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    Alan Ritchson e Minka Kelly são Rapina e Columba em foto da série dos Novos Titãs

    15 de dezembro de 2017 /

    A Warner divulgou a segunda foto oficial da série “Titans”, baseada nos quadrinhos dos Novos Titãs. Depois de mostrar o ator australiano Brenton Thwaites (de “Deuses do Egito” e “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) vestido como Robin, é a vez de Alan Ritchson (série “Blood Drive”) e Minka Kelly (série “Friday Night Lights”) aparecerem como os heróis Rapina e Columba. Assim como nos quadrinhos dos Titãs, os personagens serão recorrentes na trama da série, com a possibilidade de se tornarem regulares na 2ª temporada ou mesmo estrelarem um possível spin-off no futuro. Criados por Steve Ditko (que também criou o Homem-Aranha) e Steve Skeates, Rapina e Columba foram introduzidos em 1968 como os irmãos adolescentes Hank e Don Hall. Eles tinham opiniões conflitantes sobre tudo, evocando o país dividido entre reacionários e hippies do final dos anos 1960, até decidirem deixar as divergências de lado para tentar salvar seu pai, um juiz, de uma quadrilha de criminosos. A decisão chama atenção dos Lordes da Ordem e do Caos, que resolvem lhes dar poderes para salvar o pai, e que eles passam a usar para combater o crime, desde que consigam ficar sem brigar entre si. Entretanto, o pacifista Don foi morto tragicamente no final da década de 1980. Em seu lugar, Dawn Granger foi introduzida como a nova Columba. Enquanto Rapina tem superforça, velocidade e resistência, Columba tem poderes luminosos, agilidade, sexto sentido e capacidade de se curar rapidamente. A escalação de Alan Ritchson e Minka Kelly para viver os personagens realça o equívoco etário da produção. Se os personagens dos quadrinhos são adolescentes, a atriz tem 37 anos e o ator completa 33 anos em novembro. Ele até já foi Aquaman em “Smallville”… há 12 anos. À exceção de Ravena, os produtores escalaram intérpretes na faixa etária dos integrantes da Liga da Justiça cinematográfica. Mas, como os fãs dos quadrinhos sabem, os Titãs são um grupo de heróis adolescentes, originalmente formado pelos parceiros dos super-heróis principais. A “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos, ou 16 na revisão do último reboot) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um sucesso e eles voltaram a se reunir mais duas vezes antes de decidirem formar um grupo que ficou conhecido como “Turma Titã”. Os Titãs clássicos também incluíam Ricardito e a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980, quando a própria Turma Titã virou os Novos Titãs, numa fase em que a equipe trazia ainda Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a série. Segundo o a sinopse oficial, a produção vai girar em torno de Dick Grayson (Thwaites), que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). “Titans” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers” e transformar “A Torre Negra” num fiasco, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A produção será a segunda tentativa de transformar os heróis juvenis da DC Comics em série. O canal pago TNT chegou a encomendar um piloto, mas acabou rejeitando o projeto no ano passado. O roteirista, por sinal, era o mesmo Akiva Goldsman.

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    Peter Jackson diz que Weinstein proibiu Ashley Judd e Mira Sorvino em O Senhor dos Anéis, confirmando lista negra

    15 de dezembro de 2017 /

    O diretor Peter Jackson revelou nesta sexta-feira (15/12), em entrevista ao site Stuff, que, em 1998, o produtor Harvey Weinstein lhe pressionou para não contratar Ashley Judd e a Mira Sorvino para a franquia “O Senhor dos Anéis”. Judd e Sorvino estão entre as dezenas de atrizes que acusaram o produtor de abusos sexuais. E estavam na lista que Jackson apresentou aos irmãos Harvey e Bob Weinstein quando a empresa destes, a Miramax, iria produzir os filmes. “Lembro que a Miramax nos disse que era um pesadelo trabalhar com elas e que devíamos evitá-las a todo custo”, assegurou Jackson na primeira entrevista na qual fala do caso Weinstein. “Naquele momento não tínhamos nenhuma razão para questionar o que estes caras estavam dizendo… Mas agora suspeito que nos deram informação falsa sobre estas duas talentosas mulheres e, como resultado direto, seus nomes foram eliminados da nossa lista de casting”, lamentou o diretor. A declaração provocou a reação imediata das duas atrizes no Twitter. Enquanto Judd comentou que se lembrava desses fatos “muito bem”, Sorvino compartilhou que explodiu em lágrimas ao ler a entrevista de Jackson. “Aí está, a confirmação de que Harvey Weinstein arruinou a minha carreira, algo que suspeitava, mas da qual não tinha certeza. Obrigado, Peter Jackson, por ser honesto. Tenho o coração partido”, escreveu a atriz, que venceu o Oscar por “Poderosa Afrodite” (1995). Na entrevista, Jackson relata também que seu trabalho com os irmãos Weinstein foi muito complicado e que na época na qual controlaram “O Senhor dos Anéis” comportavam-se como “pistoleiros da máfia de segunda classe”. “Não eram o tipo de pessoas com as quais queria trabalhar e por isso não trabalhei”, declarou o diretor, feliz por o filme acabar indo para o estúdio New Line, que comprou os direitos da Miramax por US$ 12 milhões e faturou quase 3 bilhões nas bilheterias mundiais. Mas, por conta dessa negociação, os Weinstein ainda ganharam 2,5% dos lucros da produção. O diretor lembrou ainda que Weinstein ameaçou afastá-lo da adaptação do romance de J.R.R. Tolkien se ele não aceitasse sua exigência de reduzir a história a um só longa-metragem. “Fazer filmes é muito mais divertido com boas pessoas”, concluiu Jackson.

