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  • Música

    Beyoncé arrasa em música e clipe lançados de surpresa, mais politizada que nunca

    7 de fevereiro de 2016 /

    A rainha das surpresas Beyoncé lançou um novo single, acompanhando por um novo clipe, pegando a internet desprevenida. A façanha não é tão impressionante quando a vez, em 2013, em que ela gravou um disco inteiro na surdina. Mas o vídeo explodiu feito bomba nas redes sociais. Não só pela falta de divulgação antecipada, mas pelas imagens. “Formation” é uma das músicas mais politizadas da cantora, algo vagamente aludido no discurso feminista de hits como “Flawless” e “Pretty Hurts”, mas que agora surge escancarado, com direito a imagens ilustrativas. Ela canta sobre o orgulho de sua negritude, entrando no clipe sentada sobre o capô de uma viatura da polícia de Nova Orleans, que afunda numa inundação das águas do Mississippi. O vídeo também mostra um garotinho dançando diante de uma formação da SWAT, e quando Beyoncé prega respeito às raízes negras, surge um jornal com a foto de Martin Luther King Jr. e imagens captadas em VHS, remontando danças de rua dos anos 1990, época em que o vídeo do espancamento de um negro chamado Rodney King pela polícia de Los Angeles gerou o maior levante racial já visto no país. Em uma das cenas, policias levam as mãos ao alto, em frente a um muro onde está escrito “parem de atirar em nós”. Beyoncé chama atenção para tudo isso sem perder sua pose ostentação, evocando os paparazzi que a perseguem e seu vestido Givenchy. Ela se descreve como uma negra poderosa e orgulhosa, que adora seu nariz, suas raízes sulistas e o cabelo afro da filhinha Blue Ivy – que, por sinal, participa do vídeo. E ela “arrasa”, como diz o refrão, sobre um arranjo minimalista de hip-hop, que privilegia a batida eletrônica e sua voz sobre os demais elementos da canção, favorecendo contorcionismos coreográficos bastante criativos. Já o vídeo, dirigido por Melina Matsoukas (a mesma diretora de “Pretty Hurts”), inclui cenas do documentário em curta-metragem “That B.E.A.T.”, sobre o hip-hop de New Orleans, o que pegou os diretores da obra de surpresa e ameaçou virar uma mini-polêmica no Twitter, até os produtores reconhecerem terem cedido as imagens para a cantora. Os cineastas, por sinal, são creditados na produção do vídeo.

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  • Filme,  Série

    DGA Awards: Alejandro González Iñarritu vence o prêmio do Sindicato dos Diretores

    7 de fevereiro de 2016 /

    O cineasta Alejandro González Iñarritu foi o vencedor da 68ª edição do DGA Awards, prêmio do Sindicato dos Diretores dos EUA, em cerimônia realizada na noite de sábado (6/2) em Los Angeles. Sua consagração, por sinal, originou um feito inédito. O diretor mexicano se tornou o primeiro a vencer o troféu por dois anos consecutivos: por “Birdman” em 2015 e “O Regresso” este ano. Em um discurso emocionado, Iñárritu aproveitou os microfones para criticar a proposta de um dos favoritos a disputar a presidência dos EUA, Donald Trump, que se mostra obcecado em expulsar imigrantes e ampliar as barreiras na fronteira com o México. “A força deste país (EUA) está na diversidade. Construir muros trai isso”, ele afirmou. No contexto da temporada de premiações, a vitória de Iñarritu também demonstrou como os sindicatos de Hollywood estão divididos para a votação do Oscar. Como a maioria dos eleitores da Academia pertence a algum sindicato, estas premiações indicam tendências, que costumam ser reproduzidas na distribuição de estatuetas do Oscar. Apontando a falta de unanimidade da indústria, os diretores preferiram “O Regresso”, mas os produtores ficaram com “A Grande Aposta” e os atores destacaram o elenco de “Spotlight – Segredos Revelados”. Infelizmente, o diretor Fernando Coimbra não conseguiu acompanhar o feito de “O Menino e o Mundo”, que na mesma noite conquistou o Annie Awards de Melhor Produção Independente. Concorrente brasileiro ao prêmio de Melhor Diretor Estreante, pelo excelente “O Lobo Atrás da Porta”, o cineasta brasileiro acabou perdendo para o inglês Alex Garland, responsável pela ficção científica “Ex Machina”, que a distribuidora lançou direto em DVD no Brasil! Nas categorias televisivas, o principal vencedor foi o veterano David Nutter, premiado pelo episódio final (“Mother’s Mercy”) da 5ª temporada de “Game of Thrones”. Chris Addison, da série “Veep”, levou o troféu de Melhor Direção em Série de Comédia. Por fim, mas não menos importante, Dee Rees, uma mulher negra, venceu o prêmio de Melhor Direção de Telefilme pela cinebiografia “Bessie”. Ela já havia chamado atenção da crítica anteriormente, em seu primeiro e até aqui único filme, “Pariah” (2011). Vencedores do DGA Awards 2016 Melhor Diretor Alejandro González Iñárritu (O Regresso) Melhor Diretor Estreante Alex Garland (Ex Machina) Melhor Diretor de Documentário Matthew Heineman (Cartel Land) Melhor Diretor de Série Dramática David Nutter (Game of Thrones, “Mother’s Mercy”) Melhor Diretor de Série Cômica Chris Addison (Veep, “Election Night”) Melhor Diretor de Telefilme/Minissérie Dee Rees (Bessie) Melhor Diretor de Programa de Variedades Don Roy King (Saturday Night Live 40th Anniversary Special)

