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    Novos comerciais de Kong: A Ilha da Caveira revelam ligação com Godzilla

    25 de janeiro de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou quatro comerciais de “Kong: A Ilha da Caveira”, repletos de cenas inéditas. Além de mostrar que Tom Hiddleston (“Thor”) e Brie Larson (“O Quarto de Jack”) não estão na mesma sintonia de Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”), um dos vídeos ainda revela ligação com “Godzilla” (2014), ao fazer referência a testes atômicos no Pacífico. Um dos futuros projetos dos produtores é justamente um filme que juntará King Kong e Godzilla. “Kong: A Ilha da Caveira” se passa nos anos 1970 e mostra uma expedição militar à ilha do título. O elenco inclui ainda John Goodman (“Argo”), John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”), Corey Hawkins (“Straight Outta Compton”), Thomas Mann (“Dezesseis Luas”), Jason Mitchell (também de “Straight Outta Compton”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Tom Wilkinson (“Batman Begins”) e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”). O roteiro foi escrito por John Gatins (“O Voo”), Max Borenstein (“Godzilla”) e Derek Connolly (“Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros”), e a direção está a cargo de Jordan Vogt-Roberts (“The Kings of Summer”), que fará sua transição de cineasta indie para uma grande produção de Hollywood. A estreia está marcada para 9 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Mary Tyler Moore (1936 – 2017)

