O Lar das Crianças Peculiares é a maior estreia da semana, que ainda tem remake, continuação e até cult
A semana oferece boas opções de passatempo nos shoppings, com uma boa oferta de títulos juvenis, enquanto os lançamentos mais adultos ocupam o circuito limitado. “O Lar das Crianças Peculiares” tem o maior alcance, chegando a 753 salas, 528 delas em 3D. Trata-se de uma nova fábula sombria do diretor Tim Burton, cuja carreira é uma coleção de filmes para assustar crianças. Mas esta adaptação de conto infantil é mais “Batman” (1989) que “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (2005), com personagens superpoderosos e vilões. De fato, não deixa de ser uma versão de conto de fadas dos “X-Men”, em que crianças peculiares (mutantes) habitam e estudam numa mansão secreta, sob a proteção de uma mentora/professora, enquanto são caçadas por inimigos que as odeiam. O lançamento é simultâneo com os EUA, onde conquistou 61% da crítica no levantamento do site Rotten Tomatoes. Outra fábula encantada, “Meu Amigo, o Dragão”, tem praticamente metade dessa distribuição, ocupando 378 salas, sendo 292 em 3D. Remake de um clássico de 1977 da Disney, o filme atualiza a história com tecnologia e emoção, substituindo o dragão desenhado em 2D por uma criatura formidável da computação gráfica em 3D e eliminando as músicas da trama. O resultado torna a projeção mais palatável para o público moderno, sem perder a doçura de sua premissa original, sobre um menino criado por um dragão na floresta. A história mexe com arquétipos, que evocam tanto “Mogli, o Menino Lobo” quanto “E.T. – O Extraterrestre”, e curiosamente repete o mesmo tema do filme de Tim Burton, refletindo como adultos preconceituosos temem e atacam o que lhes parece diferente. É também a estreia da semana que obteve a melhor cotação da crítica americana, com 86% de aprovação. Duas comédias completam as programações dos shoppings. Em exageradas 465 salas, “Gênios do Crime” é um besteirol de Hollywood, baseado na história real de um assalto cometido por ladrões ineptos. O filme é dirigido por Jared Hess, que causou boa impressão em seu primeiro longa, “Napoleon Dynamite” (2005), e nunca mais repetiu o mesmo sucesso. Talvez por isso, “Gênios do Crime” seja basicamente um “Napoleon Dynamite” criminal, com medíocre 40% de aprovação. Ou, para situar entre o público brasileiro, uma longa esquete da trupe “Hermes e Renato” com o elenco metido naquelas perucas e roupas ridículas. Quer ver uma boa comédia de assalto real cometido por ladrões ineptos em roupas de outra época? “O Roubo da Taça” ainda está em cartaz. A segunda comédia é “O Bebê de Bridget Jones”, terceiro filme da franquia britânica, que chega 12 anos depois do último longa e sem fazer o mesmo sucesso nas bilheterias internacionais. Já prevendo isso, sua distribuição é pouco ambiciosa, em 238 salas. Renée Zellweger volta à pele de Bridget, desta vez encarando novos desafios da vida adulta: um divórcio e uma gravidez. Há ainda uma terceira comédia, a nacional “Um Homem Só”, que, por ser um pouquinho mais sofisticada que os habituais besteiróis cariocas, chega a apenas 53 telas. A sofisticação fica por conta das referências. Preso num casamento e num emprego que o tornam infeliz, o personagem de Vladimir Brichta encontra Mariana Ximenes e passa a sonhar com outra vida. E para resolver seus problemas apela para uma empresa misteriosa e picareta de clonagem humana, visando deixar “outro” ter sua vida chata. Ou seja, com elementos de “O Duplo”, o clássico de Fyodor Dostoevsky filmado inúmeras vezes (a mais recente em 2013, com Jesse Eisenberg), via o hi-tec de garagem – e os closes “oníricos” – de “Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças” (2004), o