Amy Adams vai achar que virou cachorro em seu próximo filme
A atriz Amy Adams (“A Chegada”) vai viver uma mãe que acredita estar se transformando literalmente numa cadela em “Nightbitch”. A história é adaptação de um livro inédito e escrito por uma autora iniciante, Rachel Yoder, que trabalha na produção do talk show de Conan O’Brien. Segundo os produtores, trata-se de uma narrativa sombria, absurda e cômica sobre a maternidade. A trama gira em torno de uma mulher sem nome, ex-artista, que vira dona de casa após o nascimento de seu filho. Conforme seu cotidiano se torna mais repetitivo, ela começa a acreditar que pode estar se transformando num cachorro. O livro será publicado pela editora Doubleday no verão americano de 2021 e sua adaptação para o cinema está sendo escrita pela própria autora. Além de estrelar, Adams também vai produzir o filme, que ainda não tem previsão de estria. A produção marcará o quinto filme da atriz para a produtora Annapurna Pictures. Adams recebeu indicações ao Oscar por três dos filmes anteriores dessa parceria, “O Mestre” (2012), “Trapaça” (2013) e “Vice” (2018).
Luca Guadagnino vai filmar bastidores gays da era de ouro de Hollywood
O cineasta italiano Luca Guadagnino vai voltar à temática LGBTQIA+ que o consagrou em “Me Chame pelo seu Nome” (2017). Ele fechou contrato com a Searchlight Pictures (ex-Fox Searchlight) para filmar a história de Scotty Bowers, um soldado condecorado da 2ª Guerra Mundial que virou agenciador de encontros para estrelas gays de Hollywood, atuando por 40 anos, desde a era de ouro da década de 1940 até o início da epidemia da Aids, para servir sua clientela seleta com garotos de programa em sigilo. O filme é baseado no livro de memórias de Bowers, “Full Service”, e no documentário “Scotty and the Secret History of Hollywood” (2017), que trouxeram à tona várias histórias que estavam no fundo do armário de Hollywood, incluindo também segredos de atrizes famosas – e que devem ter inspirado a série de ficção “Hollywood”, da Netflix. A adaptação está sendo escrita pelo ator Seth Rogen e seu parceiro roteirista Evan Goldberg (criadores das séries “Preacher” e “The Boys”). Vale observar que, apesar da natureza de seus negócios, realizados num posto de gasolina suspeito, Bowers era amado por seus clientes por ter criado um ambiente seguro para os membros da comunidade gay da indústria de cinema, que correriam mais riscos e perigo sem sua ajuda. Com a agenda lotada, Luca Guadagnino está lançando sua primeira série de TV, “We Are Who We Are”, em setembro na HBO, e o documentário “Salvatore, Shoemaker of Dreams” no vindouro Festival de Cannes. Ele também está envolvido com os remakes de “Scarface” e “O Senhos das Moscas”, e prepara uma continuação para “Me Chame pelo seu Nome”. Veja abaixo a capa do livro de Bowers.
Série dos vilões de A Bela e a Fera tem seu título revelado
A série derivada de “A Bela e a Fera”, que vai acompanhar a dupla de vilões Gaston e LeFou, teve seu título revelado durante uma entrevista do compositor Alan Menken à revista Variety. A atração, que será lançada na plataforma Disney+ (Disney Plus), vai se chamar “Little Town”. O nome (cidadezinha, em tradução livre) é uma provável referência à música de abertura do longa, “Belle”, em que a protagonista descreve a pequena vila francesa em que vive. Ainda em estágios iniciais, a série será um musical e voltará a trazer os atores Luke Evans e Josh Gad nos papéis de Gaston e LeFou, que desempenharam no longa de 2017. Os produtores-roteiristas Edward Kitsis e Adam Horowitz, dupla que criou a série “Once Upon a Time” (2011-2018), são os responsáveis pelo projeto. Eles vão assinar os roteiros e produzir a minissérie junto com o astro Josh Gad – que também já criou uma série antes, a comédia “1600 Penn” (2012-2013). “A Bela e a Fera” foi uma das produções mais bem-sucedidas da recente safra de fábulas re-encantadas pela Disney, arrecadando mais de US$ 1,2 bilhão nas bilheterias mundiais.
