Michael Bay insiste que Transformers: O Último Cavaleiro será seu último Transformers

O diretor Michael Bay voltou a dizer que “Transformers: O Último Cavaleiro” será o último filme da franquia “Transformers” que irá dirigir. Mas até ele acha difícil que o público acredite nisso.

“É um assunto complicado para mim. Todos os filmes dessa franquia eu disse que seriam meus últimos. Eu já vi mais de 120 milhões de fãs ao redor do mundo que amam os filmes, as grandes filas para o parque temático e as crianças da Make-A-Wish [ONG voltada a crianças com câncer] que visitam meu set, e tudo isso me traz de volta. Eu amo fazer esses filmes. Esse em especial foi muito divertido de filmar. Mas dessa vez talvez seja mesmo o último”, ele escreveu em seu site. Sim, é claro que Michael Bay tem um michaelbay.com na internet.

Bay também escreveu sobre o futuro da franquia: “Eu estou nessa franquia há 10 anos já. Para Transformers: O último Cavaleiro, nós criamos uma sala de roteiristas para expandir nossa mitologia e integrar todos os nossos filmes de uma maneira nova. Todos os filmes terão uma ligação entre si”.

No mesmo post, ele ainda incluiu a sinopse oficial da nova produção, “Transformers: O Último Cavaleiro”.

“O último Cavaleiro destrói os mitos relacionados à franquia Transformers e redefine o que é ser um herói. Humanos e Transformers estão em guerra, Optimus Prime se foi. A chave para salvar nosso futuro se esconde nos segredos do passado, na história secreta dos Transformers na Terra. A tarefa de salvar o planeta depende de uma aliança inesperada: Cade Yeager (Mark Wahlberg), Bumblebee, um Lorde inglês (Sir Anthony Hopkins) e uma professora de Oxford (Laura Haddock). Há um momento na vida de todos em que nós precisamos fazer a diferença. Em ‘Transformers: O último Cavaleiro’, os caçados se tornarão heróis e os heróis se tornarão vilões. Apenas um mundo sobreviverá: O deles ou o nosso”.

O filme estreia em 22 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna

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