filme se junta a “Entre Abelhas” (2015) no rol das comédias brasileiras recentes que escondem a falta de originalidade com verniz intelectual. É possível tratar até um tema batido de forma original, como mostra o drama peruano “A Passageira”, em dez salas. A partir do encontro casual entre um motorista de táxi, ex-militar que participou da repressão aos guerrilheiros do Sendero Luminoso, e uma passageira, ex-camponesa de origem indígena que sofreu abusos na infância, o filme aborda os traumas deixados pelo período das ditaduras sul-americanas. De forma curiosa, duas produções americanas de diretores famosos completam o circuito com a menor distribuição da semana. Em oito salas, “Stonewall – Onde o Orgulho Começou” tem direção de Roland Emmerich, cujo ultimo filme foi lançado no Brasil no estádio do Palmeiras – um certo “Independence Day: O Ressurgimento”. A diferença de tratamento se deve ao tema. Trata-se de um raro drama na carreira do rei das catástrofes cinematográficas, que também é gay assumido e, por isso, considerou necessário filmar os eventos que originaram a Parada do Orgulho LGBT. Entretanto, o filme foi mal-recebido pela crítica (9% no Rotten Tomatoes) e até entre a comunidade que pretendia homenagear, por banalizar e embranquecer os personagens reais dos conflitos de 1969. A mesma história já tinha sido filmada antes em tom de comédia, em “Stonewall” (1995), que foi mais bem-recebido (63%), mas seu retrato definitivo é o documentário “Stonewall Uprising” (2010). Por fim, em apenas três salas de São Paulo, estreia “Demônio de Neon”, de Nicolas Winding Refn, que já foi incensado por “Drive” (2011), filme premiado no Festival de Cannes. “Demônio de Neon” também foi exibido no festival francês, mas se trata de um terror. A trama traz Elle Fanning como uma bela garota do interior que chega a Los Angeles para ser modelo, entrando num mundo em que a beleza superficial esconde personalidades deformadas. O filme se diferencia por mostrar como comercial de perfume cenas que incluem, entre outros detalhes, vampirismo, canibalismo e necrofilia lésbica. Feito para chocar, definitivamente não agrada à maioria. Mas pode virar cult, como demonstra a divisão entre defensores e detratores que colecionou nos EUA, com 53% de aprovação no Rotten Tomatoes. Um “Fome de Viver” (1983) para o século 21?
Mel Gibson negocia viver vovô espião em novo filme de ação
O ator Mel Gibson está negociando estrelar um novo filme de ação, “Every Other Weekend”, desta vez com um tom mais cômico. Depois de lutar para salvar a vida da filha em seu retorno ao protagonismo cinematográfico, no filme “Herança de Sangue”, de Jean-François Richet, ele agora tentará livrar o neto do perigo, num longa que será novamente dirigido por um francês, Benjamin Rocher. O cineasta chamou atenção por realizar dois filmes de zumbis consecutivos, uma mais sério (“Legião do Mal”, de 2009) e outro zoado (“Goal of the Dead”, de 2014), que se provaram criativos contra todas as expectativas de esgotamento do gênero. Seu trabalho mais recente foi o policial “Antigang”, com Jean Reno (“A Sombra do Inimigo”), e agora ele parte para o cinema de espionagem. Na trama, um jovem está convencido de que seu pai é um agente da CIA, quando na verdade ele é apenas um profissional de informática. Em uma viagem a Paris, os dois se veem em uma situação de vida ou morte, após diversos segredos virem à tona. Gibson vai interpretar o avô, que realmente é um espião. A premissa é de Curtis e Brandon Birtell, cujo grau de parentesco não foi informado. O segundo era assistente de Paul Walker e coprodutor de seus filmes. Mas o roteiro foi revisado pelo francês David Moreau, que escreveu os terrores “Eles” (2006) e “O Olho do Mal” (2008).
