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  • Série

    3ª temporada de American Crime Story sofre mudança radical

    12 de agosto de 2017 /

    O atraso na produção da 3ª temporada de “American Crime Story”, baseada na catástrofe causada pelo furacão Katrina, fez a produção mudar totalmente o foco da história. Originalmente prevista como 2ª temporada da antologia, a série apresentaria a trama como um crime político, cometido por servidores públicos, que possuíam recursos financeiros para minimizar o impacto do fenômeno natural. Mas o roteiro inspirado no livro “The Great Deluge”, de Douglas Brinkley, não engrenou. Tanto que perdeu a vez e foi substituída no organograma do programa pelo assassinato de Gianne Versace, que seria apenas a terceira história. Segundo apurou o site Deadline, a produção foi reconfigurada e agora vai se basear no livro “Five Days at Memorial”, de Sheri Fink. Expansão de uma reportagem premiada com o troféu Pulitzer, a obra foca as consequências do furacão Katrina no hopital Memorial Medical Center, que ficou sem energia por dias. Diante disso, a equipe médica, liderada pela respeitada cirurgiã Anna Pou, decidiu praticar eutanásia em diversos pacientes com saúde criticamente debilitada, para terminar com suas dores. O produtor Scott Rudin (vencedor do Oscar por “Onde os Fracos Não Têm Vez”) já tinha adquirido os direitos do livro para realizar um filme, mas entrou em acordo com Murphy para ser coprodutor da temporada. Tal mudança também deve afetar o elenco da produção, já que Dennis Quaid, Annette Bening, Matthew Broderick e Courtney B. Vance, anteriormente anunciados no projeto, iriam interpretar políticos. Até o momento, apenas Sarah Paulson está confirmada. Anunciada em setembro, ela permanece na produção e será a protagonsita, no papel de Anna Pou. A produção ainda não tem previsão para começar a ser gravada. Já a 2ª temporada, “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” está em plena produção, com um elenco encabeçado por Édgar Ramirez, Darren Criss, Penélope Cruz e Ricky Martin. A previsão de lançamento é para 2018.

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  • Filme

    Novo filme de Woody Allen ganha fotos e revela sua sinopse

    12 de agosto de 2017 /

    O novo filme de Woody Allen, “Wonder Wheel”, teve novas fotos e sua sinopse divulgadas pela revista Entertainment Weekly. Estrelado por Kate Winslet (“A Vingança Está na Moda”) e Justin Timberlake (“Aposta Máxima”), o longa-metragem se passa no parque de diversões de Coney Island, na década de 1950. Na trama, Ginny (Winslet) é casada com um operador de carrossel (James Belushi, da série “Twin Peaks”). Meio entediada, cai de amores pelo salva-vidas Mickey (Justin Timberlake), mas sua enteada (Juno Temple, da série “Vinyl”) surge inesperadamente e também se apaixona pelo “galã” da praia, o que complica a história. “Wonder Wheel” é uma produção da plataforma de streaming Amazon e terá sua première no Festival de Nova York, em 15 de outubro. Já a estreia brasileira está marcada para 28 dezembro.

