Ed Skrein desiste de Hellboy após protestos contra nova escalação de ator branco em papel asiático
A escalação do ator britânico Ed Skrein (“Deadpool”) em “Hellboy”, para viver o Major Ben Daimio, personagem asiático nos quadrinhos, gerou protestos e acusações de embranquecimento nas redes sociais. Sentindo-se pressionado, o ator foi ao Twitter anunciar que tinha desistido do papel. Skrein publicou uma mensagem pedindo desculpas aos fãs dos quadrinhos. “Aceitei o papel sem saber que o personagem nos quadrinhos originais era um asiático”, revelou o ator. “Esse personagem precisa ser representado da forma correta, e isso significa muito para as pessoas, não podemos negar essa responsabilidade e continuar essa preocupante tendência de apagar histórias e vozes de minorias étnicas nas artes. Sinto que é importante honrar e respeitar isso. Então, decidi deixar o papel”. Agora, os produtores procuram um novo intérprete para o personagem. Por enquanto, o longa tem confirmados apenas David Harbour (série “Stranger Things”) como o protagonista, Ian McShane (série “American Gods”), intérprete do professor Broom, e Sasha Lane (“American Honey”), no papel de Alice Monaghan. Milla Jovovich também é esperada no papel da vilã Nimue, mas a produção ainda não confirmou sua contratação. O novo longa vai adaptar a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”, sobre Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas, que viveu na era arthuriana e era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu , assustando as outras bruxas, que decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Séculos se passam e, após Hellboy vencer seu líder, as feiticeiras decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” deve começar a ser filmado já em setembro, mas ainda não tem data de estreia prevista. pic.twitter.com/8WoSsHXDFO — Ed Skrein (@edskrein) August 28, 2017
Bruce Wayne vira vigilante mascarado no novo trailer legendado de Gotham
A rede americana Fox divulgou o novo trailer da 4ª temporada de “Gotham”. Legendada por fãs, a prévia revela Bruce Wayne (David Mazouz) adotando máscara e capuz pretos para se tornar um vigilante de Gotham City, dando sequência à sua transformação em Batman. Segundo o ator Ben McKenzie (intérprete de James Gordon), a segunda parte da temporada irá adaptar “Batman: Ano Um” (Batman: Year One), de Frank Miller e David Mazzucchelli, que lida justamente com o começo da carreira de Batman – e da Mulher-Gato. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a série acompanha o começo da carreira do Comissário Gordon, em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne, logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude da Mulher Gato (Camren Bicondova), do Pinguim (Robin Lord Taylor), do Charada (Cory Michael Smith) e da Hera Venenosa (Maggie Geha), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. A Fox adiantou a estreia dos novos episódios em uma semana nos Estados Unidos. A 4ª temporada vai chegar em 21 de setembro à TV americana. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Criadores e elenco de Game of Thrones comentam cenas e desdobramentos do final da temporada
A HBO divulgou novos vídeos de “Game of Thrones” em que os criadores e o elenco da série comentam o final da 7ª temporada. No mais abrangente, David Benioff e D.B. Weiss esmiúçam os pontos altos de “The Dragon and the Wolf”: a performance de Aidan Gillen na reviravolta que custou a vida de Petyr “Mindinho” Baelish, os antagonismos no grande encontro dos personagens principais, a revelação da linhagem nobre de Jon Snow (Kit Harington), seu romance e parentesco com Daenerys (Emilia Clarke), o rompimento entre Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) e Cersei (Lena Headey), o avanço dos Caminhantes Brancos e a destruição da Muralha pelo dragão de gelo. A cena mais longa do episódio ganhou um vídeo só para ela, que revela os bastidores do maior encontro de protagonistas da série até o momento. Além de detalhes da gravação, que durou dez dias, ele registra a felicidade do elenco em contracenar com atores com quem ainda não tinham trabalhado e como todos se divertiram com a oportunidade. Já o menor vídeo traz o elenco considerando os desdobramentos da confirmação de algo que o marketing da HBO já tinha deixado escapar: Jon é filho de Rhaegar Targaryen (irmão mais velho de Daenerys) com Lyanna Stark (irmã de Ned Stark). Filho legítimo, resultado de um casamento vislumbrado numa visão de Bran e confirmado por um livro de registros na biblioteca da Cidadela. Ned o acolheu ainda bebê, após o assassinato de seu pai e da morte da mãe no parto. Em seu último suspiro, Lyanna ainda conseguiu revelar seu verdadeiro nome: Aegon Targaryen, um nome nobre do clã do dragão. Jurando proteger o bebê, Ned disse que o filho era seu, um bastardo, porque, se fosse descoberta sua verdadeira origem, ele seria morto pelos seguidores de Robert Baratheon, que derrubou a dinastia Targaryen. Sobre a revelação de que Daenerys é tia de Jon Snow e que ele está à sua frente na linha sucessória do Trono de Ferro, Benioff lançou um comentário premonitório: “Isso complicará tudo no nível político e também no nível pessoal. E torna o que poderia ter sido tão puro e perfeito para Jon e Dany em um redemoinho.” Os atores ecoam os problemas inevitáveis. Sintética, Emilia Clarke sugere vomitar para descrever como será sua reação ao descobrir a verdade. Um dos melhores episódios da temporada, “The Dragon and the Wolf” bateu o recorde de audiência da TV paga dos Estados Unidos. Mas os próximos capítulos podem demorar a ser exibidos. A 8ª e última temporada não tem previsão de estreia e o presidente de programação da HBO, Casey Bloys, afirmou que dará o tempo necessário para Weiss e Benioff desenvolverem sua produção, inclusive resignando-se a retomar a série apenas em 2019.