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    Jack Black é o Rei da Polca em trailer legendado de comédia golpista

    15 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer legendado da comédia “O Rei da Polca” (The Polka King), estrelada por Jack Black (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e adquirida no Festival de Sundance 2017. O filme é baseado no documentário “The Man Who Would Be Polka King” e conta a história real de Jan Lewan (Black), imigrante polonês que, além de fazer shows de polca, tomava dinheiro de idosos com promessas de investimentos ilegais, semelhante a uma pirâmide financeira. Ele ganhou uma fortuna e ajudou a realizar os sonhos da esposa (vivida por Jenny Slate, da série “Married”), subornando juízes para elegê-la uma miss local. O elenco inclui ainda Jason Schwartzman (série “Blunt Talk”), Jacki Weaver (também de “Blunt Talk”), JB Smoove (“Curb Your Enthusiasm”) e Vanessa Bayer (“Saturday Night Live”) Roteiro e direção são de Maya Forbes (“Sentimentos que Curam”) e Wallace Wolodarsky (“Curvas Perigosas”), e a estreia está marcada para 12 de janeiro.

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    Casamento do príncipe Harry e Meghan Markle ganha data oficial

    15 de dezembro de 2017 /

    O casamento do príncipe Harry e a atriz Meghan Markle já tem data para acontecer. O evento mais esperado pelos tabloides mundiais foi marcado para o dia 19 de maio. A cerimônia religiosa será realizada na capela St. George, no castelo de Windsor, seguida de uma festa, tudo produzido e pago pela família real britânica. Ou melhor, pelos impostos dos britânicos pagos para a coroa. A data coincide com a final da FA Cup, o campeonato de futebol mais antigo do mundo, na qual o príncipe William, irmão de Harry, tem presença aguardada por ser o presidente de honra do evento. E também cai na data de aniversário da decapitação de Anne Boleyn (Ana Bolena), a segunda esposa do rei Henry VIII (Henrique VIII), executada em 19 de maio de 1536, não sem antes ser o pivô da criação da Igreja Anglicana. Além disso, deverá acontecer no mês seguinte ao esperado nascimento do terceiro filho de William e Kate Middleton. Para o casamento com Harry ser consagrado na religião oficial da família real, Markle ainda precisará ser batizada na Igreja Anglicana, conforme a tradição britânica. Ela também vai entrar com o processo para obtenção de cidadania britânica. As condições são mínimas, considerando o histórico envolvendo casos similares na família real. No século 20, o rei Edward VIII teve que abdicar do trono para se casar com uma americana divorciada como Markle, e a princesa Margaret não pôde casar com o namorado, Capitão Peter Townsend, que também era divorciado. Essas histórias foram abordadas na 1ª temporada da série “The Crown” e em filmes como “O Discurso do Rei” (2010) e “W.E.: O Romance do Século” (2011). Mostrando como o tempo mudou, a rainha Elizabeth II, avó de 91 anos de Harry, que proibiu a irmã de casar com Townsend, comparecerá à cerimônia de casamento, informou o porta-voz aos repórteres no Palácio de Buckingham.

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    Sci-Fi Aniquilação com Natalie Portman vai chegar ao Brasil pela Netflix

