PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc,  Série

    John Mahoney (1940 – 2018)

    6 de fevereiro de 2018 /

    O ator John Mahoney, mais conhecido pelo pai de Frasier e Niles na série de comédia “Frasier”, morreu no domingo (4/2) aos 77 anos. Apesar de a causa da morte não ter sido divulgada, o ator estava recebendo cuidados paliativos, de acordo com seu agente, Paul Martino. Nascido em Blackpool, na Inglaterra, em 1940, ele se mudou para os Estados Unidos quando era jovem e iniciou sua carreira de ator no teatro. Ele venceu um prêmio Tony em 1986, por “The House of Blue Leaves” antes de começar a coadjuvar em alguns filmes de diretores proeminentes, como “Os Rivais” (1987), de Barry Levinson, “Sob Suspeita” (1987), de Peter Yates, “Feitiço da Lua” (1987), de Norman Jewison, “Busca Frenética” (1988), de Roman Polanski, “Atraiçoados” (1988), de Costa-Gavras, “Fora da Jogada” (1988), de John Sayles, “Digam o Que Quiserem” (1989), de Cameron Crowe, “A Casa da Rússia” (1990), de Fred Schepisi, e a dobradinha “Barton Fink – Delírios de Hollywood” (1991) e “A Roda da Fortuna” (1994), dos irmãos Joel e Ethan Coen. Apesar dessa vasta filmografia, ele só foi se tornar reconhecido pela série “Frasier”, pela qual venceu o SAG Awards (prêmio do Sindicato dos Atores) e foi indicado a dois Emmys e dois Globos de Ouro. Mahoney interpretou Martin Crane em 263 episódios, ao longo de 11 temporadas, entre 1993 e 2004. Ele também atuou nas séries “Em Terapia” (In Treatment, em 2009) e “No Calor de Cleveland” (Hot in Cleveland, de 2011 a 2014). E sua voz distinta ainda retumbou em alguns clássicos da animação, como “Formiguinhaz” (1998), “O Gigante de Ferro” (1999) e “Atlantis: O Reino Perdido” (2001).

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Tarantino fala do acidente de Uma Thurman, do assédio de Weinstein e se diz arrependido