Última temporada de Game of Thrones pode ser exibida apenas em 2019
A HBO ainda não bateu o martelo, mas a possibilidade de a 8ª temporada de “Game of Thrones” estrear só em 2019 está se consolidando – e dando pesadelos nos fãs da série. O último ano da série terá apenas seis episódios, mas eles serão mais longos que o usual e começarão a ser gravados mais tarde que o habitual. Segundo o ator Nikolaj Coster-Waldau, intérprete de Jaime Lannister, a produção começa em outubro. Mas esta será apenas a primeira etapa. Com o aumento de cenas em meio à neve, refletindo a chegada do inverno na trama, as dificuldades serão ainda maiores. Isto significa mais cenas na Islândia, na Irlanda do Norte, na Croácia e na Espanha, onde estão os principais cenários naturais da série, mas no período de inverno, que começa em dezembro, além de uma longa fase de pós-produção para a inclusão de efeitos especiais, cada vez mais complexos e que demandam cada vez mais tempo. “Nossa equipe de produção está tentando montar um cronograma para definir quanto tempo levaremos para as gravações e os efeitos especiais. As filmagens já são complicadas o suficiente — acontecem em diferentes continentes, com todos os aspectos técnicos — e os efeitos especiais precisam de todo um período de produção. É um grande fator”, explicou o presidente de programação da HBO, Casey Bloys, em entrevista à revista The Hollywood Reporter. A 7ª temporada, encerrada no domingo (28/8) com recorde de audiência, também estreou com atraso. Em seus primeiros anos, “Game of Thrones” ia ao ar a partir de abril, mas em 2017 só começou a ser exibida em julho, três meses depois do usual. O hábito de promover hiatos maiores entre as temporadas não é novidade na HBO. A 2ª temporada de “Westworld” também será exibida com quase dois anos de atraso. O mesmo espaço de tempo que o público esperou pelo 6º e último ano de “The Sopranos”, em 2006. “Como as séries ficam maiores e mais complicadas, eu tenho que seguir os comandos dos produtores e desapegar do ‘é bom ter uma temporada todo ano'”, argumentou Bloys. “Eles têm que fazer a melhor série que eles puderem fazer. Com séries maiores como “Game of thrones” e “Westworld”, se você quer um grande espetáculo e uma grande extensão, vai levar mais um tempo”. Ou seja, tudo indica que “Game of Thrones” só voltará à TV em 2019 mesmo.
Final de temporada de Game of Thrones bate recorde de audiência da TV paga dos EUA
O final da 7ª temporada de “Game of Thrones” bateu o recorde histórico de audiência da TV paga americana. Exibido no domingo, o episódio “The Dragon and the Wolf” foi assistido ao vivo por 16,5 milhões de espectadores nos Estados Unidos. De acordo com dados da consultoria Nielsen, 12,1 milhões assistiram pela TV paga, enquanto o restante viu por streaming. O número supera com folga o recorde anterior da série, 10,7 milhões registrados há duas semanas. Além disso, é quase o dobro da audiência do último episódio da temporada passada, visto por 8,9 milhões de pessoas O crescimento do público foi constante, aumentando de episódio a episódio. O dado impressionante é que, quando computadas as reprises, gravações digitais e streamings atrasados, cada capítulo atinge um espantosa média de 31 milhões de espectadores. A estimativa da HBO é que 90% de seus assinantes nos Estados Unidos assistiram à 7ª temporada da série. Os números são inéditos na história da HBO. E na história da TV paga dos Estados Unidos. Nem “The Walking Dead” supera. Em termos de comparação, o final da última temporada da série de zumbis foi visto por 11,3 milhão de pessoas em abril. Em 2015, “Game of Thrones” superou “Os Sopranos” como a série mais vista da HBO de todos os tempos, ultrapassando a marca de 18,2 milhões de espectadores em todas as plataformas. Ou seja: a 7ª temporada de “Game of Thrones” superou os números já surpreendentes de “Sopranos” em 60%. Com o aumento crescente de fãs da série, a expectativa é de que a vindoura 8ª e última temporada consiga aumentar ainda mais os recordes da atração. Mas também é preciso considerar que este ano “Game of Thrones” contou com incentivadores inesperados, graças aos esforços de hackers, piratas e até funcionários ineptos, que divulgaram spoilers, roteiros, trechos em vídeo e capítulos inteiros antes da exibição oficial. Os recordes atingidos comprovam que tudo o que conseguiram foi alardear ainda mais a produção, aumentando a curiosidade e o interesse do público pelos episódios originais.
