Maria Estela (1942 – 2017)
Morreu no último dia 6 de julho a atriz Maria Estela, aos 75 anos de idade. A causa da morte ainda é desconhecida, e o fato só veio à tona agora, através da publicação de mensagens de amigos e ex-colegas da atriz. Maria Estela foi uma das mais importantes atrizes de novela dos anos 1970, protagonizando várias produções da Excelsior, Record e Tupi, geralmente no papel de mocinha. Ela começou a carreira em 1965, na TV Excelsior, que, à época, fazia novelas de sucesso. A estreia aconteceu em “O Caminho das Estrelas”, em que o ídolo musical Agnaldo Rayol interpretava um cantor boêmio. Na Excelsior, ela também estrelou “A Pequena Karen”, a primeira adaptação de “O Tempo e o Vento” e uma versão do clássico gótico britânico “O Morro dos Ventos Uivantes”. Transferiu-se para a Record em 1968, durante a época de ouro das novelas da emissora, e participou de “As Pupilas do Senhor Reitor”, “Os Deuses Estão Mortos”, “Quarenta Anos Depois”, “Sol Amarelo”, “O Leopardo” e “Os Fidalgos da Casa Mourisca”. A mudança para a Tupi veio em 1973, e logo de cara ela fez a primeira versão de “Mulheres de Areia”. A história das gêmeas Ruth e Raquel (vividas por Eva Wilma) marcou época e chegou a ganhar remake da Globo em 1993. Também participou de “Meu Rico Português”, “Um Dia o Amor” e as das últimas novelas na Tupi: “Aritana” e “Roda de Fogo”. Nos anos 1980, entrou em produções da Band e do SBT, como “Os Imigrantes”, “O Campeão” e “Vida Roubada”. E só foi chegar na Globo na década de 1990, participando da minissérie “Boca do Lixo” e das novelas “Meu Bem Meu Mal” e “Despedida de Solteiro”. Em 1994, voltou para o SBT e atuou em “Éramos Seis”, passando a se destacar em tramas de sucesso do canal, a maioria adaptadas de novelas latinas, como “Chiquititas”, “Pícara Sonhadora”, “Esmeralda” e “Marisol”, mas também “Vende-Se Um Véu de Noiva”, de Íris Abravanel. Seu último papel, porém, foi na Globo, registrado em 2010 na novela “Passione”, em participação especial. Desde então, estava afastada das telas.
Bruno de Luca é condenado a indenizar recepcionista de hotel por agressão
O ator Bruno de Luca (“Malhação”, “Copa de Elite”) foi condenado a pagar R$ 15 mil de indenização por ter agredido física e verbalmente o recepcionista de um hotel em Florianópolis. A sentença foi expedida pela 1ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, que não só manteve a condenação da primeira instância como aumentou o valor da indenização por danos morais, inicialmente fixada em R$ 10 mil. A agressão aconteceu em novembro de 2009. De acordo com o processo, Bruno chegou ao hotel por volta das 5 horas da manhã, acompanhado de amigos. Outros hóspedes se incomodaram com o som alto e o barulho no apartamento do grupo e fizeram uma reclamação na portaria. O funcionário pediu que eles reduzissem a algazarra, mas não foi atendido. Quando soube que o caso seria registrado no livro de hóspedes, o ator foi até a recepção, acompanhado da atriz Lívia Lemos. De acordo com a sentença, os dois estavam “bastante alterados e aparentemente alcoolizados” e “acabaram por agredir física e verbalmente o recepcionista e seu colega”. Em sua defesa, o ator culpou o funcionário pela confusão, alegando que ele invadiu seu quarto sem autorização. Já sobre a agressão, De Luca garantiu que as ofensas foram mútuas. Entretanto, o relator da apelação, o desembargador Raulino Brüning, considerou que as provas audiovisuais e os depoimentos das testemunhas que presenciaram a cena comprovaram que as agressões não foram recíprocas, como alega o ator em sua defesa. “O estado de etilidade do réu pode até explicar seu comportamento, mas não justifica sua conduta. A ninguém é dado embriagar-se e, neste estado de desorientação psiconeurossomática, fazer o que bem entende”, afirmou o magistrado. Os advogados do acusado ainda tem direito de protelar um pouco mais a aplicação da sentença, com recursos junto ao tribunal superior. A estratégia, porém, pode render um aumento ainda maior na indenização, além de manter o caso nos noticiários. Bruno de Luca terminou recentemente de filmar “Os Parças”, comédia em que contracena com Tom Cavalcante (série “Sai Debaixo”), Tirullipa (filho de Tiririca) e o youtuber Whindersson Nunes (“Os Penetras 2”).
