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  • Filme

    Jack Nicholson vai voltar a atuar no remake da premiadíssima comédia alemã Toni Erdmann

    8 de fevereiro de 2017 /

    Menos de um mês após ser “aposentado” pelo amigo Peter Fonda, Jack Nicholson topou voltar a Hollywood. Sem filmar desde “Como Você Sabe” (2010), ele estrelará o remake da comédia alemã “Toni Erdmann”, um dos longas europeus mais premiados de 2016 e candidato ao Oscar 2017 de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Segundo o site da revista Variety, o estúdio Paramount Pictures adquiriu os direitos cinematográficos da produção alemã após um pedido do próprio Nicholson, que seria um grande do filme. No remake, Nicholson terá o papel vivido pelo austríaco Peter Simonischek, como o pai de uma executiva bem-sucedida, que chega inesperadamente para uma visita questionando se ela era feliz. A atriz Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) está cotada para viver a filha, interpretada no original pela alemã Sandra Hüller. A refilmagem terá produção da companhia Gary Sanchez Productions, comandada por Adam McKay (diretor e roteirista vencedor do Oscar 2016 por “A Grande Aposta”), pelo comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) e pela produtora Jessica Elbaum, em parceria com a diretora do filme alemão, Maren Ade. “Toni Erdmann” teve sua première mundial no Festival de Cannes 2016 e, apesar de ser ignorado pelo juri presidido por George Miller (“Mad Max: Estrada da Fúria”), venceu o Prêmio da Crítica e não parou mais de acumular conquistas, entre elas cinco troféus da Academia Europeia de Cinema, inclusive Melhor Filme Europeu do ano.

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  • Série

    Netflix anuncia produção de segunda série brasileira, cuja sinopse lembra a vida de Simony

    8 de fevereiro de 2017 /

    Após confirmar a 2ª temporada de “3%”, a Netflix anunciou a encomenda da produção de mais uma série original brasileira. Trata-se de “Samantha”, comédia sobre uma ex-atriz-mirim que, aos 20 anos, se casa com um jogador de futebol que passou dez anos na cadeia. A história pode ser original, mas o resumo lembra a vida de uma ex-atriz e cantora mirim que, aos 20 e poucos anos, casou com um rapper que passou sete anos preso no Carandiru. Curiosamente, o nome desta pessoa também começa com S de Simony. “Samantha” será produzida pela Losbragas, produtora paulista da atriz Alice Braga (série “Queen of the South”), responsável pela série “Latitudes”, que chegou a ser exibida no canal de TV paga TNT. Ainda não há elenco ou diretor selecionados, nem previsão de estreia. Em São Paulo, durante uma entrevista coletiva, o CEO da Netflix, Reed Hastings, disse que “Samantha” será “uma série que vai espalhar a cultura brasileira pelo mundo”. Além disso, a Netflix também está investindo numa série sobre a Operação Lava Jato, atualmente em estágio inicial de desenvolvimento, com produção do cineasta José Padilha, com quem já tem relação profissional por meio da série “Narcos”. “Não estamos escolhendo lados. Estamos preocupados em mostrar o lado humano dessa história”, afirmou o executivo americano, complementando: “Com certeza será muito polêmica, vindo de José”.

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  • Filme

    Minha Mãe É uma Peça 2 bate recorde e vira o filme brasileiro de maior bilheteria em todos os tempos