Taylor Swift vira zumbi, supervilã e enterra sua reputação em clipe superproduzido
Taylor Swift lançou seu novo clipe, “Look What You Made Me Do”, durante o Video Music Awards 2017, e imediatamente virou trending topic. Superprodução, o clipe mostra a cantora como diversas personagens, muitas vezes interagindo consigo mesma de forma autorreferencial. Ela começa como zumbi, saindo do túmulo em que foi enterrada sua reputação, com o mesmo vestido do último clipe do ano passado, “Out of the Woods”, mas logo vira supervilã de quadrinhos, com direito a chá servido por cobras – referência a um emoji que Taylor conhece muito bem, graças a Kim Kardashian. Há também um banho de jóias preciosas, em que se destaca uma nota comum de um dólar – recentemente, ela ganhou o valor (simbólico) na justiça, num caso contra o DJ David Mueller. Ela também finge apontar uma arma nesse momento, que seria uma referência ao roubo das jóias de Kardashian em Paris. Alimentando outra rixa, bem mais produtiva (a carreira de ambas lucra com isso), surge em seguida num carro parecidíssimo ao que Katy Perry dirigiu no clipe “Waking Up in Vegas” – e segurando um prêmio Grammy, que Katy nunca venceu – , antes de assaltar um banco batizado de Streaming Co – referência às suas críticas aos rendimentos que os serviços de streaming pagam aos artistas. Mais referências: pessoas que parecem manequins, como seu “esquadrão” de supostos amigos falsos (bonitos e produzidos demais para serem de verdade), e camisetas com coraçãozinho e suas iniciais, como a usada pelo ator Tom Hiddleston durante seu namoro. Os efeitos visuais são deslumbrantes, mas se superam na sequência em que uma multidão de Taylors se amontoa, tentando subir no topo de uma montanha humana, que ela própria domina. Quando a música termina, o clone clube de Taylor discute entre si, e o curioso é que algumas delas vêm de outros vídeos, como a Taylor country de violão e outras versões “pobrezinhas” de músicas de coração partido, que a nova Taylor reprime. Mas talvez a mais significativa seja a Taylor com o Astronauta Prateado nas mãos, lembrando sua vitória no VMA de 2009 e também o início de sua rixa com Kanye West. Entre as frases ditas, há mais citações: às críticas que dizem que sua cara de surpresa ao ganhar prêmios são falsas, à reclamação de que ela sempre se faz de vítima nas confusões em que se mete, ao rótulo de vadia que ganhou na canção “Famous”, de Kanye, e diversas declarações dadas ao longo da carreira. Quem orquestra este coral de intertextos é um mestre, o diretor Joseph Kahn, um dos mais premiados realizadores de videoclipes deste século, responsável pelo melhor vídeo anterior de Taylor, “Bad Blood” – e muitos outros. Com uma levada de hip-hop que não costumava existir em seu repertório, “Look What You Made Me Do” é daqueles clipes para ver, rever e encontrar cada vez mais camadas de informação. E, ainda por cima, diverte e faz o corpo balançar. Quem orquestra este coral de intertextos é um mestre, o diretor Joseph Kahn, um dos mais premiados realizadores de videoclipes deste século, responsável pelo melhor vídeo anterior de Taylor, “Bad Blood” – e muitos outros.
Kendrick Lamar domina a premiação de clipes da MTV
O rapper Kendrick Lamar foi o grande vencedor do Video Music Awards 2017, premiação de clipes da MTV, que aconteceu na noite de domingo (27/8) em Los Angeles, nos EUA. Ele recebeu o troféu de Melhor Vídeo do Ano — o principal da noite — por “Humble”, faixa de seu mais recente disco, “DAMN.” Além disso, o vídeo faturou ainda como Melhor Clipe de Hip-Hop e foi reconhecido nas categorias de Direção (Dave Meyers), Fotografia, Direção de Arte e Efeitos Visuais. “Humble” merece tudo isso? Lançado em março, o clipe é um exercício de técnica, edição e efeitos. Tire a dúvida abaixo. Na disputa de Artista do Ano, porém, Ed Sheeran levou a melhor. Vale lembrar que ele emplacou três clipes que foram hits consecutivos no começo do ano, entre eles “Shape of You”, que tem impressionantes 2,2 bilhões de visualizações no YouTube. A cerimônia foi apresentada por Katy Perry e teve um forte tom político. Pela primeira vez, o VMA concedeu um prêmio para “melhor luta contra o sistema”, e todos os indicados na categoria foram considerados vencedores. O anúncio do prêmio foi feito pela mãe de Heather Hayer, que morreu há duas semanas em um ataque de um simpatizante nazista em Charlotsville. O evento também distribuiu prêmios para Fifth Harmony, Twenty One Pilots, Kanye West, Khalid, Zedd, Alessia Cara e para o dueto de Zayn em Taylor Swift (“I Don’t Wanna Live Forever”, da trilha do filme “Cinquenta Tons Mais Escuros“, foi eleita a Melhor Colaboração do Ano). A cantora Pink foi a homenageada da edição deste ano, e levou para casa o troféu Michael Jackson, que já foi entregue a nomes como The Beatles, David Bowie, Madonna, Rihanna, Beyoncé e Guns N’ Roses. Além das estatuetas de Astronautas, o evento ofereceu palco para apresentações da maioria dos premiados, como Kendrick Lamar, Alessia Cara, Ed Sheeran, Fifth Harmony e Pink, sem esquecer de Miley Cyrus, Katy Perry e Nicki Minaj, que entoaram novas canções. Aproveitando a audiência do programa, exibido pela MTV em vários países do mundo, Taylor Swift ainda lançou oficialmente o clipe de “Look What You Made Me Do” (que estará em seu disco “Reputation”, com lançamento em 10 de novembro).