    25 de janeiro de 2017 /

    Morreu a atriz Mary Tyler Moore, estrela da série pioneira que levava seu nome, vencedora de seis prêmios Emmy e indicada a um Oscar de Melhor Atriz por “Gente como a Gente” (1980). Ela faleceu nesta quarta (25/1), aos 80 anos. “Hoje, nosso amada e icônica Mary Tyler Moore faleceu aos 80 anos na companhia de amigos e de seu marido por 33 anos, Dr. S. Robert Levine”, disse sua agente Mara Buxbaum em comunicado. “Uma grande atriz, produtora e apaixonada defensora da Fundação pela Pesquisa da Diabetes Juvenil, Mary vai ser lembrada como uma destemida visionária que transformou o mundo com seu sorriso.” O sorriso marcante da atriz era mencionado na música-tema (“Quem pode ligar o mundo com seu sorriso?”) da série batizada com seu nome. Mas muito antes disso já chamava a atenção na TV. Afinal, sua carreira começou como atriz mirim, em comerciais dos anos 1950. Nascida no Brooklyn, em Nova York, em 1936, Mary se mudou com a família para Los Angeles quando tinha 8 anos. O sonho de infância de virar dançarina acabou se tornando seu primeiro papel, escalada como bailarina em diversas séries e filmes, antes de ter direito às primeiras falas. Ela rodopiou por inúmeras atrações sem chamar atenção, até cair nas graças do produtor Carl Reiner, que lhe deu seu primeiro personagem fixo na série “The Dick Van Dyke Show”. Mary despontou para o estrelato ao interpretar uma dona de casa suburbana, apesar de ter só 25 anos, casada com Dick Van Dyke, 11 anos mais velho que ela. Exibida entre 1961 e 1966, na rede americana CBS, “The Dick Van Dyke Show” também marcou seu primeiro choque com o conservadorismo americano. Afinal, ela aparecia na série de calças capri, em vez de vestidos. Os mais velhos reclamaram. E as calças viraram moda. Sucesso de público, a personagem Laura Petrie lhe rendeu sua primeira indicação ao Emmy em 1963, seguida por duas vitórias na premiação, em 1964 e 1966, que abriram as portas de Hollywood. E foi amor à primeira vista. O famoso sorriso de Mary chegou a roubar as cenas de Julie Andrews na comédia “Positivamente Millie” (1967), seduzir George Peppard em “À Caça de um Clandestino” (1968) e encantar até Elvis Presley em “Ele e as Três Noviças” (1969). A fama atingiu proporções tão grandes que os produtores da rede CBS lhe propuseram um negócio que poucas mulheres poderiam esperar naquela época: sua própria série, com seu nome, com ela própria produzindo, a partir de sua empresa, que ela ainda não tinha. Se o negócio a transformava numa das mulheres mais poderosas da indústria do entretenimento, “The Mary Tyler Moore Show”, que no Brasil foi exibida simplesmente como “Mary Tyler Moore”, também impressionou pela ousadia de sua temática feminista. O título confundia muita gente no Brasil, já que a personagem se chamava Mary Richards. Mas a mensagem não deixava dúvidas: aquela Mary era uma mulher sensacional. Ainda era 1970, e enquanto a maioria das atrizes da TV interpretava donas de casa, Mary era definitivamente solteira e não buscava um marido como objetivo de vida. Ao contrário, sua dedicação era ao trabalho e às amigas, ainda que a descrição da personagem dizia que ela não tinha “sorte no amor”. Primeira mulher independente da TV americana, Mary Richards era uma jornalista recém-chegada na cidade de Minneapolis, que conseguia um emprego numa estação de TV local. Na verdade, era tão incomum ver mulheres trabalhando em redações de telejornais, que Mary foi a primeira profissional feminina do programa fictício da série, e precisou enfrentar muito machismo para ser levada a sério. Sua personagem inclusive cobrava igualdade salarial aos colegas de trabalho do sexo masculino. Mas “Mary Tyler Moore” também mostrava a vida da personagem nas horas de folga, revelando a amizade com a senhoria idiossincrática, a vizinha fashionista e outras mulheres em diferentes estágios de vida, apresentando temas até então inéditos na TV, como – escândalo! – o uso de anticoncepcionais. O programa virou ícone feminista, mas também representou como poucos o zeitgeist da década de 1970. O mais impressionante é que o pioneirismo não espantou o público. Ao contrário, “Mary Tyler Moore” ficou no ar entre 1970 e 1977, rendendo grande audiência e mais prêmios para atriz. Ela concorreu ao Emmy durante todos os anos em que a série foi exibida, vencendo em mais três oportunidades. O sucesso foi tanto, que se desdobrou numa coleção de spin-offs, dedicados à amiga fashionista Rhoda (Valerie Harper), à senhoria Phyllis (Cloris Leachman) e ao editor Lou Grant (Edward Asner). Logo ao final da produção, a atriz despontou no cinema, vivendo uma mãe amargurada pela morte do filho mais velho no drama “Gente como a Gente” (1980), estreia na direção do ator Robert Redford. Pelo papel, foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz. A produção acabou vencendo o Oscar de Melhor Filme e Direção, e não falta, até hoje, quem considere estes prêmios um equívoco provocado pelo carisma de Redford, querido em Hollywood – “Gente como a Gente” e Redford venceram simplesmente a obra-prima “O Touro Indomável” e seu cineasta, Martin Scorsese. Em paralelo à produção, Richie, seu filho do primeiro casamento, morreu devido ao disparo acidental de uma espingarda, aos 24 anos. “Gente como a Gente” virou gente como Mary Tyler Moore. E ela sentiu o baque. Seja por qual motivo, o fato é que, o que parecia um começo promissor para sua carreira cinematográfica, acabou dando em nada. Ela teve apenas outro papel de protagonista no cinema, em “Só Entre Amigas” (1986), de Allan Burns, e pouquíssimos trabalhos de coadjuvante. A atriz também não conseguiu emplacar outra série de sucesso, mesmo usando seu nome (“The Mary Tyler Moore Hour” e “Mary”) como chamariz. Entretanto, sempre que a CBS produzia um especial de reencontro do elenco da “Mary Tyler Moore” original, a audiência disparava. Foram vários, entre eles um especial de aniversário de 20 anos, exibido em 1991, e um telefilme de duas horas, “Mary and Rhoda” (2000), que mostrava o que tinha acontecido com as duas grandes amigas, 30 anos depois. O sucesso desta produção rendeu nova reunião com todo o elenco, dois anos depois. A verdade é que a TV continuou cultivando a idolatria da série por anos a fio, a ponto de realizar um reencontro informal há pouquíssimo tempo, com todo as atrizes originais num episódio do sitcom “Calor em Cleveland” (Hot in Cleveland), exibido em 2013. Além de trabalhar como atriz, Mary experimentou colocar em prática o modo de vida que pregava diante das câmeras. Virou uma empresária bem-sucedida, após a companhia que criou para produzir “Mary Tyler Moore” em 1970, a MTM Enterprises, lançar novos sucessos nos anos 1980, como as séries aclamadas “Bob Newhart Show” e “Hill Street Blues”, além de produzir vários espetáculos na Broadway. O negócio foi vendido em 1988 por US$ 320 milhões, quando ela decidiu se “aposentar”. Com o dinheiro, passou a trabalhar apenas por prazer, fazendo o que realmente tivesse vontade. Com o tempo livre, Mary escreveu duas autobiografias, em que revelou os bastidores de sua tumultuada vida pessoal, reconhecendo ser alcóolatra, além de relatar o perigo que isso representava por sofrer de diabetes. Em 2011, ela foi diagnosticada com um tumor no cérebro, passou por uma cirurgia para a retirada de um meningioma – tumor benigno que se desenvolve nas meninges – , e parecia recuperada. A causa de sua morte não foi informada. Relembre abaixo o episódio piloto de “Mary Tyler Moore” e a versão punk rock de Joan Jett para a música-tema da atração.

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  • Filme

    Empresa de adestramento de Quatro Vidas de um Cachorro vai processar responsáveis pelo vídeo de maus tratos