    8 de fevereiro de 2017 /

    Com o sucesso contínuo de público, a comédia “Minha Mãe É uma Peça 2” bateu o recorde de bilheterias no Brasil. Após sete semanas em cartaz e 8,8 milhões de espectadores, o longa já faturou mais de R$ 117 milhões em venda de ingressos, ultrapassando “Os Dez Mandamentos”, até então líder do ranking com R$ 116,8 milhões, segundo dados do Filme B. E os valores ainda devem aumentar bastante, pois “Minha Mãe É uma Peça 2” segue em exibição em 449 salas do país, ocupando atualmente o 3º lugar no ranking dos filmes mais vistos da semana. As novas peripécias de Dona Hermínia, mãe vivida pelo ator Paulo Gustavo, já superou em muito o longa original, que levou 4,6 milhões aos cinemas e se tornou o filme brasileiro mais visto de 2013. Os planos para a continuação já estão sendo discutidos e Paulo Gustavo mencionou a possibilidade de filmar “Minha Mãe É Uma Peça 3” em Nova York. Entretanto, ele não dá prazo para o início da produção, dizendo que tem “outros projetos”. “‘Minha Mãe é uma Peça em Nova York’, se tiver, vai demorar muito ainda. Eu tenho outros projetos, estou escrevendo um novo filme para o ano que vem, que eu ainda no posso contar, porque ainda não tem nada registrado, nem nome, nem nada, então fica difícil falar agora. Mas eu vou fazer, se Deus quiser. A trilogia, fica chiquérrimo, né. Agora, vai demorar um pouquinho. Vamos ver, tem que construir uma história muito engraçada. Para ter o 3, não dá para ser qualquer coisa, tem que ser melhor que o primeiro e o segundo”, afirmou o ator.

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  • Filme,  Série

    Lego Batman encontra o elenco Lego das séries da DC Comics e Big Bang Theory

    8 de fevereiro de 2017 /

    A campanha de divulgação de “Lego Batman” levou o herói animado, dublado por Will Arnett, a invadir a TV. Ao entrar na rede americana CW, ele acabou encontrando as versões Lego de Flash, Arqueiro Verde, Supergirl e Electron. Mas o encontro mais improvável aconteceu na CBS, onde foi parar na poltrona de Sheldon, o que, de cara, rendeu piada com o elenco de “The Big Bang Theory”. Veja os vídeos abaixo. “Lego Batman” tem estreia marcada para esta quinta (9/2) nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Etc,  Série

    Richard Hatch (1945 – 2017)

