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  • Série

    Atriz de Gilmore Girls entra na nova série sci-fi The Handmaid’s Tale

    5 de janeiro de 2017 /

    A atriz Alexis Bledel, a Rory de “Gilmore Girls”, está no elenco de “The Handmaid’s Tale”, série sci-fi da plataforma de streaming Hulu. Sua participação foi gravada em segredo e só anunciada agora, junto com a primeira foto de sua personagem (acima) e a data de estreia da atração. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” (e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”), a trama acompanha uma sociedade futurista e fundamentalista que, diante de desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, passa a explorar as mulheres como propriedade do estado. O elenco traz Elizabeth Moss como a protagonista feminina, Offred, forçada à servidão sexual para, na condição de uma das últimas mulheres férteis, cumprir seu papel na repopulação do planeta. Assim, ela é forçada a transitar entre comandantes, suas esposas cruéis e outros tipos perigosos, lidando com todos com um objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que está passando pelo mesmo tipo de treinamento e que serve como conexão de Offred com uma vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. O elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”) e Ann Dowd (série “The Leftovers”). Veja as demais fotos do elenco aqui. A adaptação foi criada por Bruce Miller (roteirista da série “The 100”) e a estreia está marcada para 26 de abril.

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  • Série

    Drew Barrymore vira zumbi em imagens de Santa Clarita Diet, nova série da Netflix

    5 de janeiro de 2017 /

    A Netflix divulgou os dois primeiros pôsteres e novas fotos de “Santa Clarita Diet”, série de humor negro protagonizada por Drew Barrymore (“Juntos e Misturados”) e Timothy Olyphant (série “Justified”). Uma das imagens, que mostra Barrymore coberta de sangue, confirma o rumor relacionado à trama da produção, que não foi muito bem explicada pelos releases do serviço de streaming. Trata-se, na verdade, de uma comédia zumbi. A descrição oficial da trama é genérica. A sinopse afirma que “a série conta a história de Sheila (Barrymore) e Joel (Olyphant), um casal de corretores de imóveis que reside em Santa Clarita, um local no subúrbio de Los Angeles com sua filha adolescente Abby (Liv Hewson), até que Sheila decide adotar uma mudança drástica, que levará suas vidas a um caminho de morte e destruição… mas de um jeito bom”. Esta tal mudança drástica virou um boato forte na internet, que a própria Barrymore acabou confirmando nesta semana, numa entrevista com o jornal USA Today. Ela irá mesmo se transformar em zumbi. Assim como parte da população de Santa Clarita, ela terá que lutar contra o desejo de se alimentar de carne humana, e contará com a ajuda do marido. Uma coisa sempre esteve clarita desde o começo: é uma comédia. O criador é Victor Fresco (série “Better Off Ted”) e a estreia está marcada para 3 de fevereiro.

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  • Filme

    Larissa Manoela vira nerd na primeira foto de seu novo filme, Meus 15 Anos

    5 de janeiro de 2017 /

    A atriz Larissa Manoela (“Carrossel”) publicou a primeira foto do filme “Meus 15 Anos” em seu Instagram, mostrando, além do elenco, como ficou seu visual para sua personagem, Bia, uma “nerdzinha”. De cabelos mais curtos, presos e de óculos, ela surgiu bem diferente, mas alguns fãs reclamaram que a preferiam de cabelos longos, sem entender direito que ator precisa mudar a aparência para viver seus personagens. Apesar disso, houve quem achasse que ela até ficou melhor. “Você tá linda com esse óculos, meu anjinho”, “Toda nerdzinha”, “Tá tão fofinha meu amor” e “Todos lindos” foram alguns dos comentários. O filme é uma adaptação do romance juvenil homônimo de Luiza Trigo e tem direção de Caroline Fioratti (da série “Unidade Básica”). A previsão de lançamento é para 29 de junho.