    6 de fevereiro de 2018 /

    O diretor Quentin Tarantino decidiu comentar a entrevista de Uma Thurman ao jornal The New York Times, na qual ela revelou o acidente de carro que sofreu durante as filmagens de “Kill Bill”. A atriz afirmou que ficou com lesões graves, após Tarantino dispensar dublês e colocá-la em risco nas filmagens, chegando a achar que ele queria matá-la. O tom, porém, já foi outro dois dias depois, quando a atriz contou no Instagram que teve ajuda do diretor para conseguir o vídeo do acidente, culpando produtores e Harvey Weinstein por acobertarem o que ela sofreu. Ao falar ao site Deadline, Tarantino fez um mea culpa, admitindo que o acidente foi “um dos meus maiores erros” de sua vida. O cineasta explicou ao Deadline que apoiou e ajudou Uma a lembrar datas e traçar uma linha do tempo para denunciar os assédios de Harvey Weinstein, como ela fez na entrevista, e que ela também culpava o produtor de acobertar o acidente para impedi-la de pedir indenização. Ele garante que não sabia que isso tinha acontecido e que, quando ela lhe perguntou sobre o vídeo, foi atrás, 15 anos depois. “Tivemos de ir a armazéns, abrir caixas. Eu não conseguia acreditar. Não achei que encontraríamos. Mas a fita estava em ótimo estado e mostrava o acidente e o que aconteceu depois. Fiquei muito feliz de entregar para ela”. Ele ainda afirmou que sabia que o vídeo seria divulgado publicamente, mas não pensava que seria visto como antagonista da situação – a repercussão negativa inspirou ataques de estrelas de Hollywood contra o diretor nas redes sociais. Especificamente sobre o acidente, Tarantino disse: “Eu comecei a ouvir do gerente de produção, Bennett Walsh, que Uma estava insegura em filmar a cena dirigindo. Nenhum de nós havia considerado como uma cena de risco com necessidade de dublê. Era só dirigir. Talvez a gente devesse ter pensado nisso, mas não foi o que aconteceu. Tenho certeza de que quando me falaram de Uma eu rolei meus olhos. Mas não fiquei com raiva. Não fui ao trailer de Uma, gritando para ela entrar no carro.” “Eu não sei exatamente o que aconteceu. Uma tem sua suspeita, eu tenho a minha. Achei que lhe dando o vídeo, ela poderia expô-lo e algum especialista poderia entender o que de fato aconteceu”, acrescentou ele. “Eu pensei: ‘uma estrada reta é uma estrada reta’, não achei que precisaria passar por ela de novo para ver se tinha alguma diferença, vindo pelo lado oposto. É um dos maiores arrependimentos da minha vida. Como diretor, você aprende coisas e algumas vezes você aprende com esses erros horríveis. Esse foi um dos meus maiores erros, não ter separado um tempo para checar o trajeto novamente. Ela apareceu de bom humor, fez a cena, e então bateu. No início, ninguém entendeu o que aconteceu. Depois do acidente, Uma foi para o hospital e me senti totalmente em agonia com o que aconteceu. Além de um dos maiores arrependimentos da minha carreira, é um dos maiores arrependimentos da minha vida. Por vários motivos”. Tarantino diz que a cena consistia apenas em dirigir em linha reta, em um percurso aparentemente sem perigos. “Eu sabia que ela era insegura dirigindo, mas ela tinha carteira de motorista. Uma e eu temos nossos problemas quanto ao acidente. Ela me culpou por ele, e ela tem o direito de me culpar por ele. Não quis que isso acontecesse. Eu falei com ela para ela entrar no carro, tentei garantir que o trajeto estava seguro. Mas não estava”, completou. Ele explicou que não reparou em uma ondulação, uma espécie de “S” no trajeto, e que isso pode ter causado a batida. Tarantino ainda abordou a polêmica de assédio sexual, por parte de Harvey Weinstein. Ele conta que Uma foi a segunda atriz a lhe contar sobre a conduta imprópria do produtor. Sua então namorada Mia Sorvino tinha sido a primeira e ele já o havia confrontado, mas recebeu um pedido de desculpas e achou que tinha sido só aquela vez, uma coisa meio desajeitada. Quando ouviu Uma lhe relatoiu algo parecido, acreditou imediatamente na atriz. “Enquanto estávamos nos preparando para ‘Kill Bill’, Uma me contou o que ele fez. Foi aí que percebi que havia um padrão em Harvey atrair e atacar. Então, fiz Harvey se desculpar para Uma. Meu confronto com ele foi dizer que ele tinha de falar com Uma. Não adiantava pedir desculpas para mim. Ele tinha de pedir desculpas e ela tinha de aceitar, se fôssemos fazer o ‘Kill Bill’ juntos”, contou, afirmando que se isso não acontecesse não faria o filme com a Miramax, produtora de Weinstein. “Ele pediu desculpas”. “Eu não poderia ter respeitado mais Uma durante a produção do filme. Trabalhamos por mais de um ano. Treinamos por três meses. Olhe, o que aconteceu com os produtores após o acidente me parece dúbio. Não sei as respostas porque eles não queriam que ela tivesse o vídeo”, adicionou. Sobre as acusações de cuspir e estrangular Thurman em algumas cenas-chave do filme, ele confirmou. “Naturalmente, eu o fiz. Quem mais deveria? Eu não confiava (no ator) Michael Madsen, porque não sabia se iria cuspir certo, se ele aceitasse. Eu falei com Uma e disse, olhe: eu tenho de me comprometer em fazer isso com você. Eu adoro Michael, é um ator incrível, mas não confiava nele para estes trabalhos intrincados. Então, a ideia foi que eu assumiria a responsabilidade.” Quanto ao estrangulamento com corrente, ele explicou que foi uma sugestão da própria Uma, que confiava mais nele para criar uma cena de sufocamento realista com segurança, e que ela não tinha reclamado dessas coisas na entrevista do New York Times, uma vez que não foram citadas entre aspas. Tratava-se de uma apuração da repórter, descontextualizada. Tarantino também confidenciou que, após estrangular Uma, repetiu a ação com Diane Kruger em “Bastardos Inglórios” (2009). Ele também afirma que mantém a amizade com a atriz. “Eu e Uma estamos bem. Ela estava em um turbilhão, mas temos nos falado. Ela não queria que isso tivesse se voltado contra mim. Nós temos uma relação complicada, são 22 anos [na verdade, 24 anos desde ‘Pulp Fiction’]. Então, foi complicado ler o artigo.”