    8 de fevereiro de 2017 /

    Morreu o ator Richard Hatch, que se tornou conhecido como o Capitão Apollo da série clássica “Galactica: Astronave de Combate” (Battlestar galactica), grande sucesso do fim da década de 1970. Ele lutava contra um câncer avançado no pâncreas e faleceu na terça-feira (7/2), aos 71 anos. “Richard Hatch era um bom homem, amável, e um profissional perfeito. Sua morte é um duro golpe para toda a família ‘BSG’, escreveu Ronald D. Moore, criador da nova versão televisiva da história, em seu Twitter — o reboot ficou no ar entre 2004 e 2009 e também contava com Hatch no elenco. O ator nasceu em 1945, em Santa Monica, na Califórnia, e iniciou a carreira televisiva com uma participação na novela “All My Children” em 1971. Logo se tornou bastante requisitado, aparecendo em inúmeras séries clássicas dos anos 1970, de “Kung Fu” a “Havaí 5-0”, e até teve participação recorrente como um integrante da família de “Os Waltons”, antes de conquistar seu primeiro papel fixo, como o inspetor Dan Robbins, substituindo Michael Douglas na 5ª e última temporada de “San Francisco Urgente”, em 1978. Mas foi por “Battlestar Galactica” que ganhou legiões de fãs. A série foi a primeira tentativa televisiva de realizar uma produção com nível cinematográfico. Tanto que os primeiros episódios foram exibidos nos cinemas em diversos países. A série foi criada por Glen A. Larson, que depois faria “Buck Rogers”, “A Supermáquina”, “Duro na Queda” e “Magnum”, entre outras. Mas tão importante quanto o roteirista foram os efeitos visuais empregados na atração. Um dos produtores era John Dykstra, supervisor de efeitos de “Guerra nas Estrelas” (1977), que trouxe para o projeto um virtuosismo visual até então inédito na TV. A premissa era uma espécie de “Eram os Deuses Astronautas?” misturado à “batalhas navais” que aconteciam no espaço. Combinando mitologias de antigas civilizações, dos egípcios aos gregos, a trama acompanhava um grande êxodo espacial, após um ataque alienígena destruir 12 planetas, com os últimos sobreviventes buscando um novo lar na 13ª colônia, que tinha se tornado perdida há muitos anos. O problema é que os inimigos, chamados de cylons, vinham atrás para destruir as naves que escaparam. E a única nave de combate que restara era a Galactica, uma espécie de porta-aviões espacial, que abrigava pequenos caças capazes de enfrentar as forças alienígenas. O Capitão Apollo, personagem de Hatch, era o líder do esquadrão de caças e filho do Comandante Adama (o veterano Lorne Greene, patriarca de “Bonanza”), principal oficial da Galactica. A série era caríssima e durou só uma temporada de 21 episódios. Graças à sua popularidade, porém, a rede ABC retomou a produção em 1980 com novo título, “Galactica: Batalha nas Estrelas” (1980), e menos efeitos visuais. A redução de custos foi obtida com a chegada da nave à colônia perdida: o planeta Terra. Infelizmente, vários personagens não sobreviveram à transição, entre eles os dois favoritos do público, Apollo e seu parceiro Starbuck. De todo modo, a série voltou a ser cancelada após o novo ciclo e nunca mais voltou ao ar na TV aberta. O ator foi reaparecer na 5ª temporada da série “Dinastia”, além de acumular passagens por atrações da época, de “Ilha da Fantasia” a “SOS Malibu” (Baywatch). Mas jamais superou o reconhecimento obtido por “Galactica”. Diante dos inúmeros convites para participar de convenções de fãs, ele chegou a escrever, produzir e estrelar um curta-metragem em forma de trailer em 1999, intitulado “Battlestar Galactica: The Second Coming”, com vários integrantes do elenco original, para tentar convencer a rede ABC a retomar a série. “The Second Coming” nunca virou realidade. Mas o sucesso do trailer nas convenções mostrou que a franquia tinha potencial para ser revivida. Isto acabou acontecendo em 2003, pelas mãos do produtor e roteirista Donald D. Moore, no canal pago Sci-Fi (atualmente, renomeado SyFy). O revival aconteceu como uma minissérie de dois episódios, que aproveitou a maior liberdade da TV paga para deixar a premissa mais sexy, violenta, política e realista. O sucesso foi tanto que o canal encomendou a produção de uma série semanal. E “Battlestar Galactica” virou a franquia mais importante do Sci-Fi, acumulando picos de audiência, prêmios, telefilmes, quadrinhos e spin-offs. Ciente da importância de Hatch para a série, Moore o trouxe à bordo da nova versão como um novo personagem, um líder rebelde e oportunista, chamado Tom Zarek, que ajudou a movimentar a trama. Ao fim do reboot de “Battlestar Galactica”, o ator voltou ao cotidiano de participações em convenções. Mas não reclamava. “‘Battlestar Galactica’ foi um marco histórico. Ela me permitiu viver meus sonhos e fantasias de infância”, disse, em seu site oficial.

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  • Etc

    Veja os comerciais do Super Bowl com Schwarzenegger, Jason Statham, Gal Gadot, Melissa McCarthy e outros astros do cinema

    8 de fevereiro de 2017 /

    O Super Bowl deste ano contou com participação intensa de Hollywood em seus intervalos comerciais. Nem tanto pelos trailers de filmes, que deixaram a desejar. O melhor desempenho das estrelas de cinema ficou por conta dos comerciais mesmo. O elenco impressionante inclui Arnold Schwarzenegger, Jason Statham, Gal Gadot, Melissa McCarthy, Morgan Freeman, Adam Driver, Kathy Bates, Tina Fey, Steve Carell, Amy Adams, Robert Redford, Peter Fonda, John Malkovich, Christopher Walken e Jon Lovitz, em anúncios que oferecem de um simples serviço online a uma passagem para longe dos muros de Donald Trump. Algumas campanhas tiveram realmente orçamento e efeitos de superprodução. Mas também muito bom-humor, com roteiristas mais inspirados que os autores de diversos filmes desses astros. Veja abaixo o verdadeiro cinema que foram os comerciais da final do campeonato de futebol americano, exibidos no domingo (5/2) para 113,7 milhões de telespectadores, a segunda maior audiência de todos os tempos, segundo o instituto Nielsen. Pois é, público de blockbuster.

