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    Nova foto de X-Men: Apocalipse referencia heroína inédita nos cinemas

    30 de abril de 2016 /

    A atriz Sophie Turner (série “Game of Thrones”) divulgou em seu Twitter uma nova foto de “X-Men: Apocalipse”, que faz referência a uma heroína mutante que ainda não apareceu no cinema. A imagem traz sua personagem, Jean Grey, numa loja de discos dos anos 1980, diante de Scott Summers/Cíclope (Tye Sheridan), que segura um LP de Dazzler, artista pop da Marvel, que no Brasil teve o nome traduzido como Cristal. A conexão é curiosa, porque Cristal, que é capaz de manipular as luzes e criar hologramas, surgiu pela primeira vez numa revista dos “X-Men” de 1980, durante a célebre saga da “Fênix Negra”. Jean Grey, claro, vira a Fênix nos quadrinhos. Como “X-Men: Apocalipse” se passa em 1983, a citação também é uma homenagem aos quadrinhos da época, especialmente ao universo dos mutantes da Marvel. Novamente dirigido por Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), o filme estreia no dia 19 de maio.

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    Atriz de Vikings entra na adaptação de A Torre Negra

    30 de abril de 2016 /

    A atriz Katheryn Winnick (a guerreira Lagertha da série “Vikings”) foi confirmada no elenco de “A Torre Negra”, informou o site da revista Variety. Seu papel, porém, não foi confirmado. Ela vai se juntar no elenco a Idris Elba (“Thor: O Mundo Sombrio”) e Matthew Macconaughey (“Interestelar”), que terão, na adaptação do livro de Stephen King, os papéis de Roland Deschain, o Pistoleiro, e de Walter, o Homem de Preto. Também estão escalados os atores Jackie Earle Haley (“RoboCop”), Fran Kranz (“O Segredo da Cabana”) e Abbey Lee (“Mad Max: Estrada da Fúria”). O roteiro original foi escrito por Akiva Goldsman e Jeff Pinkner (que trabalharam juntos no fraco “A 5ª Onda”) e revisado por Anders Thomas Jensen (“Em um Mundo Melhor”), trazido à bordo pelo cineasta dinamarquês Nikolaj Arcel (“O Amante Da Rainha”), que fará sua estreia em Hollywood à frente da produção. “A Torre Negra” tem data de estreia prevista para 16 de fevereiro de 2017 no Brasil.

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    Conglomerado da Universal compra a DreamWorks Animation

    30 de abril de 2016 /

    O estúdio DreamWorks Animation, responsável por animações como “Shrek” (2001), “Kung Fu Panda” (2008) e “Como Treinar O Seu Dragão” (2010), aceitou uma proposta de compra da empresa Comcast, dona da rede NBC e do estúdios Universal, de US$ 4,1 bilhões (ou 3,8 bilhões, descontados débitos pendentes), informou a revista Variety. Assim que a negociação for finalizada, a empresa será integrada ao grupo de cinema da Universal, que já conta com um parceiro na área da animação, a Illumination Entertainment, responsável por “Meu Malvado Favorito” (2010), “Minions” (2015) e o vindouro “Pets: A Vida Secreta dos Bichos”, que estreia em 25 de agosto. O acordo prevê a manutenção da marca DreamWorks Animation – que desde 2004 é uma entidade independente e separada do estúdio DreamWorks, de Steven Spielberg – , num acordo similar ao da incorporação da Pixar pela Disney. A ideia é aproveitar as franquias animadas da companhia para rivalizar com a Disney no mercado de longas animados, séries e parques temáticos. A operação já está acertada entre Jeffrey Katzenberg, CEO da DreamWorks Animation, e os sócios majoritários da Comcast, mas a complexidade da negociação levará até o fim do ano para ser totalmente concluída e aprovada pela entidade regulamentadora dos EUA. Caso o acordo enfrente dificuldades insanáveis, há uma pesada multa prevista para ambas as partes. Katzenberg permanecerá à frente da nova empresa resultante da aquisição, que se chamará DreamWorks New Media, e ainda integrará o grupo de executivos da rede NBCUniversal. Em comunicado para seus funcionários, ele comemorou o negócio. “Este não foi um acordo que precisávamos fazer, mas é o tipo de negócio que eu sempre esperei um dia encontrar. Não só estamos passando o bastão para uma empresa que entende e valoriza a nossa marca, mas também para quem vai nutrir e fazer crescer nossos negócios, que finalmente poderão atingir o seu pleno potencial.” O próximo lançamento da DreamWorks Animation é a animação “Trolls”, que pode lançar uma nova franquia. A estreia está prevista para 3 de novembro no Brasil.

