Netflix anuncia mais séries europeias de terror e suspense

Netflix anuncia mais séries europeias de terror e suspense

 

A Netflix avançou sua invasão à Europa ao descortinar um punhado de novas produções de diversos países do continente, entre elas sua primeira série holandesa.

O anúncio foi feito no evento “See What’s Next”, realizado em Roma, que apresentou os projetos novos da Netflix para o mercado europeu. E o que mais chama atenção nos projetos é a quantidade de atrações de terror e suspense, possivelmente um reflexo do sucesso da série alemã “Dark”.

A produção holandesa, ainda sem título, será feita em parceria com a produtora local Pupkin, e se passará em Amsterdã. A trama vai contar a história de estudantes que abrem um portal para um mundo demoníaco.

Da França virá “Mortel”, criada pelo roteirista Frédéric Bélier-Garcia (“O Adversário”). A série vai retratar adolescentes unidos por uma força sobrenatural.

A série italiana “Luna Nera” (ou “Black Moon”, em inglês) é baseada em um manuscrito não publicado de uma mulher acusada de bruxaria no século 17. Foi criada por Francesca Manieri e Laura Paolucci (roteiristas de (“Histórias de Amor que Não Pertencem a Este Mundo”).

Por fim, a nova produção alemã “The Wave” será inspirada no filme de mesmo nome de 2008 – lançado no Brasil como “A Onda” (foto acima). Baseada num caso real, a série vai mostrar adolescentes submetidos a ao experimento de um professor sobre manipulação de massas, que daria origem a movimentos fascistas.

Além destas séries, também foram anunciadas duas produções britânicas: “The English Game”, sobre a origem do futebol, escrita por Julian Fellowes (o criador de “Downton Abbey), e “Turn Up Charlie”, comédia estrelada e produzida pelo ator Idris Elba (“Thor: Ragnarok”).

A plataforma de streaming anunciou em fevereiro que faria um investimento de US$ 8 bilhões em conteúdo ao longo de 2018 – e não estava brincando.

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Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna