Ralph Fiennes e Hugh Laurie entram na comédia de Sherlock Holmes de Will Ferrell

 

A comédia “Holmes & Watson”, em que Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) viverá Sherlock Holmes, ganhou alguns reforços de peso. Segundo o site da revista Variety, Ralph Fiennes (“007 Contra Spectre”) e Hugh Laurie (“Tomorrowland”) entraram no elenco.

Seus papéis não foram confirmados, mas serão personagens clássicos dos livros de Arthur Conan Doyle. Provavelmente, a dupla tenha sido escalada para dar vida a Mycroft Holmes, o irmão de Sherlock, e o vilão Professor Moriarty, pois são os únicos papéis importantes ainda sem intérpretes definidos.

Além de Ferrell como Sherlock Holmes, o filme terá John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”) como John Watson, Kelly Macdonald (série “Boardwalk Empire”) como a Sra. Hudson, Rob Brydon (“O Caçador e a Rainha do Gelo”) como o Inspetor Lestrade. A trama também incluirá personagens reais, como a Dra. Grace Hart, primeira médica a atender em Londres, vivida por Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”), e o pai da psicanálise Sigmundo Freud, interpretado pelo alemão Wolf Roth.

O filme marcará a terceira comédia da dupla Ferrell e Reilly, que inaugurou a parceria há 11 anos com “Ricky Bobby – A Toda Velocidade” (2006) e obteve grande sucesso com “Quase Irmãos” (2008).

O roteiro foi escrito por Cohen, que dirigiu Ferrell na recente – e medíocre – comedia “O Durão” (2015).

Sherlock Holmes já rendeu diversas comédias anteriormente, mas poucas marcaram época. Entre as melhores, estão “A Vida Íntima de Sherlock Holmes” (1970), do mestre Billy Wilder, “O Irmão mais Esperto de Sherlock Holmes” (1975), de Gene Wilder, e “Sherlock & Eu” (1988), com Michael Caine.

Prestes a completar 130 anos, Sherlock Holmes continua popular até hoje, podendo ser visto atualmente em duas séries, a britânica “Sherlock” e a americana “Elementary”, e ainda deve ganhar um terceiro filme estrelado por Robert Downey Jr., cujo projeto está em desenvolvimento.

Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna

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