Steven Spielberg vai ganhar documentário da HBO
O cineasta Steven Spielberg vai ganhar um documentário da HBO, que pretende abordar sua vida e sua vasta filmografia. A obra será dirigida por Susan Lacy, que venceu um Emmy pela série de documentários “American Masters”. Ela conduziu mais de 30 horas de entrevistas com Spielberg para a produção. O documentário também incluirá cenas inéditas de bastidores de diversos longas do diretor, além de conversas com familiares, amigos, atores e outros realizadores, incluindo J.J. Abrams, Francis Ford Coppola e George Lucas. Considerado um dos mais cineastas mais importantes de Hollywood, Steven Spielberg é o diretor que possui mais títulos na prestigiada lista dos 100 melhores longas de todos os tempos organizada pelo American Film Institute. Entre seus grandes sucessos estão “Tubarão” (1975), “Contatos Imediatos de Terceiro Grau” (1977), “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981), “ET – O Extraterrestre” (1982), “Jurassic Park” (1993), “A Lista de Schindler” (1993) e “O Resgate do Soldado Ryan” (1998). Os dois últimos foram premiados com o Oscar de Melhor Direção. A estreia do documentário está prevista para 7 de outubro na HBO.
Netflix confirma série baseada nos quadrinhos da Academia Umbrella com arte do brasileiro Gabriel Bá
A Netflix vai mesmo produzir uma série dos quadrinhos de super-heróis “A Academia Umbrella”, escritos por Gerard Way (vocalista da banda My Chemical Romance) e desenhados pelo paulistano Gabriel Bá. Cinco dias após o rumor surgir na internet, o serviço de streaming confirmou a informação com a divulgação de um pôster desenhado por Bá para a atração. Confira abaixo. A 1ª temporada de “The Umbrella Academy” (título original) terá 10 episódios e a estreia é prevista para 2018. O roteiro do piloto foi escrito por Jeremy Slater, criador da série “The Exorcist”, e circulava atrás de interessados há pelo menos dois anos. Já o showrunner responsável será Steve Blackman (produtor-roteirista de “Fargo”) para a produtora NBCUniversal, que adquiriu os direitos da publicação originalmente visando um filme. Publicada pela editora Dark Horse e premiada com o Eisner (o Oscar dos quadrinhos), “A Academia Umbrella” acompanha um grupo de seis crianças com poderes especiais, que são adotadas e criados para virarem heróis pelo enigmático milionário Sir Reginald Hargreeves. Várias décadas depois de se separarem, eles são convocados a se reunirem para enfrentar um dos seus integrantes originais. “Estou vibrando por ‘A Academia Umbrella’ ter encontrado uma casa na Netflix. Não conseguiria pensar em um lugar melhor para a visão que Gabriel Ba e eu tivemos ao criar os quadrinhos, e mal posso esperar para que as pessoas experimentem esse mundo como uma série de live action”, disse Way em comunicado. Apesar de ser uma série de super-heróis, a abordagem será bem diferente das atrações da Marvel produzidas pelo serviço de streaming – como “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage” e “Punho de Ferro” – , como bem nota a diretora responsável pelas séries originais da Netflix, no mesmo comunicado. “O que nos levou à ‘Academia Umbrella’ é que ela é totalmente única, visual e estilizadamente”, disse Cindy Holland. “Estes não são os super-heróis usuais, e esta série irá abraçar o tom singular dos quadrinhos – sombrio, mas bem-humorado, sobrenatural, mas aterrado na realidade. Estamos ansiosos para ver esse mundo e apresentar esses heróis inesquecíveis aos membros da Netflix em todo o mundo”.
