Logan é o filme de super-heróis que os fãs sempre pediram
Comprometido com o papel de vilão em “Missão: Impossível 2”, Dougray Scott não teve agenda para fazer “X-Men”. Como plano B, a Fox e o diretor Bryan Singer optaram pelo, até então, desconhecido australiano Hugh Jackman para ser Wolverine na adaptação que fez Hollywood e o público respeitarem filmes baseados em histórias em quadrinhos. O primeiro “X-Men” (2000) até que foi legal, mas Jackman roubou a cena e valeu muito mais que o filme inteiro. Não demorou e veio “X-Men 2” (2003), esse sim um grande filme, e outras sete participações do ator como Wolverine. Só que, 17 anos depois, ainda faltava aquela pitada de coragem para entregarem um filme que representasse o furioso mutante do jeito que os fãs queriam – de forma brutal, descarregando sua raiva nos inimigos e com muito sangue espirrando na plateia. E prestígio na indústria é isso aí: perto de completar 50 anos, Jackman disse que faria o personagem apenas mais uma vez, porém exigindo que o filme saísse como queria. Conseguiu carta branca e entregou o projeto a um diretor de sua confiança, James Mangold. O resultado é “Logan”, o filme do Wolverine que os fãs sempre pediram. Um dos maiores elogios que se pode fazer é que não parece uma adaptação de histórias em quadrinhos – e é muito importante incluir isso – do modo como Hollywood acostumou o púlico. Trata-se de um filme completo, dramático quando exigido e raivoso quando a história pede. Sem acrobacias, cenas de ação à la 007, como a sequência do trem em “Wolverine: Imortal” (2013), curiosamente dirigido pelo mesmo James Mangold (que diferença faz a liberdade para tocar um filme), mas com muita porrada, membros decepados, palavrões (a primeira fala do filme é “FUCK”), sangue jorrando de maneira intensa, violentíssima, porém compreensível, aceitável quando entendemos Wolverine após quase duas décadas. Ainda mais porque, desta vez, ele está velho, cansado e com seu poder de regeneração bastante debilitado. Mas não é o caso de se apegar tanto à violência, tensão, adrenalina ou mesmo os efeitos visuais, porque o segredo do sucesso de “Logan” está no título. Apesar de tudo, não é um filme sobre um super-herói, mas sobre um homem em busca de sua humanidade perdida em um passado doloroso e que não volta mais. É o filme mais humano e centrado em personagens já feito sobre quadrinhos da Marvel, com diálogos reflexivos, pausas silenciosas e atuações definitivas de Hugh Jackman e Sir Patrick Stewart, que não precisam de muita coisa para cortar o coração do espectador nas simples conversas que Logan e Xavier travam sobre amor, a aceitação da morte, família, culpa, esperança, liderança e a relação pai e filho ou pai e filha. É onde entra a grande surpresa do filme, a pequena Dafne Keen, que rouba a cena como Laura (pode chamar de X-23) não somente nas sequências impressionantes de ação, mas também pelo seu potencial como atriz, apontando a franquia para um futuro promissor que o sucesso deste filme pode ajudar Hollywood a compreender. Em termos de adaptações de quadrinhos, “Logan” só é comparável a “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008), embora seja completamente diferente do filme de Christopher Nolan. Em diversos momentos, parece mais uma produção da Nova Hollywood dos anos 1970, devido à ousadia de querer sair fora dos padrões. Mas seu espírito verdadeiro pertence aos westerns e road movies, o bom e velho filme de jornada, em que anti-heróis enfrentam percalços em fuga ou em busca de seu caminho. Como em “Os Imperdoáveis” (1992), “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007) e até “A Qualquer Custo” (2016), os protagonistas são corroídos por arrependimentos, cercados por violência e carregam hábitos e memórias de uma época que passou. Entretanto, nada é tão grandioso quanto o amor de James Mangold pelo clássico “Os Brutos Também Amam” (1953). Para os fãs de Wolverine, esse é o filme dos sonhos. Outros atores poderão interpretar Wolverine, claro, mas nenhum será o Logan de Hugh Jackman, como nenhum outro 007 foi o James Bond de Sean Connery. Isso é sair por cima.