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  • Música

    Cinebiografia do guitarrista Django Reinhardt vai abrir Festival de Berlim

    5 de janeiro de 2017 /

    A organização do Festival de Berlim anunciou que sua edição de 2017 será aberta por “Django”, cinebiografia francesa sobre o lendário guitarrista de jazz Django Reinhardt. O filme também integrará a competição oficial do Urso de Ouro. “Django” é o primeiro longa-metragem dirigido por Etienne Comar, roteirista e produtor de obras como “Homens e Deuses” (2010), “Os Sabores do Palácio” (2012) e “Meu Rei” (2015). O ator francês de origem argelina Reda Kateb (“A Hora Mais Escura”) interpreta o papel principal, numa trama centrada na fuga de Reinhardt da Paris ocupada pelos nazistas, em 1943. Segundo o diretor do Festival de Berlim, Dieter Kosslick, o “perigo constante, a fuga e as atrocidades cometidas contra sua família não foram capazes de fazê-lo parar de tocar.” Reinhardt foi perseguido pelos nazistas por sua origem cigana. O presidente do júri deste ano será o cineasta holandês Paul Verhoeven, atualmente em cartaz nos cinemas com “Elle”, que concorre ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro e foi um dos 15 melhores filmes lançados em circuito limitado no Brasil em 2016. O Festival de Berlim ocorrerá entre 9 e 19 de fevereiro de 2017 na capital da Alemanha, e contará com a exibição de quatro longa-metragens brasileiros.

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  • Música

    James Van Der Beek vai viver o DJ Diplo em série de comédia

    5 de janeiro de 2017 /

    O ator James Van Der Beek, que encarnou o protagonista da série clássica “Dawson’s Creek” e, mais recentemente, esteve em “Don’t Trust the B—- in Apartament 23” e “CSI: Cyber”, vai voltar às séries para interpretar ninguém menos que o DJ e produtor musical Diplo. Intitulada “What Would Diplo Do?”, a comédia será a primeira série original do canal Viceland e terá seis episódios em sua 1ª temporada. A atração é baseada num vídeo promocional feito para o YouTube, intitulado “A Day in the Life”, que traz Van Der Beek interpretando Diplo, ao anunciar um evento organizado pelo DJ. O vídeo mostra uma versão exagerada da vida do produtor, que acorda ao som de uma harpista, conta com elfos para mixar suas produções e treina contra ninjas para evitar haters. Veja abaixo. Para quem não conhece Diplo, cujo nome real é Thomas Wesley Pentz, ele é parte das duplas eletrônicas Major Lazer e Jack Ü, além de ter uma bem-sucedida carreira solo e ser um produtor renomado, que já trabalhou com Madonna, Britney Spears, Justin Bieber, Beyoncé, Usher, Ellie Goulding e muitos mais. Ele também é fã do funk carioca e dirigiu um documentário, “Favela on Blast” (2008), sobre a cena. “What Would Diplo Do?” terá produção executiva de Van Der Beek e Diplo, que dividirão o trabalho de showrunners. O cineasta Spike Jonze (“Ela”), que é co-presidente da Viceland, também vai supervisionar o projeto. Já a direção ficou a cargo de Brandon Dermer, responsável pelo clipe “A New Beginning”, de Wolfie’s Just Fine, um dos 15 melhores de 2016 na lista da Pipoca Moderna.

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  • Filme

    Nem carisma de Jennifer Lawrence e Chris Pratt impede Passageiros de se perder no espaço

    5 de janeiro de 2017 /

    Desde Aristóteles, a narrativa ficcional é tradicionalmente conhecida por conter três atos bem definidos. “Passageiros” segue a tradição, mas parece não ter levado em conta que os atos precisam ter coerência entre si. Começando como um filme que parece querer usar a ficção científica para quase entrar em uma discussão filosófica sobre a solidão humana, a obra evolui para um romance com cara de novela e em seguida se entrega a um filme de ação e catástrofe espacial. Três atos. Cada um deles um filme diferente. “Passageiros” tem jeito de típico “filme de produtor”, e isso colocado de forma negativa. Sua premissa interessante – uma falha em uma nave que transportava centenas de humanos em hibernação faz com que um homem seja acordado décadas antes do previsto, condenado a passar o resto da vida sozinho naquela nave enquanto todos dormem – parece ter sido deformada para se tornar veículo para os astros Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) e Jennifer Lawrence (“X-Men: Apocalipse”). Então a versão “Náufrago” (2000) ou “Perdido em Marte” (2015) do primeiro ato é tão amaciada pelo jeito malandro do ator/personagem que nunca realmente nos importamos por ele estar naquela situação. Pelo contrário, suas escolhas ao longo da história vão criando uma antipatia que chega até ao relacionamento abusivo quando o romance se desenvolve. Os efeitos especiais impressionam e a cena da piscina em gravidade zero, tão explorada nos trailers, é o que de melhor “Passageiros” tem a oferecer. Mas o filme é cansativo e por vezes sem sentido, apostando na pirotecnia final para disfarçar um roteiro que não sabe para onde ir. Achando que poderia depender exclusivamente do carisma de seus astros, o diretor Morten Tyldum faz três filmes em um só, e nenhum deles é bom. Sem permitir um envolvimento emocional satisfatório com seus personagens e sem se preocupar em tornar crível os problemas enfrentados por estes, “Passageiros” é daquelas viagens chatas que só se salvam graças a uma o outra fala espirituosa do seu companheiro de jornada.