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  • Filme

    Annie Awards: “Oscar” da animação consagra Divertida Mente e O Menino e o Mundo

    7 de fevereiro de 2016 /

    Maior premiação da animação nos EUA, o Annie Awards, considerado o Oscar dos filmes animados, consagrou “Divertida Mente” em sua 43ª edição, que aconteceu na noite de sábado (6/2) em Los Angeles. Foram, ao todo, 10 prêmios conquistados pela produção da Disney/Pixar, incluindo Melhor Filme, Direção e Roteiro (ambos compartilhados por Pete Docter), além de Melhor Dublador para Phyllis Smith, intérprete da personagem Tristeza. Com a vitória, o longa confirma seu favoritismo absoluto na disputa pelo Oscar da categoria. O candidato brasileiro, “O Menino e o Mundo”, também foi premiado, considerado a Melhor Animação Independente, superando produções bem mais caras, como seu rival japonês no Oscar, “As Memórias de Marnie”, além de “O Profeta”. A vitória de “O Menino e o Mundo” realça o trabalho do diretor Alê Abreu como uma das principais animações do ano, além de ampliar seu destaque internacional. O filme foi o primeiro brasileiro a concorrer na categoria. Vencedores do Annie Awards 2016 Melhor Animação Divertida Mente Melhor Animação Independente O Menino e o Mundo Melhor Direção Pete Docter (Divertida Mente) Melhor Roteiro Pete Docter e Ronnie Del Carmen (Divertida Mente) Melhor Dublagem Phyllis Smith (Divertida Mente) Melhor Trilha Sonora Michael Giacchino (Divertida Mente) Melhor Edição Kevin Nolting (Divertida Mente) Melhor Desenho de Produção Ralph Eggleston (Divertida Mente) Melhor Desenho de Personagens Divertida Mente Melhor Animação de Personagens Divertida Mente Melhor Storyboarding Tony Rosenast (Divertida Mente) Melhores Efeitos Animados O Bom Dinossauro Melhores Efeitos Animados em Filme Live-Action Vingadores: Era de Ultron Melhor Animação de Personagens em Filme Live-Action O Regresso (Urso) Melhor Animação de Personagens em Filme Live-Action O Regresso (Urso) Melhor Série Animada Os Simpsons

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  • Música

    Playlist: 25 clássicos dançantes de funk e disco music

    7 de fevereiro de 2016 /

    O funk perdeu um dos seus presentantes mais dançantes na semana passada. Maurice White, fundador do Earth, Wind & Fire, morreu aos 74 anos na quarta-feira (3/2). Sua banda vendeu mais de 90 milhões de discos pelo mundo, venceu seis prêmios Grammy e entrou para o Hall da Fama do Rock and Roll em 2000. O ritmo swingado, os arranjos elaborados e as letras que evocavam as pistas de dança sintetizaram uma época em que o funk, o soul e a disco music conviviam nas mesmas festas. Uma era que a seleção de vídeos abaixo procura recriar. Como diria Maurice White, “Let’s Groove”… em 25 clássicos para reviver o velho globo giratório.