A Grande Muralha coloca o talento de Zhang Yimou à serviço da banalidade de Hollywood
Quem conhece ao menos uma fatia da filmografia do chinês Zhang Yimou tem conhecimento de sua habilidade em tratar com a mesma perícia do mais cristalino dos espetáculos visuais até o mais minimalista dos dramas humanos. Se você se pegou embasbacado com as habilidades marciais dos protagonistas de “Herói” (2002) e “O Clã das Adagas Voadoras” (2004), que transitam pela tela com a leveza de uma pena, é certo que também se verá fisgado por uma obra como “Nenhum a Menos” (1999), sobre uma jovem que move montanhas ao desempenhar o papel de professora em um vilarejo em que um bastão de giz é equivalente a ouro. Até certo ponto, é possível afirmar que Yimou volta a trafegar de um projeto pequeno como o bárbaro “Amor Para a Eternidade” (de 2014, lamentavelmente lançado somente em video on demand no Brasil) para outro de grande escala como “A Grande Muralha”. Entretanto, na prática, trata-se de outra tentativa frustrada de ocidentalizar o seu cinema – após “Flores do Oriente” (2011), que trouxe Christian Bale como um padre que encontra a sua redenção ao proteger um grupo de estudantes e prostitutas da sucessão de estupros da guerra contra o Japão. Da China, temos em “A Grande Muralha” uma equipe técnica que não se compara com a de qualquer outra indústria, o elenco de apoio e uma fatia generosa do orçamento. Dos Estados Unidos, há Matt Damon (“Perdido em Marte”) como um líder, a predominância da língua, seis roteiristas diferentes e o restante dos custos de produção. Infelizmente, prevalece a banalidade de uma premissa de videogame. Mercenários europeus, William (Damon) e Tovar (o chileno Pedro Pascal, da série “Narcos”) estão numa busca incansável pelo pó preto chinês (a pólvora) para enriquecerem. O embate com uma criatura, da qual conseguem remover uma das patas, faz com que ambos estudem um atalho. Mergulham em uma viagem de dois dias à Grande Muralha, onde informam sobre a ameaça de criaturas selvagens, ao mesmo tempo em que espiam a existência de um depósito generoso da substância explosiva. Estamos na época da Dinastia Sung e, embora não faltem guerreiros que dariam conta exemplarmente da horda de bestas verdes que atacam os soldados com o único propósito de alimentarem a sua rainha, as habilidades de William e Tovar como arqueiros de algum modo se fazem necessárias. O problema é que sempre que a Comandante Mae Lin (Jing Tian, que será vista a seguir em “Kong: A Ilha da Caveira”) está no centro da ação, os dois heróis se convertem em figuras ainda mais pálidas. Em seus melhores momentos, “A Grande Muralha” é uma bela sinfonia cinematográfica, com uma harmonia no controle de multidões, cores e ação que somente Yimou seria capaz de reger – o que, inclusive, lembra seu trabalho à frente da Olimpíada de Pequim. Mas enquanto o primeiro ataque à Grande Muralha, encenado logo após o prólogo, faz valer a magnitude de uma tela grande de cinema, o que vem a seguir é dramaturgicamente frouxo, uma história de filme B filmada como blockbuster, por um realizador que não consegue adequar a superficialidade de um filme de Hollywood com sua finesse como artista.
