Astro de American Pie vai protagonizar piloto de nova série de comédia
O ator Jason Biggs, que ficou conhecido por “American Pie” (1999) e participou das duas primeiras temporadas de “Orange Is the New Black”, vai protagonizar o piloto da série de comédia “Charlie Foxtrot”. Desenvolvido para a rede americana ABC, o projeto gira em torno do Capitão Charlie Taylor (Biggs), um dentista “cauteloso e adorável” que serve em Fort Bragg, e promete cuidar da cunhada impulsiva e de seus dois sobrinhos adolescentes enquanto o irmão estiver lutando no Iraque. O piloto é uma criação de Sam Sklaver (roteirista de “Blunt Talk”) e precisará ser aprovado pelo corpo executivo do canal ABC para virar série.
James Cromwell entra no elenco de Jurassic World 2
O veterano ator James Cromwell (“Babe – O Porquinho Atrapalhado” e “O Artista”) foi escalado para o elenco de “Jurassic World 2”. Mas seu papel é um mistério, como praticamente tudo o que envolve a produção. As únicas coisas confirmadas a respeito do filme são os retornos dos atores Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, que repetirão seus papéis do blockbuster de 2015. Entre as novidades do elenco, incluem-se ainda Daniella Pineda (da série “The Originals”), Toby Jones (“Alice Através dos Espelhos”), Rafe Spall (“A Grande Aposta”), Justice Smith (“Cidades de Papel”) e Ted Levine (“A Ilha do Medo”). “Jurassic World 2” será dirigido pelo espanhol J.A Bayona (“Sete Minutos Depois da Meia-Noite”), que assumirá o posto de Colin Trevorrow. O responsável pelo sucesso do longa anterior, porém, contribuiu com o roteiro da continuação, antes de iniciar eu trabalho à frente do nono filme da franquia “Star Wars”, previsto para 2019. A estreia de “Jurassic World 2”, por sua vez, está marcada para junho de 2018.
Ídolo do futebol americano e marido de Gisele Bundchen, Tom Brady vai ganhar cinebiografia
O jogador de futebol americano Tom Brady, casado com a top brasileira Gisele Bundchen, vai ganhar uma cinebiografia. Segundo o site Deadline, os roteiristas Paul Tamasy e Eric Johnson, indicados ao Oscar pelo filme “O Vencedor” (2010), vão assinar o roteiro junto com o escritor de best-seller Casey Sherman, autor do livro que a dupla transformou na história de “Horas Decisivas” (2016), e o jornalista Dave Wedge, responsável pela reportagem que os inspirou a escrever “Dia do Atentado” (2016). A história também vai render um livro e deve detalhar a carreira cheia de recordes e vitórias do atleta de 39 anos, com destaque para a recente conquista do Super Bowl 2017, mas também o romance com Gisele e as polêmicas do quarterback do New England Patriots, que chegou a ser suspenso por um escândalo esportivo, envolvendo o uso de bolas mais leves para ter vantagem nos jogos. Considerado um dos melhores jogos da história da NFL, a conquista do Super Bowl 2017 consolidou Tom Brady como o maior quarterback do futebol americano e o único a vencer cinco campeonatos em sua carreira. Não há previsão de lançamento para o livro, nem cronograma definido para sua versão cinematográfica. Antes disso, porém, Paul Tamasy e Eric Johnson entregam outro roteiro de temática esportiva, centrado na temporada vitoriosa do Leicester City, o time de futebol da segunda divisão que venceu a competitiva Premier League inglesa em 2016.
Diretor divulga nova foto de bastidores de Star Wars: Os Últimos Jedi
O diretor Rian Johnson divulgou uma nova foto de bastidores de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, oitavo capítulo da franquia. A imagem, liberada para promover o evento Star Wars Celebration, mostra um grupo de Stormtroopers em formação. Johnson e Kathleen Kennedy, presidente da LucasFilm, além de Felicity Jones, estrela de “Rogue One: Uma História Star Wars”, tiveram suas presenças confirmadas na edição 2017 da convenção oficial da saga, que acontecerá em Orlando, no dia 14 de abril. Já “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia apenas em 14 de dezembro nos cinemas brasileiros. We’re coming to Orlando for a @StarWars Celebration panel on April 14th, and I cannot wait. See you there! https://t.co/dXUgGJ1BwF — Rian Johnson (@rianjohnson) February 15, 2017
Negociações tentam fazer The Big Bang Theory durar mais duas temporadas
“The Big Bang Theory”, a série de maior audiência, e também dos salários mais caros da TV americana, deve ser renovada para mais duas temporadas, que provavelmente encerrarão sua produção. Segundo o site Deadline, negociações estão em andamento entre o estúdio Warner Bros. TV e a rede CBS visando renovar o contrato do elenco principal por mais dois anos. O martelo só não teria sido batido porque entram na conta novos reajustes no salários dos atores, que já é de cerca de US$ 1 milhão por episódio para os principais (Johnny Galecki, Jim Parsons, Kaley Cuoco, Simon Helberg e Kunal Nayyar) e US$ 175 mil para os secundários (Melissa Rauch e Mayim Bialik), o que joga o preço da produção para US$ 10 milhões por capítulo. Apesar do altíssimo custo, “The Big Bang Theory” dá retorno em audiência. A série mais assistida da televisão norte-americana é vista por mais de 20 milhões de telespectadores por semana. No Brasil, “The Big Bang Theory” é exibida pelo canal pago Warner Channel.