    Leia mais
  • Etc

    Uma Thurman defende Tarantino após repercussão da denúncia de seu acidente em Kill Bill

    6 de fevereiro de 2018 /

    Uma Thurman decidiu se pronunciar após a repercussão de sua entrevista ao jornal The New York Times no sábado (3/2), em que em que relatou um acidente que a machucou no set de filmagem de “Kill Bill”, filme de Quentin Tarantino. Após várias colegas se precipitarem na condenação de Tarantino nas redes sociais, a atriz usou o Instagram para diminuir o peso das acusações contra o diretor. A entrevista foi pesada, mas agora ela elogia o diretor por ajudá-la a conseguir as evidências que Harvey Weinstein tentou acobertar, para impedi-la de processar o estúdio. Na entrevista ela lembrou como, na última semana de filmagem de “Kill Bill”, Tarantino a pressionou a realizar uma cena num carro que uma dublê poderia fazer. Ela se recusou, por não se considerar boa motorista e por ser alertada sobre problemas no veículo pela equipe técnica, mas o diretor não queria perder tempo e lhe garantiu que tudo estava bem com o carro e com a estrada, que ela só precisava acelerar em linha reta. Entretanto, isso acabou não sendo verdade. O carro rodopiou e bateu numa árvore, deixando a atriz presa nas ferragens. “O volante estava na minha barriga e as minhas pernas presas debaixo de mim”, ela contou, dizendo ter sentido que poderia ter ficado paralisada. Sofreu traumatismos e danos irreversíveis no pescoço e nos joelhos. “Quentin e eu tivemos uma enorme discussão, e eu o acusei de tentar me matar”, ela disse. Na segunda, ela mudou o tom, ao escrever em seu Instagram: “Quentin Tarantino ficou profundamente arrependido e continua a mostrar-se arrependido desse triste evento, tanto que me deu a filmagem, anos mais tarde, para que eu pudesse expô-la à luz do dia, embora, provavelmente, este seja um caso sobre o qual nunca se fará justiça. Ele também fez isso com pleno conhecimento que esta exposição poderia causar-lhe danos pessoais, e eu estou orgulhosa dele por fazer a coisa certa e por sua coragem”. Ela aproveitou e publicou o vídeo do momento do acidente, acusando os produtores e Harvey Weinstein de impedi-la de ter acesso ao registro do acidente todos estes anos. “A forma como isso foi acobertado depois que aconteceu é que é imperdoável”, acusa. “Eu culpo Lawrence Bender, E. Bennett Walsh e o notório Harvey Weinstein por isso. Eles mentiram, destruíram evidências e continuam me contradizendo sobre o dano que sofri”. Veja o post original abaixo. i post this clip to memorialize it’s full exposure in the nyt by Maureen Dowd. the circumstances of this event were negligent to the point of criminality. i do not believe though with malicious intent. Quentin Tarantino, was deeply regretful and remains remorseful about this sorry event, and gave me the footage years later so i could expose it and let it see the light of day, regardless of it most likely being an event for which justice will never be possible. he also did so with full knowledge it could cause him personal harm, and i am proud of him for doing the right thing and for his courage. THE COVER UP after the fact is UNFORGIVABLE. for this i hold Lawrence Bender, E. Bennett Walsh, and the notorious Harvey Weinstein solely responsible. they lied, destroyed evidence, and continue to lie about the permanent harm they caused and then chose to suppress. the cover up did have malicious intent, and shame on these three for all eternity. CAA never sent anyone to Mexico. i hope they look after other clients more respectfully if they in fact want to do the job for which they take money with any decency. Uma publicação compartilhada por Uma Thurman (@ithurman) em 5 de Fev, 2018 às 10:15 PST