A Jovem Rainha revisita história de uma monarca muito à frente de seu tempo
Mesmo que a emancipação feminina tenha se efetivado de fato no século 20, há um passado histórico de lutas, em que mulheres pioneiras se liberaram de uma série de amarras, ainda que restritas por convenções. E este é o ponto mais fascinante de “A Jovem Rainha”, realização falada em inglês do finlandês Mika Kaurismäki (“O Ciúme Mora ao Lado”). Com cunho claramente feminista, a história de Cristina da Suécia (1626-1689) recebe uma revisão moderna, sem necessariamente dissipar a importância de episódios fundamentais de sua biografia, com um contorno mais atrevido em seu comportamento e até mesmo em sua inclinação sexual, suprimidos em outras versões. Bela ao ponto de não permitir que nossos olhos se distraiam com qualquer outra coisa, a sueca Malin Buska (“Dinheiro Fácil – Vida de Luxo”) interpreta a jovem rainha do título com fervor. Após uma introdução que trata de mostrá-la desamparada na infância, tendo ascendido ao trono com apenas seis anos, ela se perde os livros de seu imenso acervo e amadurece como uma intelectual, inebriada especialmente pela obra de René Descartes, pai do racionalismo e seu mentor. Mais inteligente de todos os monarcas de sua época, Cristina decide se opor à Guerra dos Trinta Anos, arquitetada na Europa do século 17 a partir do conflito entre católicos e protestantes, e isso lhe custa caro. Porém, muito mais que as ações da Cristina pública, Kaurismäki, que conta aqui com o roteiro assinado pelo canadense Michel Marc Bouchard (de “Tom na Fazenda”, de Xavier Dolan), também quer desvendar a Cristina privada. E para isso utiliza sua relação conflituosa com o chanceler Axel Oxenstierna (Michael Nyqvist, de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, ótimo), que também exerce uma função paternal, e a condessa Ebba Sparre (Sarah Gadon, de “Drácula – A História Não Contada”), o grande amor de sua vida. Mesmo a fotografia do francês Guy Dufaux (“As Invasões Bárbaras”) desempenha um fascínio ao iluminar em excesso um período de trevas, dando tonalidades contemporâneas a uma monarca muito à frente de seu tempo.
Contadores que entregaram envelope errado são banidos do Oscar
A presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, Cheryl Boone Isaacs, anunciou que os dois contadores envolvidos na maior gafe já cometida pelo Oscar, que levou “La La Land” a ser anunciado por engano como Melhor Filme em vez de “Moonlight” no Oscar 2017, não irão trabalhar no evento novamente. Cheryl Boone Isaacs quebrou o silêncio dois dias após a confusão e apontou a dupla responsável pela segurança dos envelopes, Brian Cullinan e Martha Ruiz, como os verdadeiros culpados pela atrapalhada histórica. Mas, segundo a agência Associated Press, evitou fazer críticas a PricewaterhouseCoopers (PwC), empresa que há oito décadas é encarregada da auditoria do prêmio. Por sua vez, a PwC assumiu a culpa pelo erro e divulgou dois pedidos de desculpas pelo ocorrido, citando nominalmente Cullinan no segundo. Ele havia publicado uma foto da atriz Emma Stone no Twitter antes de entregar o envelope errado na premiação do Melhor Filme e tuitou bastante durante toda a noite, o que pode ter contribuído para sua desatenção. A PwC também apontou responsabilidade de Ruiz por não ter agido imediatamente quando percebeu o erro. Apesar disso, os dois não perderão seus empregos. Apenas deixarão de fazer parte da equipe que a companhia destina ao Oscar, de acordo com o jornal Los Angeles Times.
A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell chega ao Instagram em forma de mosaico
A Paramount lançou uma página nacional de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” no Instagram. E a novidade chama atenção pela forma como a home page do perfil forma imagens em mosaico, com diferentes “quadradinhos” formando um quadro completo. Há seis vídeos neste mosaico, que podem ser conferidos abaixo. Pelas características do Instagram, as prévias são mais curtas que os comerciais convencionais. Por isso, despem-se dos excessos para condensar a trama ao máximo. Infelizmente, acabam deixando claro um roteiro simplista, que parece ter transformado a obra-prima cyberpunk dos mangás japoneses numa versão feminina de “RoboCop”. “Houve um acidente. Nós a salvamos. Agora você salva outros”, resume a cientista vivida por Juliette Binoche na trama, enquanto Scarlett Johansson desperta com o mesmo visual da heroína criada em 1989 no mangá de Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e de sua versão anime (longa animado) feita em 1995 por Mamoru Oshii. O elenco ainda inclui o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”), o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) e diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). Com direção de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”), o filme estreia em 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. #AVigilanteDoAmanhã #GhostInTheShell Uma publicação compartilhada por A Vigilante do Amanhã (@avigilantedoamanha) em Fev 22, 2017 às 5:08 PST Eles não salvaram sua vida, eles a roubaram. Uma publicação compartilhada por A Vigilante do Amanhã (@avigilantedoamanha) em Fev 22, 2017 às 3:17 PST A protetora do nosso futuro. Uma publicação compartilhada por A Vigilante do Amanhã (@avigilantedoamanha) em Fev 22, 2017 às 3:12 PST "Você precisa se lembrar." #AVigilantedoAmanhã #GhostInTheShell Uma publicação compartilhada por A Vigilante do Amanhã (@avigilantedoamanha) em Fev 22, 2017 às 3:11 PST Major e Batou, líderes da Seção 9, a tropa de elite de um futuro não tão distante. Uma publicação compartilhada por A Vigilante do Amanhã (@avigilantedoamanha) em Fev 22, 2017 às 3:11 PST Todos a sua volta se sentem conectados a algo que ela não está. Uma publicação compartilhada por A Vigilante do Amanhã (@avigilantedoamanha) em Fev 21, 2017 às 9:46 PST
Logan é a principal estreia de cinema da semana – e talvez do ano
Principal estreia de cinema nesta quinta (2/3), “Logan” é o segundo filme de super-heróis da Marvel/Fox lançado para maiores de 16 anos no Brasil. O primeiro foi “Deadpool”, no ano passado, completamente diferente em tom. Enquanto o filme estrelado por Ryan Reynolds era insanamente divertido, o último longa de Hugh Jackman como Wolverine aposta na seriedade. Tendo em vista como as produções da DC Comics/Warner se equivocam ao se levar a sério, o acerto de “Logan” abre um novo caminho, deixando claro o que realmente faz diferença. E é bem simples. Desde sua concepção, o longa dirigido por James Mangold evitou se limitar ao mundinho dos fanboys adolescentes. O que a Warner esqueceu, ao buscar um tom mais sombrio para seus filmes, foi que a própria DC Comics buscou o público adulto quando promoveu sua grande guinada rumo a histórias sombrias nos anos 1980. Já faz 30 anos que os quadrinhos de super-heróis se sofisticaram, com o lançamento de graphic novels e o fim do código de ética, um selinho que garantia conteúdo infantil. “Logan” é a versão de cinema dessa revolução. Um filme de super-heróis maduro, influenciado pelo western e passado num mundo tão violento quanto os quadrinhos se tornaram. Não é que “Logan” se afasta dos quadrinhos para se tornar um filme para maiores. Ao contrário. Ele é o primeiro filme que realmente compreendeu o que aconteceu nos quadrinhos nas últimas três décadas. O filme mostrou sua carta de intenções ao fazer uma première num local inusitado: um festival de cinema europeu, em Berlim, onde produções sérias e dramáticas têm prioridade. E acabou sendo a obra mais aplaudida e comentada de todo o evento. A crítica mundial caiu para trás. Nos EUA, onde “Logan” estreia na sexta, os elogios renderam 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Nem “Deadpool”, que chegou a ganhar indicações a prêmios dos prestigiosos sindicatos de Hollywood, agradou tanto (84%). Tendo isso em vista, “Logan” ganha sua devida perspectiva. Não é apenas a principal estreia da semana. Pode ser o mais importante lançamento do ano. Seu sucesso ou fracasso influenciará inúmeras decisões sobre o futuro das adaptações de super-heróis em Hollywood. Por via das dúvidas, chega em 1,2 mil salas, num empurrão para virar blockbuster. Apenas mais duas estreias completam o circuito. Uma delas, inclusive, já estava em cartaz em circuito de “pré-estreias pagas”. Último longa americano do Oscar 2017 a estrear no Brasil, “Um Limite entre Nós” rendeu a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante a Viola Davis, um prêmio que ela vinha ensaiando vencer desde 2009. A atriz já tinha conquistado o equivalente teatral, o Tony Awards, pelo mesmo papel, como uma mãe sofredora nos anos 1950, casada com um lixeiro orgulhoso, numa família endurecida pelo racismo da época, que tenta ensinar a vida para o filho. Denzel Washingon é seu parceiro, indicado ao Oscar e favorito de muita gente ao prêmio – venceu o troféu do Sindicato dos Atores dos EUA (SAG Award). Ele também dirigiu o longa, adaptado postumamente para o cinema pelo autor da peça, August Wilson. O menor lançamento é “Waiting for B”, que, apesar do título, é um documentário nacional sobre a vinda de Beyoncé ao Brasil. O filme se foca no público, sua obsessão pela estrela e a dedicação que leva fãs a acampar diante de uma bilheteria dias antes da data marcada para o show. Foi exibido com sucesso em vários festivais internacionais.