Roman Polanski quer voltar aos EUA para encerrar caso de abuso sexual
Roman Polanski planeja voltar aos Estados Unidos, afirmou nesta quinta-feira (16/2) seu advogado, que busca encerrar o caso dos anos 1970, em que o diretor é acusado de abuso sexual de uma menina de 13 anos. O advogado do cineasta, Harland Braun, pediu a um juiz do Tribunal Superior de Los Angeles que revelasse uma transcrição secreta do depoimento do promotor no caso original. Braun acredita que o testemunho, que tinha se tornado secreto, apóia a afirmação de Polanski de que ele fechou um acordo para ficar 48 dias preso em 1977, foi sentenciado e cumpriu a pena. Mas após este período o juiz Laurence Rittenband alegadamente renegou o acordo e disse aos promotores que tinha decidido manter Polanski preso por até 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que Polanski fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por conta de sua cidadania. E assim continuou filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar nos EUA, por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Só que o caso de quatro décadas não foi esquecido pela justiça americana, que, em 2009, conseguiu convencer a Suiça a prendê-lo, quando ele desembarcou no país a caminho do Festival de Zurique. Polanski passou 334 dias sob custódia na Suíça, enquanto as autoridades dos EUA tentavam extraditá-lo. Entretanto, o caso repercutiu negativamente e, com o apoio da comunidade artística, Polanski lutou contra a extradição e ganhou, voltando para sua casa na França. Logo em seguida, foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Berlim por “O Escritor Fantasma” (2010). Há quase dois anos, os Estados Unidos voltaram a solicitar a extradição de Polanski da justiça polonesa, depois de ele ter aparecido em Varsóvia, em 2014, planejando rodar um longa no país. Um tribunal distrital da cidade de Cracóvia, onde Polanski tem um apartamento, rejeitou o pedido em novembro de 2015. E, após o procurador-geral da Polônia pedir a anulação desse julgamento, argumentando que ser uma celebridade ajudou Polanski a escapar da justiça, a Suprema Corte do país encerrou definitivamente o caso, dando reconhecimento aos argumentos do diretor. O juiz observou que Polanski “já tinha cumprido sua sentença”. E é este argumento que o advogado de Polanski está usando para tentar dar um fim no caso nos EUA, incluindo no processo o acordo original do diretor com a promotoria do estado. “Depois que for confirmado o conteúdo, pediremos à corte que reconheça a decisão polonesa que provém do litígio iniciado pelo promotor”, ressaltou Braun, que também busca um acordo de imunidade para o diretor participar da audiência. “Se a corte aceitar o princípio de cortesia, Roman poderá vir a Los Angeles e à corte sem medo de ir para a prisão”, acrescentou. Polanski foi acusado de drogar Samantha Geimer, durante uma sessão de fotos, antes de violentá-la na casa de um amigo em 1977, em Los Angeles. Ele confessou ter tido “relações sexuais ilegais” com uma menor, mas negou o estupro como parte do acordo e ficou 48 dias preso em uma penitenciária do estado da Califórnia, antes de ser libertado. Em 2013, Samantha Geimer publicou um livro contando sua história, intitulado “A Menina”.