    25 de janeiro de 2017 /

    A Birds & Animals Unlimited, empresa que forneceu os animais para as gravações do filme “Quatro Vidas de um Cachorro”, pronunciou-se contra o vídeo de supostos maus tratos, divulgado na última semana pelo site TMZ. “Um vídeo falsamente editado foi divulgado na mídia. Ele retrata um cão sendo forçado a entrar em uma piscina contra a sua vontade e sugere que o cão ficou traumatizado como resultado. Tal coisa não ocorreu, nem aconteceria sob a supervisão de nossos treinadores de animais”, diz o comunicado na página oficial da empresa. A empresa acusa a edição do vídeo de distorcer o que realmente aconteceu e informa que irá tomar medidas legais para se defender do que ela chama de “difamação feita pela imprensa”. Atualmente, a empresa estuda se irá processar apenas quem fez e editou o vídeo com má-intenção ou se também incluirá o site TMZ, que o divulgou, e até a PETA, ONG de defesa de animais que estaria usando o vídeo como instrumento de propaganda contra a companhia. Para esclarecer a opinião pública, a companhia afirma que em todos os momentos em que o cachorro Hercules esteve gravando, havia dois treinadores na borda da piscina, um treinador dentro da água, um dublê e um salva-vidas, de modo a impedir que o ele se machucasse. Segundo o comunicado, o animal gravou diversas tomadas bem-sucedidas durante o dia, mas o problema começou quando foi pedido que mudasse o ponto em que deveria entrar na água, longe de onde tinha sido ensaiado. “Quando a câmera foi ligada, o treinador na água começou a chamar o cão. Rapidamente se tornou aparente que Hercules não queria entrar na piscina naquele local. O que aparece no vídeo editado, e que durou menos de um minuto, é Hercules insistindo em voltar ao seu ponto de partida original. E ele foi levado para o fim da piscina de onde ele tinha sido condicionado a entrar, e fez a cena com alegria”, completa a explicação. “Não podemos identificar a voz que aparece na fita dizendo ‘Só o jogue dentro’, mas havia muitas pessoas no set e não era ninguém com qualquer autoridade sobre o bem-estar de Hércules”, completa a empresa. Sobre os momentos em que o animal fica submerso no fim do vídeo divulgado, o comunicado afirma o seguinte: “Enquanto nadava na piscina, a corrente o levou mais perto da parede no final da piscina do que tinha levado anteriormente. Quando o cão atingiu a parede, ele foi brevemente submerso e o mergulhador e treinador imediatamente o empurraram para a superfície. Os treinadores ao lado da piscina puxaram-no para fora da água. Hércules sacudiu a água e balançou a cauda.” Logo após à divulgação do comunicado oficial da empresa, a ONG PETA contra-atacou com seu próprio comunicado, voltando a acusar a Birds & Animal Unlimited de maus tratos. “As filmagens perturbadoras do set de ‘Quatro Vidas de Um Cachorro’ surgiram apenas alguns dias após a investigação da PETA sobre a Birds & Animals Unlimited – a companhia que forneceu cães para o filme – revelar que os cães eram mantidos em canis áridos e forçados a dormir no frio, os animais não recebiam alimentação adequada para que eles ficassem com fome enquanto estavam sendo treinados para fazer truques, e outros animais foram negados cuidados veterinários adequados e viviam em condições sujas. Aqueles que conduzem o filme querem que ele tenha sucesso, mas mesmo o produtor do filme, Gavin Polone, admitiu que o incidente não deveria ter ocorrido”, afirma a ONG, referindo-se a um texto assinado por Polone para o site The Hollywood Reporter.

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    Novo filme de Laís Bodansky entra no Festival de Berlim, que terá recorde de brasileiros

    25 de janeiro de 2017 /

    O Festival de Berlim anunciou a inclusão de mais dois filmes brasileiros em sua programação. A nova leva, revelada nesta quarta-feira (25/1), acrescenta o longa “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky, e o curta “Vênus – Filó, a Fadinha Lésbica”, de Sávio Leite. Os dois filmes se juntam a uma seleção recorde de filmes brasileiros no festival alemão, um dos mais importantes do mundo. Ao todo, oito longa-metragens farão parte do evento, incluindo o documentário “No Intenso Agora”, de João Moreira Salles, e as ficções “Vazante”, de Daniela Thomas, “Pendular”, de Júlia Murat, “Mulher do Pai”, de Cristiane Oliveira, “As Duas Irenes”, de Fábio Meira, “Rifle”, de Davi Pretto, e “Joaquim”, cinebiografia de Tiradentes dirigida pelo cineasta Marcelo Gomes, que participará da mostra competitiva. O filme de Laís Bodanzky (“As Melhores Coisas do Mundo”) entrou na mostra Panorama. “Como Nossos Pais” tem Maria Ribeiro (“Tropa de Elite”) como protagonista e conta a história de uma mulher em conflito diante da criação dos filhos, os objetivos profissionais e a relação conturbada com a mãe. Em comunicado, a diretora comemorou a oportunidade de exibir seu filme para o público internacional. “A estreia mundial é sempre muito importante para um filme, porque define o rumo que ele pode tomar. Ter a oportunidade de exibir ‘Como Nossos Pais’ em um festival da linha A como o de Berlim é realmente uma grande conquista”, afirmou Laís, que também comemorou o recorde de filmes brasileiros no festival. “Fico muito feliz de fazer parte desse momento.” Já o curta de Sávio Leite é uma animação inspirada num poema de Hilda Hilst, que leva o mesmo nome, sobre uma fada que “vestia-se como rapaz para enganar mocinhas”. O Festival de Berlim 2017 vai acontecer entre os dias 9 e 19 de fevereiro na capital alemã.