Como Nossos Pais é o grande vencedor do Festival de Gramado 2017
“Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky, foi o grande vencedor do Festival de Gramado 2017. Além do Kikito de Melhor Filme, a produção levou também os troféus de Direção, Atriz (Maria Ribeiro), Ator (Paulo Vilhena), Atriz Coadjuvante (Clarisse Abujamra) e Montagem (Rodrigo Menecucci). “Eu quero dividir com todas as mulheres do cinema brasileiro esse Kikito que vou guardar para sempre com muito carinho”, discursou Bodanzky ao receber a estatueta, citando uma pesquisa da Agência Nacional de Cinema (Ancine) que aponta que as mulheres ocupam apenas 15% dos cargos de direção e roteiro no cinema brasileiro. “Eu tenho muito orgulho de estar aqui, como cineasta e como mulher. Eu queria destacar que essa pesquisa da Ancine mostra ainda que não há mulheres negras nessas posições. Elas não estão no espaço do discurso. Acho que essa é a nossa nova fronteira que a gente vai descobrir, e vai se alimentar de histórias incríveis que elas vão contar”, incentivou. “Como Nossos Pais” é o quarto longa de ficção de Bodanzky – depois dos também premiados “Bicho de Sete Cabeças” (2000), “Chega de Saudade” (2007) e “As Melhores Coisas do Mundo” (2010). O filme retrata uma mulher de classe média nos seus 40 anos que precisa lidar com as pressões de ser mãe, dona de casa e profissional, e também foi exibido no Festival de Berlim, onde recebeu críticas elogiosas dos sites The Hollywood Reporter, Screen e Variety. Com distribuição já garantida em 10 países, o longa estreia no Brasil na quinta (31/8). Outro destaque da premiação, “As Duas Irenes” conquistou o Kikito de Melhor Roteiro (Fábio Meira), Melhor Ator Coadjuvante (Marco Ricca) e o prêmio da crítica. Por sinal, a obra que marca a estreia de Fabio Meira (co-roteirista de “De Menor”) na direção também foi exibida no Festival de Berlim e já tinha sido premiada como Melhor Filme de Estreia e Melhor Direção de Fotografia no Festival de Guadalajara, no México. O filme gira em torno de duas meio-irmãs chamadas Irene, após uma jovem descobrir outra filha de seu pai, batizada com um nome igual ao seu. “O Matador”, primeiro filme nacional produzido pela Netflix, levou dois troféus técnicos do júri: Melhor Fotografia (Fabrício Tadeu) e Trilha Sonora (Ed Côrtes). E o gaúcho “Bio”, de Carlos Gerbase, levou os prêmios do Público e Especial do Júri. Entre as produções latinas da competição internacional, o vencedor foi “Sinfonia para Ana”, de Virna Molina e Ernesto Ardito, sobre o início da repressão na ditadura argentina. Além do prêmio de Melhor Filme, também faturou o de Fotografia (Fernando Molina). Outro destaque argentino foi “Pinamar”, que conquistou três Kikitos com sua delicada narrativa sobre dois irmãos em luto. Venceu os Kikitos de Melhor Direção (Federico Godfrid), Ator (dividido entre Juan Grandinetti e Agustín Pardella) e o prêmio da crítica. VENCEDORES DO FESTIVAL DE GRAMADO 2017 LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS Melhor Filme: “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky Melhor Direção: Laís Bodanzky, por “Como Nossos Pais” Melhor Atriz: Maria Ribeiro, por “Como Nossos Pais” Melhor Ator: Paulo Vilhena, por “Como Nossos Pais” Melhor Atriz Coadjuvante: Clarisse Abujamra, por “Como Nossos Pais” Melhor Ator Coadjuvante: Marco Ricca, por “As Duas Irenes” Melhor Roteiro: Fábio Meira, por “As Duas Irenes” Melhor Fotografia: Fabrício Tadeu, por “O Matador” Melhor Montagem: Rodrigo Menecucci, por “Como Nossos Pais” Melhor Trilha Musical: Ed Côrtes, por “O Matador” Melhor Direção de Arte: Fernanda Carlucci, por “As Duas Irenes” Melhor Desenho de Som: Augusto Stern e Fernando Efron, por “Bio” Melhor Filme – Júri Popular: “Bio”, de Carlos Gerbase Melhor Filme – Júri da Crítica: “As Duas Irenes”, de Fabio Meira Prêmio Especial do Júri: Carlos Gerbase, pela direção dos 39 atores e atrizes em “Bio” Prêmio Especial do Júri – Troféu Cidade de Gramado: Paulo Betti e Eliane Giardini, pela contribuição à arte dramática no