    Leia mais
  • Série

    Amazon desenvolve série de Conan, o Bárbaro com diretor de Game of Thrones

    6 de fevereiro de 2018 /

    A Amazon está desenvolvendo uma nova série de “Conan, o Bárbaro” com o roteirista Ryan Condal (criador de “Colony”) e o diretor Miguel Sapochnik (responsável pela espetacular batalha dos bastardos de “Game of Thrones”). Condal assina os roteiros, pretendo narrar a história de Conan de forma mais fiel possível às suas origens literárias, acompanhando as andanças do guerreiro criado pelo escritor Robert E. Howard por um mundo misterioso e traiçoeiro, repleto de magos, monstros, beldades e ladrões. Sapochnik dirigirá os episódios, além de coproduzir com Condal e Warren Littlefield (produtor de “The Handmaid’s Tale”). O projeto também tem produção da Pathfinder Media e da Endeavor Content, e se alinha ao novo perfil de séries buscado pela Amazon – um “novo ‘Game of Thrones'”. Em comunicado, Condal admitiu que Conan é uma obsessão pessoal e Sapochnik se declarou um fã de longa data do personagem criado por Howard em 1932 em uma série de histórias de fantasia publicadas na revista pulp “Weird Tales”. O personagem já teve diversas adaptações nas telas. As mais famosas foram os longas estrelados por Arnold Schwarzenegger em 1982 e 1984. O ator pretendia voltar ao personagem num filme sobre a fase “Conan Rei”, retratando o final da vida do cimério, mas este projeto não foi adiante. Conan também virou série em 1997, vivido por Ralf Möller, e voltou ao cinema em 2011, interpretado por Jason Momoa.

    Leia mais
  • Filme

    Lara Croft diz que não é super-heroína nos comerciais de Tomb Raider

    6 de fevereiro de 2018 /

    A Warner divulgou dois comerciais de “Tomb Raider”. Ainda sem legendas, eles destacam a forma impressionante com que Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”) realiza as cenas de ação de Lara Croft, entre muitos saltos, brigas, tiros e corridas contra obstáculos, enfrentando homens e a natureza com destreza formidável. Ironicamente, sua personagem diz que não é super-heroína. Além de Vikander como Lara Croft, papel que catapultou Angelina Jolie ao estrelado, o elenco inclui Dominic West (série “The Affair”), Walton Goggins (“Os Oito Odiados”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”) e Daniel Wu (série “Into the Badlands”). O filme tem roteiro esboçado pela estreante Geneva Robertson-Dworet (do vindouro filme da “Capitã Marvel”) e finalizado por Evan Daugherty (“Divergente”). A direção é do norueguês Roar Uthaug (“Presos no Gelo”), que fará sua estreia em Hollywood, e o lançamento está marcado para 15 março no Brasil.