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    ONGs brasileiras também planejam protestos contra Quatro Vidas de um Cachorro

    25 de janeiro de 2017 /

    Apesar dos desmentidos e dúvidas levantadas sobre a edição do vídeo de supostos maus tratos no set de “Quatro Vidas de um Cachorro”, ONGs de defesa dos direitos dos animais pretendem realizar protestos contra a estreia do filme, inclusive no Brasil, onde o lançamento acontece nesta quinta-feira (26/1). A ONG Peta (People for the Ethical Treatment of Animals) é a principal inimiga da produção e não esconde seus planos de usar o filme como marco de sua campanha para impedir que animais atuem no cinema. Para a Peta, todos os bichos em todos os filmes deveriam ser criados por computador. A entidade promove uma massiva campanha online com a hashtag #BoycottADogsPurpose (#BoicoteQuatroVidasDeUmCachorro) e já anunciou que pretende ir às portas dos cinemas nos Estados Unidos para constranger quem quiser assistir à estreia. No Brasil, a apresentadora de TV e ativista Luisa Mell revelou que pretende encabeçar uma campanha online com o seu instituto. Mas seu objetivo não é o mesmo da Peta. “Estamos em contato com mais três ONGs para que as pessoas troquem seus ingressos por uma doação para uma delas. A ideia é que elas não assistam ao filme e façam uma doação no valor que gastariam com os ingressos. Assim o dinheiro que iria para o estúdio ajudará no bem-estar de algum animal”, ela explicou, em entrevista ao UOL. Ironicamente, Luisa Mell era uma das fãs do livro homônimo de W. Bruce Cameron que estava “ansiosíssima” para ver a adaptação. Na história de “Quatro Vidas de um Cachorro”, o cãozinho Bailey morre e renasce várias vezes, como diferentes cachorros, até reencontrar seu primeiro dono, muitos anos depois. Para isso, vários cães de diversas raças foram usados durante as filmagens. “Li o livro e fiquei apaixonada, é lindo. E aí foi um horror ver que mesmo um filme que vai falar do amor pelos cachorros usa crueldade para fazer isso”, disse, referindo-se ao vídeo publicado pelo site TMZ, que mostra um cachorro aparentemente sendo jogado na água contra sua vontade para fazer uma cena. “Quando se faz um filme, o adestrador tem que ter poder para barrar uma cena como essa. Fiquei super chateada, horrorizada e decepcionada”, completou Mell. Na página do Facebook do Instituto Luisa Mell, a publicação do vídeo dos maus tratos teve mais de 160 mil compartilhamentos e quase 70 mil comentários. “A parte boa é que hoje em dia tem internet, isso viraliza e ninguém aceita mais. Tenho certeza que muitos filmes já utilizaram de maus tratos e nem ficamos sabendo. Hoje em dia cai nas redes e surge um movimento gigante. Todo mundo indignado. É uma grande lição para Hollywood e para todo o mundo do entretenimento. A sociedade não aceita mais esse tipo de crueldade. Não existe justificativa para maus tratos. Eles vão pensar mais antes de fazer isso, pois já é um fracasso. Que sirva de lição”, opinou a ativista. Além dela, Juliana Camargo, presidente da Ampara Animal, também planeja uma ação online para estimular o boicote ao filme. A ONG, que é formada exclusivamente por mulheres, atua em ações para cuidar de cães e gatos rejeitados e abandonados. A Ampara conta com o apoio de diversos famosos como Sabrina Sato, Cléo Pires e Fernanda Paes Leme. “A divulgação que o Peta fez pode colocar tudo a perder. Acredito que isso realmente vá acontecer. Muita gente que eu conheço e ia assistir o filme já desistiu. A manifestação nas redes sociais também tem sido muito maior do que nós imaginávamos. A ideia é fazer que as pessoas leiam o livro e não frequentem o cinema”, explica Juliana. A presidente da Ampara também lembra que o selo de aprovação de que animais não sofreram nas gravações – uma das justificativas usadas para tentar salvar o filme – pode não significar muita coisa. “Essa questão do selo pode ser uma coisa positiva, o problema é por qual instituição ela vai ser feita. Uma ONG que nós conhecemos há muito tempo e que sempre nos ajudou a trabalhar contra a exploração animal estava trabalhando em prol do hipismo porque recebeu apoio de um atleta. Infelizmente isso acontece, as instituições são corrompidas. Nunca é 100% confiável.” Fernanda Barros, presidente e fundadora do Projeto Segunda Chance, uma associação que realiza o trabalho de recuperação física e emocional de cães e gatos, contou na mesma reportagem que também estava ansiosa pelo filme e agora aconselha a evitá-lo. “Chorei que nem louca quando assisti o trailer, estava contando os dias para assistir. Mas agora estou decidida que não darei meu dinheiro para quem lucra com sofrimento. As pessoas sempre tentam achar uma justificativa, inclusive nos acusando de radicais. É tudo desculpa esfarrapada e o bem-estar do animal fica por último como sempre.” A Universal Pictures, distribuidora de “Quatro Vidas De Um Cachorro”, conduz uma investigação ao lado da Amblin Entertainment, que produziu o filme. Em uma nota enviada à imprensa, o estúdio garante que todos os protocolos foram seguidos e que Hercules, o pastor alemão que aparece no polêmico vídeo, está “feliz e saudável”. Enquanto isso, o autor do livro e roteirista do filme W. Bruce Cameron, o produtor Gavin Polone e a empresa que forneceu o pastor alemão para as filmagens se posicionaram, reforçando a questão de que o vídeo divulgado pelo TMZ foi editado para que parecesse que fosse apenas um take, sendo que as cenas foram gravadas separadamente. Embora a polêmica tenha levado ao cancelamento da pré-estreia do filme e da entrevistas com o elenco nos Estados Unidos, as datas de estreia foram mantidas em todos os países. No Brasil, “Quatro Vidas de um Cachorro” estreia na quinta (26/1).