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  • Série

    Incorporated: Canal SyFy encomenda série produzida por Matt Damon e Ben Affleck

    7 de fevereiro de 2016 /

    O canal pago americano SyFy encomendou a produção da série “Incorporated”, produzida pelos atores Matt Damon (“Perdido em Marte”) e Ben Affleck (“Argo”), informou o site Variety. A série foi criada pelos irmãos espanhóis David e Alex Pastor (“Vírus”) e se passa num futuro em que as corporações têm poder aparentemente ilimitado. Considerado um thriller de espionagem futurista, sua trama será centrada nos esforços de um homem (Sean Teale, da série “Reign”) para burlar o sistema e salvar a mulher que ama. O elenco também conta com Eddie Ramos (série “Teen Wolf”), Dennis Haysbert (série “24 Horas”) e Julia Ormond (série “As Bruxas de East End”). Além de escreverem o episódio inaugural, os irmãos Pastor também dirigiram o piloto aprovado pelo SyFy e continuarão a escrever e produzir “Incorporated”. Em busca de um nome consagrado na indústria televisiva, a produtora Pearl Street Films, de propriedade de Affleck e Damon, também contratou o executivo Ted Humphrey (série “The Good Wife”) para exercer a função de showrunner da atração.

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  • Música

    Million Dollar Quartet: História da primeira geração do rock’n’roll vai virar minissérie

    7 de fevereiro de 2016 /

    O canal pago americano CMT, dedicado à música country, vai produzir uma minissérie dramática dedicada à história da primeira geração do rock, intitulada “Million Dollar Quartet”. Segundo o site da revista Variety, a produção será baseada na peça homônima, indicada ao prêmio Tony (o Oscar do teatro) de Melhor Musical de 2010. Mas Million Dollar Quartet também é nome de disco. Foi como ficou conhecido o encontro musical entre Elvis Presley, Carl Perkins, Jerry Lee Lewis e Johnny Cash em 4 de dezembro de 1956 nos estúdios da Sun Records em Memphis, quando gravaram uma “jam session” histórica. A minissérie pretende comemorar os 60 anos do encontro, além de contar a história da Sun Records, a gravadora que deu origem ao rock’n’roll, destacando seus artistas, desde as primeiras sessões de Ike Turner em 1952, e refletindo a época, marcada por grandes mudanças políticas e agitação social. “‘Million Dollar Quartet” vai capturar o encontro das estrelas que originaram o movimento de cultura pop mais explosivo do século 20, o nascimento do rock’n’roll”, disse Brian Philips, presidente CMT, em comunicado. “Os personagens são todos maiores que a vida, então se trata de um grande desafio, mas estamos contando com a magia de Memphis para ver aquela era ganhar vida novamente!” A produção está a cargo de Leslie Greif, criador da série clássica de ação “Walker, Texas Ranger”, estrelada por Chuck Norris nos anos 1990.

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  • Música

    Filme australiano Música da Alma vai virar série animada

    6 de fevereiro de 2016 /

    O sucesso australiano “The Sapphires” vai virar série animada, informou o site da revista Variety. Lançado direto em DVD no Brasil, com o título de “Música da Alma”, o filme contava a improvável história de um grupo vocal feminino formado por garotas aborígenes em 1968, que são levadas por seu empresário a entreter as tropas americanas durante a Guerra do Vietnã. Estreia do diretor Wayne Blair, a produção original varreu as premiações do cinema australiano em 2013, vencendo praticamente tudo o que disputou – foram uma dúzia de troféus da Academia Australiana de Cinema, incluindo Melhor Filme. O filme já era uma adaptação, baseada numa peça de teatro musical de Tony Briggs, que estreou em Melbourne em 2004. A animação terá supervisão de Briggs e do roteirista Keith Thompson, responsável pela adaptação cinematográfica, e será voltada para crianças. A história vai seguir quatro meninas aborígenes através de aventuras musicais em uma pequena cidade australiana. Ainda não há previsão para a estreia do desenho.