Olivia Munn será oficial da CIA na 2ª temporada da série militar Six
A atriz Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”) entrou no elenco da 2ª temporada de “Six”, série do canal pago History sobre as missões reais do Navy SEAL Team Six, a tropa de elite da Marinha dos Estados Unidos que ficou conhecida por matar Osama Bin Laden. Segundo o site The Hollywood Reporter, Munn vai interpretar Gina, um agente da CIA implacável e inteligente, que foi promovida das missões de campo para a chefia de operações de alto nível. Ela vai aparecer em todos os 10 episódios da 2ª temporada, que começa a ser gravada neste mês em Vancouver. Além dela, Eric Ladin (série “The Killing”) também vai estrear na nova temporada como Trevor, um SEAL experiente que se junta à equipe e perturba o status quo. O elenco que retorna da 1ª temporada inclui Barry Sloane (série “Revenge”), Kyle Schmid (série “Being Human”), Juan Pablo Raba (série “Narcos”), Edwin Hodge (“Uma Noite de Crime”), Nadine Velazquez (série “Major Crimes”), Brianne Davis (série “True Blood”), Dominic Adams (série “Devious Maids”), Jaylen Moore (“Perfeita É a Mãe!”) e Lindsley Register (série “The Walking Dead”). “Six” foi criada pelo veterano roteirista William Broyles Jr. (“Apollo 13”, “Náufrago”), que lutou na guerra do Vietnã, e seu filho David Broyles, que combateu nas forças especiais, e tem direção de Lesli Linka Glatter (“Homeland”).
Atriz de The Leftovers entra na 2ª temporada de Westworld
A atriz holandesa Katja Herbers (“A Natureza Contra-ataca”) é a primeira novidade no elenco da 2ª temporada de “Westworld”. Ela vai interpretar Grace, uma nova frequentadora do parque temático da trama, após ter uma participação importante em outra atração da HBO, como a cientista Dra. Eden na 3ª temporada de “The Leftovers”. A contratação sinaliza o início da produção do novo arco de “Westworld”, e coincide com a divulgação de um teaser misterioso. Até o momento, a HBO e os produtores adiantaram muito pouco sobre os próximos episódios. O casal Jonathan Nolan e Lisa Joy, criadores da série, só disse que a trama retornará após um avanço no tempo, mas não especificou quanto tempo terá se passado desde o final da 1ª temporada. O elenco principal, que na 2ª temporada inclui as promoções de Talulah Riley (que recepciona os recém-chegados ao parque) e Louis Herthum (o pai de Dolores), irá participar da Comic-Con de San Diego, onde devem ser revelados mais detalhes.
Diretor de Sem Escalas e Água Rasas é favorito para dirigir Esquadrão Suicida 2
O cineasta espanhol Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”) é o favorito para dirigir a continuação de “Esquadrão Suicida” (2016). Segundo o site The Hollywood Reporter, seu nome despontou após os atrasos no roteiro fazerem com que Mel Gibson, a primeira opção, tivesse conflito em sua agenda, tornando necessária a definição de um novo diretor. Collet-Serra é especializado em filmes de ação. Ele rodou três thrillers consecutivos com o ator Liam Neeson entre 2011 e 2015 e no ano passado eletrizou o público com o filme de tubarão “Águas Rasas”. Atualmente, está dando os retoques finais em “The Commuter”, seu quarto longa com Neeson, previsto para janeiro. A Warner pretende começar a filmar “Esquadrão Suicida 2” na metade de 2018. A demora se deve justamente ao fato de um novo roteiro estar sendo escrito. O lado positivo é que isso dará tempo para Collet-Serra realizar seu próximo projeto, “Waco”, que tem previsão de filmagem no final deste ano.