Personagens da 2ª temporada de The Last Kingdom ganham 40 retratos
A rede britânica BBC divulgou 40 retratos dos personagens da 2ª temporada de “The Last Kingdom”, série medieval baseada na saga literária das “Crônicas Saxônicas”, de Bernard Cornwell. A trama tem intersecção com a história de “Vikings”, mas mostra desenvolvimentos bem diferentes. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa no ano de 872, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande. O elenco destaca Alexander Dreymon (série “American Horror Story: Coven”) como o herói do “último reino”, Uhtred. Raptado ainda criança, após sua família ser assassinada durante uma invasão dos vikings, ele foi criado como um filho por Ragnar Lothbrok. Mas uma traição entre os próprios vikings fez com que ele precisasse fugir de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como um nobre britânico, embora seja tratado apenas como um selvagem. O elenco também inclui David Dawson (série “Ripper Street”), Matthew Macfadyen (“Anna Karenina”), Ian Hart (série “Boardwalk Empire”), Tobias Santelmann (“Expedição Kon-Tiki”), Rutger Hauer (série “True Blood”) e Thomas W. Gabrielsson (“O Amante da Rainha”). A 2ª temporada vai estrear no segundo trimestre no Reino Unido.
Trailer do próximo episódio de The Walking Dead remete à Zumbilândia
O canal pago AMC divulgou as fotos e o trailer do próximo episódio de “The Walking Dead”. Desta vez não há cenas extras, mas o fórum The Spoiling Dead Fans publicou diversos detalhes da trama. A maior parte do episódio mostrará Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira) em busca por armas e suprimentos, como visto no trailer. Um detalhe curioso da prévia é que ela remete a “Zumbilândia” (2009), cujo desfecho aconteceu com zumbis num parque de diversões. Um detalhe das fotos chama atenção: Tara (Alanna Masterson) parece contar seu segredo (sobre a comunidade de Oceanside) para Rick. Intitulado “Say Yes”, o episódio vai ao ar no domingo (5/3), com transmissão simultânea no Brasil pelos canais Fox e Fox Action (sem intervalos). The Walking Dead 7ª Temporada – Episódio 12… por WalkingDeadBr
Quinto Piratas do Caribe ganha novo pôster com os personagens principais
A Disney divulgou um novo pôster do filme “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, que junta o Capitão Jack Sparrow, personagem de Johnny Depp, com seus novos aliados e inimigos. A arte, como tem sido comum em produções do estúdio com muitos personagens (veja-se, por exemplo, os Vingadores), não respeita convenções de perspectiva, transformando em anões quem está no primeiro plano e em gigantes os que dominam o fundo da cena. O quinto filme da franquia traz o personagem de Depp novamente às voltas com maldições e piratas fantasmas, desta vez liderados por Salazar (Javier Bardem, de “007 – Operação Skyfall”), um velho inimigo que escapou do Triângulo do Diabo determinado a acertar contas. Além de Bardem, as novidades do elenco incluem Brenton Thwaites (“Deuses do Egito”), que, dizem os rumores, vive o filho de Will Turner, Kaya Scodelario (“Maze Runner: Correr ou Morrer”), David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”), Golshifteh Farahani (“Êxodo: Deuses e Reis”) e Paul McCartney (ele mesmo). O elenco ainda contará com os veteranos da franquia Geoffrey Rush, Kevin McNally, Stephen Graham e o próprio Orlando Bloom. O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”), a direção é dos cineastas noruegueses Joachim Rønning e Espen Sandberg (ambos de “Expedição Kon Tiki”) e um detalhe curioso é que o título do filme em inglês não tem Salazar nenhum. É “Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales” (Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias). A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Elena e Damon se abraçam em novo teaser do final de The Vampire Diaries
A rede CW divulgou fotos oficiais e o quarto teaser do final “The Vampire Diaries”, que registra a volta de Nina Dobrev à série. O novo vídeo mostra mais detalhes do aguardado reencontro de Damon (Ian Somerhaulder) e Elena (Dobrev), com direito a um grande abraço apaixonado. Já as fotos mostram os personagens em alta resolução, após circularem com logotipo de revista. Dobrev deixou a série no final da 6ª temporada em 2015, optando por não renovar seu contrato. Mas sua personagem principal, Elena Gilbert, não morreu. Ela foi deixada num transe profundo pelo bruxo Kai (Chris Wood), como vingança contra Damon, com a condição de só despertar com a morte de Bonnie (Kat Graham). A atriz também viverá Katherine, a vampira malvada idêntica a Elena, no final da série, vista pela última vez no final da 5ª temporada, quando foi arrastada por uma forte e misteriosa força mística para a escuridão, durante sua morte. Muitos apostavam que ela tinha ido para o Inferno. Curiosamente, o diabo foi o grande antagonista do oitavo ano, na figura de Cade (Wolé Parks). Intitulado “I Was Feeling Epic”, o último episódio da série, após oito temporadas, irá ao ar no dia 10 de março nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago MTV.
