Drácula: Novo trailer legendado realça clima sinistro da série na véspera da estreia na Netflix



A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “Drácula”, série coproduzida pela rede britânica BBC, que revisita a famosa história de terror gótico de Bram Stoker. A prévia sinistra evoca passagens conhecidas do famoso romance, mas também traz novidades, como freiras armadas com estacas de madeira. Tudo ao som – bastante apropriado – de “Killing Moon”, clássico da banda Echo and the Bunnymen regravado pela dupla Roman Remains (projeto paralelo da vocalista e do baixista do grupo The Duke Spirit).

“Drácula” foi desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Gatiss e Steven Moffat, criadores de “Sherlock”, que assinam todos os episódios. A série, que traz o ator dinamarquês Claes Bang (de “The Square: A Arte da Discórdia”) no papel-título, estreou em 1 de janeiro e se encerra nesta sexta (3/1) no Reino Unido, com a exibição do terceiro e último episódio da temporada.

Apesar de conclamada pela crítica, com elogios rasgados – 80% de aprovação no Rotten Tomatoes – , a atração acabou tendo público menor que o esperado. A sintonia ao vivo na BBC One foi de 3,2 milhões na estreia e 2,8 milhões no segundo episódio.

A série tem o mesmo formato de “Sherlock”, com uma 1ª temporada curta, contendo capítulos de longa duração, como se cada história fosse um filme. São, ao todo, três episódios de 90 minutos, que contam como o vampiro da Transilvânia medieval vai parar na “moderna” Londres vitoriana, do final do século 19.



A produção britânica traz de volta o personagem de Stoker à TV seis anos após o cancelamento de uma série homônima da rede americana NBC, que apresentou Jonathan Rhys Meyers no papel-título em 13 episódios. Esta série dividiu a crítica (54% de aprovação) e foi cancelada na 1ª temporada.

A estreia na Netflix acontece neste sábado (4/1).


Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna



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