    15 de dezembro de 2017 /

    Numa decisão inesperada, a sci-fi “Aniquilação”, novo filme do diretor britânico Alex Garland (“Ex Machina: Instinto Artificial”), foi vendido pela Paramount para a Netflix e não será mais lançado nos cinemas fora dos Estados Unidos, Canadá e China. Isto explica porque o segundo trailer da produção não ganhou versão legendada no Brasil. O longa tinha estreia marcada para fevereiro no Brasil e alimentava grandes expectativas, não só por ser o segundo longa de Garland, que tinha encantado a crítica com “Ex Machina”, mas pelo elenco composto por Natalie Portman (“Thor”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”) e Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”). Em entrevista ao site Collider, o diretor não escondeu seu descontentamento com a decisão do estúdio de negociar o longa com o serviço de streaming. “Fiquei decepcionado. Fizemos o filme para o cinema. Veja, não tenho nenhum problema com a tela pequena. A melhor coisa que vi recentemente foi ‘The Handmaid’s Tale’, então acho que há um potencial incrível em tal contexto, mas se você está fazendo isso você faz exatamente para essa mídia e pensa dentro desses termos. Ao menos, o filme será lançado nos cinemas nos Estados Unidos. Uma das grandes vantagens da Netflix é que atingirá muita gente e você não precisa ter aquela preocupação se as pessoas vão aparecer no fim de semana de estreia, pois se não aparecerem o filme sai em duas semanas. Tem lados positivos e negativos, mas do meu ponto de vista e dos envolvidos na produção, foi feito para ser visto na telona.” Apesar do lançamento marcado nos cinemas americanos, o filme também será disponibilizado rapidamente em streaming no país, numa janela de apenas 17 dias, que deverá render boicote das salas exibidores, como já aconteceu antes com produções da Netflix. Segundo fontes do site Deadline, a Paramount tomou a decisão de negociar com a Netflix após as sessões de teste, que renderam um racha entre os produtores David Ellison e Scott Rudin. O público não reagiu bem às primeiras exibições do filme e Ellison, avaliando-o como “muito intelectual” e complicado, teria exigido mudanças no tom e no desfecho para deixá-lo mais comercial. Mas Rudin ficou do lado do diretor e “Aniquilação” não foi alterado. Amargando uma sequência de fracassos comerciais com “Vida”, “Baywatch” e “Tempestade: Planeta em Fúria”, Ellison teria buscado uma saída com a negociação com a Netflix. Garland abordou essa polêmica em outra entrevista. Falando ao IndieWire, disse que o filme sempre foi esse, e isto já estava claro na assinatura do contrato. “Lido com esses assuntos com muita transparência. Nunca enganei ninguém a respeito das minhas intenções, entreguei o roteiro e algumas imagens. Acredito que a partir do momento em que concordam fazer o filme há um contrato e esse contrato não pode ser quebrado depois. É um acordo criativo. Se alguém vê um problema, tudo bem, mas a hora de expressar isso é cedo, não no fim da linha.” “Aniquilação” será disponibilizado mundialmente pela Netflix em março. Vale observar que “Ex Machina: Instinto Artificial”, estrelado por Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”), foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original. Mas, apesar disso, também não foi exibido nos cinemas nos cinemas no Brasil, chegando aqui direto em DVD.

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    Um dos diretores mais premiados da Coreia da Sul é acusado de assédio e condenado por agredir atriz

    15 de dezembro de 2017 /

    Não é só nos Estados Unidos que mulheres começaram a denunciar os abusos de figuras importantes da indústria cinematográfica. Um dos diretores mais premiados da Coreia do Sul, Kim Ki-Duk, foi condenado após ser acusado por uma atriz de agredi-la e forçá-la a fazer cenas de sexo fora do roteiro de uma filmagem. A denúncia é bastante incomum no país, onde o conservadorismo extremo torna as vítimas temerosas da sofrer vergonha pública. Kim Ki-Duk é conhecido por contratar atrizes pouco conhecidas e filmar cenas de violência extrema. E sua acusadora, que pediu para manter o anonimato, afirmou à imprensa do país que sua participação no filme “Moebius” (2013), um thriller sobre o incesto, a deixou “profundamente traumatizada”. A atriz acusou Kim de abusos físicos e sexuais, afirmando que ele bateu nela durante as filmagens e a obrigou a fazer cenas de nudez e atos sexuais que não estavam no roteiro. Como ela se recusou, foi agredida e cortada do filme. Desde então, tem buscado ajuda de advogados, que sugeriram que ela esquecesse o caso. Mas ela decidiu não se submeter e, mesmo buscando preservar sua privacidade, apresentou a denúncia na justiça. E, na semana passada, o diretor de 56 anos foi condenado a pagar US$ 4,6 mil por agressão física. Uma vitória de Pirro, já que outras acusações foram arquivadas, incluindo a de assédio sexual por alegação de falta de provas. A denúncia acontece em um momento em que Hollywood vem sofrendo uma devassa, com demissões e investigações criminais de produtores, diretores e atores envolvidos em escândalos sexuais. No Brasil, também houve o caso do ator José Mayer, afastado pela rede Globo após assediar uma figurinista. Resta saber se esse movimento vai atingir outros países. E se Kim Ki-Duk continuará a ganhar financiamento para seus filmes, após o escândalo. Ele já venceu o Festival de Berlim com “Samaritana” (2004) e o de Veneza com “Pieta’ (2012).

