Integrantes do Molejo são impedidos de usar nome do grupo, diz colunista

Os músicos foram notificados pela empresa dos herdeiros de Anderson Leonardo, que detém os direitos sobre a utlização da marca

Instagram/Molejo

Os integrantes do Molejo estariam impedidos de usar a marca do grupo de pagode após imbróglio com os herdeiros de Anderson Leonardo (1972-2024). As informações foram publicadas nesta quinta-feira (6/6) pela colunista Fábia Oliveira.

A confusão teria começado depois de que os músicos notificaram a empresa Molejo Produções e Eventos Eireli que não têm mais interesse em serem administrados pelo grupo pertencente aos herdeiros do ex-vocalista. No documento, eles afirmam que seguirão cumprindo o contrato até uma data estipulada, e posteriormente os compromissos agendados seriam cobertos por outra administração.

No entanto, os herdeiros enviaram uma contranotificação aos integrantes do grupo (Andrezinho, Claumirzinho, Lúcio Nascimento, Robson Calazans e Jimmy Batera) com alguns pontos levantados, como o fato de que eles não podem utilizar a marca Molejo, que está registrada no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) pela empresa de Anderson Leonardo, em shows que não forem agendados pela empresa.

Apesar da informação, o grupo continua se apresentando pelo Brasil como Molejo, uma marca já conhecida pelos fãs dos pagodeiros. A empresa dos herdeiros de Anderson reforça que o ato é ilegal e está gerando danos para a família, que passa pelo momento de luto e dificuldades financeiras.

A empresa emitiu um comunicado oficial, informando que os artistas do Molejo têm 24 horas para adotar outra marca nas apresentações que não foram negociadas por eles. Caso a ordem não seja cumprida, os herdeiros também disseram que podem acionar a Justiça para tomar outras medidas.