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  • Música

    Playlist: 20 clipes dos Monkees em celebração aos 50 anos da banda

    6 de fevereiro de 2016 /

    A primeira banda pré-fabricada da história, The Monkees, criada para uma série de TV, completa 50 anos em 2016. Com planos de gravar um novo disco – o primeiro em 20 anos – e realizar uma nova turnê, a banda celebra também a mudança de seu status, cultuada pelas novas gerações do rock indie. Mas o reconhecimento não vem de hoje, incluindo gravação de cover pelos Sex Pistols e até versão rap do Run-DMC. Concebidos pelo cineasta Bob Rafelson e o produtor Bert Schneider como uma versão americana dos Beatles, numa série que seria uma espécie de “Os Reis do Iê-Iê-Iê” (1964) semanal. Mas, por incrível que pareça, o conceito pareceu ousado demais para 1966. Como Micky Dolenz lembrou em entrevista recente, “a gente só via jovens cabeludos na televisão quando eles eram presos nos telejornais”. Na ocasião, o diretor do estúdio Screen Gems, que produzia o programa, chegou a dizer, famosamente, “Não entendi nada, mas vai fazer sucesso”. E fez. Tornou-se um fenômeno pop. Além dos episódios exibidos de 1966 a 1968, dos quais Rafelson dirigiu seis, a série rendeu um longa-metragem e discos que venderam mais de 65 milhões de cópias em todo o mundo. Foram diversos hits, até hoje regravados, mas também uma abordagem inovadora da linguagem televisiva: a produção de “Os Monkees” tinha tramas nonsense, situações surrealistas e muito espaço para a improvisação. Contrariando expectativas, “Os Monkees” até venceu o prêmio Emmy de Melhor Série de Comédia de 1967. Mas, já no ano seguinte, graças ao advento da psicodelia e dos hippies, o programa se tornou datado. Os próprios Beatles tinham trocado seu visual pueril por barbas e cabelos cada vez mais longos. E não havia jeito de a Screen Gems topar uma série sobre hippies. Para complicar, os artistas sempre se incomodaram com o fato de serem vistos como fantoches e logo passaram a compôr suas próprias músicas e fazer shows para mostrar que sabiam tocar de verdade. O resultado foi o LP “Headquarters”, que estarreceu a crítica em 1967 por sua qualidade, mas também marcou um mergulho na psicodelia, afastando-se do pop que tornou os Monkees populares. Diante da expectativa de cancelamento, os produtores decidiram levar os Monkees ao cinema, trabalhando num roteiro extramente psicodélico, co-escrito por ninguém menos que o ator Jack Nicholson. O filme teve direção de Rafelson e participação de figurantes famosos como Frank Zappa, Annette Funicello, Victor Mature, Teri Garr, Toni Basil, Dennis Hopper e o próprio Jack Nicholson. A mudança de tom, que implodia a imagem da banda, não foi bem recebida pelos fãs e o filme “Head” (1968) fraturou-se nas bilheterias. Mas sua ousadia inaugurou o cinema contracultural americano. O filme seguinte produzido pelos visionários Bob Rafelson e Bert Schneider foi simplesmente “Easy Rider – Sem Destino” (1969). E Rafelson completou dirigindo Jack Nicholson em “Cada Um Vive Como Quer” (1970), um clássico absoluto da contracultura. Peter Tork abandonou os Monkees logo em seguida, seguido por Michael Nesmith, que se despediu após o especial “33⅓ Revolutions per Monkee” (1969), último programa dos Monkees. Micky Dolenz e Davy Jones continuaram gravando e tocando juntos como The Monkees até 1971, quando o glam e o rock progressivo tornaram seu som ultrapassado. Como trio, os Monkees voltaram a se encontrar em comemoração aos 20 anos da banda, em 1986, deixando a última reunião completa do quarteto para o aniversário de 30 anos, em 1996, época em que também gravaram um álbum de músicas inéditas. A festa dos 50 anos, porém, não contará com Davy Jones, que faleceu em 2012. A seleção abaixo ajuda a lembrar como suas músicas eram boas, reunindo 20 gravações criadas no curto espaço de três anos.