Diretor de Pokémon: Detetive Pikachu vai filmar o game Beyond Good & Evil
O contrato da Netflix com a empresa de games Ubisoft vai render (além da série animada de “Splinter Cell”) um filme de “Beyond Good & Evil”, que será dirigido por Rob Letterman (“Pokémon: Detetive Pikachu”). Assim como no filme de “Pokémon”, a produção vai combinar atores reais e personagens criados por meio de computação gráfica. Na divulgação do projeto feita em suas redes sociais, a Netflix usou uma imagem de “Beyond Good & Evil 2”, sequência do game original de piratas espaciais que ainda não tem data para ser lançada. Por isso, não se sabe se o filme abordará os acontecimentos do primeiro ou do segundo jogo. Confira o anúncio mais abaixo, junto com o trailer do jogo. Criado por Michael Ancel (“Rayman”), “Beyond Good & Evil” foi lançado para diversos consoles em 2003 acompanhando uma repórter investigativa que se junta a um grupo de resistência para denunciar uma conspiração interplanetária. O projeto ainda está em etapa inicial e não tem previsão de lançamento. ☠️☠️☠️ Some good news for Beyond Good & Evil fans ☠️☠️☠️ A Netflix feature film adaptation of @Ubisoft's epic space pirate adventure is in development! pic.twitter.com/H5uMIXhir6 — NX (@NXOnNetflix) July 31, 2020
Gael García Bernal vai viver campeão gay da luta-livre mexicana
O astro mexicano Gael García Bernal vai vestir máscara e entrar no ringue por “Cassandro”, primeiro longa de ficção de Roger Ross Williams, vencedor do Oscar de curta documental em 2010. “Cassandro” contará a verdadeira história de Saúl Armendáriz, um lutador amador gay de El Paso, que vira estrela internacional da luta-livre ao criar o personagem “exótico” Cassandro, o “Liberace da Lucha Libre” e, nesse processo, dá uma reviravolta não apenas no mundo dos lutadores machões, mas também em sua própria vida. “Como cineasta, minha própria experiência de vida me leva a contar histórias inspiradoras sobre excluídos e elevar as vozes de pessoas que normalmente não vemos na tela. A verdadeira história de Cassandro, Saúl Armendáriz, era uma que eu sabia que queria contar desde o momento em que o conheci. Estou ansioso para poder levar a história de Saúl para um grande público”, disse Williams, em comunicado sobre o projeto. As filmagens estão previstas para o começo de novembro no México, mas dependem do andamento do novo filme secreto de M. Night Shyamalan, que Bernal fará primeiro. Veja abaixo um vídeo das lutas de Cassandro, que se tornou o primeiro campeão “exótico” de luta-livre nos anos 1990.
Roteirista de John Wick vai transformar Splinter Cell em série animada
A Netflix fechou contrato com a empresa de games Ubisoft para desenvolver uma série animada da franquia de jogos “Splinter Cell”. A adaptação está a cargo de Derek Kostad, roteirista da franquia “John Wick”. Konstad, que assinou todos os filmes do assassino vivido por Keanu Reeves e também está envolvido com a série da Marvel “Falcão e o Soldado Universal”, vai escrever e produzir a versão animada do game, que a princípio terá visual de anime (animação japonesa). Lançado em 2002, “Splinter Cell” acompanha Sam Fisher, um agente altamente treinado de uma sub-divisão fictícia de operações clandestinas da NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA), apelidada de “Third Echelon”. O jogador controla Fisher para superar seus adversários ao longo de vários níveis. As “partidas” são caracterizadas, principalmente, pelo alto nível de atenção que os jogadores devem ter durante todo seu decorrer, visto que a maioria dos acontecimentos é inesperada, exercitando o raciocínio lógico e capacidade de reação. A trama apresenta elementos de espionagem e equipamentos de última geração, e é endossada pelo já falecido escritor Tom Clancy, criador do espião Jack Ryan, visto em “A Caçada ao Outubro Vermelho”, “Perigo Real e Imediato” e “A Soma de Todos os Medos”, livros adaptados com sucesso por Hollywood. Apesar disto, a franquia, cujo nome completo é “Tom Clancy’s Splinter Cell”, não se baseia em personagens criador pelo escritor. Além do jogo original, a franquia inclui seis sequências e uma coleção literária. Há alguns anos, Tom Hardy chegou a discutir uma adaptação cinematográfica, no papel de Fisher, mas o projeto nunca passou da etapa inicial.
