de David Slade (de “30 Dias de Noite” e das séries “Hannibal” e “American Gods”) e o elenco inclui Maxine Peake (“A Teoria de Tudo”), Jake Davies (série “The Missing”) e Clint Dyer (“Campo Minado”). Este é o quinto trailer divulgado pela Netflix, após prévias dos episódios “Arkangel”, dirigido por Jodie Foster (“Jogo do Dinheiro”), “Crocodile”, de John Hillcoat (“Os Infratores”), “Black Museum”, de Colm McCarthy (“Melanie – A Última Esperança”), e “Hang the DJ”, de Timothy Van Patten (das séries “Game of Thrones” e “Boardwalk Empire”) Todos os capítulos são escritos por Charlie Brooker, o criador da série. A divulgação optou por destacar episódios individuais em vez de focar a temporada inteira. A estratégia reflete a perspectiva do prêmio Emmy. Este ano, a Academia da Televisão dos Estados Unidos considerou um episódio isolado da 3ª temporada, “San Junipero”, como o Melhor Telefilme do ano! A 4ª temporada de “Black Mirror” terá ao todo seis episódios e ainda não possui previsão de estreia.

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  • Filme

    James Franco fará cinebiografia do escritor e compositor Shel Silverstein

    3 de dezembro de 2017 /

    O ator James Franco está em negociações para estrelar e dirigir uma cinebiografia do multitalentoso Shel Silverstein, letrista de rock, cartunista da Playboy, roteirista de filmes, compositor de trilhas e autor de poesias e livros infantis. Silverstein publicou suas primeiras histórias num jornal militar enquanto servia na Guerra da Coreia, nos anos 1950. Seu trabalho chamou a atenção da Playboy, onde colaborou durante seis anos como cartunista – é dele o famoso desenho que representa um prisioneiro acorrentado à parede pelos pés e pelos punhos dizendo a outro acorrentado: “Pssst! Tenho um plano!”. Em 1961, estreou com autor de romances e dois anos depois lançou sua primeira publicação para crianças, “Leocádio, O Leão que Mandava Bala”, consagrando-se logo em seguida com o sucesso de “A Árvore Generosa” (1964). Ele também escreveu algumas peças de teatro e roteiros de cinema, entre eles “As Coisas Mudam” (1988) em parceria com o diretor David Mamet, além de ter composto trilhas de filmes como “A Forca Será Tua Recompensa” (1970) e “O Inimigo Oculto” (1971), e hits de Johnny Cash e da banda de Dr. Hook. Como se não bastasse, também tocava guitarra, piano, saxofone e trombone. O artista morreu em 1999, de um ataque cardíaco. O roteiro será baseado no livro “A Boy Named Shel”, de Lisa Rogak, e está a cargo de Chris Shafer e Paul Vicknair, dupla que assinou os dramas indies “Antes do Adeus” e “Deixa Rolar”, ambos de 2014. Ainda não há previsão de estreia.

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    História em quadrinhos Bad Medicine vai virar série

    3 de dezembro de 2017 /

    A rede NBC encomendou o desenvolvimento de uma série baseada nos quadrinhos de “Bad Medicine”, escrita por Nunzio DeFilippis e Christina Weir, que curiosamente começaram a carreira como roteiristas de TV – na série “Arli$$” (1996–2002). A trama gira em torno de um médico renomado, que teve a carreira arruinada por um escândalo, e uma detetive da polícia de Nova York. Os dois formam uma parceria improvável na investigação de crimes que, à primeira vista, envolvem aspectos cientificamente inexplicáveis. A adaptação está a cargo de Mark Kruger, roteirista-produtor de “Midnight, Texas”, “Teen Wolf” e “Salvation”. Ainda não há previsão para a estreia.

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    Viva – A Vida É uma Festa mantém liderança nas bilheterias da América do Norte