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  • Música

    Os Monkees planejam shows e disco em comemoração a seus 50 anos

    6 de fevereiro de 2016 /

    A primeira banda criada pela televisão, The Monkees, vai celebrar seus 50 anos em 2016 com uma turnê e a gravação de um disco de músicas inéditas com produção de Adam Schlesinger, produtor musical da série “Crazy Ex-Girlfriend”. A informação é da revista americana Rolling Stone. Concebida por ninguém menos que o cineasta Bob Rafelson (“Montanhas da Lua”) como a resposta americana para o sucesso dos Beatles, a banda foi reunida por meio de audições de diferentes músicos, que também precisavam demonstrar suas capacidades como atores para estrelarem a série que os tornou famosos. Lançada em setembro de 1966, a série “The Monkees” não demorou a virar febre e popularizar diversos hits cantados nos episódios. Mas os artistas sempre se incomodaram com o fato de serem vistos como fantoches e logo passaram a compôr suas próprias músicas e fazer shows para mostrar que sabiam tocar de verdade. O resultado foi o LP “Headquarters”, que estarreceu a crítica em 1967 por sua qualidade. Diversas das gravações dos Monkees entraram nas paradas de sucesso, até que a Beatlemania foi substituída pela psicodelia no final dos anos 1960, levando ao cancelamento da série e ao lançamento do primeiro e único filme da banda, o viajante “Head” (1968), marco do movimento psicodélico, que no Brasil ganhou o título de “Os Monkees Estão de Volta”. A banda perdeu Peter Tork em 1969, logo após o especial televisivo “33⅓ Revolutions per Monkee”, último programa dos Monkees, e Michael Nesmith no ano seguinte, mas Micky Dolenz e Davy Jones continuaram gravando e tocando juntos como The Monkees até 1971, quando o glam e o rock progressivo tornaram seu som ultrapassado. Mas eles nunca perderam contato, sempre dispostos a colaborar em novos trabalhos individuais de algum dos amigos. Michael Nesmith acabou se envolvendo mais com cinema, escrevendo o roteiro de “O Cavaleiro do Tempo” (1982) e produzindo, entre outros, o cult “Repo Man – A Onda Punk” (1984), além de ter ficado milionário com a herança de sua mãe, a inventora do líquido corretivo branco, item obrigatório dos escritórios da era analógica. E, por isso, ficou de fora da primeira turnê de reencontro da banda, em comemoração aos 20 anos dos Monkees, em 1986. O quarteto original só foi se reunir no aniversário de 30 anos, em 1996, época em que também gravaram um álbum de músicas inéditas. Eles não celebraram os 40 anos e Davy Jones faleceu em 2012. Mas não é apenas ele que faltará ao novo reencontro. Nesmith não participará da turnê, mas os primeiro disco da banda em 20 anos contará com uma música inédita de sua autoria. Intitulado “Good Times!”, o disco será lançado em 10 de junho. E para confirmar o status da banda, entre os compositores do novo trabalho estão artistas bem mais novos que os idolatram, como Rivers Cuomo (Weezer), Noel Gallagher (Oasis), Ben Gibbard (Death Cab for Cutie), Andy Partridge (XTC) e Zach Schwartz (Rogue Wave). Cinquenta anos depois de serem subestimados por roqueiros e críticos “sérios”, os Monkees voltarão como ícones. Veja Também PLAYLIST: 20 CLIPES DOS MONKEES EM CELEBRAÇÃO AOS 50 ANOS DA BANDA

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  • Série

    Shield 5: Surge a primeira série criada para o Instagram

    6 de fevereiro de 2016 /

    Sabe os vídeos de 15 segundos que lotam o Instagram? O cineasta Anthony Wilcox (diretor assistente de Madonna em “W.E.: O Romance do Século”) resolveu fazer uma série com eles. Trata-se de “Shield 5”, a primeira série do Instagram – ou “cinema social”, como ele prefere, sabe-se lá por quê, chamá-la. Com episódios diários de 15 segundos, cada capítulo dura basicamente uma cena, e os primeiros já estão no ar na rede social. A página oficial da produção no Instagram também inclui fotos, que fazem parte da trama. Criada e dirigida por Anthony Wilcox, “Shield 5” conta a história de John Swift (Christian Cooke, de “Simplesmente Acontece”), um motorista de transporte de valores acusado de envolvimento com um roubo de diamantes. Para provar sua inocência, ele precisará evitar a polícia e encontrar os responsáveis por incriminá-lo. Serão, ao todo, 28 episódios, um para cada dia do mês de fevereiro. Assista abaixo o primeiro e confirma os demais na página oficial da atração no Instagram. ?1: JOHN SWIFT #shieldfive #instamovies #movie #filmmaking #indiefilm #webseries #shortfilm #christiancooke #episode #thriller #storytelling Um vídeo publicado por @shieldfive em Fev 1, 2016 às 9:00 PST

