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Divulgação/UICLAP

TV|7 de maio de 2024

Record é condenada a indenizar atriz após reportagem sensacionalista

Emissora terá de pagar R$ 20 mil por danos morais à Tânia Regina, após matéria do Balanço Geral gerar agressões

A atriz e escritora Tânia Regina (“Os Imigrantes”), de 65 anos, será indenizada em R$ 20 mil pela Record TV devido a uma reportagem de 2021 que, segundo decisão judicial, continha “distorções e inverdades”. O conteúdo, veiculado no programa “Balanço Geral”, levou a atriz a enfrentar hostilidades extremas, incluindo ter sua residência apedrejada e ser fisicamente agredida em público.

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1 Origem da controvérsia
2 Repercussão e danos
3 Posicionamento judicial
4 Defesa da emissora

Origem da controvérsia

O tumulto começou após a Record transmitir uma matéria intitulada “Quem é a atriz de novelas que foi acusada de sequestrar menina após adotá-la?”. A reportagem tratava de um episódio na vida de Tânia que ocorreu nos anos 1980, quando ela adotou uma criança após impedir que a mãe biológica a matasse. A adoção foi legalmente validada após uma investigação minuciosa.

Repercussão e danos

A forma como a matéria foi editada e apresentada ao público, utilizando termos como “sequestro” e insinuando violência contra a criança adotada, provocou uma reação violenta da comunidade contra Tânia. O advogado da atriz, Luiz Antunes, declarou que “a emissora abusou do sensacionalismo para obter audiência”, manipulando os fatos de forma prejudicial.

Posicionamento judicial

Na decisão, o desembargador Alexandre Coelho destacou que a reportagem da Record contrariou os princípios éticos do jornalismo, ao distorcer a realidade dos eventos descritos, prejudicando seriamente a imagem da atriz. “A informação foi apresentada de maneira a atacar a honra e a dignidade de Tânia Regina, causando danos irreparáveis”, afirmou o magistrado.

Defesa da emissora

A Record, por sua vez, alega que a reportagem não tinha intenção de causar danos à atriz e que a matéria era sobre o período anterior à adoção. A defesa da emissora sustenta que o foco era enaltecer o ato de Tânia, descrito como nobre e heroico. A empresa ainda pode recorrer da decisão judicial.

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