Chaves sai do ar em toda América Latina
A popular série mexicana “Chaves”, criada e protagonizada por Roberto Gómez Bolaños, foi tirada do ar de todos os canais em que era exibida na América Latina, informaram os filhos do falecido ator neste domingo (2/2). Originalmente produzida entre 1970 e 1980, “Chaves” continuava a ser um fenômeno de audiência graças à reprises que pareciam intermináveis, mas que finalmente acabaram no sábado, 1º de agosto, porque, segundo a imprensa mexicana, a família do ator e o canal Televisa não chegaram a um acordo sobre os direitos da série. “Embora estejamos tristes pela decisão, minha família e eu esperamos que Chespirito esteja em breve nas telas do mundo. Continuaremos insistindo e estou seguro de que conseguiremos”, escreveu no Twitter Roberto Gómez Ferán, filho do ator. O fim das exibições de “Chaves” entrou para os assuntos mais comentados no Twitter, com vários lamentos de fãs de diferentes países, do Brasil ao México, que ressaltaram os valores transmitidos pelo programa, como a amizade, solidariedade e a honestidade. No entanto, também foram feitas críticas ao conteúdo da série, principalmente de usuários mexicanos do Twitter, para quem o programa “manipulava” as crianças e tinha nuances “classistas”. Após a morte de Bolaños, a revista Forbes estimou que “Chaves” tinha rendido cerca de US$ 1,7 bilhão para a Televisiva até 2014. Este sucesso, porém, rendeu a disputa com os herdeiros, que culminou na saída da série do ar.
Wynonna Earp surpreende e volta com maior audiência após dois anos
Após um hiato de dois anos, havia muitas dúvidas sobre a capacidade de “Wynonna Earp” manter seu público no decadente canal SyFy, conhecido nos últimos tempos por ser um cemitério de séries, devido a seus inúmeros cancelamentos. Mas a atração surpreendeu. Impulsionado pela participação do elenco na Comic-Con virtual, o episódio de estreia, exibido no domingo passado (26/7), reuniu 656 mil espectadores na soma de seus primeiros três dias de exibição, um aumento de 11% em relação à estréia da 3ª temporada, de acordo com auditoria da Nielsen. Este número cresce para 1,2 milhão de visualizações quando acrescenta o público de streaming, segundo o Syfy. “‘Wynonna Earp’ é um fenômeno”, disse Chris McCumber, presidente da Syfy. “Não apenas retornou para a 4ª temporada mais forte que estava na 3ª, como a resiliência e a paixão de seus fãs, Earpers, continuam a brilhar nas mídias sociais, convenções e muito mais.” No dia da estreia, ‘Wynonna Earp’ foi o programa mais comentado de toda a televisão (excluindo esportes) no Twitter, com 22,3 milhões de impressões estimada, de acordo com as classificações de conteúdo social da Nielsen. Graças a esse desempenho – e pela falta de sucessos do SyFy – , a série praticamente garantiu sua renovação para o quinto ano de produção em sua estreia de temporada. Nada mal para uma série que ficou dois anos fora do ar, sem verbas para finalizar as gravações dos episódios encomendados. Desenvolvida por Emily Andras (produtora-roteirista de “Lost Girl”), a atração é baseada nos quadrinhos homônimos de Beau Smith, publicados pela editora IDW. Sua premissa é de um faroeste sobrenatural, que acompanha uma descendente do famoso delegado do Velho Oeste Wyatt Earp em sua missão de caçar demônios, para acabar com uma maldição secular de sua família. O apelo da série, porém, é a ótima química do elenco, encabeçado por Melanie Scrofano (série “Damien”), e sua mistura bem dosada de aventura, terror, western moderno, humor, sensualidade, empoderamento feminino e orgulho LGBTQIA+. A soma de todas essas partes fazem de “Wynonna Earp” uma das séries mais bem cotadas no site Rotten Tomatoes, com 92% de aprovação. O elenco também inclui Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”), Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”), Varun Saranga (“Go Awat, Unicorn!”), Michael Eklund (série “Bates Motel”), Greg Lawson (“Heartland”) e Tim Rozon (série “Vagrant Queen”) como o pistoleiro reencarnado Doc Holliday. “Wynonna Earp” tem suas primeiras temporadas disponibilizadas no Brasil pela Netflix.