Clássicos de suspense de Alfred Hitchcock vão inspirar nova série de TV
O filmes do mestre do suspense Alfred Hitchcock vão inspirar uma nova série, “Welcome to Hitchcock”. A Universal assinou contrato com os herdeiros do cineasta para a produção da atração, que terá o formato de antologia. O comunicado cita como inspiração alguns clássicos de Hitchcock, como “Os Pássaros” (1963) e “Psicose” (1960), além da clássica série “Hitchcock Apresenta” (1955–1962), que trazia o próprio diretor introduzindo o mistério de cada episódio. Esta mesma atração, inclusive, chegou a ter um revival nos anos 1980, que durou quatro temporadas entre 1985 e 1989. O novo projeto, porém, é bem diferente, pois não irá contar uma história por capítulo e sim por temporada, ao estilo de “American Horror Story” e “Fargo”. Entre os produtores, estão listados os herdeiros de Hitchcock, os executivos da Universal e o cineasta Chris Columbus (“Pixels”), que irá dirigir o piloto. Além de Columbus, o projeto pretende trazer diretores de cinema para assinar os demais episódios, como Hitchcock fazia em sua série dos anos 1950. “Muitos anos depois de sua morte, Alfred Hitchcock continua a ser um dos mais celebrados e visionários diretores do mundo, um mestre manipulador do macabro. Estamos honrados com a confiança em nosso estúdio para homenagear seu trabalho”, assina Dawn Olmstead, vice-presidente executiva de desenvolvimento da Universal Cable Productions. A obra do cineasta já inspira atualmente uma série de TV: “Bates Motel”, que conta a história do jovem Norman Bates (Freddie Highmore), protagonista de “Psicose”. A série vai acabar em 2017, em sua 5ª temporada, justamente ao chegar no ponto em que começa a história do filme de Hitchcock.
Criador de The Walking Dead processa o canal pago AMC em US$ 280 milhões
Fazer sucesso tem seu preço. Para o cineasta Fank Darabont, o preço é US$ 280 milhões. É isto que ele pede de indenização, num processo que está movendo contra o canal pago americano AMC por lucros cessantes, fraude e quebra de contrato, informou o site The Hollywood Reporter. Darabont foi quem criou a série “The Walking Dead”. Ele convenceu o autor de quadrinhos Robert Kirkman a lhe permitir que adaptasse seus gibis de zumbis e enfrentou a resistência de diversos executivos da TV, que não viam potencial no material, até emplacar o piloto no AMC, cujo maior sucesso da época, “Mad Men”, costumava ser visto por cerca de 2 milhões de telespectadores. Dedicando-se ao trabalho, ele escreveu, dirigiu e produziu o piloto. Fez mais, escreveu outros dois episódios e cuidou de cada detalhe da 1ª temporada, além de ter comandado todo o começo da 2ª, que seu perfeccionismo exigiu que fosse reescrita até durante as gravações. Vendo que a série tinha três vezes mais público que a incensada “Mad Men” e dava cinco vezes mais trabalho para ser produzida, Darabont se tornou um “chato”, passando a exigir melhores condições de filmagens, com maior orçamento para a produção. Acabou batendo de frente com o presidente da AMC, que, ao contrário da vontade do diretor, queria diminuir o orçamento para compensar, com “The Walking Dead”, o prejuízo de outras séries “de maior prestígio”. A discussão acabou rendendo a sua demissão. Agora, o homem que viu o potencial, levou a série para o canal, escreveu o roteiro, dirigiu e produziu seu lançamento exige ser recompensado pela atração, que já bateu o recorde de maior audiência da TV paga em todos os tempos. De acordo com o Hollywood Reporter, Darabont alega que o AMC não está lhe repassando direitos referentes ao licenciamento da série para outros canais, inclusive emissoras afiliadas, que ele plateia por conta de uma cláusula de seu contrato original. O site também apurou que o processo deverá trazer à luz as verdadeiras circunstâncias que levaram ao seu afastamento da série. O produtor alega que foi prejudicado financeiramente, por ter trabalhado no desenvolvimento de toda a 2ª temporada e só receber até a data de sua demissão. Mas enquanto ele garante ter trabalhado em todos os episódios, a emissora sustente que ele precisaria ter estado presente até o fim das gravações. Há, inclusive, a questão dos direitos que Darabont poderia requisitar sobre “Fear the Walking Dead”, série derivada que só se tornou possível devido ao sucesso de seu projeto. Enquanto isso, “The Walking Dead” retorna com sua 7ª temporada em 23 de outubro, com exibição simultânea no Brasil pela Fox.