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    Saiba por que Aquarius não tinha chance nenhuma de ser indicado ao Oscar

    25 de janeiro de 2017 /

    A escolha do representante do Brasil para disputar uma vaga no Oscar polarizou a comunidade cinematográfica brasileira. Mesmo tendo sido preterido por “Pequeno Segredo”, muitos ainda apostavam em indicações para a atriz Sonia Braga, inclusive críticos do exterior. Resenhistas do jornal The New York Times chegaram até a defender indicação para o diretor Kleber Mendonça Filho! Mas a Academia não incluiu “Aquarius” em nenhuma categoria, durante a divulgação dos indicados ao Oscar 2017 na terça (24/1). Assim, quando o filme surgiu no César, o Oscar francês, um dia depois, as redes sociais explodiram em protestos contra o “governo ilegítimo” e golpista, que, ao barrar o drama de Kleber Mendonça Filho no Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, arrefeceu suas chances em todas as demais categorias. Como teorias de conspiração não precisam de muita explicação, esta poderia entrar para os anais da História. Não fosse o trabalho básico de jornalismo de Marcelo Bernardes, blogueiro da Folha de S. Paulo, radicado em Nova York. Em seu blog, Baixo Manhattan, ele publicou uma imagem do informativo oficial da Academia, com a lista, em ordem alfabética, de todos os filmes inscritos para concorrer ao Oscar 2017. Veja o detalhe da página que interessa abaixo deste texto. Apenas filmes inscritos podem ser indicados. E até favoritos ao Framboesa de Ouro de Pior Filme, como “Zoolander 2”, “Independence Day: O Ressurgimento” e a comédia “Tirando um Atraso”, foram inscritos na disputa. Entretanto, “Aquarius” não foi. Bastava acessar a lista de inscritos para descobrir o principal motivo da ausência completa de “Aquarius” no Oscar. “Aquarius” jamais poderia ter recebido indicações ao Oscar, porque seus produtores americanos não cumpriram a etapa burocrática de preencher a ficha de inscrição ao prêmio. Quando Kleber Mendonça Filho disse ao site americano Screen Daily que tinha fechado distribuição nos EUA com a Vitagraphic Films e que tentariam indicação de Sônia Braga ao Oscar, a Pipoca Moderna foi o único site brasileiro a chamar atenção para o problema criado pela escolha de parceiro. Na ocasião, escrevemos: “Embora a indicação de Sônia tenha muita torcida, é importante dimensionar a campanha do filme, que não seria muito diferente caso tivesse sido escolhido como representante brasileiro para a categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A distribuidora americana Vitagraph é muito pequena, nem canal tem no YouTube, e não contará com grande orçamento para divulgar a estreia do filme nos cinemas, que dirá bancar corrida ao Oscar”. O texto original ainda destacou o histórico brasileiro na competição: “Vale lembrar que Fernanda Montenegro teve apoio do estúdio Sony Pictures Classics quando conseguiu sua indicação ao Oscar por ‘Central do Brasil’ (1998), enquanto as diversas indicações de ‘Cidade de Deus’ (2002) ocorreram com empurrão da Miramax, dos irmãos Weinsten, que sabem como poucos o que fazer para conquistar Oscars.” Marcelo Bernardes tentou contatar a Vitagraph para ter uma posição oficial, mas a distribuidora não respondeu aos pedidos de informação. Ele buscou, então, a repercussão do fato nos EUA. “É algo bastante insólito. Sou muito fã do filme desde que o assisti pela primeira vez em Cannes”, disse Pete Hammond, editor e principal crítico do site Deadline. Já um produtor de Nova York, especializado em lançamentos de filmes estrangeiros e que pediu para não ser identificado, foi ainda mais incisivo: “Trata-se de um desrespeito total por parte do distribuidor do filme, uma decisão bem atroz, se você quer mesmo minha opinião sincera”. Toda a torcida por “Aquarius” não adiantava nada. Veja para crer, na imagem abaixo.