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    Fotos do set revelam papel de Nathan Fillion em Guardiões de Galáxia Vol. 2

    30 de abril de 2016 /

    Fotos do set de “Guardiões da Galáxia Vol. 2” podem ter revelado o papel de Nathan Fillion (série “Castle”) na produção. As imagens revelam a fachada de um cinema que promove um “Festival de Cinema de Simon Williams”, que destaca diversos pôsteres de filmes fictícios estrelados por Simon Williams. O detalhe é que os cartazes trazem o rosto de Fillion. Simon Williams é um ator nos quadrinhos da Marvel, mas seu sucesso se deve a seus superpoderes – a capacidade de fazer seus próprios truques de dublê, graças a seu corpo invulnerável. Em sua identidade secreta, ele é conhecido como Wonder Man, personagem que já foi batizado de Homem Maravilhoso, Poderoso e Magnum por três editoras diferentes no Brasil. Ex-vilão, ele também é um integrante dos Vingadores e membro fundador da divisão dos Vingadores da Costa Oeste. Será curioso ver como o personagem se integra à trama interplanetária dos Guardiões. Ainda sem sinopse oficial divulgada, a continuação de “Guardiões da Galáxia” (2014) deve abordar as origens do pai de Peter Quill (Chris Pratt). Além de Fillion, as novidades do elenco incluem Kurt Russell (“Os 8 Odiados”) e Sylvester Stallone (“Creed: Nascido Para Lutar”), além de Pom Klementieff (“Oldboy”), que viverá a heroína Mantis. O elenco ainda contará com os retornos de Chris Pratt (Peter Quill/Senhor das Estrelas), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Karen Gillan (Nebula), Michael Rooker (Yondu), Sean Gunn (Kraglin) e as vozes de Bradley Cooper (Rocket Raccoon) e Vin Diesel (mini-Groot). Novamente dirigido por James Gunn, o filme tem previsão de estreia para 4 de maio de 2017 no Brasil.

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    Daisy Ridley vai estrelar drama do diretor de Guerra Mundial Z

    30 de abril de 2016 /

    A atriz Daisy Ridley, que ficou conhecida como a Rey de “Star Wars: O Despertar da Força”, vai protagonizar “The Lost Wife”, novo filme de Marc Forster (“Guerra Mundial Z”). Na trama, Ridley viverá uma jovem garota judia que é separada do marido quando os alemães invadem a cidade de Praga, na atual República Tcheca, durante a 2ª Guerra Mundial. O roteiro é de Marc Klein (“Espelho, Espelho Meu”) e ainda não há previsão de estreia.

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    Participação de Wolverine em X-Men: Apocalipse terá relevância para a franquia

    30 de abril de 2016 /

    A participação de Wolverine em “X-Men: Apocalipse” não vai se resumir à cena mostrada no novo trailer da produção. Nem será uma aparição gratuita. Quem garante é o diretor Bryan Singer. Em entrevista à revista Empire, ele avisa que há um contexto relevante em torno da presença do personagem que remete a todos os filmes já feitos da franquia. Ao explicar que cena vislumbrada no trailer “não é insignificante, nem simplesmente algo jogado ali”, ele adiantou: “Tem algo mais importante que acontece na cena, que faz alusão a uma sequência que se encaixa dentro do cânone de todos os seis filmes e também ao surgimento de uma nova direção”. Além disso, ele confirmou que a participação do ator Hugh Jackman, como Wolverine, não se resuma apenas àquela cena no filme, que estreia no dia 19 de maio.