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  • Filme

    Paramount mata Jason e enterra remake de Sexta-Feira 13

    7 de fevereiro de 2017 /

    O monstro imortal da franquia “Sexta-Feira 13” não vai mais voltar do além. Os planos da produção de um remake foram enterrados pela Paramount. Segundo o site The Hollywood Reporter, o estúdio teria confirmado a morte de Jason Voorhees, que não voltará a assustar mais nenhum campista no Lago Cristal, pondo fim ao seu longo reinado de terror. Os planos do remake sumiram do calendário de lançamentos da Paramount pouco mais de um mês antes da data marcada para o início das filmagens. Especula-se que a decisão tenha sido tomada após o fraco desempenho de “O Chamado 3” nos EUA. Apesar de ter estreado em 1º lugar no Brasil, o filme deixou a desejar nas bilheterias americanas, arrecadando apenas US$ 13 milhões para um orçamento de US$ 25 milhões em seu primeiro fim de semana. Em vez de considerar que “O Chamado 3” possa ter fracassado simplesmente por ser um filme ruim, parece existir um entendimento de que o filme demorou demais a ser feito e, após 12 anos, outra geração de frequentadores de cinema não tinha a mesma expectativa de quem assistiu aos primeiros filmes. A culpa seria, portanto, do tempo. Neste mesmo raciocínio, o último “Sexta-Feira 13” foi lançado há oito anos. O remake começaria a ser rodado em março, sob direção de Breck Eisner (“O Último Caçador de Bruxas”), visando um lançamento na sexta-feira 13 de outubro, duas semanas antes do fim de semana do Halloween. Segundo o produtor Brad Fuller (“Ouija”), o roteiro escrito por Aaron Guzikowski (“Os Suspeitos”) traria mudanças em relação à origem de Jason, apresentada no primeiro “Sexta-Feira 13” (1980), por conta da introdução do pai do monstro.

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  • Filme

    Alicia Vikander surge como Lara Croft nas primeiras imagens do set de Tomb Raider

    7 de fevereiro de 2017 /

    Os paparazzi do site Just Jared clicaram as primeiras fotos da atriz Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”) como Lara Croft nas filmagens de uma cena de ação de “Tomb Raider”. As imagens da produção, que está sendo realizada na África do Sul, mostram Vikander com um visual semelhante ao da heroína no game que reiniciou a franquia em 2013. O filme tem roteiro esboçado pela estreante Geneva Robertson-Dworet (do vindouro “Sherlock Holmes 3”) e finalizado por Evan Daugherty (“Divergente”). A direção é do norueguês Roar Uthaug (“Presos no Gelo”), que fará sua estreia em Hollywood, e o lançamento está marcado para março de 2018, com distribuição da Warner Bros.

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  • Filme

    Arnold Schwarzenegger volta a querer vingança no primeiro trailer e pôster de Aftermath