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    Vídeo compara cenas de La La Land com os musicais clássicos do cinema

    25 de janeiro de 2017 /

    Muito tem se falado das influências/homenagens de “La La Land”. O cineasta Damien Chazelle nunca escondeu que boa parte das coreografias do filme, indicado a 14 Oscars, foi inspirada em musicais clássicos. Pois a editora espanhola de vídeos Sara Preciado resolveu fazer uma montagem comparando a produção estrelada por Emma Stone e Ryan Gosling com os filmes da Era de Ouro do cinema. A montagem abaixo compara cenas de “La La Land” com algumas de suas inspirações diretas, entre elas “Cantando na Chuva” (1952), “Duas Garotas Românticas” (1967), “Os Guarda-Chuvas do Amor” (1964), “Sinfonia de Paris” (1951), “Cinderela em Paris” (1957), “Um Dia em Nova York” (1949), “Amor, Sublime Amor” (1961) e até “Grease: Nos Tempos da Brilhantina”. Veja abaixo

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    Fox anuncia saída da operadora Sky Brasil

    25 de janeiro de 2017 /

    O grupo Fox anunciou em um comunicado enviado à imprensa que não permanecerá na programação da Sky Brasil, a segunda maior operadora de TV paga do país. A saída acontecerá já na próxima semana. A partir de quarta (1/2), os assinantes da SKY Brasil não terão mais acesso aos canais do grupo Fox – o que inclui, além do próprio canal Fox, os canais Fox Life, FX, Fox1, Fox Action, Fox Sports, Fox Sports 2, Nat Geo e Nat Geo Wild. Segundo a declaração oficial, as duas empresas não conseguiram chegar a um acordo sobre a renovação da distribuição dos seus canais, por não alcançar as condições necessárias para o serviço. A coluna de Mauricio Stycer no UOL também aponta como razão dificuldades para incluir o pacote premium da Fox na Sky. O comunicado, porém, afirma que a Fox continuará negociações para retornar no futuro para a operadora. Vale lembrar que a série “The Walking Dead”, exibida pela Fox, possui a maior audiência da TV paga no Brasil. Além desta atração, o canal prepara o lançamento de atrações bastante aguardadas para os próximos meses, como “24: Legacy”, “Legion” e o retorno de “Prison Break”.

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    Meryl Streep comemora sua 20ª indicação ao Oscar dançando

    25 de janeiro de 2017 /

    Meryl Streep, a atriz que Donald Trump chama de “superestimada”, resolveu comemorar sua 20ª indicação ao Oscar, recorde absoluto na premiação, com um comunicado diferente à imprensa. Em vez de um textão, ela enviou um gif animado para os jornalistas de seu mailing, em que aparece dançando bem alegremente. Ela foi indicada ao Oscar 2017 por sua atuação no filme “Florence: Quem é Essa Mulher?” (leia a crítica do filme aqui). A atriz de 67 anos já tem três Oscars em casa: por “Kramer vs. Kramer” (1979), “A Escolha de Sofia” (1983) e “A Dama de Ferro” (2011). E ainda não perdeu a vontade de comemorar cada conquista de sua bem-sucedida carreira. Homenageada pela carreira no Globo de Ouro deste ano, ela fez um discurso histórico, em que criticou a onda crescente de xenofobia americana e a truculência ofensiva do presidente Donald Trump.

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    Aos 17 anos, filha de Johnny Depp recebe primeira indicação ao César, o Oscar francês

    25 de janeiro de 2017 /

    Com apenas 17 anos, Lily-Rose Depp, a filha do ator Johnny Depp e da atriz francesa Vanessa Paradis, recebeu sua primeira indicação ao César, o Oscar francês. Ela vai concorrer na categoria de Melhor Revelação do Ano pelo filme “La Danseuse”, de Stéphanie Di Giusto, no qual interpreta a grande bailarina Isadora Duncan. A jovem atriz nasceu em Paris, em maio de 1999, e é fluente tanto em francês quanto em inglês, o que lhe abre um grande leque de opções. Ela estreou numa produção americana, “Tusk” (2014), terror de Kevin Smith, em que fez uma pequena figuração. E daí vieram convites para vários papéis. Só em 2016 foram três filmes: o trash “Yoga Hosers”, que é continuação de “Tusk”, “La Danseuse” e “Planetarium”, em que viveu a irmã de Natalie Portman. Como se não bastasse, ela virou garota-propaganda da Chanel. Promovida a modelo no final de 2015, Lily-Rose atingiu o auge da carreira ao conquistar o espaço mais cobiçado pelas profissionais das passarelas há poucas horas. Selecionada para encerrar a Semana da Moda de Paris na noite de terça (24/1), desfilou como a tradicional noiva da Chanel, de braço dado com Karl Lagerfeld, diretor criativo da maison. Ela deve estar vivendo as 24 horas mais intensas e felizes de sua vida.