Série clássica The L Word vai voltar a ser produzida
A pioneira série lésbica “The L Word” deve ganhar um revival. Oito anos após a exibição de seu último episódio, o canal pago Showtime está aberto a retomar a produção, sob a supervisão de sua criadora, Ilene Chaiken. Além da roteirista-produtora, o projeto também envolve o retorno de três das atrizes principais: Jennifer Beals, Kate Moennig e Leisha Hailey. Chaiken, porém, precisará ceder a função de showrunner, já que está envolvida com a série “Empire” e assinou um contrato de exclusividade com a Fox. Segundo o site The Hollywood Reporter, o Showtime busca uma produtora com vínculos com a comunidade lésbica para documentar como os relacionamentos, vidas e experiências evoluíram desde que “The L Word” foi lançada em 2004. A expectativa é que um roteiro inicial seja desenvolvido e seja forte o suficiente para garantir o sinal verde para a produção. Vale lembrar que Chaiken pretendia fazer um spin-off centrado na personagem Alice (vivida por Leisha Hailey), que seria passado numa prisão – a situação responderia a pergunta que ficou no ar ao final da 6ª temporada de “The L Word”: quem matou Jenny (Mia Kirshner). Mas, na época, o Showtime achou o projeto muito apelativo, considerando que uma série sobre presidiárias lésbicas não teria audiência. Quatro anos depois, a Netflix lançou “Orange Is the New Black”. Caso a sequência vá adiante, este não deverá ser o cenário explorado. No projeto, o trio formado por Jennifer Beals (Bette), Kate Moennig (Shane) e Leisha Hailey (Alice) retomaria suas personagens em meio a novas coadjuvantes, mostrando como seguiram suas vidas, amores e tribulações. Além delas, outras intérpretes da série original também podem aparecer em participações especiais. “The L Word” estreou em 2004 e foi a primeira atração centrada na vida de personagens lésbicas. A produção foi aclamada e, ao lado de “Queer as Folk”, sobre gays, ajudou a dar visibilidade à comunidade LGBT+ nas telas, inaugurando uma nova era nas séries. Durante sua exibição, discutiu temas como igualdade sexual, casamento entre pessoas do mesmo sexo, direitos legais e até introduziu uma personagem transgênero, vivida por Daniela Sea, que fez sua transição de Moira para Max ao longo de uma temporada – uma década antes da estreia de “Transparent”. A série também contou com cenas quentes de sexo, o que ajudava a explicar o interesse do público heterossexual em sua trama. O interesse em reviver “The L Word” acontece após o canal Showtime resgatar, com sucesso, a série clássica “Twin Peaks” e reflete uma estratégia de valorização de franquias televisivas, do mesmo modo como o cinema sempre lidou com a perpetuação de personagens conhecidos. Nos últimos anos, séries que já foram referência, como “Arquivo X”, “Prison Break”, “Gilmore Girls” e “Três É Demais” (Full House), ganharam continuações em temporadas inéditas ou spin-offs, somando os antigos fãs a uma nova audiência em seus lançamentos. Como deram certo, os resgates devem continuar.
Próximo filme de Quentin Tarantino pode abordar os crimes de Charles Manson
Quentin Tarantino já tem roteiro novo e estaria começando contatos para definir o elenco de seu próximo filme. Segundo o site The Hollywood Reporter, Brad Pitt, que trabalhou com o cineasta em “Basterdos Inglórios” (2009), e Jennifer Lawrence (“X-Men: Apocalipse”) foram abordados. Já o Deadline cravou o nome de Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”). Ainda segundo o THR, o longa, que não tem título conhecido, irá abordar os assassinatos cometidos pelos seguidores de Charles Manson. Os papéis oferecidos não foram confirmados, mas o site afirma que a trama destacará o assassinato brutal da atriz Sharon Tate, esposa do cineasta Roman Polanski. Manson ordenou que um grupo de seus seguidores atacassem os moradores de uma casa em Los Angeles, acreditando que era propriedade de um produtor de discos que o rejeitara. Não era. Mesmo assim, quatro de seus seguidores torturaram e mataram Tate, que estava grávida de oito meses, e outras quatro pessoas no local, em 1969. Caso a produção se confirme, será o primeiro filme de Tarantino baseado em fatos reais. Ainda em estágio inicial de produção, a Weinstein Company busca um cofinanciador capaz de arcar com o salários de atores de elite, como os citados. As filmagens só devem acontecer em 2018, durante o verão norte-americano – ou seja, daqui a exatamente um ano. De todo modo, a fonte do THR diz que Lawrence não estaria interessada no papel de Tate.