The Walking Dead: Sinopse da 7ª temporada revela domínio completo de Negan sobre o grupo de Rick
O canal pago americano AMC divulgou a sinopse oficial da 7ª temporada de “The Walking Dead”. O texto adianta detalhes da trama, mas procura não revelar muito. O que fica claro é que Negan (Jeffrey Dean Morgan) terá o domínio completo sobre o grupo de Rick (Andrew Lincoln) e a comunidade de Alexandria. Pelo visto, a aguardada morte do primeiro episódio será apenas o aperitivo. Confira abaixo o texto integral da sinopse oficial: “Até aqui, os nossos personagens viveram em conflitos… Doenças, fome, dezenas de mortos-vivos, tragédia, traição e perdas impensáveis. Com isso, eles se tornaram formidáveis. Poderosos. Imbatíveis. Para começar a 7ª temporada, todo esse poder é tirado. Eles tinham encontrado a segurança e a estabilidade. Eles tinham construído um lar. Eles pensaram que o mundo era deles. Eles pensavam que conheciam o mundo. Eles estavam errados. A primeira metade da 7ª temporada mostrará nosso grupo fraturado, quebrado, de luto e tentando se reerguer, enquanto vivem sob a opressão. Negan terá sucesso ao submeter os sobreviventes ao seu controle, e brutalmente convencê-los a viver sob suas regras com um exemplo mortal e terrível do que acontece se não o fizerem. Outros personagens não têm conhecimento do que aconteceu, pois foram separados do grupo, por incidente ou escolha. Mas também vão descobrir que não podem escapar desse novo rumo de seu mundo. Esta meia temporada é sobre esses personagens recomeçando. O tema geral da temporada é começar novamente. O mundo não é o que eles pensavam que era. É maior e é ainda mais perigoso.” “The Walking Dead” retorna no dia 23 de outubro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox.
Miley Cyrus revela que ganhava muito mal na época de Hannah Montana
A cantora e atriz Miley Cyrus voltou ao universo das séries com “Crisis in Six Scenes”, criada, dirigida e coestrelada por Woody Allen para a plataforma de streaming Amazon. Parece uma eternidade, mas faz apenas cinco anos que sua série anterior, “Hannah Montana”, deixou de ser produzida no Disney Channel. E embora tenha deixado algumas crianças com saudade de suas peripécias infantis, Miley não sente a menor falta da atração, principalmente do salário que recebia para estrelá-la. Em entrevista à revista Elle, ela contou que ganhava muito mal para fazer “Hanna Montana”. “Eu só queria estar na TV”, ela assumiu. “Provavelmente vão me matar pelo que irei dizer, mas eu era a pessoa pior remunerada do elenco, porque eu não entendia nada sobre isso. Eu só pensava: ‘Nossa, eu posso estar na Disney! Sim, vamos fazer!'” E por mais que seu pai tivesse experiência na indústria musical, Miley confessou que não adiantou nada, porque a TV funcionava de forma muito diferente. “Meu personagem se chamava Miley na série, simplesmente porque deixamos eles usarem o meu nome. Mas aos poucos minha mãe começou a entender o quanto as pessoas são capazes de tirar vantagem de uma criança, então ela contratou algumas pessoas espertas para me proteger melhor. E sou muito grata por todos que me protegeram quando eu era menor, pois me colocaram em uma posição em que agora eu consigo controlar minha própria música”.
Diretor da franquia Velozes e Furiosos fará filme dos carros de brinquedo Hot Wheels
Conhecido por seu trabalho na franquia “Velozes e Furiosos”, Justin Lin dirigiu o recente “Star Trek: Sem Fronteiras”, mas já vai voltar para os carrões velozes. Ou carrinhos. Segundo o The Hollywood Reporter, Lin será o diretor da adaptação “live action” de “Hot Wheels”, baseado na famosa linha de brinquedos de carros de corrida. A fabricante Mattel alega que se trata do brinquedo mais vendido do mundo, com mais de 5 bilhões de miniaturas de carros produzidos desde 1968. A produção está a cargo da Legendary Pictures, estúdio mais conhecido por personagens grandalhões do que por miniaturas, como se pode ver por “Godzilla” (2014), “Círculo de Fogo” (2013) e pelo ainda inédito “Kong: A Ilha da Caveira”. A ideia é lançar uma nova franquia de velocidade e ação. Mas a Sony também pensou nisso, e já está desenvolvendo uma versão do game de corridas “Gran Turismo”, com produção de Mike De Luca e Dana Brunetti, responsáveis por “50 Tons de Cinza” (2015). “Hot Wheels” ainda não contratou roteirista, nem tem previsão para começar a ser filmado. Antes de se dedicar a ele, Lin ainda vai filmar “Space Jam 2” e trabalhar no desenvolvimento de novas séries de TV.