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    Aquarius é indicado a Melhor Filme Estrangeiro no César, o Oscar francês

    25 de janeiro de 2017 /

    “Aquarius” não foi selecionado pelo Ministério da Cultura para concorrer a uma vaga no Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, mas acabou indicado no equivalente francês. O filme de Kleber Mendonça Filho vai disputar o César de Melhor Filme Estrangeiro. A lista dos indicados foi divulgada na manhã desta quarta (25/1) pela Academia Francesa de Cinema. E a disputa é dominada por “Elle”, de Paul Verhoeven, e “Frantz”, drama em preto e branco de François Ozon, ainda inédito no Brasil. Ambos foram selecionados em 11 categorias. Logo em seguida, aparece “Mistério na Costa Chanel”, de Bruno Dumont, com nove indicações – e que acaba de ser lançado nos cinemas brasileiros. Além destes, também conquistaram destaque “Victoria”, de Justine Triet, “Mal de Perres”, de Nicole Garcia, “La Danseuse”, de Stéphanie Di Giusto, e, principalmente, “Divines”, primeiro filme da cineasta Houda Benyamina, que venceu a Câmera de Ouro de Melhor Filme de Estreante no Festival de Cannes e foi adquirido pela Netflix para distribuição mundial. O filme pode ser visto na Netflix brasileira e confirma a tendência observada nas indicações do Oscar 2017, rumo ao streaming. Por sinal, Isabelle Huppert vai disputar os dois prêmios de Melhor Atriz, o César na França e o Oscar nos EUA, por “Elle”. A indicação francesa é a 16ª da carreira da estrela, que entretanto só venceu em uma oportunidade: em 1996, por “Mulheres Diabólicas”, de Claude Chabrol. É interessante observar o destaque obtido por filmes exibidos no Festival de Cannes do ano passado. Além do já citado “Divines”, o próprio “Elle” é um exemplo, assim como “Mistério na Costa Chanel”, “Mal de Perres” e “La Danseuse”. E fora justamente “Divines”, foram injustamente ignorados no evento de maio, cujo resultado foi recebido com contestação pela imprensa mundial. Mas é na categoria de Filmes Estrangeiros que o reflexo de Cannes se mostra mais evidente. Seis dos sete indicados foram exibidos no festival francês, inclusive “Aquarius” e o vencedor da Palma de Ouro, “Eu, Daniel Blake”. Assim, esta disputa permite uma espécie de tira-teima, revelando se a Academia francesa concorda que o drama político britânico de Ken Loach é realmente o melhor filme. Vale observar que há uma peculiaridade na disputa desta categoria. Ao contrário do Oscar, a seleção dos filmes estrangeiros do César não tem a palavra “Língua”, o que dá uma grande vantagem a filmes de outros países falados em francês, como o canadense “É Apenas o Fim do Mundo”, de Xavier Dolan, que inclusive é interpretado por astros franceses e concorre a vários outros prêmios da Academia. A cerimônia do César 2017 vai acontecer no dia 24 de fevereiro, dois dias antes do Oscar. E não será mais presidida por Roman Polanksi, que optou por recusar o convite da Academia, após a homenagem virar protesto feminista. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Indicados ao César 2017 Melhor Filme “Divines” “Elle” “Frantz” “Agnus Dei” “Mistério na Costa Chanel” “Mal de Pierres” “Victoria” Melhor Direção Houda Benyamina (“Divines”) Xavier Dolan (“É Apenas o Fim do Mundo”) Bruno Dumont (“Mistério na Costa Chanel”) Anne Fontaine (“Agunus Dei”) Nicole Garcia (“Mal de Pierres”) François Ozon (“Frantz”) Paul Verhoeven (“Elle”) Melhor Atriz Judith Chemla (“Une Vie”) Marion Cotillard (“Mal de Pierres”) Virginie Efira (“Victoria”) Marina Fois (“Irrepreensível”) Isabelle Huppert (“Elle”) Sidse Babett Knudsen (“La Fille de Brest”) Soko (“La Danseuse”) Melhor Ator Francois Cluzet (“Médecin de Campagne”) Pierre Deladonchamps (“Le Fils de Jean”) Nicolas Duvauchelle (“Não Sou um Canalha”) Fabrice Luchini (“Mistério na Costa Chanel”) Pierre Niney (“Frantz”) Omar Sy (“Chocolate”) Gaspard Ulliel (“É Apenas o Fim do Mundo”) Melhor Atriz Coadjuvante Nathalie Baye (“É Apenas o Fim do Mundo”) Valeria Bruni Tedeschi (“Mistério na Costa Chanel”) Anne Consigny (“Elle”) Déborah Lukumuena (“Divines”) Mélanie Thierry dans (“La Danseuse”) Melhor Ator Coadjuvante Laurent Lafitte (“Elle”) Vincent Lacoste (“Victoria”) Vincent Cassel (“É Apenas o Fim do Mundo”) Gabriel Arcand (“Le Fils De Jean”) James Thierrée (“Chocolate”) Melhor Revelação Feminina Oulaya Amamra (“Divines”) Paula Beer (“Frantz”) Lily-Rose Depp (“La Danseuse”) Noémie Merlant (“Le Ciel Attendra”) Raph (“Mistério na Costa Chanel”) Melhor Revelação Masculina Damien Bonnard (“Na Vertical”) Corentin Fila (“Quando se Tem 17 anos) Kacey Mottet Klein (“Quando se Tem 17 anos”) Jonas Bloquet (“Elle”) Niels Schneider (“Diamant Noir”) Melhor Roteiro Original Houda Benyamina, Romain Compingt e Malik Rumeau (“Divines”) Raoul Ruiz (“L’Effet Aquatique”) Anne Fontaine, Pascal Bonitzer, Sabrina B. Karine e Alice Vial (“Agnus Dei”) Bruno Dumont (“Mistério na Costa Chanel”) Justine Triet (“Victoria”) Melhor Roteiro Adaptado Céline Sciamma (“Minha Vida de Abobrinha”) David Birke (“Elle”) François Ozon e Philippe Piazzo (“Frantz”) Emmanuelle Bercot e Séverine Bosschem (“La Fille de Brest”) Katell Quillévéré e Gilles Taurand (“Réparer les Vivants”) Nicole Garcia e Jacques Fieschi (“Mal de Pierres”) Melhor Filme Estrangeiro “Graduation” (Romênia) “A Garota Sem Nome” (Bélgica) “É Apenas o Fim do Mundo” (Canadá) “Aquarius” (Brasil) “Manchester à Beira-Mar” (Estados Unidos) “Eu, Daniel Blake” (Reino Unido) “Toni Erdmann” (Alemanha) Melhor Filme de Estreia “Cigarette et Chocolat Chaud” “La Danseuse” “Diamant Noir” “Divines” “Rosalie Blum” Melhor Animação “Minha Vida de Abobrinha” “A Tartaruga Vermelha” “La Jeune Fille Sans Main” Melhor Trilha Sonora Sophie Hunger (“Minha Vida de Abobrinha”) Gabriel Yared (“Chocolate”) Ibrahim Maalouf (“Dans les Forêts de Sibérie”) Anne Dudley (“Elle”) Philippe Rombi (“Frantz”) Melhor Fotografia “Elle” “Frantz” “Agnus Dei” “Mistério na Costa Chanel” “Mal de Pierres” Melhor Edição “Divines” “Elle” “Frantz” “É Apenas o Fim do Mundo” “Mal de Pierres” Melhor Figurino “La Danseuse” “Frantz” “Mistério na Costa Chanel” “Mal de Pierres” “Une Vie” Melhor Cenografia “Chocolate” La Danseuse” “Frantz” “Mistério na Costa Chanel” “Planétarium” Melhor Som “Chocolate” “Elle” “Frantz” “Mal de Pierres” “L’odyssée” Melhor Documentário “Dernières Nouvelles du Cosmos” “Merci Patron” “Fogo no Mar” “Voyage à Travers le Cinéma Français” “Swagger”