Warner revela o que a boneca Annabelle anda aprontando durante a pandemia
O estúdio da Warner Bros. em Burbank, na Califórnia, virou uma cidade fantasma nos últimos quatro meses e meio, já que os funcionários estão trabalhando em casa em quarentena. Mas alguém esqueceu a boneca Annabelle fora de sua estante protegida. No final de julho, quando foram pegar “material de trabalho”, três empregados da New Line, divisão da Warner responsável pelos filmes de “Invocação do Mal”, depararam-se com a criatura numa cadeira e resolveram registrar com seus iPhones o que acontece quando a boneca do mal é deixada por conta própria, sem supervisão. O resultado foi um curta, “Annabelle in Quarantine”, que mostra como Annabelle preencheu seu tempo ao ficar sozinha nos escritórios da New Line. O curta se tornou um sucesso interno na Warner Bros. e rapidamente foi repassado para outras divisões. Graças a esse burburinho, a New Line decidiu divulgá-lo publicamente neste domingo (2/8) em seus canais de mídia social, aproveitando também que a data é o Dia Nacional da Boneca nos EUA. A brincadeira termina com um aviso de que a história “continua”. A franquia, claro, continua a ser produzida e o próximo filme do universo de “Invocação do Mal”, do qual Annabelle faz parte, será lançado em 2021. Trata-se de “Invocação do Mal 3” (The Conjuring: The Devil Made Me Do It).
Wilford Brimley (1934 – 2020)
O ator Wilford Brimley, conhecido pelo drama “Ausência de Malícia” (1981), o thriller “A Firma” (1993) e a clássica sci-fi “Cocoon” (1985), morreu no sábado (1/8) em Utah, EUA, aos 85 anos, após uma doença renal. Seu bigode de morsa e aparência de vovô bonzinho marcaram época, explorados até em comerciais da aveia Quaker e de testes de diabetes. Mas houve um tempo em que Anthony Wilford Brimley foi jovem, lutou na Guerra da Coreia, trabalhou como ferreiro, cavaleiro de rodeio e até guarda-costas do recluso milionário Howard Hughes. Como sabia andar a cavalo, a carreira de ator começou com figurações em séries de cowboy e nos westerns “Bravura Indômita” (1969), com John Wayne, e “Mato em Nome da Lei” (1971), com Burt Lancaster. Já as famosas calma e conversa reta que caracterizaram a maioria de seus papéis começaram a ser conhecidas durante sua participação na lendária série “Os Waltons”, como o vizinho da família do título, Horace Brimley, entre 1974 e 1977. Ele dizia que não era ator, apenas um cowboy que empregaram para aparecer em filmes. Jamais ficaria com a mocinha, nunca apareceria sem camisa ou seria protagonista, mas não se incomodava, porque tinha um autógrafo de Jack Lemmon, e foi para conseguir a assinatura de seu ídolo que entrou num teste para o filme que o transformou, definitivamente, em ator. “Entrei naquela sala para pegar um autógrafo e saí com uma carreira”, ele contou numa entrevista de 1995, sobre como conseguiu o papel do capataz da usina nuclear que se torna confidente do personagem de Jack Lemmon em “Síndrome da China” (1979). Brimley chamou atenção e, na sequência, emplacou participações em dois filmes com Robert Redford, “O Cavaleiro Elétrico” (1979) e “Brubaker” (1980). O papel de fazendeiro em “O Cavaleiro Elétrico” não era muito diferente do que já tinha feito em “Os Waltons”, mas o diretor Sydney Pollack gostou tanto do ator que o escalou em mais dois filmes, mudando o rumo da carreira de Brimley. Até “Ausência de Malícia” (1981), seus papéis eram pequenos. Mas o filme seguinte