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    Filho de Lucas Mendes vai dirigir prólogo do terror A Profecia

    30 de abril de 2016 /

    O cineasta americano Antonio Campos (“Simon Killer”), filho do jornalista brasileiro Lucas Mendes e da produtora indie Rose Ganguzza, foi escalado pela 20th Century Fox para dirigir um novo filme da franquia “A Profecia”, terror clássico dos anos 1970 que já rendeu continuações, remake e até série de TV. Segundo o site da revista Variety, o filme será um prólogo intitulado, em inglês, “The First Omen” (a primeira profecia), e vai narrar os acontecimentos que antecederam o nascimento de Damien, o anticristo da trama original. O roteiro foi escrito por Ben Jacoby (do terror “Bleed”) e a produção é de David S. Goyer (roteirista de “Batman vs. Superman”). O primeiro “A Profecia” foi lançado há 40 anos, em 1976, com direção de Richard Donner e roteiro de David Seltzer. A história original acompanhava como o filho natimorto de um embaixador americano em Roma era trocado por uma criança desconhecida, que, após uma sequência de eventos macabros, descobre-se ter sido concebida por um culto satânico para se tornar o anticristo. Dois filmes completaram a trama: “Damien: A Profecia II”, que mostrou a adolescência do anticristo, e “A Profecia III – O Conflito Final” (1981), com Damien já adulto (e interpretado por Sam Neill, de “Jurassic Park”) diante de sua missão de destruir a humanidade. A produção ainda ganhou um remake, lançado em 2006 – exatamente em 06/06/06, numa referência ao número da besta – e inspira atualmente a série “Damien”, do canal pago americano A&E. Ainda não há previsão para o lançamento de “The First Omen”.

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    O universo Marvel atinge o ápice em Capitão América: Guerra Civil

    30 de abril de 2016 /

    Os irmãos Anthony e Joe Russo revelaram-se a grande arma secreta da Marvel. Saíram do anonimato – na verdade, da série “Community” – para dirigir “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014), o filme que impôs mais dramaticidade e seriedade na fórmula do estúdio, até então marcada pelo predomínio do humor em suas aventuras. Agora, com “Capitão América: Guerra Civil”, eles atingem o ápice, ao criar o filme perfeito da Marvel, com o qual todos os demais serão comparados, graças ao equilíbrio de seriedade dramática, ação intensa e diversão bem-humorada em doses harmoniosas. O tom dramático é estabelecido logo no começo, quando uma missão dos Vingadores termina em tragédia, levando o mundo e particularmente o governo dos EUA a exigir controle sobre o grupo. Até porque essa não foi a única intervenção dos heróis com vítimas civis, como mostraram “Os Vingadores” (2012) e “Vingadores: Era de Ultron” (2015). Mas enquanto Tony Stark (Robert Downey Jr.) se mostra pronto para assumir a culpa e se submeter, o Capitão Steve Rogers (Chris Evans) não aceita virar pau mandado, especialmente quando uma das novas missões é capturar seu ex-melhor amigo Bucky/Soldado Invernal (Sebastian Stan). A premissa é de um filme dos Vingadores. Entretanto, o clima solene não inclui as piadinhas trocadas entre os personagens, que marcaram os dois longas de Joss Whedon. Os Russo deixaram o humor por conta da introdução do Homem-Aranha (Tom Holland), que se mostra uma metralhadora de piadas em suas cenas, deixando bem claro sua diferença etária em relação aos demais super-heróis. Se os diretores conduzem o filme com precisão, o mérito da trama é de outra dupla, os roteiristas Stephen McFeely e Christopher Markus, que estão na franquia desde “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011) e se mostram verdadeiros experts em quadrinhos, enchendo a história de referências, como a nação africana de Wakanda, Sharon Carter, a prisão Balsa, o Barão Zemo, Ossos Cruzados, a joia do infinito etc. Além disso, seu roteiro é cirurgicamente interligado com os filmes dos Vingadores, do Capitão América, do Homem de Ferro e até do Homem-Formiga, como se as produções anteriores tivessem sido feitas para desaguar nele. A principal inspiração dos quadrinhos, por sua vez, vem da minissérie “Guerra Civil”, de Mark Millar (o criador de “Kick-Ass” e “Kingsman”), que marcou os anos 2000 e repercutiu em vários títulos da Marvel. Claro, a guerra civil original envolvia centenas de super-heróis e o filme lida com os limites do universo cinematográfico da Marvel, mas mesmo assim consegue passar a essência do conflito, sem deixar de introduzir novos personagens, como o citado Aranha e o Pantera Negra (Chadwick Boseman). A síntese do embate reúne doze heróis numa luta filmada em IMAX, que dá a dimensão grandiosa do momento (ainda que o 3D convertido dos filmes da Marvel continue fajuto e caça-níquel). Um dos grandes méritos da produção, aliás, é reforçar no público a convicção e força desses heróis, mostrando o que eles são capazes em cenas muito bem coreografadas, de grande intensidade física. No conflito generalizado, até a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), que tem poderes mais complexos, tem a chande de demonstrar seu potencial ao enfrentar o androide Visão (Paul Bettany). O centro dramático, porém, está na figura do Soldado Invernal. Se o ator Sebastian Stan não tem o mesmo carisma dos demais, seu arco é o mais trágico. Apesar de estar sob controle de inimigos, ele se sente culpado por ter executado tantas vidas inocentes a mando de terroristas. E este dilema o torna o principal eixo da trama, embora isso não tire o protagonismo do Capitão América e do Homem de Ferro, cujos intérpretes estão cada vez mais à vontade em seus papéis. “Capitão América: Guerra Civil” é um filme repleto de momentos memoráveis. Embora resulte consistente, é composto de várias cenas individuais com forte carga emocional. Uma cena em particular, envolvendo o Soldado Invernal, pode levar o espectador às lágrimas. E isso não é pouco em se tratando de um estúdio que, até então, jamais demonstrara pretensões de dar a seus filmes a atmosfera sombria das adaptações da DC Comics. Os irmãos Russo acabaram com o mito que todo o filme da Marvel precisa ser uma comédia, como o caso extremo do “Homem-Formiga” (2015), sem cair na seriedade sem graça das produções baseadas nos quadrinhos da sua rival. “Capitão América: Guerra Civil” mostrou como adaptações de super-heróis podem ser feitas de forma séria sem perder de vista seu potencial para a diversão. E esta é uma lição mais preciosa que uma joia do infinito.