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  • Filme

    Eu, Daniel Blake humaniza o desespero do trabalhador desamparado pelo estado

    5 de janeiro de 2017 /

    O cineasta britânico Ken Loach chegou aos 80 anos de idade levando mais uma Palma de Ouro em Cannes, com “Eu, Daniel Blake”. A anterior foi conquistada em 2006, com “Ventos da Liberdade”. A filmografia do diretor é extensa e brilhante, envolve títulos como “Kes” (1969), “Vida em Família” (1971), “Agenda Secreta” (1990), “Terra e Liberdade” (1995), “Meu Nome é Joe” (1998), “Pão e Rosas” (2000) e “Jimmy’s Hall” (2014), para citar só alguns de seus trabalhos. Ele tem sólida formação política e um decidido e generoso olhar voltado para a classe trabalhadora. É um dos maiores críticos, no cinema, dos desmontes das políticas públicas voltadas para o bem-estar social. Em “Eu, Daniel Blake”, Loach mostra que uma política de serviço social, aparentemente destinada a proteger os mais pobres e as decorrências a que estão sujeitos, pode ser cruel e insensível, com relação àqueles que deveria apoiar. Benefícios concedidos por lei, como auxílio em situação de doença que incapacita temporariamente ao trabalho e o seguro desemprego, esbarram numa burocracia infernal, despropositada e, consequentemente, indutora de injustiça, deixando ao desamparo justamente quem lhes cabe proteger. Perguntas distantes do problema de saúde do trabalhador e totalmente inadequadas fazem parte de formulários a serem enviados somente pela Internet e os contatos se fazem por telefone ao bel prazer de um técnico que vai ligar para o trabalhador no dia e hora em que melhor lhe aprouver. Enquanto isso, o tempo passa e nada se resolve. Ou melhor, o aluguel deixa de ser pago, a luz é cortada e os mais pobres passam fome e frio dentro de casa. Quem é uma espécie de analfabeto digital, como o personagem Daniel, com 40 anos de experiência e habilidade para consertar de tudo, menos computadores, fica perdido em meio a dificuldades para ele insolúveis, na condição de viúvo, sem filhos ou netos para ajudá-lo. Assim humilhado, ele vai perdendo a própria dignidade. Além da burocracia, Ken Loach deixa claro também o quanto o espírito britânico rígido, em relação a normas e procedimentos, se torna cruel junto aos mais fracos. A famosa pontualidade inglesa se volta contra uma jovem que, com duas crianças, se perde na cidade em que acaba de chegar, mas não é atendida, em função de alguns minutos de atraso. O trabalhador é um número, tratado como objeto, para quem o sistema não é capaz de se dignar a olhar e compreender suas necessidades. Isso num período de crise e mudanças no paradigma econômico europeu, em época de desmanche do Estado de Bem-Estar Social. A filmagem de Loach mescla esse óbvio realismo crítico, capaz de revoltar qualquer pessoa de bom senso, a uma experiência emocional, que nos conta o que vivem e sentem os personagens envolvidos nessa trama kafkiana. Pessoas reais, com pensamentos e sentimentos, sua luta diária, seus valores, qualidades e defeitos, estão lá, num cinema soberbo, que exala humanismo. “Eu, Daniel Blake” tem no comediante Dave Johns um dedicado desempenho como protagonista dramático, que mantém uma leveza interpretativa muito apropriada ao tema tratado. E à situação, que é de deixar qualquer um louco, desesperado. Mas quem teve um ataque cardíaco precisa se conter a qualquer custo. A atriz Hayley Squires, no papel de Katie, a jovem a quem Daniel ajuda a sobreviver, é muito expressiva e afetiva em sua performance. O elenco, sem estrelas, é muito bom, inclusive o menino Dylan McKiernan. O roteiro é bem construído e todos os detalhes de cotidiano que aparecem são essenciais para a empatia com os dramas da classe trabalhadora em momentos de dificuldade. Não há excessos ou gordura na trama. O final é previsível, mas verdadeiro. “Eu, Daniel Blake” é um filme que pode ajudar algumas pessoas a compreenderem a realidade de uma classe social diferente da sua, experimentando com Daniel uma dimensão do cotidiano em que o respeito pelo outro vale muito. Julgar é fácil, entender é sempre muito difícil. Em tempos de redes sociais, barbaridades são postadas diariamente como se fossem verdades, elas refletem apenas a ignorância e a desinformação de seus autores. Se eles se dignassem a ver um filme como esse, quem sabe poderiam enxergar um pouco os preconceitos que os movem. Nosso mundo está cada vez mais carente de olhares como o de Ken Loach.