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    Elenco de Baywatch veste trajes de banho em sete pôsteres de personagens

    25 de janeiro de 2017 /

    A Paramount Pictures divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens de “Baywatch”, a comédia inspirada na série “SOS Malibu”. As artes anunciam um slogan oposto ao da série “Game of Thrones”. “Não se preocupe, o verão está chegando”, diz o texto repetido em todos os cartazes, mostrando o elenco em trajes de banho, no meio da neve do atual inverno americano. Os modelitos de verão são vestidos por Dwayne Johnson (“Terremoto – A Falha de San Andreas”), Zac Efron (“Vizinhos”), Alexandra Daddario (também de “Terremoto – A Falha de San Andreas”), Jon Bass (série “Big Time in Hollywood, FL”), Ilfenesh Hadera (série “Billions”), a modelo Kelly Rohrbach (série “Rizzoli & Isles”) e Priyanka Chopra (série “Quantico”). Escrita por Robert Ben Garant (“Uma Noite no Museu”) e Justin Malen (série “Trophy Wife”), e com direção de Seth Gordon (“Quero Matar Meu Chefe”), “Baywatch” tem previsão de lançamento no Brasil para 15 de junho, três semanas após a estreia nos EUA. Clique nos cartazes para ampliá-los em tela inteira.

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  • Filme

    Milla Jovovich enfrenta zumbis em novo pôster e cena inédita de Resident Evil 6

    25 de janeiro de 2017 /

    A Sony divulgou um novo pôster e um vídeo com uma cena inédita de “Resident Evil 6: O Capítulo Final”, em que a atriz Milla Jovovich enfrenta vilões e zumbis. Disponibilizada na rede PlayStation, a cena chega a lembrar um “Mad Max” com zumbis. Na trama, Alice (Milla Jovovich) lidera um grupo numa missão final na Colmeia, onde encontra novamente o programa de defesa da Rainha Vermelha e o perigo representado pelo vilão Dr. Alexander Isaacs (Iain Glen, de “Game of Thrones”, visto pela última vez em “Resident Evil 3: A Extinção”). O elenco ainda inclui Ali Larter (retomando a personagem Claire, desaparecida desde “Resident Evil 4: Recomeço”), a australiana Ruby Rose (série “Orange Is the New Black”), o irlandês Eoin Macken (série “The Night Shift”), o cubano William Levy (“O Clube das Mães Solteiras”) e o modelo e apresentador de TV japonês Rola (sério). Novamente dirigido por Paul W.S. Anderson, o último “Resident Evil” estreia na próxima quinta (26/1) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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