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    O Caçador e a Rainha do Gelo é um desperdício de talento e dinheiro

    30 de abril de 2016 /

    Às vezes, os bastidores de uma produção são muito mais interessantes do que o resultado das filmagens. É o caso de “O Caçador e a Rainha do Gelo”, tanto um prólogo quanto uma sequência de “Branca de Neve e o Caçador” (2012), o filme que já tinha dado o que falar devido ao relacionamento indiscreto entre a protagonista Kristen Stewart e o diretor Rupert Sanders. Os dois foram barrados na sequência. Mas até Charlize Theron, que viveu a bruxa malvada de visual arrasador do longa original, esteve prestes a desistir do projeto, após descobrir que o salário de Chris Hemsworth, intérprete do Caçador, era maior do que o dela. Só aceitou filmar por cachê igual. Ainda que apareça menos do que Hemsworth, a atriz sul-africana recebeu os mesmos US$ 10 milhões. E, no final, é uma das poucas coisas que se salvam na produção. A má vontade também se estendeu a Jessica Chastain, que não ficou muito satisfeita em ter que integrar o elenco dessa produção destinada ao fracasso. Ela foi contratualmente obrigada, como parte do acordo com a Universal para viver a vilã de “A Colina Escarlate”. E acabou encarando um papel de guerreira genérica nessa curiosa fantasia torta, que tem uma trama até mais inventiva do que a do primeiro filme, mas que se perde muito sob a fraca direção do novato Cedric Nicolas-Troyan, diretor de segunda unidade e supervisor de efeitos especiais do longa original. O filme começa apresentando as duas irmãs bruxas vividas por Charlize Theron e Emily Blunt. A primeira tinha domínio de magia negra e era essencialmente má, enquanto a segunda era apenas uma mulher apaixonada por um plebeu, até uma tragédia ativar seus poderes congelantes. A história acaba destacando mais a personagem de Blunt, que viaja para o norte, onde se torna a imperatriz perversa de uma terra gelada. Neste lugar sem calor, ela decreta que o amor é proibido, porque aprendeu que a paixão faz mal para o coração. Mesmo assim, é neste cenário frígido que brota o amor entre dois caçadores de sua tropa, Eric (Hemsworth) e Sara (Chastain). Ironicamente, esta representação do ódio e do mal, exacerbada em ambas as irmãs, acaba servindo para demonstrar como a animação da Disney “Frozen – Uma Aventura Congelante” foi transgressora, utilizando o amor em vez da raiva como motivação da aventura das irmãs. No filme da Universal, as personagens são cheias de traumas e rancores… e chatice. Com personagens fracas, a produção tosca (mas milionária) tenta embalar o filme na base das reviravoltas, como o evento que marca o fim de seu prelúdio e os inimigos que aparecem pelo caminho dos heróis. Além disso, a trama busca se reforçar com as piadinhas dos dois anões Nion e Griff, que servem de alívio cômico – muito mais eficientes do que as falas supostamente engraçadas de Eric, o Caçador. Mas nada funciona. A ponto de situações trágicas inspirarem apenas tédio. Um tédio que cresce na mesma medida em que a trama perde seu rumo. Nem a presença de cena excepcional de Charlize Theron, como a bruxa má que retorna dos mortos, no último ato, consegue impedir o derretimento dos milhões de dólares despejados em “O Caçador e a Rainha do Gelo”. O resultado é um monumental desperdício de dinheiro, repleto de efeitos e atores caros, que custou uma fábula para parecer uma fábula. E, mesmo assim, não consegue disfarçar a enorme ausência de Kristen Stewart no papel de Branca de Neve. Os motivos que levaram a atriz a ser descartada na sequência renderiam um filme, por sinal bem melhor, em que não faltaria a analogia sobre o moral(ismo) da história.