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  • Filme

    Sing Street é bela homenagem ao rock dos anos 1980 do diretor de Apenas uma Vez

    5 de janeiro de 2017 /

    É sinal dos tempos que um filme de tão bom nível quanto “Sing Street – Música e Sonho” (2016), que não foi produzido para streaming, vá parar direto na Netflix e similares, longe da tela grande, mesmo concorrendo ao Globo de Ouro de Melhor Filme de Comédia ou Musical e tendo chances de indicação ao Oscar. Trata-se de mais uma deliciosa obra de John Carney, o sujeito que adora musicais e que já juntou o seu amor pelas melodias e pelos relacionamentos nos lindões “Apenas uma Vez” (2007) e “Mesmo se Nada Der Certo” (2013). “Sing Street – Música e Sonho” segue a mesma linha, num retorno à Irlanda de “Apenas uma Vez”, mas com personagens mais jovens e em uma outra época, a década de 1980, destacando o que ela tem de atraente, inocente e saudosista. Trata-se basicamente da história de um rapaz que resolve montar uma banda de rock por causa de uma garota. E o filme conta essa história com uma simplicidade e uma beleza impressionantes. Como a moça, Raphina, é especialmente linda e sonhadora (Lucy Boynton, que estará no remake de “Assassinato no Expresso do Oriente”), é muito fácil para o espectador se colocar no lugar do jovem Conor (Ferdia Walsh-Peelo, que estará na 5ª temporada de “Vikings”). O processo da composição musical, como nos filmes anteriores de Carney, se mostra até mais interessante do que o próprio resultado, até porque as canções refletem o espírito de bandas influentes do período, a partir dos discos que o irmão mais velho (vivido por Jack Reynor, de “Transformer: A Era da Extinção”) apresenta ao roqueiro aspirante. Assim, se no começo sua banda segue uma linha próxima do Duran Duran, depois, quando ele conhece The Cure, a banda vai modificando o som e a imagem, até chegar ao ponto de ter um estilo próprio, ainda que bastante ligado ao espírito daquela época. Como os anos 1980 foram também a década dos videoclipes, a linguagem do gênero faz parte da identidade da banda e do filme, resultando em cenas muito divertidas. Para começar, a desculpa de Connor para atrair Raphina é que ela seja a modelo de um clipe. E para continuar a vê-la, ele segue produzindo clipes caseiros, realizados amadoramente para cada uma de suas canções. As músicas vão surgindo a partir de sentimentos e situações que acontecem na vida de Conor e mesmo na de Raphina, uma garota que sonha em ir embora para Londres e ter uma vida melhor. O que torna “Sing Street” especial é o modo como ele permite ao espectador adentrar esse mundo de sonho, abrindo um leque de possibilidades infinitas diante de obstáculos igualmente grandiosos, para mostrar que é possível realizar algo que tantos querem e muitos não conseguem por um motivo ou outro: fundar uma banda, conquistar a garota dos sonhos e ir embora com ela. A cena final é tão inacreditavelmente bela que a gente custa a acreditar. “Sing Street” corre atrás de seu sonho e deixa o público sem querer acordar.