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    Documentários de Karim Aïnouz e Luiz Bolognesi são selecionados pelo Festival de Berlim

    15 de dezembro de 2017 /

    Três documentários brasileiros foram selecionados para a mostra Panorama da 68ª edição do Festival de Berlim: “Aeroporto Central”, de Karim Aïnouz, “Ex Pajé”, de Luiz Bolognesi, e “Bixa Travesty”, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman. Todos são focados em trajetórias de “personagens” reais. “Aeroporto Central” é o segundo filme de Aïnouz selecionado pela organização do festival. Como o anterior, o drama “Praia do Futuro” (2017), trata-se de uma co-produção alemã e é o primeiro trabalho do cineasta falado totalmente em língua estrangeira. A história se passa no antigo aeroporto de Tempelhof, em Berlim, uma das construções mais emblemáticas do regime nazista, que há dez anos foi desativada para voos. Em vez de aviões, atualmente o local abriga cerca de três mil refugiados do Oriente Médio à espera de asilo na Alemanha. No filme, Aïnouz acompanha um dos moradores do aeroporto, o jovem sírio Ibrahim Al-Hussein, de 18 anos. O garoto morou no local durante um ano, à espera de saber se seria beneficiado com a permissão de residência no país ou se seria deportado. “Ex-Pajé” é o novo trabalho do roteirista de “Elis”, “Como Nossos pais” e “Bingo: O Rei das Manhãs”. Luiz Bolognesi também dirigiu a premiada animação “Uma História de Amor e Fúria” (2013), sobre um índio imortal, e seu novo documentário registra os povos da floresta Amazônica nos dias de hoje, a partir da história de Perpera, um índio Paiter Suruí que viveu até os 20 anos numa tribo isolada onde se tornou pajé. Mas, após o contato com os homens brancos, ouviu de um pastor evangélico que ser pajé é coisa do diabo. Por fim, “Bixa Travesty” acompanha a cantora Linn da Quebrada, considerada uma das principais personalidades transexuais do Brasil. É a segunda vez que a dupla de cineastas Claudia Priscilla e Kiko Goifman aborda a transexualidade num documentário, após “Olhe pra Mim de Novo” (2012), e também o segundo filme da carreira de Linn, que também apareceu no filme “Corpo Elétrico” em 2017. Ela ainda estará em breve em “Sequestro Relâmpago”, de Tata Amaral. A mostra Panorama, da Berlinale 2018, exibirá ainda um documentário grego sobre outra artista transexual brasileira, Luana Muniz, morta em 2017. O filme “Obscuro Barroco”, da grega Evangelia Kranioti, foca o ícone queer do Rio de Janeiro, que desafiou limites de gênero e já tinha sido tema de outro documentário em 2017, “Luana Muniz – Filha da Lua”, de Rian Córdova e Leonardo Menezes, premiado no 25º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade.

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    Comédia policial clássica 48 Horas vai ganhar remake dos diretores de Bom Comportamento

    15 de dezembro de 2017 /

    Os irmãos Safdie chamaram atenção de Hollywood com o thriller indie “Bom Comportamento”, estrelado por Robert Pattinson, e agora vão comandar seu primeiro filme de estúdio: um remake da comédia de ação “48 Horas” para a Paramount. O filme original de 1982, escrito e dirigido por Walter Hill, marcou a estreia de Eddie Murphy no cinema, após se destacar como humorista no programa “Saturday Night Live”. E foi um sucesso enorme, lançando um subgênero cinematográfico: a comédia policial sobre parceiros incompatíveis, um deles geralmente negro, que rendeu franquias tão diferentes quanto “Máquina Mortífera” e “A Hora do Rush”. A trama acompanhava o policial Jack Cates (Nick Nolte), que sobrevive a um atentado que mata seus colegas e recorre ao criminoso Reggie Hammond (Eddie Murphy) para encontrar o culpado. Liberado da prisão por dois dias (as 48 horas do título) para rastrear um antigo comparsa, Reggie mostra-se mais interessado em recuperar uma bolada perdida do que propriamente ajudar, o que rende problemas de relacionamento com o parceiro forçado. A produção também teve uma sequência, “48 Horas – Parte 2” (1990), que não repetiu o mesmo sucesso. Josh Safdie vai escrever o roteiro com Ronald Bronstein (repetindo a colaboração de “Bom Comportamento”) e o humorista Jerrod Carmichael (“The Carmichael Show”).

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    Atrizes devem vestir preto no Globo de Ouro em protesto contra o assédio sexual em Hollywood

    15 de dezembro de 2017 /

    O Globo de Ouro 2018 deve servir de palco para um protesto silencioso contra os assédios sexuais de Hollywood. Mais de 30 atrizes que comparecerão ou apresentarão a cerimônia em 7 de janeiro estariam combinando vestir preto para demonstrar sua indignação contra os abusos cometidos por figuras como o produtor Harvey Weinstein. A informação foi obtida e divulgada pelo site de celebridades E! News e pelo programa televisivo “The Morning Breath”. Especula-se que entre as atrizes envolvidas no protesto estejam Reese Witherspoon, Saiorse Ronan e Jessica Chastain, que já se manifestaram a respeito das denúncias. “Todas as atrizes e convidadas ou, pelo menos, a maioria, estão estendendo sua solidariedade uma a outra em forma de protesto. Todas vestirão preto, obviamente, para se manifestar contra as injustiças que estiveram acontecendo em Hollywood desde sempre”, disseram as apresentadoras do “The Morning Breath”, Jackie e Claudia Oshry. As vítimas que denunciaram assédio sexual no cinema e em outras áreas foram eleitas, simbolicamente, como “Personalidades do Ano” pela revista americana Time.