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  • Série

    Orphan Black chega ao fim com possível clone brasileira

    12 de agosto de 2017 /

    A série “Orphan Black” chega ao fim neste sábado (12/8) na América do Norte e pode terminar com a revelação de uma clone brasileira, vivia por Tatiana Maslany. Os canais pagos BBC America e o canadense Space divulgaram dois trailers do capítulo final e um deles inclui, em sua parte mais acelerada, uma foto que fãs encanaram que seria a tal clone nacional. Com um zoom na imagem, é possível ler o nome Camilla Torres ao lado da imagem, que exibe um penteado diferente de todos os outros já apresentados pela atriz na série. No começo do ano, um dos criadores de “Orphan Black”, John Fawcett, afirmou que a temporada final iria homenagear o Brasil de alguma forma. A razão para isso se deve ao Brasil ser o segundo país que mais comenta a série nas redes sociais, atrás apenas dos Estados Unidos. ATUALIZAÇÃO: Camilla Torres acabou tendo mesmo destaque no episódio, mas ela se revelou colombiana. De todo modo, o Brasil acabou citado como lar de vários clones e, tudo indica, possível cenário da continuação da história, caso um dia ela seja produzida. Tanto Tatiana Maslany quanto os produtores comentaram a possibilidade de um filme, nas entrevistas realizadas após a exibição do series finale. Criada por dois autores respeitados do gênero terror, John Fawcett (diretor e roteirista do ótimo filme de lobisomem “Possuída”) e Graeme Manson (roteirista do cultuado horror “O Cubo”), a série colocou em evidência o talento de Maslany, vencedora do Emmy 2016 de Melhor Atriz. Na trama, ela interpretou mais de uma dezena de personagens diferentes, clones que vão se conhecendo à medida em que a trama avança, revelando uma grande conspiração de ficção científica. A 5ª temporada de “Orphan Black” chega ao Brasil pela Netflix, que disponibiliza o episódio final no domingo (13/8) para seus assinantes.

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  • Série

    Quadrinhos de Laerte vão virar série animada

    12 de agosto de 2017 /

    O/a cartunista Laerte Coutinho, que não mudou de nome após se assumir transgênero, terá suas tirinhas de quadrinhos transformadas em série animada. Intitulada “Condomínio”, a atração terá diversos personagens conhecidos de Laerte, como Muriel, o Zelador, o Síndico, Don Luigi, Deus e a psicóloga Beth, todos morando no mesmo prédio classe média paulistano. A série terá 10 episódios de 11 minutos cada e deverá abordar temas políticos, como a obra do/a artista. Com produção da Migdal Filmes e Chatrone, a atração será exibida no Canal Brasil, mas ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Diretora de Selma desenvolve série baseada em trilogia sci-fi premiada

    12 de agosto de 2017 /

    A cineasta Ava DuVernay (“Selma”) está desenvolvendo uma nova série sci-fi. Ela vai adaptar “Dawn”, premiado livro de Octavia E. Butler, escritora conhecida por juntar temas de ficção científica e questões raciais. “Dawn” é o primeiro volume de uma trilogia inédita no Brasil, conhecida como “Lilith’s Brood” e “Xenogenesis”. Publicado em 1987, a obra gira em torno de Lilith, uma mulher afro-americana que acorda 250 anos após uma guerra nuclear devastar o mundo. Toda a raça humana desapareceu da superfície do planeta, exceto uma pequena quantidade de espécimes, salva e colocada em hibernação por uma raça alienígena. Após o planeta voltar a ser habitável, os alienígenas planejam repopular a Terra, mas em troca da sobrevivência, querem cruzar com os humanos, para originar bebês híbridos que possam evoluir ambas as espécies. Lilith recebe a missão de convencer os demais a aceitar os termos, mas a maioria se horroriza com a proposta. A obra foi premiada com os troféus Nebula e Hugo, principais reconhecimentos da literatura de ficção científica. A adaptação está sendo escrita por Victoria Mahoney, roteirista de “Queen Sugar”, primeira série criada por DuVernay. Ainda não há canal envolvido no projeto, muito menos previsão de estreia. DuVernay teve recentemente sua primeira experiência com sci-fi, ao dirigir a adaptação do clássico juvenil “Uma Dobra no Tempo”, obra de Madeleine L’Engle, para a Disney. Este filme tem estreia marcada para março no Brasil.