Indicado ao Oscar 2017, Um Limite Entre Nós chegará aos cinemas brasileiros apenas após a premiação
Com quatro indicações ao Oscar 2017, “Um Limite Entre Nós” só vai estrear no Brasil após os resultados da premiação. O Oscar 2017 vai acontecer em 26 de fevereiro, enquanto “Um Limite entre Nós” entrará em cartaz apenas no dia 2 de março. Será o único dos candidatos ao troféu de Melhor Filme do ano que não poderá ser assistido pelo público brasileiro antes da cerimônia da Academia. Sua distribuição não está a cargo de uma empresa pequena com dificuldades de encaixe no circuito. O filme chegará aos cinemas brasileiros por meio de uma das principais companhias de Hollywood, a Paramount Pictures. Portanto, a decisão foi “estratégica”. Para quem encontra dificuldades de ligar o título nacional ao filme original, “Um Limite Entre Nós” foi o título dado pela Paramount ao original “Fences” (Cercas). Baseado na premiada peça de August Wilson, a trama traz Denzel Washington como um pai de família na década de 1950, um lixeiro urbano assombrado por seu sonho irrealizado de se tornar um astro do beisebol, e que busca desestimular a aspiração esportiva do filho numa época marcada pela segregação. O próprio Wilson assinou postumamente o roteiro da adaptação, que tem direção de Washington. Além de Melhor Filme, “Um Limite Entre Nós” concorre ao Oscar de Melhor Ator (Wahington), Melhor Atriz Coadjuvante (Viola Davis) e Melhor Roteiro Adaptado. Por sinal, Denzel e Viola venceram os prêmios do Sindicato dos Atores (SAG Awards) em suas respectivas categorias.
Sherlock de Benedict Cumbatch é o personagem favorito do público internacional da BBC
O Sherlock Holmes vivido por Benedict Cumberbatch foi eleito o personagem favorito da rede britânica BBC pelo público internacional. Pesquisa realizada pela própria emissora junto a suas sucursais oficiais colocou o detetive da série “Sherlock” no topo do ranking, como o preferido de 29,7% dos entrevistados. Ele apareceu na frente do Doutor de “Doctor Who”, que ficou em 2º lugar com 17,6%, e o protagonista de “Luther”, vivido por Idris Elba, que conquistou o 3º lugar com 12,4% A pesquisa foi feita com sete mil pessoas dos Estados Unidos, Austrália, França, Alemanha, Índia, Japão e México. Cumberbatch se sentiu honrado com a preferência, dizendo que não esperava que sua versão do personagem, tantas vezes retratado no cinema e na TV, se tornasse tão popular. “Estou honrado de ver que minha versão de Sherlock foi internacionalmente reconhecida pelos espectadores. Quem diria que um sociopata altamente funcional seria tanto popular no mundo todo?”, o ator brincou, em comunicado compartilhado pela BBC.
Roteirista de Guerra ao Terror desenvolve minissérie sobre a eleição de Donald Trump
O roteirista Mark Boal, vencedor do Oscar 2010 de Melhor Roteiro Original por “Guerra ao Terror”, vai estrear na televisão. Ele está desenvolvendo uma minissérie política sobre a eleição de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. A produção deve abordar a espionagem russa e outros temas polêmicos dos bastidores campanha de Trump. Além de Boal, o projeto contará com o jornalista Hugo Lindgren, ex-editor do New York Times Magazine e do Hollywood Reporter, que está reunindo um grupo de repórteres investigativos para construir a trama. Boal escreverá o roteiro final baseado no material resultante da pesquisa jornalística. A minissérie terá entre seis e oito episódios e ainda não tem título, previsão de estreia ou canal/plataforma definida. Mas fechou financiamento. Para o projeto, Boal vai repetir sua parceria com a produtora Megan Ellison, que irá bancar as gravações por meio de sua empresa, a Annapurna Pictures, responsável pela produção de “A Hora Mais Escura” (2012), escrito pelo roteirista. Paralelamente, os dois também estão trabalhando com a cineasta Kathryn Bigelow, de “Guerra ao Terror” e “A Hora Mais Escura”, num drama cinematográfico histórico sobre o levante civil de Detroit em 1967. Também sem título, o filme tem previsão de estreia para agosto nos EUA.
Fábio Júnior canta música romântica em vídeo sangrento de Santa Clarita Diet
A Netflix convocou Fábio Júnior para estrelar um comercial da série “Santa Clarita Diet”. Num cenário todo branco, que pouco a pouco é pintado por jorros de sangue, o cantor deu um novo significado a sua famosa canção “Alma Gêmea”, com a letra refletindo o humor negro da nova produção do serviço de streaming. Confira abaixo. Criada por Victor Fresco (série “Better Off Ted”), “Santa Clarita Diet” traz Drew Barrymore (“Juntos e Misturados”) como uma mãe que se transforma em zumbi, mudando o cotidiano de sua família, que passa a ajudá-la a matar para alimentar seus desejos canibalescos. A série estreou no serviço de streaming em 3 de fevereiro.