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    Os Últimos Jedi é o Star Wars mais diferente e surpreendente de todos

    15 de dezembro de 2017 /

    Quando JJ Abrams e o roteirista Lawrence Kasdan reiniciaram a franquia “Star Wars” em 2015 com “O Despertar da Força”, a aventura era simpática, divertida, mas, convenhamos, o enredo corria poucos riscos. Por trás dos números de mágica de Abrams, havia a sensação de quase um remake de “Star Wars: Uma Nova Esperança”, com os novos análogos da primeira Ordem e da Rebelião enfrentando novamente uma Estrela da Morte. Os fãs abraçaram a abordagem por nostalgia e por veneração. Nada mais. Felizmente, Rian Johnson, o roteirista e diretor de “Star Wars VIII: Os Últimos Jedi” dá de ombros pra veneração. Não que ele desgoste da mitologia. Há algumas cenas em que o diretor demonstra uma ternura, que talvez nunca tenhamos visto nos sete filmes anteriores da saga ou no spin-off “Rogue One”. Acontece que Johnson invade a sala de brinquedos e comporta-se como uma criança selvagem. Ele lança bonecos pro alto, desmonta as naves, destrói as torres de Lego e reconstrói novas edificações mutantes. Esse é o espírito de “Os Ultimos Jedis”. Johnson mergulha no universo com um entusiasmo sacana, e o filme, no fundo, vira um braço de força entre ele e um estúdio poderoso, detentor de uma visão rigorosa de como quer que os filmes sejam feitos, moldando as visões de seus diretores para apoiar uma estética corporativa unificada – um processo que mastigou e cuspiu Colin Trevorrow, Gareth Edwards, Phil Lord e Christopher Miller. Pensou diferente, e você está fora. Agora, olha o curioso: Rian Johnson pensa diferente. E o modo como ele dribla a máquina de fazer salsichas, é muito interessante. Seu filme respira, quase fisicamente, nesse hiato entre a dificuldade de se pôr em cena ou de obedecer as regras impostas. Se não, vejamos: Poe Dameron (Oscar Issac), o primeiro dos novos heróis que aparece em cena, é um piloto que desacata os superiores. Vive às turras com a General Leia Organa (Carrie Fisher). Coloca-se à frente da frota de destróieres da Primeira Ordem sozinho e provoca o general Hux, torcendo as palavras com a mesma habilidade que pilota um caça e dá cavalos de pau nas nuvens. Luke Skywalker (Mark Hamill) segue a mesma trilha. Um dia, foi um guerreiro destemido como Poe, o tempo passou e ele cansou. Virou o velho ermitão cínico. Não se sensibiliza com causa nenhuma. Quando Rey (Daisy Ridley) lhe entrega o sabre de luz, o cavaleiro jedi arremessa a relíquia no mato. Luke não aceita mais ordens, nem quer se aliar a esse ou a aquele outro grupo. Enquanto isso, Fin (John Boyega) acorda na nave dos rebeldes, já pronto para procurar Rey e lutar se for preciso, só não percebe um detalhe: está completamente nu andando pela nave. Temos ainda a adição de dois personagens adoráveis e igualmente excêntricos, o mercenário DJ, vivido por Benício Del Toro, um malandro decodificador de senhas que luta sempre do lado de quem oferece mais vantagens, e a meiga Rose Tico (Kelly Marie Tran), a simplória fã dos feitos extraordinários de Fin e Rey. Rose vive a ilusão de destruir a cidade-cassino onde os ricos vendedores de armas se divertem. Ela acha que eles não passam de uma escória por vender armas para a Primeira ordem, mas DJ dá um choque de realidade na menina, quando lhe mostra que essa mesma escória também vende armas para Resistência. Esse dilema, esse atrito entre buscar a independência ou