Produção de Aladdin sofre atraso por não encontrar intérprete principal
A produção da nova fábula com atores da Disney está atrasada, e segundo a revista The Hollywood Reporter a culpa seria da dificuldade em encontrar o protagonista ideal. A publicação apurou que a Disney, o cineasta Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”( e os diretores de elenco não conseguiram entrar em acordo para definir o intérprete de “Aladdin”. Na lista de exigências para o papel, o ator precisa ter 20 e poucos anos, saber atuar e cantar bem, além de ser ou ter descendência do Oriente Médio ou da Índia. De acordo com a ficha de testes originais, as filmagens deveriam começar neste mês de julho, mas as audições realizadas em Londres nas últimas semanas teriam frustrado as expectativas, sem definições claras. “Os testes foram uma bagunça”, descreveu o agente de um ator que participou dos testes ao THR. Cerca de 2 mil atores e atrizes foram ouvidos para os papéis de Aladdin e Jasmine. Além de Londres, as audições também aconteceram no Egito, Abu Dhabi e Índia. Vários foram chamados para repetir seus testes e isso só teria servido para mostrar que nenhuma opção agrada inteiramente. Para acabar com o impasse, a Disney convocou veteranos de seus musicais, como Marc Platt, que acabou de trabalhar nas filmagens de “O Retorno de Mary Poppins”, e Chris Montan, produtor de diversas animações originais do estúdio, como “Pocahontas” (1995), “Hercules” (1997) e “Frozen” (2013). Os produtores já demonstraram interesse em contar com Dev Patel (“Lion”), que tem 27 anos, e em Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”), de 34 anos, no papel de Aladdin, mas é provável que o escolhido seja um novato. Entre os nomes citados nos testes estão os do holandês Achraf Koutet (minissérie “Land Van Lubbers”), o canadense Mena Massoud (da vindoura série “Jack Ryan”) e o americano George Kosturos (“Prisioneiras Nunca Mais”). Já Jasmine pode ser interpretada por Naomi Scott (“Power Rangers”) ou a indiana Tara Sutaria (série “Oye Jassie”), mas a atriz só será definida após a escolha do intérprete de Aladdin. A ideia é criar uma “química” perfeita para o par romântico. O único ator confirmado até o momento é Will Smith, que fará o papel do gênio da lâmpada. De acordo com o THR, a produção também estaria atrás de um astro famoso para viver o vilão Jafar. Ainda sem data de lançamento oficial, o novo “Aladdin” faz parte da leva de refilmagens live action do catálogo de animações da Disney, um filão lucrativo que já rendeu sucessos como “Alice no País das Maravilhas” (2010), “Malévola” (2014), “Cinderella” (2015), “Mogli, o Menino Lobo” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017).
Kit Harington tenta negar encontro de Jon Snow com Daenerys e é desmentido por figurinista
Durante sua recente participação no programa de Jimmy Kimmel, o ator Kit Harington tentou lançar dúvidas sobre o registro feito por paparazzi do encontro de seu personagem Jon Snow com Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) na série “Game of Thrones”. Apesar das fotos e vídeo, ele afirmou que o encontro talvez não aconteça na série. “O que eu posso dizer é que durante as gravações alguns paparazzi estavam à nossa volta e por isso tivemos que fazer cenas falsas, porque sabíamos que eles estavam nos seguindo (…) O que você deve ter visto na internet pode não ser verdade”, declarou o ator na noite de segunda (10/7). Veja no vídeo abaixo. Para azar da sua cara-de-pau, no mesmo dia a figurinista de “Game of Thrones”, Michele Clapton, confirmou que o encontro realmente acontece. Enquanto comentava o figurino de Jon Snow para o site Uproxx, Michele disse: “Há momentos em que removemos a capa, porque queremos que Jon apareça mais vulnerável. Especialmente quando ele encontra Daenerys pela primeira vez.” E não ficou nisso. Tem SPOILER gigante e inédito na declaração seguinte. “Nós decidimos removê-la [a capa], mas quando ele vai encontrar Cersei, ele a coloca de volta”, disse Michele. Ops. A 7ª temporada de “Game of Thrones” estreia no domingo (16/7) na HBO.