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    Cena pós-créditos de Capitão América: Guerra Civil foi filmada no Brasil

    30 de abril de 2016 /

    Um segredo de “Capitão América: Guerra Civil” só foi revelado após a estreia do filme nos cinemas. Uma das cenas pós-créditos do filme foi filmada no Brasil. Ironicamente, as imagens registradas no Brasil são apresentadas como paisagens africanas. Trata-se do registro das Cataratas do Iguaçu, que, no contexto da trama, fazem parte da nação africana do Rei T’Challa, a identidade civil do Pantera Negra. As Cataratas aparecem brevemente na primeira cena extra do longa, que revela o destino do Soldado Invernal, e os créditos do filme chegam a aludir a uma equipe de filmagens no Brasil, repleta de nomes de técnicos brasileiros. É a primeira vez que as Cataratas do Iguaçu vão parar na África, mas elas já apareceram no Rio de Janeiro, em “007 Contra o Foguete da Morte” (1979), e no Amazonas, em “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008). Além desta cena, “Capitão América: Guerra Civil” tem um segundo bônus focado no Homem-Aranha, que serve para chamar o vindouro filme do herói aracnídeo.

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    Após repercussão negativa, Will Ferrell desiste de viver Ronald Reagan no cinema

    30 de abril de 2016 /

    Após protestos da família de Ronald Reagan, o ator Will Ferrell desistiu de participar de uma comédia que mostraria o ex-presidente dos EUA com demência. Escrita por Mike Rosolio (série “Sean Saves the World”), a comédia pretendia focar o segundo mandato do presidente, quando Reagan começa a manifestar os primeiros sintomas de Alzheimer e um estagiário tenta convencê-lo que ele é um ator interpretando o papel do presidente em uma obra de ficção. O roteiro chegou a ter tanta popularidade dentro da famosa “lista negra” de Hollywood – um catálogo anual dos melhores roteiros ainda não produzidos na indústria – que em março inspirou uma leitura pública por Lena Dunham, James Brolin, Nathan Fillion e John Cho. Ferrell já havia satirizado anteriormente políticos americanos, tendo feito várias paródias de George W. Bush na época em que integrava o elenco do programa humorístico “Saturday Night Live”. A caracterização foi levada, inclusive, ao teatro, na peça “You’re Welcome America”. Mas ficou sensibilizado com as críticas da família de Reagan, que alegaram que Alzheimer e demência não eram tema para comédia. Patti Davis, e Michael Regan, filhos do ex-presidente, assim como a Fundação Presidencial Ronald Reagan e a Associação de Alzheimer, lamentaram a ideia de fazer humor com uma desordem cerebral progressiva que destrói a memória. “Eu vi quando o medo invadiu os olhos do meu pai, esse homem que nunca havia temido nada. Eu ouvi a sua voz tremer quando ele estava na sala de estar e disse: ‘Eu não sei onde estou’”, escreveu Patti Davis numa carta aberta para Ferrell. Diante da reação, a United Talent Agency, que representa o ator, emitiu um comunicado dissociando Ferrell da produção. “O roteiro de ‘Reagan’ é um dos vários que foram submetidos a Will Ferrell e que ele havia considerado. Embora não se trate de uma ‘comédia sobre Alzheimer’ como foi sugerido, Ferrell não está buscando esse projeto”, afirma o texto. Anteriormente, ele estava até cogitando produzir o longa. Não se sabe agora se o projeto sairá do papel.