You’re the Worst é renovada para 4ª temporada sob elogios rasgados da crítica
A série “You’re the Worst” foi renovada para sua 4ª temporada pelo canal pago americano FXX. A renovação aconteceu após a exibição de apenas quatro episódios da 3ª temporada. A produção de comédia, que encontra humor em temas sombrios, incluindo depressão clínica e estresse pós-traumático, é uma das séries mais elogiadas pela crítica americana, com uma cotação de 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes para sua nova temporada. Criada por Stephen Falk (roteirista da série “Weeds” e produtor da série “Orange is the New Black”), “You’re the Worst” acompanha o casal cínico Jimmy (Chris Geere) e Gretchen (Aya Cash), que tenta manter uma relação baseada apenas na atração sexual, enquanto trazem à tona o pior de cada um. Até que eles descobrem que a autodestruição também pode ser compartilhada a dois. A 3ª temporada se encerra no dia 20 de novembro, e os próximos episódios devem estrear em meados de 2017, em data a ser anunciada.
High Maintenance: Nova série maconheira é renovada após dois episódios
O canal pago americano HBO renovou sua nova série de comédia “High Maintenance” para a 2ª temporada. Criada e estrelada por Ben Sinclair (“Irmãs”), a atração acompanha um traficante de maconha do Brooklyn que atende clientes com as mais diversas neuroses. Sinclair concebeu “High Maintenance” com sua esposa, Katja Blichfeld (diretora de casting de “30 Rock”), como uma websérie, que foi produzida entre 2012 e 2015, antes de chegar à TV. A encomenda da 1ª temporada foi bastante curta, de apenas seis episódios, todos escritos e dirigidos pelo casal. Mas já no segundo episódio, exibido na sexta-passada (23/9), o HBO percebeu que tinha encontrado um novo sucesso. “A resposta aos episódios excedeu todas as nossas expectativas”, disse o presidente de programação da HBO Casey Bloys, em comunicado. “Ben e Katja são brilhantes contadores de histórias não convencionais e estamos animado para ver o que eles sonham para nós em nossa 2ª temporada.” Aproveite e veja o trailer da série.
Perdidos no Espaço: Molly Parker entra no remake da Netflix
A atriz Molly Parker (série “House of Cards”) entrou no elenco do remake de “Perdidos no Espaço”, atualmente em desenvolvimento na Netflix. Segundo o site Deadline, ela viverá Maureen Robinson, a mãe de Judy, Penny e Will. O caçula e a mais velha já foram escalados. O menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) vai viver Will Robinson e a adolescente Taylor Russell terá o papel de Judy. Com a revelação da mãe, fica claro que Judy, interpretada por uma atriz negra, será adotada nesta nova versão. O marido de Maureen também já está definido. O ator Toby Stephens, intérprete do temido Capitão Flint da série “Black Sails”, será o patriarca da família, John Robinson. O sobrenome dos personagens é uma referência ao clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na série original, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha era substituída por outro planeta. A trama se passava no futuro (que na época era 1997), no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabota a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. “Perdidos no Espaço” era transmitida pela rede americana CBS e durou três temporadas, terminando depois de 83 episódios, devido a um misto de baixa audiência e corte de custos, sem nunca trazer resolução para sua trama. Mesmo assim, acabou ganhando inúmeras reprises na programação televisiva de todo o mundo, virando um fenômeno cult, que inspirou quadrinhos, brinquedos e até um filme em 1998. O remake está sendo escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A previsão é que estreie na Netflix apenas em 2018.