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  • Etc

    Melissa McCarthy vai estrelar e produzir drama sobre primeiras mulheres policiais de Boston

    12 de agosto de 2017 /

    A atriz Melissa McCarthy, que viveu uma detetive de Boston na comédia “As Bem-Armadas”, vai voltar à força policial da cidade. Ela será a protagonista e produtora de um filme sobre as primeiras mulheres policiais de Boston na década de 1970, período em que a cidade passou por um dos momentos mais tumultuados de sua história. O detalhe é que o filme não será uma comédia. Baseado num livro ainda inédito e sem título de Alexandra Lyon, o longa marcará a estreia de McCarthy como protagonista dramática. A trama vai contar como aconteceu a inclusão das mulheres na força policial local em uma época de acirradas tensões raciais. A participação das policiais foi crucial para realizar o processo de dessegregação das escolas públicas, enfrentando os protestos violentos da população branca de Boston contra as medidas de integração racial. Coproduzido por Ben Falcone, marido de McCarthy e diretor de suas piores comédias (“Tammy” e “A Chefa”), o filme ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Série Ghosted ganha três teasers com referências a Alien, A Mosca e Poltergeist

    12 de agosto de 2017 /

    A Fox divulgou três pôsteres e três teasers da nova série de comédia “Ghosted”, que fazem referências aos filmes “Poltergeist”, “A Mosca” e “Alien”. O humor também parece derivado de outro lugar: das paródias de “Todo Mundo em Pânico”. Criada por Tom Gormican (roteirista do filme “Namoro ou Amizade”), a série é uma mistura de “Arquivo X” e “Homens de Preto”. Por motivos pouco óbvios, uma divisão secreta de investigação paranormal recruta um segurança cético e um vendedor que acredita em alienígenas, vividos respectivamente por Craig Robinson (série “The Office”) e Adam Scott (série “Parks and Recreation”), para resolver casos misteriosos. O elenco também inclui Ally Walker (série “Colony”) como a chefe da divisão, denominada Underground, além de Adeel Akhtar (série “Utopia”) e Amber Stevens West (série “Greek”). O piloto foi dirigido por Jonathan Krisel, criador da série “Baskets”. “Ghosted” será exibida aos domingos, a partir de 1 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Fox quer retomar produção da série animada O Rei do Pedaço

    12 de agosto de 2017 /

    A Fox está planejando trazer de volta a série animada “O Rei do Pedaço” (King of the Hill), produção que ficou no ar por 13 temporadas entre 1997 e 2010. A Presidente da Fox Dana Walden admitiu, durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), que está em “conversas preliminares” com os criadores da série, Greg Daniels e Mike Judge. “Eu gostaria de explorar isso. Tivemos uma conversa muito preliminar levando conta o que está acontecendo no país, e eles tiveram uma ideia sobre como esses personagens responderiam à situação atual. Ambos ficaram entusiasmados, mas eles estão trabalhando em várias coisas diferentes individualmente, então se trata de encontrar tempo”. A série girava em torno de uma família conservadora de classe média baixa que vivia em Arlen, no Texas, e mostrava também seus vizinhos, alguns de extrema direita, incorporando o humor político de Mike Judge. O retorno coincide com uma tendência, entre as emissoras americanas, de produzir mais programas que reflitam a ideologia dos eleitores do presidente Donald Trump. Poucas séries atuais tem conservadores como protagonistas. Infelizmente, caso a série retorne, não poderá contar com uma dubladora original. A atriz Brittany Murphy, que dublava a adolescente Luanne, sobrinha da família Hill, faleceu precocemente em 2009, aos 32 anos de idade. Atualmente, Greg Daniels é showrunner da série de comédia “People of Earth”, no canal pago TBS, e está sendo cortejado também para reviver “The Office” para a rede NBC. Já Mike Judge é criador e showrunner da série “Silicon Valley”, no canal pago HBO.