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    Trailer do novo Caça-Fantasmas é um dos vídeos mais odiados da história do YouTube

    30 de abril de 2016 /

    O trailer do filme “Caça-Fantasmas” ultrapassou a marca de 500 mil “não gostei” no YouTube, colocando o vídeo entre os mais detestados da história do site. Segundo o canal MyTop100Videos, a prévia é o 23º vídeo mais odiado do YouTube. A liderança da infâmia pertence a “Baby”, o clipe de Justin Bieber. A página do vídeo já tem quase 29 milhões de visualizações, mas apenas 205 mil curtidas. Em compensação, não faltam comentários criticando o remake. “Quem você vai chamar? Esperamos que um outro diretor da próxima vez”, diz um dos comentários menos exaltados, brincando com o famoso slogan do filme original. Além de reclamarem do elenco, os comentários perguntam onde estão as piadas do trailer, sinalizando a falta de humor da produção, que, para piorar a situação, parece ter se levado muito a sério. Estrelado por Melissa McCarthy (“A Espião que Sabia de Menos”), Kristen Wiig (“Zoolander 2”), Kate McKinnon e Leslie Jones (ambas do humorístico “Saturday Night Live”), o filme é uma versão feminina da franquia clássica dos anos 1980 com direção de Paul Feig (“A Espião que Sabia de Menos”). Irritado com a reação do público, o diretor perdeu o rebolado ao desabafar no twitter: “Vocês têm sido violentos contra mim e meu elenco por meses com misoginia e insultos. Então vão se f****. Boa noite. #basta”. Confira a versão dublada da bomba:

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    Whitney Houston vai ganhar documentário do diretor de O Último Rei da Escócia

    30 de abril de 2016 /

    A cantora Whitney Houston terá sua vida e carreira retratadas em um documentário dirigido por Kevin Macdonald (“Mar Negro”). A informação foi divulgada pelo site oficial da cantora. Este será o primeiro filme de Whitney autorizado por sua família. Macdonald é um diretor de prestígio. Além de realizar dramas de ficção, como “O Último Rei da Escócia” (2006), que lhe rendeu o BIFA (prêmio indie britânico), ele já venceu o Oscar de Melhor Documentário por “Um Dia em Setembro” (1999). O filme sobre Whitney tampouco será seu primeiro documentário musical. Em 2012, ele lançou “Marley”, o trabalho mais exaustivo já feito sobre o cantor Bob Marley. O filme ainda não tem título definido, mas deve estrear em 2017. Ele será produzido por Simon Chinn, que já produziu vencedores do Oscar de Melhor Documentário, como “Procurando Sugar Man” (2012) e “O Equilibrista” (2008). Anteriormente, a cantora tinha sido foco do telefilme “Whitney” (2015), dirigido por Angela Bassett e estrelado por Yaya DaCosta. Mas a produção não contou com apoio de sua família, que tentou, sem sucesso, impedir sua gravação. Dona de uma voz incomparável e poderosa, que rendeu diversos hits, Whitney também fez carreira no cinema, destacando-se principalmente no filme “O Guarda-Costas” (1992), de onde saiu sua música mais conhecida, “I Will Always Love You”. Porém, nos últimos anos, passou a chamar mais atenção pela sua vida pessoal, devido ao seu relacionamento conturbado com o cantor Bobby Brown e o vício em drogas. Ela morreu em 2012, afogada em sua própria banheira.

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