    7 de fevereiro de 2017 /

    A Lionsgate divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Aftermath”, em que Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro”) volta a querer vingança. A palavra aparece, inclusive, grafada no cartaz. Desta vez, porém, ele não derruba portas e sai atirando. Seu personagem aperta a campainha. Isto porque, apesar das cenas de morte e destruição, o filme é supostamente um drama. O que causa estranhamento, já que, em 47 anos de carreira, o astro de ação jamais tinha filmado um drama. Por conta disso, a prévia carrega tensão e expectativa, focada no que pode acontecer após do encontro entre o brutamontes e seu alvo. Detalhe: o trailer encerra justamente nesta cena. Mas “Aftermath” é baseada numa história real, cujo desfecho foi de filme de Schwarzenegger mesmo. A trama reverbera o erro de um controlador de voo, que se distrai e não vê a proximidade de dois aviões em rota de colisão. No voo estavam a mulher e a filha do protagonista. Quando a causa do acidente vem à tona, o controlador, vivido por Scoot McNairy (“Batman vs. Superman”), opta por mudar de identidade para retomar sua vida longe do escândalo. Mas, desde os anos 1980, ninguém consegue escapar de Schwarzenegger, que logo encontra seu paradeiro. Ele jura que só quer olhar nos olhos do homem responsável pela morte de sua família e fazê-lo sentir-se culpado. Mas uma vez que Arnold engata o modo “Comando para Matar”… O acidente real aconteceu em julho de 2002 e não foi nos EUA, mas na Alemanha, entre um avião cargueiro e outro de passageiros lotado de crianças russas em viagem de férias para Barcelona. Todos morreram. E um dos pais quis vingança. A versão de cinema foi escrita pelo espanhol Javier Gullón (“O Homem Duplicado”) e dirigida pelo inglês Elliott Lester (“Blitz”). E além dos antagonistas, o elenco ainda inclui Maggie Grace (“Busca Implacável”), Kevin Zegers (“Os Instrumentos Mortais”) e Hannah Ware (remake de “Oldboy”). “Aftermath” ainda não tem título em português nem previsão de estreia.

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    Trailer argentino de Mulher Maravilha traz cenas inéditas

    7 de fevereiro de 2017 /

    A Warner Bros. da Argentina divulgou um novo trailer internacional, legendado em espanhol, do filme da “Mulher-Maravilha”. A prévia é curta, com um minuto de duração, mas inclui cenas inéditas. Além de mostrar a força da personagem interpretada pela atriz Gal Gadot, inclui diversas cenas de luta da princesa amazona, que enfrenta as tropas do Keiser de minissaia, escudo, espada e até laço em punho, exibindo sua superforça em câmera superlenta. Também há destaque para cenas passadas na ilha das amazonas, com o encontro entre a heroína e o aviador Steve Trevor (papel de Chris Pine, de “Star Trek”). Nos quadrinhos, esse encontro aconteceu na primeira história da Mulher Maravilha, mas no contexto da 2ª Guerra Mundial e não, como mostra o filme, na 1ª Guerra. Por sinal, a estreia da Mulher Maravilha em 1941 coincidiu com o ataque japonês à Pearl Harbor, que levou os EUA a entrarem no conflito. Com roteiro de dois autores da DC Comics, Allan Heinberg e Geoff Johns, e direção de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), o filme também traz em seu elenco Robin Wright (série “House of Cards”), Connie Nielsen (“Ninfomaníaca”), Lisa Loven Kongsli (“Força Maior”), Danny Huston (“X-Men Origens: Wolverine”), David Thewlis (franquia “Harry Potter”), Saïd Taghmaoui (“Trapaça”), Elena Anaya (“A Pele que Habito”), Ewen Bremner (“T2 Trainspotting”) e Lucy Davis (“Todo Mundo Quase Morto”). “Mulher-Maravilha” estreia em 1 de junho no Brasil.

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    Trailer da nova comédia de Amy Schumer justifica o muro de Donald Trump

    7 de fevereiro de 2017 /

    A 20th Century Fox divulgou um novo trailer de “Snatched”, comédia em que Amy Schumer (“Descompensada”) é filha de Goldie Hawn (“A Recruta Benjamin”) e resolve tirar férias frustadas num país tropical. A prévia reflete a política oficial americana para a América Latina, mostrando como o mundo é perigoso abaixo do muro de Donald Trump, onde abundam bandidos capazes de tudo para sequestrar americanos – inclusive seduzir Amy Schumer. Esta versão comédia de “Turistas” (2006) foi escrita por Katie Dippold (“Caça-Fantasmas”) e dirigida por Jonathan Levine (“Meu Namorado É um Zumbi”), e ainda inclui em seu elenco Ike Barinholtz (“Vizinhos”), Wanda Sykes (“Perfeita É a Mãe!”), Christopher Meloni (“O Homem de Aço”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demon”), Randall Park (“A Entrevista”) e Oscar Jaenada (“Águas Rasas”). A estreia está marcada para o fim de semana das mães nos EUA, em 12 de maio, enquanto no Brasil a previsão de lançamento é apenas para agosto.