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    Emma Stone adquiriu 7 quilos de massa muscular para seu novo filme

    12 de agosto de 2017 /

    Emma Stone teve pegar no pesado para entrar em forma física para seu papel como a tenista Billie Jean King no filme “Battle of the Sexes” (batalha dos sexos, ainda sem título oficial brasileiro). Uma entrevista do personal trainner Jason Walsh ao site Glamour revelou que a rotina da atriz incluía dois treinos por dia, uma dieta balanceada e exercícios não convencionais. Ao final, a atriz ganhou aproximadamente 7 kg de massa muscular. A preparação para o papel em “Battle of the Sexes” começou três meses após Stone dançar, cantar e atuar como a sonhadora Mia em “La La Land”, o Oscar de Melhor Atriz. O filme fira em torno a partida de tênis intersexual que quebrou o recorde de audiência da TV americana nos anos 1970. Conhecida como “A Batalha dos Sexos”, o jogo lendário aconteceu em 1973, entre a jovem tenista Billie Jean King (papel de Stone), 2ª melhor jogadora do mundo naquele ano, e o tenista aposentado Bobby Riggs, de 55 anos, ex-campeão de Wimbledon. Batalha dos Sexos foi um nome apropriado para o evento, pois o que estava realmente em jogo eram duas visões distintas de mundo. De um lado, o machismo que se recusava a admitir a possibilidade da igualdade feminina, e do outro a luta pioneira do feminismo, que ainda precisava provar a capacidade das mulheres para o mundo. Não bastasse a pressão do evento midiático, Billie Jean King ainda escondia sua homossexualidade recém-descoberta das câmeras, enquanto permanecia casada com um homem. Ela se tornou a primeira atleta profissional feminina de destaque a admitir que era homossexual. Isto ocorreu durante seu processo de separação na década seguinte – e lhe custou todas as suas finanças. Riggs é vivido por Steve Carell (“A Grande Aposta”), que assim retoma a parceria com Stone, após o sucesso da comédia “Amor a Toda Prova” (2011). O roteiro é de Simon Beaufoy (“Quem Quer Ser um Milionário?”) e a direção é do casal Jonathan Dayton e Valerie Faris (a dupla de “Pequena Miss Sunshine”). A première mundial será no Festival de Toronto e o lançamento no Brasil vai acontecer em 19 de outubro – um mês após a estreia comercial nos Estados Unidos (em 22 de setembro).

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  • Série

    Karl Urban negocia voltar a viver Juiz Dredd numa série

    12 de agosto de 2017 /

    O ator Karl Urban pode voltar a viver o Juiz Dredd, desta vez numa série. O protagonista do filme de 2012 negocia voltar ao papel em “Judge Dredd: Mega City One”, série em desenvolvimento pelas produtoras IM Global e Rebellion, que foram responsáveis pelo filme estrelado por Urban. “Estou em discussões com eles sobre isso. Eu disse a eles que se escreverem o material e derem a Dredd algo para fazer e derem a ele uma função, eu estarei lá. Eu adoraria”, disse ele em entrevista ao site TrekMovie. O personagem dos quadrinhos britânicos Juiz Dredd foi criado em 1977 por John Wagner, Pat Mills e Carlos Ezquerra. Suas histórias mostram um futuro distópico, onde a justiça e as leis foram substituídas pelos Juízes, que podem prender, sentenciar e até executar criminosos – polícia, juiz e carrasco numa única autoridade. “Judge Dredd: Mega-City One” ainda não tem previsão de estreia, mas pode chegar em 2019 “na melhor das hipóteses”, segundo o produtor executivo Jason Kingsley .