teatro, televisão e cinema brasileiros LONGAS-METRAGENS ESTRANGEIROS Melhor Filme: “Sinfonia Para Ana”, de Virna Molina e Ernesto Ardito Melhor Direção: Federico Godfrid, por “Pinamar” Melhor Atriz: Katerina D’Onofrio, por “La Ultima Tarde” Melhor Ator: Juan Grandinetti e Agustín Pardella, por “Pinamar” Melhor Roteiro: Joel Calero, por “La Ultima Tarde” Melhor Fotografia: Fernando Molina, por “Sinfonia Para Ana” Melhor Filme – Júri Popular: “Mirando al Cielo”, de Guzman García Melhor Filme – Júri da Crítica: “Pinamar”, de Federico Godfrid Prêmio Especial do Júri: “Los Niños”, de Maite Alberdi CURTAS-METRAGENS BRASILEIROS Melhor Filme: “A Gis”, de Thiago Carvalhaes Melhor Direção: Calí dos Anjos, por “Tailor” Melhor Atriz: Sofia Brandão, por “O Espírito do Bosque” Melhor Ator: Nando Cunha, por “Telentrega” Melhor Roteiro: Carolina Markowicz, por “Postergados” Melhor Fotografia: Pedro Rocha, por “Telentrega” Melhor Montagem: Beatriz Pomar, por “A Gis” Melhor Trilha Musical: Dênio de Paula, por “O Violeiro Fantasma” Melhor Direção de Arte: Wesley Rodrigues, por “O Violeiro Fantasma” Melhor Desenho de Som: Fernando Henna e Daniel Turini, por “Caminho dos Gigantes” Melhor Filme – Júri Popular: “A Gis”, de Thiago Carvalhaes Melhor Filme – Júri da Crítica: “O Quebra-Cabeça de Sara”, de Allan Ribeiro Prêmio Canada 150 de Jovens Cineastas: Calí dos Anjos (“Tailor”) Prêmio Canal Brasil de Curtas: “O Quebra-Cabeça de Sara”, de Allan Ribeiro Prêmio Especial do Júri: “Cabelo Bom”, de Swahili Vidal e Claudia Alves
Tobe Hooper (1943 – 2017)
O diretor de cinema Tobe Hooper, conhecido pelos clássicos de terror “Poltergeist” (1982) e “O Massacre da Serra Elétrica” (1974), morreu na Califórnia aos 74 anos. A causa da morte, que ocorreu na cidade de Sherman Oaks, não foi informada. Nascido em Austin, no estado americano do Texas, Hooper era professor universitário e produtor de documentários antes de virar diretor de longa-metragens. Ele estreou com o terror indie “Eggshells” (1969), sobre hippies numa floresta maligna, antes de criar um dos filmes de terror mais influentes de todos os tempos. Hooper rodou “O Massacre da Serra Elétrica” em 1974 por menos de US$ 300 mil, a partir de um roteiro que ele próprio escreveu, e contou com atores que nunca tinham feito cinema antes. Gunnar Hansen, por exemplo, queria ser poeta, mas precisava de dinheiro e foi fazer o teste para o filme que estava sendo produzido na sua região. Em seu livro de memórias, ele recorda que o diretor explicou rapidamente o personagem, dizendo que tinha problemas mentais e, apesar de parecer aterrador, sofria abusos de sua própria família insana. As sequelas traumáticas de sua infância impediram seu desenvolvimento, inclusive a fala, levando-o a apenas grunhir como um porco. Além disso, era tímido a ponto de viver sob uma máscara. O gigante islandês foi escalado para dar vida a um dos monstros mais famosos do terror moderno, Leatherface, o canibal rural que esconde o seu rosto atrás de uma máscara feita de pele humana e brande feito louco uma motosserra capaz de dilacerar instantaneamente os membros de suas vítimas. O personagem era um dos muitos assassinos brutais da família canibal do filme de 1974 e foi inspirado no serial killer Ed Gein. A cena final do longa, em que ele agita sua serra furioso numa estrada, é das mais icônicas do cinema. Mas o filme também eternizou outros takes perturbadores, como os close-ups extremos nos olhos da protagonista, amarrada numa mesa para jantar com canibais. Em busca de realismo, Hooper filmou até sangue real, quando Marilyn Burns se cortou inteira ao esbarrar em arbustos durante a perseguição mais famosa da trama, com Leatherface tocando o terror em seu encalço. Em 1999, a revista Entertainment Weekly elegeu “O Massacre da Serra Elétrica” como o segundo filme mais assustador de todos os tempos, atrás apenas de “O Exorcista” (1973). Mas, na época em que foi lançado, o filme perturbou muito mais que a superprodução do diabo, sendo proibido em diversos países. No Reino Unido