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  • Filme

    Atriz de Garota Exemplar será escritora em drama sobre a 2ª Guerra Mundial

    6 de fevereiro de 2016 /

    A atriz Rosamund Pike (“Garota Exemplar”) está cotada para estrelar o drama “Guernsey”, próximo filme do diretor Mike Newell (“Harry Potter e o Cálice de Fogo”), informou o site Deadline. Baseado no romance histórico “The Guernsey Literary and Potato Peel Pie Society”, best-seller de Mary Ann Shaffer e Annie Barrows, a trama gira em torno de uma escritora que forma um vínculo com os habitantes da ilha de Guernsey e decide escrever sobre suas experiências na 2ª Guerra Mundial. A história começa em janeiro de 1946, quando a escritora Juliet Ashton, em busca de inspiração, começa a se corresponder com um homem que ela nunca conheceu pessoalmente, um morador da ilha de Guernsey, localizada no Canal da Mancha. Na medida que eles trocam cartas e ele relata a sua experiência e de sua comunidade durante a guerra, Juliet se sente cada vez mais inspirada a escrever seu novo livro. O roteiro da adaptação está a cargo de Don Roos (“Marley & Eu”) e ainda não há previsão para a estreia. Depois de ter sido indicada ao Oscar por seu trabalho em “Garota Exemplar” (2014), Pike se tornou uma atriz bastante cobiçada. Ela está confirmada em nada menos que quatro filmes em diferentes estágios de desenvolvimento, e curiosamente dois deles também passados nos anos 1940, o suspense de guerra “HHhH” e o drama racial “A United Kingdom”, ambos previstos para o fim do ano.

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  • Série

    Dennis Quaid e Michelle Fairley vão ao ártico para a 2ª temporada de Fortitude

    6 de fevereiro de 2016 /

    A 2ª temporada do suspense ártico “Fortitude” terá reforços famosos. Entre as novidades do elenco, reveladas pelo site da revista The Hollywood Reporter, estão Dennis Quaid (“O Dia Depois de Amanhã”), Michelle Fairley (série “Game of Thrones”), Parminder Nagra (série “The Blacklist”), Robert Sheehan (série “Misfits”) e Ken Stott (trilogia “O Hobbit”). Eles substituirão os nomes mais famosos do elenco original, Stanley Tucci (franquia “Jogos Vorazes”), Michael Gambon (franquia “Harry Potter”) e Christopher Eccleston (série “The Leftovers”), cujos personagens morreram durante a trama da 1ª temporada. A atração foi uma das surpresas da televisão britânica em 2015, registrando uma média de 1,7 milhão de telespectadores, maior audiência já registrada por uma produção do canal Sky Atlantic, o que gerou interesse internacional e levou à venda da produção para vários países. O fato de o elenco refletir a diversidade europeia, com nórdicos, espanhóis e britânicos em papéis de destaque, ajuda na sua propagação. Criada por Simon Donald (“Wallander” e “Low Winter Sun”), “Fortitude” se passa na pequena cidade que leva seu nome, localizada na região ártica, e acompanha as investigações de um assassinato naquele que, até então, era considerado o lugar mais seguro da Terra. Ao final do arco inicial, as pistas levam a investigação a se deparar com um vírus pré-histórico, que o aquecimento global descongelou junto com carcaças de mamutes, infectando a população local. Os detalhes sobre os novos personagens estão sendo mantidos em sigilo, mas a 2ª temporada também vai trazer de volta Richard Dormer (“Game of Thrones”), Sofie Gråbøl (série “Forbrydelsen”), Verónica Echegui (“Fuga Implacável”), Sienna Guillory (“Resident Evil 5: Retribuição”), Luke Treadaway (“Invencível”), Darren Boyd (“Heróis de Ressaca”), Björn Hlynur Haraldsson (série “The Borgias”), Mia Jexen (“Dual”), Alexandra Moen (série “Strike Back”) e Ramon Tikaram (“O Destino de Júpiter”). Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.

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  • Filme

    Após O Passado, Asghar Farhadi vai voltar a filmar no Irã

    6 de fevereiro de 2016 /

    O diretor iraniano Asghar Farhadi vai voltar a filmar em Teerã. Após conquistar o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro com “A Separação” (2011), ele rodou “O Passado” (2013) em Paris. Mas apesar dos “problemas” (prisões arbitrárias) enfrentados por cineastas no Irã, pretende continuar trabalhando no país. Seu novo filme se chama “Forushande” e novamente tratará da dissolução de um relacionamento nos dias atuais. A trama seguirá um jovem casal cuja relação abruptamente se torna violenta. O filme pretende examinar a lenta transformação de um homem calmo e inofensivo em um ser humano intransigente e cruel. “Como em meus filmes anteriores, ‘Forushande’ aborda como desafios sociais podem impulsionar a queda de algumas pessoas”, disse Farhadi, em comunicado sobre o projeto. O casal será vivido por Shahab Hosseini e Taraneh Alidoosti, que anteriormente trabalharam juntos em “À Procura de Elly” (2009), filme que deu projeção internacional ao diretor, rendendo-lhe o Urso de Prata de Melhor Direção no Festival de Berlim. Apesar de ser totalmente filmado no Irã, o filme terá coprodução francesa.

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