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  • Música

    Clipe de Jay-Z que parodia a série Friends chega ao YouTube

    12 de agosto de 2017 /

    O rapper Jay-Z liberou no YouTube seu clipe de “Moonlight”, que na verdade é remake de um episódio da série “Friends”. A única diferença é que quem interpreta os papéis são atores negros: Issa Rae (série “Insecure”), Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), Tiffany Haddish (“Girls Trip”), Jerrod Carmichael (série “The Carmichael Show”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Lakeith Stanfield (“Snowden”). Lançado há uma semana com exclusividade na plataforma Tidal, de propriedade do próprio Jay-Z, o clipe agora chega ao resto da internet. Ele recria o começo de um episódio de “Friends” usando diálogos extraídos de um capítulo real da 3ª temporada: “The One Where No One’s Ready”. Um detalhe curioso é que, quando finalmente toca uma música, durante a cena que imita a abertura de “Friends”, ela não é de Jay-Z, mas do trio clássico de rap Whodini. A música que justifica o clipe, na verdade, só aparece após 4 minutos e meio e dura menos de 2 minutos. E quando ela termina, vem a melhor piada de todo o vídeo: um áudio da cerimônia de premiação do Oscar 2017, que anuncia a vitória de “La La Land” sob aplausos esfuziantes, ao mesmo tempo em que o nome da música ocupa a tela: “Moonlight”. O clipe/sitcom foi dirigido por Alan Yang (criador da série “Master of None”). Confira e compare, logo abaixo, ao trecho de “Friends” que inspirou a produção. E, de quebra, um vídeo da música “Friends”, do Whodini, gravado em 1984.

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    Matt Damon e Kristen Wiig encontram casal miniatura na primeira foto de Downsizing

    12 de agosto de 2017 /

    A Paramount divulgou a primeira foto de “Downsizing”, novo filme do diretor Alexander Payne, conhecido por comédias indies como “Sideways” (2004), “Os Descendentes” (2011) e “Nebraska” (2013). A nova produção também é uma comédia, mas com elementos de sci-fi, como atesta a imagem. O filme se passa num futuro próximo, quando os recursos do meio ambiente estarão em colapso, ampliando a crise financeira mundial. Mas a tecnologia tem uma solução para o problema: miniaturização. A trama gira em torno do casal vivido por Matt Damon (“Perdido em Marte”) e Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”), que percebe que sua vida seria muito melhor caso conseguissem encolher, pois a redução de tamanho também reduziria suas despesas. Mas a mulher desiste no último instante, deixando o personagem de Damon sozinho – e em miniatura. O próprio título faz um trocadilho econômico com a situação. Em inglês, “Downsizing” (diminuir de tamanho) é um eufemismo usado para amenizar palavras como demissão e corte de despesas. O elenco grandioso ainda inclui Christoph Waltz (“Django Livre”), Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Laura Dern (“Livre”), Neil Patrick Harris (“Garota Exemplar”) e Joaquim de Almeida (série “Queen of the South”). Selecionado como filme de abertura do Festival de Veneza 2017, em 30 de agosto, “Downsizing” tem lançamento marcado apenas para 18 janeiro no Brasil.

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    Novo terror da dupla Marco Dutra e Juliana Rojas é premiado no Festival de Locarno

    12 de agosto de 2017 /

    O filme brasileiro “As Boas Maneiras” foi premiado no 70º Festival de Locarno, na Suíça, onde realizou sua estreia mundial. Novo terror da dupla Marco Dutra e Juliana Rojas, de “Trabalhar Cansa” (2011), o longa recebeu o Prêmio Especial do Júri do festival. Fábula de horror e fantasia, “As Boas Maneiras” parte do envolvimento de duas mulheres de mundos opostos. Clara (Isabél Zuaa, de “Joaquim”) é uma enfermeira da periferia de São Paulo contratada para ser a babá do filho que a rica Ana (Marjorie Estiano, de “Sob Pressão”) está esperando. Uma noite de lua cheia provoca uma inesperada mudança de planos e Clara se vê assumindo a maternidade de uma criança diferente das outras. O júri do festival foi formado pelos diretores Olivier Assayas (França), Miguel Gomes (Portugal), Jean-Stéphane Bron (Suíça), pelo produtor Christos Konstantakopoulos (Grécia) e pela atriz Birgit Minichmayr (Áustria). O Leopardo de Ouro foi para “Fang”, do chinês Wang Bing, o prêmio de Melhor Direção ficou com o francês F. J. Ossang, por “9 Doigts”, a francesa Isabelle Huppert levou o prêmio de Melhor Atriz por “Madame Hyde”, e o dinamarquês Elliott Crosset Hove foi eleito Melhor Ator por “Vinterbrødre”

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