Veja fotos do casamento de Stefan e Caroline em The Vampire Diaries
A rede CW divulgou novas fotos do penúltimo episódio de “The Vampire Diaries”, que destacam o vestido de noiva e cenas do aguardado casamento de Stefan (Paul Wesley) e Caroline (Candice King). Isto mesmo: só faltam dois episódios para a série acabar. Intitulado “We’re Planning a June Wedding”, o capítulo com o casamento irá ao ar na sexta (3/3) nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago MTV.
Atriz de Graceland vai viver Medusa na série dos Inumanos
A atriz Serinda Swan (série “Segredos do Paraíso/Graceland”) foi a escolhida para interpretar a heroína Medusa, mulher de Raio Negro e rainha dos Inumanos na série “Inhumans”, desenvolvida em parceria entre a Marvel, a rede ABC e a rede de cinemas Imax. Swan é a terceira escalação oficial do elenco. Ela se junta a Anson Mount (série “Hell on Wheels”), que viverá Raio Negro, e Iwan Rheon (série “Game of Thrones”), que terá o papel de Maximus, irmão do Raio Negro. Medusa tem o poder de controlar seus longos cabelos como se fossem membros de seu corpo. É uma espécie de Rapunzel que usa os cabelos como outros pares de mãos. “Serinda Swan traz uma elegância real, bem como uma sensação de grande força interior e determinação feroz para o papel da Medusa. Eu não poderia estar mais feliz de tê-la como nossa Rainha de Attilan”, comentou em comunicado o showrunner Scott Buck (que também desenvolveu a vindoura série do herói “Punho de Ferro” para a Netflix). Anteriormente, a atriz Elysia Rotaru, que interpretou Taiana na 4ª temporada de “Arrow”, publicou em sua conta no Twitter uma mensagem com links para a produção, o diretor e o canal da série, dando a entender que estaria envolvida com a produção. Rumores trataram de espalhar que ela viveria, justamente, Medusa. Mas seu nome não foi citado pelos produtores. Intitulada em inglês “Inhumans”, a série não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.
Veja o trailer de Dark, a primeira série alemã da Netflix
A Netflix divulgou o primeiro teaser da série “Dark”, que estreia no final do ano no serviço de streaming. Com clima de suspense nórdico, “Dark” é a primeira produção original alemã do serviço de streaming. Na trama, o desaparecimento de duas crianças expõe as vidas duplas, os pecados e os segredos de uma pequena comunidade, enquanto uma reviravolta sobrenatural conduz a outro caso acontecido na mesma cidade em 1986. Criada pelo cineasta suiço Baran bo Odar e a roteirista Jantje Friese, que fizeram juntos o thriller de hackers “Invasores: Nenhum Sistema Está Salvo” (2014), a atração traz em seu elenco Stephan Kampwirth (também de “Invasores”), Louis Hofmann (“Terra de Minas”), Anna König (“Zonas Úmidas”), Sebastian Hülk (“Hanna”), Jördis Triebel (“A Papisa Joana”) e Peter Schneider (“Duas Irmãs, uma Paixão”). Em entrevista para o site The Hollywood Reporter, bo Odar disse que teve “liberdade criativa completa”. “A Netflix nos deu um orçamento, alguns avisos e nos deixou em paz para fazermos o que quiséssemos”. “Dark” estreia mundialmente no final do ano.