de Pollack, estrelado por Paul Newman, colocou-o em evidência como o promotor que, ao tentar incriminar o personagem de Newman, dá início a um dominó trágico. Pollack ainda o escalou, mais tarde, como um chefe de segurança sinistro em “A Firma” (1993), com Tom Cruise. Brimley fez poucos filmes de ficção científica, mas o gênero lhe deu bastante projeção. Ele foi um dos cientistas isolados na Antártica no cultuado “O Enigma de Outro Mundo” (The Thing, 1982), de John Carpenter, e um dos velhinhos de um asilo que se sente rejuvenescido ao entrar em contato com a energia alienígena de “Cocoon” (1985), de Ron Howard. Era o início – e o auge – de sua carreira, e ele já interpretava papéis da Terceira Idade. Nesta época, Brimley atuou em mais um drama com Robert Redford, “Um Homem Fora de Série” (1984), em que teve outro desempenho marcante. Ele também integrou o elenco de “Minha Terra, Minha Vida” (1984), “Um Hotel Muito Louco” (1984) e “A Força do Carinho” (1983), que rendeu o Oscar para Robert Duvall, e estrelou uma série de 1986 a 1988, “Our House”, como um viúvo aposentado que, após a morte de seu filho, acolhe sua nora (Deidre Hall) e os três netos (a neta mais velha era interpretada por Shannen Doherty). Depois disso, vieram a continuação “Cocoon: O Retorno” (1988), “A Firma” (1993), “O Alvo” (1993), com Jean-Claude Van Damme, e um reencontro com Jack Lemmon na comédia “Meus Queridos Presidentes” (1996). Mas, apesar de se manter ativo, após viver um vovô no filme da Disney “Um Verão Inesquecível” (1998) suas aparições se tornaram mais esparsas e menos importantes, e ele próprio acabou se cansando de Hollywood, usando suas economias para comprar um rancho e levar uma vida simples com sua segunda esposa Beverly, que ele conheceu no set de “Laços de Ternura”, além de aproveitar para tocar jazz com os amigos. Entre seus últimos filmes estão a comédia “Cadê os Morgan?” (2009), como dono do único restaurante da cidadezinha da trama, e o drama religioso “Eu Acredito” (2017), no qual viveu um pastor. Sua morte foi lamentada por vários artistas. O diretor John Carpenter, que o comandou em “O Enigma do Outro Mundo”, o descreveu como alguém 100% “de verdade: um verdadeiro cowboy, um grande ator, um homem maravilhoso”. “Vou sentir muito sua falta, Will”, escreveu o cineasta no Twitter. Jean-Claude Van Damme lembrou-o como um grande “tio” em “O Alvo”. E a atriz Barbara Hershey, colega do ator em “Um Homem Fora de Série”, acrescentou: “Wilford Brimley era um homem e ator maravilhoso, e tive grande prazer em trabalhar com ele. Ele sempre me fazia rir”.
Gotham Awards, que inaugura as premiações de cinema nos EUA, é adiado para janeiro
A celebração anual do cinema independente Gotham Awards, que normalmente abre o calendário de premiações do setor nos EUA, teve a data de sua 30ª edição alterada devido à pandemia de coronavírus. Originalmente prevista para novembro, a cerimônia vai agora acontecer em 11 de janeiro de 2021, informou a organização do Independent Film Project (IFP), responsável pela premiação. Apesar da mudança, a nova data manterá o Gotham Awards como pontapé inicial da temporada de prêmios de cinema, homenageando os melhores do ano em 10 categorias de talentos e filmes independentes. Apesar do anúncio, o IFP ainda não definiu se a cerimônia será presencial ou virtual. Na edição passada, o Gotham Awards elegeu “História de um Casamento”, da Netflix, como Melhor Filme indie do ano.