e na Escandinávia, por exemplo, só foi liberado no final dos anos 1990. Mesmo assim, tornou-se uma das produções americanas independentes mais rentáveis nos anos 1970, segundo a Variety. “O Massacre da Serra Elétrica” foi lançado antes da febre das franquias de terror, quando qualquer sucesso ganhava continuação. Por isso, Hooper emendou a produção com outro filme similar, estrelado pela mesma atriz e passado na mesma região, mas com um psicopata e enredo diferentes. Em “Eaten Alive” (1976), um caipira que cuida de um hotel decadente no interior do Texas mata todo mundo que o incomoda e ainda aproveita os pedaços das vítimas para alimentar seu crocodilo gigante de estimação. “Eaten Alive” também marcou o início de uma tradição de brigas entre Hooper e seus produtores, que geralmente terminavam com ele sendo substituído na direção dos filmes. O diretor de fotografia do longa é creditado por parte das filmagens. Mas isto não foi nada comparado ao resultado de seu filme seguinte, “The Dark”, em que Hooper simplesmente abandonou o set no primeiro dia de filmagens. Era para ser um filme de zumbis, mas virou uma sci-fi com alienígenas, com uma trama e um elenco de pseudo-celebridades que dariam orgulho nos responsáveis por “Sharknado”. Desgastado, Hooper foi fazer um telefilme. E com “A Mansão Marsten” (1979), adaptação do romance “Salem’s Lot”, de Stephen King, voltou a mostrar sua capacidade de criar terror com baixo orçamento, desde que o deixassem em paz. Ele seguiu esse projeto com “Pague Para Entrar, Reze Para Sair” (1981), filme relativamente bem-sucedido sobre outro psicopata mascarado, numa época em que os psicopatas mascarados, novidade introduzida com Leatherface, tinham virado a norma do gênero. Mas todas as brigas com produtores de seu passado alimentaram inúmeras especulações a respeito de seu filme seguinte. Com o maior orçamento de sua carreira e o melhor resultado, tanto nas bilheterias como na própria qualidade da produção, “Poltergeist – O Fenômeno” (1982) não parecia com nada que Hooper tinha feito antes. John Leonetti, diretor de “Annabelle” (2014), era assistente de câmera do longa e recentemente deu força à teoria de conspiração, ao dizer que o filme, escrito e produzido por Steven Spielberg, também tinha sido dirigido pelo cineasta, após divergências com Hooper. O fato é que “Poltergeist” virou, como dizia seu subtítulo nacional, um fenômeno. Assim como “O Massacre da Serra Elétrica”, originou várias cenas icônicas, reproduzidas à exaustão por imitadores que o sucederam. Referências à casas construídas sobre cemitérios indígenas, estática televisiva, consultoria de médium, objetos que se movem sozinhos e o terror focado em famílias com crianças pequenas subverteram o gênero e se tornaram elementos básicos de uma nova leva de terror, a começar pelo evidente “A Casa do Espanto” (1985) até chegar em marcos contemporâneos como “O Chamado” (2002) e “Sobrenatural” (2010). Hooper ganhou os créditos pelo filme e aproveitou. Assediado, brincou de gravar videoclipes (é dele o famoso “Dancing with Myself”, de Billy Idol) e recebeu outro grande orçamento para se afirmar entre os mestres do gênero. Mas “Força Sinistra” (1985), sobre vampiros espaciais, acabou fracassando nas bilheterias. Ainda assim, ganhou sobrevida em vídeo e se tornou cultuadíssimo, transformando em sex symbol a francesa Mathilda May, nua na maior parte de suas cenas. Ele voltou ao território de Spielberg com “Invasores de Marte”, remake de um clássico de 1953 reescrito por Dan O’Bannon (o gênio por trás de “Alien” e “A Volta dos Mortos-Vivos”). Mas nem a escalação da icônica Karen Black como uma professora do mal ajudou o filme a escapar do reducionismo de um “Invasores de Corpos para crianças”. Na trama, o pequeno Hunter Carson (o menino de “Paris, Texas”) tentava impedir marcianos de tomarem os corpos dos pais e professores de sua cidade. Novamente, foi cultuado em vídeo. Frustrado com a promessa de um futuro que não aconteceu, Hooper voltou ao passado. Ele decidiu fazer “O