Dark Matter é cancelada após final da 3ª temporada



O canal pago americano SyFy cancelou a série “Dark Matter” no final de sua 3ª temporada. A confirmação foi revelada uma semana após a exibição do último episódio, encerrado com um grande cliffhanger. Ou seja, a série foi concluída sem um final para sua trama.

“É com grande tristeza que confirmo a notícia”, escreveu o criador Joseph Mallozzi em seu blog. “Dizer que estou incrivelmente desapontado seria o mínimo… Eu só quero agradecer sinceramente a minha incrível equipe, meu elenco maravilhoso e a todos vocês, nossos incríveis fãs. Vocês mereciam algo melhor.”

Apesar de um começo vacilante, a atração tinha melhorado muito na atual temporada, em parte porque os personagens tiveram oportunidade para serem desenvolvidos e se tornaram mais simpáticos do que em sua premissa inicial. Mas a audiência caiu cerca de 10% em relação ao público do ano anterior, girando em torno de 600 mil telespectadores ao vivo por episódio.


“Dark Matter” surgiu originalmente como uma minissérie de quadrinhos em 2012, criada pelos roteiristas Joseph Mallozzi e Paul Mullie, responsáveis pela cultuada série espacial “Stargate Universe” – também cancelada pelo SyFy sem final apropriado.

A trama acompanhava um grupo formado pelos criminosos espaciais mais procurados do universo, que, após perder a memória, começam a agir como se fosse um time de heróis. Eles tentam navegar alianças num futuro em que os governos dos planetas foram substituídos por grandes corporações, a bordo da nave Raza, equipada com uma tecnologia de navegação revolucionária.

O elenco canadense destacava alguns atores conhecidos do gênero, como Roger R. Cross (série “Continuum”), Anthony Lemke (série “The Listener”), Zoie Palmer (série “Lost Girl”), Jodelle Ferland (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1”) e Alex Mallari Jr. (série “True Justice”), mas quem acabou roubando a cena foi a estreante Melissa O’Neil (revelação do reality show “Canadian Idol”).



Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna



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