7ª temporada de American Horror Story terá como tema as últimas eleições dos EUA
A 7ª temporada de “American Horror Story” terá como tema a última eleição dos Estados Unidos. O produtor Ryan Murphy divulgou a informação em entrevista ao programa “Watch What Happens Live”, de Andy Cohen, na noite de quarta-feira (15/2). “Acho que será interessante para muitas pessoas”, comentou o produtor e roteirista. Mesmo assim, Murphy evitou dar detalhes, e respondeu com um simples “talvez”, quando questionado se haverá uma versão de Trump na temporada. Anteriormente, Murphy havia dito que não revelaria o tema do sétimo ano da série com antecedência, visando repetir o mistério feito ao redor de “Roanoke”, a trama da 6ª temporada da atração. Ainda sem título, a nova fase já têm confirmados os retornos de Sarah Paulson e Evan Peters, e começará a ser gravada em junho, com previsão de lançamento em 17 de setembro. Criada por Murphy e Brad Falchuk em 2011, “American Horror Story” já venceu 15 Emmys (o “Oscar da TV”) e dois Globos de Ouro, e encontra-se renovada até sua 8ª temporada.
José Loreto passa por cirurgia de emergência após crise de apendicite
O ator José Loreto, estrela do filme “Mais Forte que o Mundo – A História de José Aldo” (2016), sofreu uma cirurgia de emergência, após ser diagnosticado com uma crise de apendicite. Ele se sentiu mal na segunda-feira (13/2), procurou o Complexo Hospitalar de Niterói, no estado do Rio de Janeiro, e na terça foi operado. Segundo sua assessoria de imprensa, ele já teve alta e se recupera em casa, no Rio. “O ator José Loreto sentiu-se mal na última segunda-feira e foi diagnosticado com uma crise de apendicite. Prontamente assistido por uma equipe médica, Loreto passa bem”, informou a assessoria. O ator precisará ficar cerca de 15 dias de repouso. Por conta disso, será substituído na peça “A Paz Perpétua”, que vinha encenando.
Volta do diretor de O Chamado ao terror, A Cura é constrangedora
O fiasco de “O Cavaleiro Solitário” (2013), aquele filme em que Johnny Deep fazia o papel de Tonto, o índio trapalhão, exigia que o diretor Gore Verbisnki encontrasse urgentemente um filme que recolocasse sua reputação de realizador nas alturas. “A Cura” é essa aposta. Uma tentativa do cineasta de investir num caminho que já tinha trilhado com sucesso anteriormente: o terror – Verbinski se projetou como diretor de “O Chamado” (2002). O que, para os executivos da Fox, pareceu uma barbada. O resultado, contudo, é constrangedor. Verbinski e o roteirista Justin Haythe (também de “O Cavaleiro Solitário”) trabalham até um mote interessante, a história de um financista de Nova York (Dane DeHaan) que acaba internado numa clínica suíça e, cada vez que tenta escapar, uma força misteriosa parece prendê-lo ainda mais forte. Mas nada funciona no filme. O roteiro é mal estruturado, confuso e não revela habilidade nem mesmo para criar sustos. Uma cena é mais previsível que a outra. DeHaan (o Duende Verde de “O Espetacular Homem Aranha 2”) tem até o perfil ansioso adequado para perambular pelo sanatório dirigido por um médico (Jason Isaacs, da franquia “Harry Potter”) com sotaque alemão muito suspeito. É o tipo de cara que abre as portas e só depois pergunta se era proibido, mas cai tolamente numa armação, e não consegue provar pra polícia que realmente está sendo vítima dos médicos do sanatório. E essa situação se repete, se prolonga por intermináveis duas horas e meia. Nada prospera em cena, nem mesmo a atriz Mia Goth (“Ninfomaníaca: Volume 2”), que interpreta a filha do médico. Mia acaba sendo a expressão máxima da visão anêmica do filme: ela parece assombrada e morta de fome. Em seu fracasso, Verbinski é literalmente épico. Se o filme é ruim, pelo menos o visual é caprichado. A fotografia austera de Bojan Bozelli (outro egresso de “O Cavaleiro Solitário”) favorece o cinza e tons de verde, variando de bile a musgo. O vestuário de Jenny Beavan (“Mad Max: Estrada da Fúria”) capricha nas peças retro-góticas e os cenários de Eve Stewart (“Victor Frankenstein”) são opulentos e passam a ideia certa de frieza e morbidez. Depois de uma meia hora de filme, a sugestão de gelidez é perfeita. Isso, porém, só aumenta a sensação de desperdício. De que adianta o capricho na atmosfera, quando a trama não ajuda, o diretor se enrosca nos chavões e os atores dançam como loucos pelos cenários, já que as boas ideias estão lá, mas ninguém sabe muito bem que direção tomar? Enfim, se essa era a Cura que Verbinski almejava para seus males, não deu certo. Melhor tentar outra receita.