Massacre da Serra Elétrica 2” (1986), juntando os integrantes originais da família canibal e um Dennis Hopper ainda mais alucinado que eles, em busca de vingança pela morte de seu parente no primeiro filme. Com jorros de sangue e muita violência, o filme dividiu opiniões. Ao mesmo tempo em que apontou como “O Massacre da Serra Elétrica” se tornaria uma franquia mais duradoura que os populares “Halloween” e “Sexta-Feira 13”, também demonstrou a estagnação da carreira de seu diretor. A partir daí, Hooper foi para a TV, retomando a parceria com Spielberg na série “Histórias Maravilhosas” (1987). Ele também dirigiu episódios de “A Hora do Pesadelo — O Terror de Freddie Krugger” (1988), “Contos da Cripta” (1991) e até “Taken” (2002), outra produção de Spielberg, o que demonstra que os boatos de briga entre os dois eram infundados. Seu último clássico foi justamente uma obra televisiva, “Trilogia do Terror” (1993), em que dividiu as câmeras com outro mestre, John Carpenter (“Halloween”). Em seu segmento, Hooper dirigiu Mark Hammill (o Luke Skywalker) como um atleta que perde um olho num acidente e, após um transplante, passa a ser assombrado por visões. A produção ganhou notoriedade por também incluir em seu elenco as cantoras Sheena Easton e Debbie Harry. Ao mesmo tempo, Hooper deixou de chamar atenção com seus trabalhos cinematográficos. Embora ainda estivesse ativo, escrevendo e dirigindo filmes como “Combustão Espontânea” (1990), “Noites de Terror” (1993) e “Mangler, O Grito de Terror” (1995), parecia ausente dos cinemas, tão minúsculas e mal vistas tinham se tornado suas produções. Não demorou a entrar no mercado dos lançamentos feitos diretamente para DVD, com “Apartamento 17” (1999), “Crocodilo” (2000), “Noites de Terror” (2004) e “Mortuária” (2005). Até que uma série de TV fez com que muitos refletissem sobre o que tinha acontecido com os grandes mestres do terror dos anos 1970 e 1980. Intitulada, justamente, “Mestres do Terror”, a série de antologia tirou a poeira de vários profissionais famosos do gênero, alguns já considerados aposentados. Hooper dirigiu dois episódios nas duas temporadas da atração, exibidas em 2005 e 2006. Animado com a repercussão, tentou voltar ao cinema. Fez um filme de zumbis, “Destiny Express Redux” (2009), que foi exibido apenas no festival South by Southwest de 2009 e nunca mais voltou à tona. A carreira acabou encerrada no lançamento seguinte, “Djinn” (2013), com a mesma premissa de “Poltergeist” – uma casa construído sobre um terreno maldito – , só que estrelado por atores do Oriente Médio e falado em árabe. Um final paradoxal para a filmografia do responsável por revolucionar o terror americano.
Ator de Stranger Things estrela clipe de cantor da série Glee
A banda dos irmãos Criss, Computer Games, lançou um clipe estrelado por Gaten Matarazzo, o Dustin de “Stranger Things”. Mas a voz que ele dubla também é conhecida das séries, como a de Blaine de “Glee”. Darren Criss ainda viveu recentemente o vilão Mestre da Música no crossover musical de “Supergirl” e “The Flash”, e estará na 2ª temporada de “American Crime Story”. Ele e o irmão Chuck fundaram o Computer Games neste ano e “Lost Boys Life” é o segundo single da dupla e faixa-título de seu EP de estreia. Os irmãos aparecem no clipe na cena do show ao vivo, quando Dustin brinca de guitar hero. A aparição do astro de “Stranger Things” tem motivação dupla. As músicas de Computer Games são influenciadas pelo que Darren e Chuck ouviam na infância – além de videogames e filmes da época. Ambos nasceram nos anos 1980, época em que se passa a série da Netflix, mas apesar de trintões suas canções refletem propositalmente sentimentos adolescentes. Para quem nasceu depois, vale observar que o tipo de música que os Criss idolatram já era velho na época em que surgiu: rock baladeiro influenciado por synth pop. Mas o repertório faz sentido para um cantor que se destacou na série que voltou a tornar a banda Journey popular. Ecos de Toto e Phil Collins também assombram o repertório.