Video mostra Kit Harington vestido como Daenerys em “teste” de Game of Thrones
Jimmy Kimmel aproveitou a proximidade da estreia da 7ª temporada de “Game of Thrones” para fazer uma brincadeira, apresentando “pela primeira vez” um vídeo dos testes de Kit Harington para a produção. O vídeo “exclusivo” do programa “Jimmy Kimmel Live” revela que o ator inglês se candidatou a outros papéis antes de ser contratado para viver Jon Snow. Ele também tentou ser Cersei, Tyrion, Daenerys, Hodor e até Harry Potter em “Game of Thrones”. Ao final, o apresentador elogiou a versatilidade do astro. Confira abaixo. A 7ª temporada de “Game of Thrones” estreia no domingo (16/7) na HBO.
Michael Bay reclama de quem usa computador para ver seus filmes criados em computador
O diretor Michael Bay e a atriz Isabela Moner estão no Brasil para divulgar “Transformers: O Último Cavaleiro”. Por sinal, a nova estrela da franquia completou 16 anos na segunda-feira (10/7) e foi recebida com “parabéns para você” na première nacional do filme, que aconteceu no Shopping Iguatemi, em São Paulo. “Os fãs brasileiros são os melhores”, ela disse, em um post compartilhado nas redes sociais. Mas quem comandou as atenções na entrevista coletiva, realizada nesta terça (11/7) na capital paulista, foi mesmo Michael Bay. E não poderia ser diferente. Afinal, ele é responsável pela franquia desde o primeiro filme. E é tão identificado com os “Transformers” que aparece em mais fotos de divulgação que os próprios atores da produção. Especialista em filmar explosões e cenas épicas, Bay aproveitou o encontro com a imprensa para reclamar de quem vê filmes em computadores e celulares, numa indireta para a Netflix. “É triste que os jovens estejam vendo cada vez mais filmes no computador. Eu acho que a indústria cinematográfica vai diminuir. Não irá acabar, mas essa é a realidade.” Bay disse isso sem ironia. Mas a gente sabe que seus Transformers são totalmente feitos em computador. Além disso, os robôs-que-viram-carros-do-patrocinador compõem a franquia de pior qualidade narrativa já avaliada pelo site Rotten Tomatoes. Mesmo assim, ele garante: “O cinema tem uma experiência compartilhada que é só dele, e por isso tento oferecer com esses filmes uma mistura de sensações com qualidade de som, de imagem, com um 3D que seja adequado, filmar com câmeras IMAX…” Logicamente, o diretor não cita “um bom roteiro”. Para quê, tendo explosões para filmar em IMAX 3D? Ele mesmo tem noção do que seus filmes não tem a menor qualidade artística. “Estou muito confortável com o que eu faço. São filmes para entreter as pessoas”, disse. Entretanto, as pessoas começam a querer melhor entretenimento. Os blockbusters de maior bilheteria em 2017 foram os que tiveram melhor avaliação da imprensa. Com a inclusão das médias do Rotten Tomatoes em sites de venda de ingressos, a influência da crítica passou a ter impacto direto no resultado das bilheterias norte-americanas, e filmes mal-avaliados passaram a depender das bilheterias internacionais. De forma significativa, “Transformers: O Último Cavaleiro”, com somente 15% de aprovação no Rotten Tomatoes, levou três semanas para arrecadar o que “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” fez em três dias na América do Norte. Mas, graças ao mercado internacional, já se aproxima dos US$ 500 milhões mundiais. A estreia nos cinemas brasileiros acontece no dia 20 de julho.