se vender, tentando dentro do sistema manter uma certa pureza, reverbera em cada fotograma de “Os Últimos Jedis”. Multiplica-se inclusive, na cabeça de Rey, a heroína. Num dos grandes momentos do filme, Rey entra numa caverna e sua imagem se multiplica. Ela grita, tenta alcançar o fim deste encadeamento de Reys, mas elas continuam aumentando. Finalmente, no momento em que ela encontra o fim, uma sombra se aproxima e Rey fica feliz, assim como os espectadores ficam, porque acreditam que algo finalmente vai ser revelado. E o que seria essa revelação? Cada um deve assistir o filme e buscar sua própria leitura do que esse vulto representa. Enfim, todos são meio insolentes, inclusive Kylo Ren (Adam Driver), ao se recusar a tirar a máscara na frente do Lorde Supremo Snooke (Andy Serkys). O lorde dos vilães irritado chama o pupilo de criança mimada de capacete e Kylo sai da sala possesso. A cena é um alívio cômico para um personagem atormentado e, sem dúvida, o mais rico da história. Ele é odioso, recalcado, e até mesmo infantil em sua crueldade, mas sua resignação é dolorida e consegue ser profundamente tocante. Vem daí, aliás, a tortuosidade do filme, que se espalha em torno do triângulo psicológico que se desenvolve entre Kylo, Rey e Luke. A história desses três está vinculada e compartilhada por um mistério. Há uma revelação aqui que vai deixar os fãs de queixo caído. Mas antes disso, o espectador é brindado com uma abundância de duelos com espadas de luz, rivalidades e batalhas aéreas. O ritmo é espantoso, e a tarimba de Johnson advém de nunca deixar que o público se perca em meio as viagens entre as estrelas ou a profusão de personagens. Verdade, não temos mais Carrie Fisher, uma atriz eloqüente, para viver Leia Organa em outros filmes. A atriz, como todo mundo sabe, morreu no final do ano passado. Mas em cada cena que ela aparece, essa lembrança torna sua presença mais intensa. Carrie é a alma da Resistência. A beleza do filme, contudo, reside no controle e orquestração de Johnson. Um sujeito que organiza cada etapa, do roteiro a filmagem, da edição, a finalização, imprimindo sua filosofia própria: em cada detalhe sente-se a personalidade do diretor, nos diálogos, nas tiradas, nos desenvolvimentos dos personagens. Um defeito que foi se ampliando nos filmes de George Lucas, era a questão dos personagens secundários. Lucas sempre foi muito bom em criar novos vilões, mutantes e extraterrestres, mas as novas estrelas nem sempre tinham uma função forte. Não havia um desenho de desenvolvimento. Vide a profundidade que tiveram personagens como Boba Feet, Darth Maul ou o General Grievous. Lucas aumentava seu universo de bonecos, pensando em vender os brinquedos. Johnson criou um novo grupo, que obviamente também serão vendidos como brinquedos. Mas há uma sensível diferença aqui. Cada um dos novos tipos apresentados tem uma razão, uma motivação orgânica para estar em cena. Sejam os Porgs, as Raposas de Cristal ou os Fathiers, cavalos espaciais de orelhas cumpridas. O diretor nunca perde o fio da meada: o corpo físico briga com o psicológico, e no final, a questão de quem triunfa, é relativa. Quem bom que temos um filme onde o conforto é mandado pro espaço e onde as fronteiras são claras apenas para os que preferem se iludir. A arte de Johnson, como ele já tinha nos mostrado em “Looper – Assassinos do Futuro”, é empolgante por que não se fecha em raciocínio simples. É a arte da aventura da inquietude e da tormenta humana.