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  • Moana
    Filme

    Moana é a primeira grande estreia de 2017 com lançamento em mais de mil salas

    5 de janeiro de 2017 /

    O primeiro fim de semana de 2017 já registra o primeiro grande lançamento do ano: a animação “Moana – Um Mar de Aventuras” chega em mais de mil salas. Nova princesa da Disney, Moana é a filha do chefe de uma tribo da polinésia, que resolve visitar a ilha mítica onde viviam seus ancestrais e na jornada conta com a ajuda do semideus Maui (voz de Dwayne Johnson na dublagem original). A produção volta a reunir a dupla Ron Clements e John Musker numa aventura marítima, quase três décadas após seu primeiro clássico do estúdio, “A Pequena Sereia” (1989). Grande sucesso internacional, já rendeu mais de US$ 200 milhões nos EUA e tem 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Outro destaque de distribuição ampla é “Passageiros”, sci-fi estrelada por dois astros de blockbusters: Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) e Jennifer Lawrence (“X-Men: Apocalipse”). Na trama, eles são viajantes interplanetários que despertam de uma hibernação 90 anos antes dos demais passageiros e precisam evitar uma catástrofe em sua espaçonave. Orçado em US$ 110 milhões, por enquanto o filme está rendendo US$ 61 milhões em duas semanas de exibição nos EUA. Para complicar, não emplacou entre a crítica, conseguindo apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes. Por aqui, será exibido em 650 salas, incluindo 3D e 4D. Os cinemas dos shopping centers ainda recebem o terror “Dominação”, que coloca um diretor de blockbuster (Brad Peyton, de “Terremoto – A Falha de San Andreas”) à frente de um produção com orçamento de trash. Na trama, um exorcista com poderes psíquicos (Aaron Eckhart, de “Sully”) tem suas habilidades confrontadas por um menino possuído (que quando crescer vai virar Batman na série “Gotham”). O que apavora mesmo é que, apesar de ter custado somente US$ 5 milhões, o horror está dando prejuízo (US$ 6,3 milhões arrecadados em todo o mundo!) e amarga só 14% no índice do Rotten Tomatoes. Vai assombrar 196 salas. Por outro lado, “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” está sendo subestimado com uma distribuição limitada a 50 salas. Fantasia com muitos efeitos visuais e uma das maiores bilheterias do ano na Europa, o filme dirigido pelo espanhol J.A. Bayona (“O Impossível”) acompanha a amizade entre um menino, cuja mãe está muito doente, e um monstro dublado por Liam Neeson (“Perseguição Implacável”). A mãe, por sua vez, é Felicity Jones (“Rogue One: Uma História Star Wars”). Coberto de elogios e líder em indicações ao Goya (o Oscar espanhol), a produção tem 89% de aprovação da crítica americana. Dois longas exibidos em Cannes também se destacam nos cinemas de arte. O vencedor da Palma de Ouro, “Eu, Daniel Blake”, do britânico Ken Loach, leva sua denúncia da burocracia e desumanização da previdência social a 24 salas. Em circuito similar, “O Apartamento”, premiado como Melhor Roteiro e Ator em Cannes, volta a trazer o tema favorito do iraniano Asghar Farhadi: a dissolução de um relacionamento, desta vez após a mulher sofrer uma agressão (que pode ser sexual) e esconder do marido. O português “John From” fecha o circuito com exibição em duas salas (o Cine Jóia Copacabana, no Rio, e o Cine Brasília, na capital federal). O roteiro conta a história de uma adolescente entediada que se interessa por um vizinho bem mais velho e tenta atrair sua atenção. O belo uso de cores em sua cinematografia é o maior atrativo da produção, que também passou no circuito de festivais europeus, porém sem conseguir se destacar com premiação. Clique nos títulos dos filmes para ver os trailers de cada produção.