The Strain é renovada para a 4ª e última temporada
O canal pago americano FX renovou “The Strain” para sua 4ª temporada, que será o final da série. Isto representa uma temporada a mais que o plano original dos produtores. Quando foi aprovada, a série deveria adaptar um livro por ano da “Trilogia da Escuridão”, escrita pelo cineasta Guillermo Del Toro (“A Colina Escarlate”) e pelo escritor Chuck Hogan (“Atração Perigosa”), mas a trama acabou se estendendo um mais. O produtor Carlton Cuse (“Bates Motel”) contou, em comunicado, que a decisão de encerrar a série partiu da equipe criativa, para não ir além da história original. “É uma verdadeira alegria trabalhar no FX, onde intenções criativas sempre vem em primeiro lugar”, ele disse. “Nosso plano era para a série durar três anos, mas ela se expandiu. Com o fim da 3ª temporada, Guillermo, Chuck e eu sentimos que o restante da história deveria ser contada em apenas mais uma temporada. Temos um plano fantástico para uma emocionante e climática 4ª temporada. Estamos profundamente gratos ao FX por apoiar a nossa visão e por nos permitir terminar a produção seguindo nosso próprio calendário”. A série vem perdendo audiência, ano após ano, e a atual temporada está registrando uma média de 1 milhão de telespectadores por episódio. Mesmo assim o diretor do FX Nick Grad lamentou, no comunicado, o fim da atração. “Embora estejamos tristes por vê-la acabar, apoiamos plenamente a maneira com que eles estão construindo a conclusão dramática da 4ª temporada”, ele declarou. “The Strain” tornou-se, assim, a terceira série consecutiva do FX a anunciar seu fim nos últimos dias. Mas enquanto seus episódios de terror continuarão a ser produzidos por mais um ano, “Tyrant” e “Sex & Drugs & Rock & Roll” não retornarão à TV em 2017.
Rodrigo Lombardi não vai mais interpretar o juiz Sérgio Moro no cinema
O ator Rodrigo Lombardi não vai mais viver o juiz Sérgio Moro no filme sobre a Operação Lava Jato. E a culpa é da rede Globo, que tomou a agenda do ator. Escalado para protagonizar “À Flor da Pele”, novela de Gloria Perez que substituirá “A Lei do Amor” na faixa das 9, ele acabou entrando também na série “Carcereiros”, para substituir o falecido Domingos Montagner, protagonista de “Velho Chico”. Com isso, a série, baseada no livro de mesmo nome do médico Drauzio Varella, ocupou o espaço que havia para Lombardi fazer o filme. Emendando um trabalho no outro, ele se viu obrigado a dispensar a produção cinematográfica. Intitulado “Polícia Federal – A Lei é Para Todos”, o longa será co-dirigido por Marcelo Antunez e Roberto Santucci, especialistas em besteiróis, que trabalharam juntos antes em “Qualquer Gato Vira-Lata 2” (2015), “Até que a Sorte nos Separe 3: A Falência Final (2015)” e “Um Suburbano Sortudo” (2016). Segundo o produtor Tomislav Blaziac, o filme será o primeiro de uma trilogia e também deve render uma série de televisão. A produção está orçada em R$ 12 milhões e ainda não tem data de estreia definida. Vale lembrar que o cineasta José Padilha (série “Narcos”) também está preparando uma série sobre a Lava Jato para a plataforma de streaming Netflix.
Arrow: Stephen Amell compartilha fotos de gravações com Supergirl e Canário Branco
O ator Stephen Amell compartilhou em seu Twitter duas fotos das gravações do episódio 100 da série “Arrow”, que irá incluir um grande crossover. Numa imagem, ele aparece nos bastidores com Caity Lotz, a Canário Branco de “Legends of Tomorrow”, e na outra ao lado de Melissa Benoist, com ambos caracterizados como seus personagens, Arqueiro Verde e Supergirl. Anteriormente, duas fotos da produção revelaram o retorno de dois personagens mortos no episódio especial: Robert Queen (Jamey Sheridan), que é o pai de Oliver (Amell), e Canário Negro (Katie Cassidy). Katie também estará presente no primeiro episódio da 5ª temporada de “Arrow”, porém em um flashback. Os novos episódios começam a ser exibidos em 5 de outubro nos EUA. Aproveite para ver aqui o mais recente – e sombrio – trailer da série.