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    Lumière! apresenta registro surpreendente da origem do cinema

    15 de dezembro de 2017 /

    “Lumière!” que, com exclamação, dá o título original ao filme de Thierry Frémaux, é um nome que todos os cinéfilos reverenciam. Afinal, os irmãos Louis e Auguste Lumière deram início à aventura do cinema, em 28 de dezembro de 1895, com a primeira projeção pública, e paga, de filmes realizados com o cinematógrafo, no subsolo do Grand Café Boulevard des Capucines, em Paris. O cinematógrafo coroava os esforços de um grande número de inventores e pesquisadores que buscaram o sonho de criar a fotografia animada, ou em movimento. Entre eles, estava Thomas Edison que, com seu cinetoscópio, associado ao fonógrafo, tentou criar o cinema com imagem e som em paralelo, uma espécie de precursor do cinema falado, em 1892. Só que isso se dirigia a um espectador por vez, que precisava olhar num visor. Antoine Lumière, o pai de Louis e Auguste, proprietário de uma fábrica em Lyon, trabalhava com fotografia e película, conheceu o equipamento e teria dito que era preciso libertar as imagens daquela caixinha e pô-las para que todos as vissem simultaneamente. Estimulou seus filhos a encontrar a solução técnica para isso. Tratava-se, portanto, de uma família de criadores, inventores, técnicos. Com a patente do cinematógrafo, também negociantes. Embora isso já seja uma coisa fantástica, é muito mais do que isso. Thierry Frémaux, com seu filme, mostra, de forma inequívoca, que os irmãos também foram grandes cineastas, responsáveis não só pela difusão do cinema como pelo estabelecimento da linguagem cinematográfica. E com grande talento. Diretor do prestigiado Festival de Cannes, Thierry Frémaux também preside o Instituto Lumière, em Lyon, e atua na preservação e restauração do acervo da coleção Lumière, os primeiros filmes da história do cinema. O filme que compôs e comenta, na verdade, é uma compilação do trabalho dos Lumière e de seus operadores, de 1895 a 1905. Na obra, desfilam mais de 100 filmes selecionados da coleção, cada um com 50 segundos de duração, que era o que era possível na época, restaurados em 4K, a partir dos originais. Parece um milagre. Foram encontrados mais de 1400 filmes deles, dos quais mais de 300 estão restaurados e mais de 100 podem ser vistos em “Lumière!”, com uma qualidade surpreendente. Ao ver os filmes, um a um, fica claro que os irmãos Lumière sabiam muito bem o que estavam fazendo, como colocar a câmera no lugar certo, que enquadramento utilizar, como organizar o tempo exíguo dos filmetes para contar pequenas histórias ou registrar um evento. E como encená-lo ou reencená-lo, antecipando o que discutimos hoje, a fronteira entre documentário e ficção. Foram eles que produziram versões diferentes da saída dos operários da fábrica ou da chegada do trem à estação, que assustou os espectadores da época. Não foi por acaso, este último foi concebido para impressionar e dar a dimensão da força do trem. A primeira ficção não foi criada por Georges Meliès, que aperfeiçoou a história, mas pelos Lumière, no filme “O Regador Regado”, uma ficção de humor, que também tem várias versões. A fotografia é esplêndida, de um preto e branco bem contrastado, perfeito. A nitidez é uma surpresa. A profundidade de campo já era explorada, é tão nítida na frente quanto no fundo. Eles também introduziram o travelling e a filmagem bem de perto, o close. Tudo isso com uma câmera sem visor, com os recursos técnicos dos primeiros tempos. Limitadíssimos, portanto. O texto, em off, de Frémaux, é uma preciosidade. Ele aponta para tudo o que foi a criação dos Lumiére, os detalhes e muitas coisas que a gente não veria, se não fosse alertado para elas. Dois pequenos exemplos. Num filme, um menino, pequeno ainda, dá bagos de uva para duas meninas menores do que ele. Irmãzinhas, provavelmente. Como ele deve ter sido alertado para ser rápido, porque o tempo do filme era pouco, ele distribui as uvas de forma frenética, num ritmo completamente diferente daquele que crianças fariam, sem uma câmera à frente. Em outros filmes, para realçar o efeito de humor, os Lumiére colocam um ator gargalhando intensamente, para mostrar que a cena é engraçada. A experiência de ver esses filmes, muito bons, que deram origem ao cinema, com os comentários de Thierry Frémaux, resulta numa aula obrigatória, para quem quer entender um pouco mais de cinema. Feita de um jeito simples e didático por um profissional renomado. Ele veio ao Brasil para divulgar o filme e participou de uma entrevista, onde se revelou uma figura admirável no seu jeito de ser, nas suas reflexões profundas e bem humoradas e até num certo bairrismo. Afinal, ele, tanto quanto os Lumière, é da cidade de Lyon, na França, que leva o mérito de ter criado o cinema. Segundo consta, em 22 de março de 1895, Louis e Auguste exibiram para uma pequena plateia o primeiro filme da história, a saída dos operários da fábrica Lumière, filmada em Lyon. Mas essa projeção se deu em Paris. E quanto ao fato de que os Lumière abandonaram o cinema? Simples. Frémaux explicou que eles deixaram de fazer filmes porque se dedicaram a criar a fotografia a cores. Viva Lumière!, com exclamação.

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  • Filme

    Brasil completa 20 anos fora do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira

    15 de dezembro de 2017 /

    O Brasil completou 20 anos sem conseguir emplacar uma indicação no Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, após a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgar, na noite de quinta-feira (14/12), a lista de longas-metragens pré-selecionados para a disputa da categoria no Oscar 2018. Foram revelados nove títulos, de onde sairão os cinco finalistas ao Oscar. E o candidato brasileiro, “Bingo: O Rei das Manhãs”, do cineasta Daniel Rezende, ficou de fora. Rezende já havia sido indicado ao Oscar anteriormente, como Melhor Editor por “Cidade de Deus”, em 2004. Apesar disso, “Cidade de Deus” não foi indicado ao Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira. Assim, o Brasil está fora da disputa da categoria desde “Que É Isso Companheiro?”, de Bruno Barreto, que concorreu ao prêmio em 1998. O país também tinha chances de disputar como coprodutor de outros três filmes: o argentino “Zama”, o italiano “A Ciambra” e o moçambicano “Comboio de Sal e Açúcar” – por sinal, dirigido por um brasileiro: Licínio Azevedo. Nenhum deles se classificou. A lista da Academia só contemplou uma produção latina: o drama chileno “Uma Mulher Fantástica”, que rendeu a Sebastián Lelio o Leão de Prata de Melhor Roteiro no Festival de Berlim. As maiores surpresas foram a inclusão de dois filmes africanos, que não estavam entre os mais cotados: “Felicité”, do Senegal, também premiado em Berlim, e “The Wound”, da África do Sul, premiado no Festival de Londres. Os demais eram considerados favoritos. Entre eles, estão os vencedores dos festivais de Cannes e Berlim, respectivamente o sueco “The Square – A Arte da Discórdia” e o húngaro “Corpo e Alma”, além do alemão “Em Pedaços”, que deu a Diane Kruger o troféu de Melhor Atriz no Festival de Cannes, o russo “Loveless”, também premiado em Cannes, e o israelense “Foxtrot”, vencedor do Prêmio do Júri do Festival de Veneza. Ao todo, 92 produções foram indicadas por seus países. Entre as ausências mais significativas, além do argentino “Zama”, de Lucrecia Martel, chamou atenção a não classificação do francês “128 Batimentos por Minuto”, de Robin Campillo, e o cambojano “First They Killed My Father”, dirigido pela americana Angelina Jolie. A lista final de indicados ao Oscar será anunciada no dia 23 de janeiro e a cerimônia de premiação acontece no dia 4 de março, com transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT. Em 2017, o vencedor foi o iraniano “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, que se recusou a participar da cerimônia em protesto contra a proibição instituída pelo presidente norte-americano Donald Trump de que pessoas de vários países muçulmanos, incluindo o Irã, pudessem visitar os EUA. Confira abaixo a lista dos nove filmes pré-selecionados para disputar as indicações ao Oscar 2018 de Melhor Filme em Língua Estrangeira: “Uma Mulher Fantástica”, de Sebastián Lelio (Chile) “Em Pedaços”, de Fatih Akin (Alemanha) “Corpo e Alma”, de Ildikó Enyedi (Hungria) “Foxtrot”, de Samuel Maoz (Israel) “O Insulto”, de Ziad Doueiri (Líbano) “Loveless”, de Andrey Zvyagintsev (Rússia) “Felicité”, de Alain Gomis (Senegal) “The Wound”, de John Trengove (África do Sul) “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Óstlund (Suécia).

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  • Etc

    Dustin Hoffman é acusado de abuso sexual por mais mulheres

    15 de dezembro de 2017 /

    O ator Dustin Hoffman foi alvo de novas acusações de abuso sexual. As revistas Variety e The Hollywood Reporter trouxeram novas denúncias contra o astro de “A Primeira Noite de um Homem” (1968), “Tootsie” (1982), “Rain Man” (1988) e muitos outros clássicos do cinema. Cori Thomas, amiga de uma das filhas do ator, diz que, em 1980, quando ela tinha 16 anos, Hoffman convenceu as duas a ir para seu quarto de hotel em Nova York. Logo depois, ele teria pedido à filha para ir embora. E então apareceu nu no quarto e pediu para a então adolescente fazer massagem em seu pé. Ela diz que ficou assustada na época e só recentemente contou sobre o caso a seus familiares. Hoje ela é uma autora teatral premiado Outras duas mulheres, que não tiveram os nomes revelados, afirmam que o ator colocou as mãos no meio de suas pernas, sem o consentimento delas. “Eu senti que fui estuprada. Não houve aviso. Eu não sabia que ele ia fazer isso”, disse uma delas à Variety. Por sua vez, o Hollywood Reporter reuniu as principais denúncias, incluindo algumas que ainda não tinham vindo à tona, como a de uma guia turística de Washington, que o ator requisitou para passar o dia com ele, durante a filmagem de “Todos os Homens do Presidente” em 1975. A jovem de 21 anos não pôde ir embora sem fazer sexo oral com o ator. Mais uma menor conta que tinha 15 anos quando trabalhava numa loja de roupas em 1973 e encantou Hoffman, que aproveitou a vontade da jovem de virar atriz para convidá-la à première de um de seus filmes, e depois à visitar sua casa, dizendo que sua filha estaria lá. Mas ao chegarem, ela percebeu que não havia ninguém. E ele se masturbou na sua frente. Foi o Hollywood Reporter quem publicou a primeira denúncia, em novembro, escrita em primeira pessoa pela produtora Anna Graham Hunter, que revelou ter sido assediada por Hoffman no set da adaptação televisiva de “A Morte de um Caixeiro Viajante” (1985). Na época, ela tinha 17 anos e era estagiária. Logo em seguida, a atriz Kathryn Rossetter também assinou um artigo para a revista afirmando que foi alvo de assédio sexual quando os dois atuaram na peça “A Morte de um Caixeiro Viajante”, na Broadway, em 1983. No texto, ela afirmou que o ator “abusa de seu poder e é um porco com as mulheres”. O trabalho mais recente do ator é o filme “Os Meyerowitz: Família Não se Escolhe”, da Netflix, que foi exibido no Festival de Cannes 2017.

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