Dupla Explosiva vira pior líder de bilheterias do ano na América do Norte
O rendimento das bilheterias dos últimos dias na América no Norte foi o mais baixo do ano, uma verdadeira catástrofe, a ponto de ser comparado ao desempenho do fim de semana posterior aos atentados de 11 de setembro de 2001, ocasião em que o líder fez US$ 8 milhões e a soma dos 12 filmes mais bem posicionados ficou em US$ 43,5 milhões. Neste fim de semana, a melhor bilheteria foi US$ 10 milhões e o Top 12 somou US$ 49 milhões. Em vez de atentado terrorista, a atenção do público se voltou para a transmissão televisiva de uma luta de boxe. Para dar ideia da dimensão do evento, o combate Mayweather vs. McGregor foi exibido em alguns cinemas e sua transmissão ficou entre as sessões mais concorridas, em 8º lugar. À frente de uma das estreias da semana. Como se não bastasse, a ameaça do furacão Harvey também dividiu as atenções do público do sul dos Estados Unidos. Com isso, nenhuma estreia se sobressaiu, e a bomba explosiva, ou melhor, “Dupla Explosiva”, manteve-se por duas semanas consecutivas em 1º lugar. Com dez dias de exibição, a comédia de ação estrelada por Samuel L. Jackson e Ryan Reynolds fez US$ 39,6 milhões. E está se saindo até bem para um filme de baixo orçamento (US$ 29 milhões), que tem um diretor de filmes B (fez “Os Mercenários 3”), história batida (derivada de “Fuga à Meia-Noite”, de 1988) e foi execrado pela crítica (38% de aprovação no Rotten Tomatoes). A distribuidora nacional ainda ajudou a estabelecer que se trata de um produto genérico ao batizá-lo justamente de “Dupla Explosiva”. O título original é “Hitman’s Bodyguard” (o guarda-costas do assassino profissional), mas, por falta de ideias, será o quarto “Dupla Explosiva” lançado no país – sem contar a série homônima. Chega aos cinemas brasileiros na quinta (31/8). O terror “Annabelle 2: A Criação do Mal” manteve o 2º lugar. Com os US$ 7,3 milhões dos últimos três dias, atingiu US$ 77,8 milhões no mercado doméstico. Ou seja, o filme mais que se pagou após três fins de semana, uma vez que foi rodado por apenas US$ 15 milhões. O sucesso também é internacional. Além de estrear em 1º lugar no Brasil no fim de semana passado, “Annabelle 2″ já soma US$ 215 milhões em todo o mundo. A melhor estreia da semana foi a animação “A Bailarina”, produção franco-canadense que passou pelos cinemas brasileiros em janeiro. Abriu em 3º lugar, com US$ 5 milhões e críticas negativas (37% de aprovação no Rotten Tomatoes). Mas os tomates mais podres foram reservados para “Birth of the Dragon”, aventura centrada numa luta da juventude de Bruce Lee, muito mal-recebida pela imprensa (27% de aprovação) e pelo público. Abriu apenas em 9º lugar, com US$ 2,5 milhões, e foi considerado um grande desperdício de premissa. Se chegar ao Brasil será em streaming ou vídeo. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Dupla Explosiva Fim de semana: US$ 10 milhões Total EUA: US$ 39,6 milhões Total Mundo: US$ 39,6 milhões 2. Annabelle 2: A Criação do Mal Fim de semana: US$ 7,3 milhões Total EUA: US$ 77,8 milhões Total Mundo: US$ 215 milhões 3. A Bailarina Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 5 milhões Total Mundo: US$ 63,2 milhões 4. Terra Selvagem Fim de semana: US$ 4,4 milhões Total EUA: US$ 9,8 milhões Total Mundo: US$ 9,8 milhões 5. Roubo em Família Fim de semana: US$ 4,3 milhões Total EUA: US$ 15 milhões Total Mundo: US$ 16 milhões 6. Dunkirk Fim de semana: US$ 3,9 milhões Total EUA: US$ 172,4 milhões Total Mundo: US$ 412,1 milhões 7. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 318,8 milhões Total Mundo: US$ 737 milhões 8. Mayweather vs. McGregor Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 2,5 milhões Total Mundo: US$ 2,5 milhões 9. Birth of the Dragon Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 2,5 milhões Total Mundo: US$ 2,5 milhões 10. Emoji: O Filme Fim de semana: US$ 2,3 milhões Total EUA: US$ 76,4 milhões Total Mundo: US$ 144,1 milhões
Room 104 é renovada para a 2ª temporada
A HBO renovou a nova série de antologia “Room 104”, criação dos irmãos Mark e Jay Duplass, que atualmente está na metade de sua 1ª temporada. Bastante elogiada pela crítica (84% de aprovação no site Rotten Tomatoes), a série tem como peculiaridade passar-se inteiramente dentro de quatro paredes. Na verdade, os personagens adentram sempre o mesmo quarto, em dias variados. Isto porque cada episódio mostra as histórias dos diferentes hóspedes do típico quarto de motel americano que dá título à atração. Como o elenco muda a cada episódio, a atração conta com vários atores famosos, entre eles Nat Wolff (“Cidade de Papel”), Orlando Jones (série “Sleepy Hollow”), James Van Der Beek (“CSI: Cyber”), Philip Baker Hall (“Os Pinguins do Papai”), Hugo Armstrong (série “Stitchers”), Melonie Diaz (“Fruitvalle Station”), Amy Landecker (“Doutor Estranho”) e o próprio Jay Duplass, entre outros. “Room 104” é a segunda série dos irmãos Duplass para o canal pago americano. Anteriormente, eles desenvolveram “Togetherness”, que foi cancelada no ano passado, após a 2ª temporada.
Pôsteres registram clima sombrio da 2ª temporada de Riverdale
A rede CW divulgou dois pôsteres da 2ª temporada de “Riverdale”, que reflete o clima sombrio dos novos episódios, após a tentativa de assassinato do pai de Archie (K.J. Kapa). Ambas as artes destacam o Diner onde o assalto aconteceu em cenas noturnas. Um dos cartazes reúne o elenco à frente da lanchonete e o outro mostra o local depredado. A 2ª temporada da série que dominou o Teen Choice Awards 2017, estreia em 11 de outubro nos Estados Unidos.