    3 de dezembro de 2017 /

    Sem nenhum grande lançamento para enfrentar, o novo longa animado da Pixar, que no mundo inteiro se chama “Coco” e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, manteve o 1º lugar pela segunda semana consecutiva nos Estados Unidos e Canadá. O filme faturou mais US$ 26,1M (milhões). Assim, chegou a US$ 108,6M no mercado doméstico e já se aproxima dos US$ 300M em todo o mundo, graças a recorde de arrecadação no México e a uma recepção muito positiva do público e da crítica. “Viva – A Vida É uma Festa” tirou nota máxima no CinemaScore: A+, apurada junto aos espectadores dos cinemas americanos. Trata-se do sexto filme da Pixar a atingir esta marca, mas apenas o primeiro nesta década. O último tinha sido “Up – Altas Aventuras” em 2009. E a nota da crítica também foi bastante elevada: 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, subindo 1% desde a semana passada. O público brasileiro, porém, terá que esperar até 2018 para ver a animação. A estreia está marcada apenas para 4 de janeiro nos cinemas nacionais. O resto do Top 5 também se manteve inalterado, trazendo “Liga da Justiça” (2º) “Extraordinário” (3º) “Thor: Ragnarok” (4º) e “Pai em Dose Dupla” (5º). As mudanças no ranking norte-americano só aparecem a partir do destaque obtido pelas produções indies “Lady Bird” (7º) e “Três Anúncios para um Crime” (8º). A repercussão positiva de “Lady Bird”, que foi eleito o melhor filme do ano pela crítica de Nova York e bateu recorde de aprovação no site Rotten Tomatoes, encorajou a distribuidora a aumentar sua exposição, fazendo a comédia finalmente chegar a mais de mil salas. Com isso, sua arrecadação atingiu US$ 4,5M nos últimos três dias e um total de US$ 17M no mercado doméstico. O filme marca a estreia na direção da atriz Greta Gerwig (“Mulheres do Século 20”). Ela não atua na produção, mas Saoirse Ronan (“Brooklyn”) é basicamente uma transposição das personagens rebeldes e desfocadas que Gerwig transformou em carreira. Vale lembrar que, além de atriz, Gerwig é uma escritora talentosa. Ela escreveu, entre outros, “Frances Ha” (2012) e “Mistress America” (2015), seus filmes mais famosos. E também assina o roteiro de “Lady Bird”, que é uma síntese de suas angústias existenciais, inspirado em sua própria vida. A previsão de estreia no Brasil é, inacreditavelmente, apenas para abril, cinco meses após o lançamento nos EUA e um mês inteiro depois do anúncio dos vencedores do Oscar 2018, que deve contar com sua presença entre os indicados. Para juntar injúria ao descaso, o filme ganhou um subtítulo daqueles. Será chamado de “Lady Bird – É Hora de Voar”. “Três Anúncios para um Crime”, vencedor do Festival de Toronto, está em 300 salas a mais que “Lady Bird”. Mesmo assim, faturou os mesmos US$ 4,5M nos últimos três dias e somou US$ 13,6M no mercado doméstico. Tem 94% de aprovação no Rotten Tomatoes e sua estreia nacional também vai demorar. Está marcada somente para fevereiro. Confira abaixo o desempenho dos 10 filmes mais assistidos do fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 26,1M Total EUA: US$ 108,6M Total Mundo: US$ 279,9M 2. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 16,5M Total EUA: US$ 197,3M Total Mundo: US$ 567,4M 3. Extraordinário Fim de semana: US$ 12,5M Total EUA: US$ 88M Total Mundo: US$ 100,2M 4. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 9,6M Total EUA: US$ 291,4M Total Mundo: US$ 816,4M 5. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 7,5M Total EUA: US$ 82,8M Total Mundo: US$ 116,8M 6. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA: US$ 84,7M Total Mundo: US$ 210,9M 7. Lady Bird Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA: US$ 17M Total Mundo: US$ 17M 8. Três Anúncios para um Crime Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA: US$ 13,6M Total Mundo: US$ 13,6M 9. A Estrela de Belém Fim de semana: US$ 4M Total EUA: US$ 27,2M Total Mundo: US$ 29M 10. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA: US$ 64,M Total Mundo: US$ 97,8M

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    Cleopatra Jones vai ganhar remake escrito pela criadora da série Underground

    3 de dezembro de 2017 /

    A roteirista Misha Green, criadora da aclamada série sobre escravidão “Underground”, está desenvolvendo um remake do filme clássico da era blaxploitation “Cleopatra Jones” (1973). A Warner Bros encomendou a refilmagem querendo repetir o fenômeno de “Mulher-Maravilha” com uma história de empoderamento feminino. A principal diferença é que, além de não ter superpoderes, a heroína da produção é uma mulher negra. A ideia é lançar uma franquia baseada na personagem, que também tem traços em comum com James Bond, já que é uma agente secreta que dirige um carro esportivo cheio de armas automáticas. O filme original, por sinal, teve sequência, “Cleopatra Jones and the Casino of Gold”, que chegou aos cinemas dois anos depois. Na trama clássica, Cleopatra Jones, interpretada por Tamara Dobson, usava o trabalho da supermodelo para viajar para lugares exóticos e realizar missões secretas para o governo. Sua principal inimiga era uma traficante chamada Mommy (Shelley Winter), a “sucessora feminina de Goldfinger”, segundo o trailer da época. Ainda não há previsão para a estreia do remake, mas a produção intensifica um revival do gênero, após o anúncio dos planos da Sony de refilmar “Super Fly” (1972) e da própria Warner (via New Line) de retomar “Shaft” (1971) com Samuel L. Jackson. Relembre abaixo o trailer oficial de “Cleopatra Jones”, que, embora apresente um trabalho feito “à sério”, é hilário pelas interpretações canastronas e o amadorismo de suas cenas de ação.

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