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    Baile de máscaras de Cinquenta Tons Mais Escuros ganha vídeo de 360 graus

    7 de fevereiro de 2017 /

    A Universal divulgou um vídeo de 360 graus que coloca o espectador dentro do baile de máscaras da continuação de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015). Nada muito excitante acontece nas cenas que podem ser giradas, mas o tema das máscaras figura proeminentemente na divulgação do longa, motivando vários pôsteres. A relação entre máscaras e erotismo faz parte da literatura do gênero, mas só virou ideia fixa na mídia recentemente. Após “De Olhos Bem Fechados” (1999), até a série “Gossip Girl” teve episódios de bailes mascarados. A sequência encontra Anastasia Steele (Dakota Johnson) e Christian Grey (Jamie Dornan) reacendendo suas paixões, mas não sem despertar ciúmes de diversos coadjuvantes, como Kim Basinger (“Los Angeles: Cidade Proibida”), Eric Johnson (série “Rookie Blue”) e Bella Heathcote (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”). Dirigido por James Foley (série “House of Cards”), “Cinquenta Tons Mais Escuros” estreia na próxima quinta (9/2) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Punho de Ferro: Primeiro trailer da série conta história de origem fiel aos quadrinhos

    7 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer completo de “Punho de Ferro”, sua quarta série de super-herói da Marvel. A prévia segue de perto a história dos quadrinhos, contando como Danny Rand (Finn Jones, de “Game of Thrones”) virou o Punho de Ferro. Embora pule a parte do treinamento árduo, o vídeo resume a tragédia que matou seus pais e o deixou órfão ainda criança, no Himalaia. Ele só não morreu porque foi resgatado por monges de uma cidade mística que lhe ensinaram artes marciais. O detalhe é que Danny não aprendeu apenas kung fu nos 15 anos em que ficou desaparecido, como mostram seus socos que brilham e causam até terremotos. Mais obscuro dos quatro heróis que compõem o universo Marvel da Netflix, Punho de Ferro é, entretanto, o que tem uma história de origem mais bem-acabada, que se mescla numa trama de vingança, conforme ele ressurge, já adulto, para buscar o que lhe pertence: a empresa criada por seu pai e atualmente dirigido pelo sócio responsável pela morte de sua família, Harold Meachum. A trama tem até elementos de soup opera, como os herdeiros do vilão que podem ou não ser boa gente, especialmente a filha, Joy Meachum, possível interesse romântico ou inimiga de Danny. É Shakespeare com kung fu e novela, conforme delineado na trama original dos quadrinhos, escrita em 1974 por Roy Thomas e desenhada por Gil Kane. De quebra, a história ainda introduz Colleen Wing, uma das principais personagens asiáticas da Marvel, mestre das artes marciais que se alia a Danny em sua luta contra a família Meachum. A adaptação foi desenvolvida por Scott Buck (ex-showrunner de “Dexter”) e o elenco destaca Jessica Henwick (Nymeria Sand em “Game of Thrones”) como Colleen Wing, Tom Pelphrey (série “Banshee”) como Ward Meachum, Jessica Stroup (série “The Following”) como Joy Meachum e David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”) como Harold Meachum. A produção também inclui Rosario Dawson como a enfermeira Claire Temple, em sua quarta série consecutiva, além da participação de Carrie Ann Moss, retomando o papel da advogada Jeri Hogarth, vista em “Jessica Jones”. “Punho de Ferro” vai estrear em 17 de março com 13 episódios.

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