Filthy Rich: Série de comédia com Kim Cattrall ganha pôster e trailer
A rede americana Fox divulgou o pôster e o trailer de “Filthy Rich”, nova série estrelada por Kim Cattrall (“Sex and the City”). A prévia é repleta de clichês de melodrama novelesco, ao estilo de “Dynasty”, mas tratados como comédia. A trama gira em torno das revelações trazidas à tona pela morte do proprietário da maior rede evangélica de TV dos EUA, que deixa sua viúva, os filhos, o público e a mídia chocados. Considerado um grande religioso, ele deixou filhos ilegítimos, que ninguém conhecia, em seu testamento. E a viúva (Cattrall) quer fazer de tudo para passar a perna nos bastardos e ficar com a maior parte da herança. Como se não bastasse, a morte do milionário, por queda de avião, começa a levantar suspeitas. Remake de uma produção da Nova Zelândia, a série foi desenvolvida pelo cineasta Tate Taylor (de “Histórias Cruzadas” e “A Garota no Trem”) e seu elenco também inclui Gerald McRaney (“House of Cards”) como o falecido, além de Aubrey Dollar (“Battle Creek”), Corey Cott (“The Good Fight”), Benjamin Aguilar (“Rukky”), Mark L. Young (“The Comeback”), Melia Kreiling (“Salvation”), Steve Harris (“A Primeira Noite de Crime”), David Denman (“Outcast”) e Olivia Macklin (“LA to Vegas”). A estreia está marcada para 21 de setembro nos EUA.
Jean-Claude Van Damme vai estrelar comédia de ação na Netflix
A Netflix anunciou a produção da comédia de ação “The Last Mercenary” (O Último Mercenário), estrelada pelo veterano astro de ação Jean-Claude Van Damme (“Os Mercenários 2”). No filme, Van Damme viverá um ex-agente do serviço secreto que deve retornar urgentemente à França quando seu filho distante é falsamente acusado de tráfico de armas e drogas pelo governo, após um erro cometido por um burocrata excessivamente zeloso e uma operação da máfia. As filmagens já começaram em Paris, sob direção do francês David Charhon (“Os Incompatíveis”). O elenco também inclui Alban Ivanov (“Boas intenções”), Assa Sylla (“Mortel”), Samir Decazza (“Validé”), Patrick Timsit (“50 São os Novos 30”), Eric Judor (“Deu a Louca no Aladin”), Miou-Miou (“A Datilógrafa”) e Valérie Kaprisky (“A Mulher Pública”). “’The Last Mercenary’ é um projeto incrivelmente empolgante e me permite assumir um novo gênero”, disse Van Damme em comunicado sobre o projeto. “Sempre fui fã de Jean-Paul Belmondo e espero assumir a comédia de ação do meu jeito. O roteiro de David Charhon reúne todos esses elementos de uma maneira muito bem-sucedida – uma bela história com emoção, muita ação e muito humor. Também estou muito feliz por trabalhar ao lado de uma nova geração de talentos como Alban Ivanov, Assa Sylla e Samir Decazza, mas também por me reunir na tela com o creme de la creme de atores franceses como Patrick Timsit, Eric Judor, Miou-Miou e Valérie Kaprisky. O diretor David Charhon acrescentou: “Quero voltar à grande tradição de filmes de ação dos anos 1980 e 90 – aqueles filmes cultuados que todos adoramos, onde os heróis eram fora do comum, as cenas de ação eram mais impressionantes e mais verdadeiras do que a vida, e tudo pontuado com humor. Somente Jean-Claude poderia incorporar essa era de ouro incomparável do cinema.” Ainda não há previsão para a estreia.












