Dwayne Johnson vai estrelar filme solo do vilão dos quadrinhos Adão Negro

 

A popularidade de Dwayne Johnson vai render um novo longa de supervilão da DC Comics. Decidido a viver o vilão Adão Negro em “Shazam!”, o ator também estrelará um filme solo do personagem, de acordo com o site da revista Entertainment Weekly.

O filme será produzido pela New Line Cinema, que anunciou em 2014 que Johnson seria Adão Negro em “Shazam!”. Apesar de terem se passado três anos desde então, a produção do antigo Capitão Marvel está em estágios iniciais de desenvolvimento. Darren Lemke (“Goosebumps”) está escrevendo o roteiro, mas ainda não há diretor definido. Já o projeto solo de “Adão Negro” nem roteirista possúi.

Criado em 1945 pelo roteirista Otto Binder (que também criou Supergirl e a Legião dos Super-Heróis) e pelo ilustrador C.C. Beck (criador do Capitão Marvel), Adam Negro era originalmente Teth-Adam, filho do faraó Ramsés II e um dos primeiros detentores dos poderes do mago Shazam, na época do Egito Antigo. Porém, ele se deixou seduzir pelo poder e foi exilado. E só retornaria como vilão nos dias atuais (na verdade, nos anos 1940) para enfrentar o Capitão Marvel (hoje, rebatizado de Shazam por razões óbvias), o novo campeão do mago Shazam.

Johnson ficou fascinado, como todos os leitores de quadrinhos, pela versão do personagem escrita por Geoff Johns, Grant Morrison, Greg Rucka e Mark Waid na minissérie “52” (2006), como o governante de uma nação africana que sofre conflito existencial, determinado a fazer o bem, enquanto é manipulado para fazer o mal. Com cenas impactantes e desfecho trágico, o resultado é uma das melhores sagas já publicadas nos quadrinhos.

O longa do Adão Negro ainda não tem previsão de estreia, mas “Shazam!” chegará aos cinemas em 5 de abril de 2019 nos Estados Unidos, logo antes do segundo “Liga da Justiça”.

Os próximos filmes da DC com estreias marcadas para o Brasil são “Mulher-Maravilha”, em 1 de junho, e “Liga da Justiça”, em 16 de novembro.

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Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna

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