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    Veja 6 cenas inéditas e 27 fotos de Resident Evil 6: O Capítulo Final

    5 de janeiro de 2017 /

    A Sony divulgou 6 cenas inéditas, sem legendas, e 27 fotos de “Resident Evil 6: O Capítulo Final”. Entre as prévias, é possível ver o momento em que Alice (Milla Jovovich) e Claire (Ali Larter, desaparecida desde “Resident Evil 4: Recomeço”) se reencontram na franquia. Na trama, a Corporação Umbrella desenvolveu uma cura para o vírus zumbi e, para salvar a humanidade, Alice (Milla Jovovich) lidera um grupo de voluntários numa missão de busca na Colmeia, como o QG do mal é conhecido. Mas lá encontra novamente o programa de defesa da Rainha Vermelha e o vilão Dr. Alexander Isaacs (Iain Glen, de “Game of Thrones”, visto pela última vez em “Resident Evil 3: A Extinção”). O elenco ainda inclui a australiana Ruby Rose (série “Orange Is the New Black”), o irlandês Eoin Macken (série “The Night Shift”), o cubano William Levy (“O Clube das Mães Solteiras”) e o modelo e apresentador de TV japonês Rola (sério). Novamente dirigido por Paul W.S. Anderson, o último “Resident Evil” tem previsão de estreia para 26 janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Super-heróis e supervilões de Lego Batman ganham pôsteres individuais

    5 de janeiro de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou 10 novos pôsteres da animação “Lego Batman – O Filme”, spin-off de “Uma Aventura Lego” (2014). As imagens reproduzem, em estilo grafite, os principais personagens do filme: super-heróis como Batman, Robin e Batgirl, e supervilões como Coringa, Mulher-Gato e Arlequina. Na versão original, a voz de Batman é feita por Will Arnett, que dublou o herói em “Uma Aventura Lego”. Além dele, o elenco de dubladores americanos destaca Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”) como Robin, Rosario Dawson (série “Luke Cage”) como Batgirl, Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Coringa, Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”) no papel de Alfred, Jenny Slate (série “Married”) como a voz da Arlequina e até a cantora Mariah Carey (“O Mordomo da Casa Branca”) como a Prefeita de Gotham City. O roteiro foi escrito por Seth Grahame-Smith (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) e a direção está a cargo de Chris McKay (série “Frango Robô”), que trabalhou como supervisor de animação de “Uma Aventura Lego”. “Lego Batman” tem estreia marcada para 9 de fevereiro de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Intérprete de Chiquinha compartilha foto como a personagem de Chaves de férias em Acapulco

    4 de janeiro de 2017 /

    A atriz María Antonieta de las Nieves voltou a vestir a roupa da Chiquinha, da série mexicana “Chaves”, ao compartilhar em seu perfil no Facebook as fotos de suas férias. Nas imagens, ela registra a volta da personagem a Acapulco, no México, mesmo balneário onde foi gravado um dos episódios mais lembrados pelos fãs da série, em 1977, há exatos 40 anos atrás. “Desfrutando minhas férias em Acapulco”, escreveu a humorista, vestida de Chiquinha na sacada de um hotel da cidad. A um dos fãs que comentaram na publicação, a atriz confessou: “É um dos meus episódios favoritos”.

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    Veja três novas cenas legendadas da sci-fi Passageiros com Chris Pratt e Jennifer Lawrence

    4 de janeiro de 2017 /

    A Sony Pictures divulgou três novas cenas legendadas da sci-fi “Passageiros”. As prévias mostram Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) descobrindo que está sozinho no espaço e, posteriormente, tentando consertar a nave e precisando ser salvo por Jennifer Lawrence (“Jogos Vorazes”), numa cena intensa de efeitos visuais e ação. Na trama, os dois despertam de uma longa hibernação numa nave espacial em jornada para outro planeta. O problema é que acordaram cedo demais, muito antes dos demais tripulantes, com 90 anos de viagem pela frente. Para piorar, qualquer possibilidade de romance terá que sobreviver a uma catástrofe que pode custar suas vidas. Apesar da sinopse se limitar aos dois personagens, o filme também inclui em seu elenco Michael Sheen (série “Masters of Sex”), Laurence Fishburne (série “Hannibal”), Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”) e Aurora Perrineau (“Jem e as Hologramas”). Com roteiro de Jon Spaihts (“Prometheus”) e direção do norueguês Morten Tyldum (indicado ao Oscar por “O Jogo da Imitação”), “Passageiros” estreia nesta quinta (5/1) no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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