    Leia mais
  • Série

    Gwyneth Paltrow e Barbra Streisand negociam estrelar nova série de Ryan Murphy

    6 de fevereiro de 2018 /

    A Netflix vai produzir mais uma série de Ryan Murphy (criador de “American Crime History” e “Feud”). Intitulada “The Politician”, a nova série não teve detalhes revelados, mas trará o ator Ben Platt (“A Escolha Perfeita”) no papel de um político e vai abordar questões sociais com humor. Além de Platt, o elenco deve incluir as atrizes Barbra Streisand (“Minha Mãe é uma Viagem”) e Gwyneth Paltrow (“Homem de Ferro 3”), que estão em negociações para integrar a produção. Além de estrelar, Streisand negocia dirigir episódios e Paltrow pretende coproduzir a atração. O acordo de exibição está sendo considerado pela indústria do entretenimento dos EUA como o maior negócio televisivo do ano, pois levou a Netflix a superar propostas da Amazon e da Hulu, garantindo antecipadamente a produção de duas temporadas. Ryan Murphy já tinha anteriormente fechado com a Netflix a produção da série “Hatched”, prólogo do filme “O Estranho no Ninho” (1975), que será estrelada por Sarah Paulson (série “American Horror Story”). “The Politician” foi desenvolvido por Murphy em parceria com Brad Falchuk e Ian Brennan, seus sócios habituais. Falchuk é noivo de Gwyneth Paltrow. A série ainda não tem previsão de estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Crô vai voltar ao cinema acompanhado por Pabllo Vittar e Seu Peru

    6 de fevereiro de 2018 /

    Um dos filmes brasileiros de pior avaliação crítica neste século vai ganhar continuação. Começaram nesta semana no Rio de Janeiro as filmagens de “Crô – Em Família”, sequência de “Crô – O Filme”, que em 2013 levou para o cinema o personagem mais popular da novela “Fina Estampa” (2011). Segundo a Globo Filmes, o trabalho atravessará o carnaval e seguirá, inicialmente, até o dia 27 de fevereiro. Assim como na comédia anterior, o mordomo gay criado por Aguinaldo Silva e interpretado por Marcelo Serrado voltará a passar por uma crise existencial na nova trama. Dessa vez, porém, o problema não é a realização profissional e a busca por uma nova patroa-diva. Os fãs descobrirão que Crô tornou-se um empresário bem-sucedido ao abrir uma escola de etiqueta e ‘finesse’. A tranquilidade acaba quando ele se vê longe da família. Carente e vulnerável, o ex-mordomo se envolve com uma família suspeita e precisará lidar também com as críticas ácidas da colunista de celebridades Carlota Valdez (Monique Alfradique). O filme também vai contar com participações de Pabllo Vittar e Preta Gil, que viverão elas mesmas, além de Marcus Majella e Marcos Caruso como Ferdinando e Seu Peru, seus personagens nos humorísticos “Vai que Cola”, do Multishow, e “Escolinha do Professor Raimundo – Nova Geração”, da rede Globo. A direção é de Cininha de Paula (“Duas de Mim”) e a estreia está prevista para meados de 2018.

    Leia mais
  • Filme

    Atriz de Midnight, Texas será Meghan Markle em telefilme sobre romance com o príncipe Harry

    5 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago americano Lifetime definiu os atores que estrelarão o telefilme “Harry & Meghan: A Royal Romance” (Harry e Meghan: um romance real, em tradução literal). A atriz Parisa Fitz-Henley (intérprete da bruxa Fiji na série “Midnight, Texas” e de Reva Connors em “Luke Cage”) dará vida Meghan Markle, enquanto Murray Fraser (da minissérie “The Loch”) será o príncipe Harry. O telefilme vai narrar a história de amor que desde 2016 gera intensa atenção da mídia global, entre o príncipe britânico e sua noiva plebeia, americana, divorciada, atriz e negra. A direção está a cargo de Menhaj Huda (série “The Royals”) A produção era considerada inevitável, já que o Lifetime fez o mesmo com o noivado do irmão de Harry. Ainda não existe uma data de estréia, mas “William & Kate: The Movie”, sobre o romance entre o Príncipe William e Kate Middleton, foi lançado 11 dias antes do casamento real. O casamento de Harry e Meghan Markle está marcado para 19 de maio.

    Leia mais
  • Filme

    Edir Macedo é perseguido e preso no primeiro trailer de Nada a Perder

    5 de fevereiro de 2018 /

    A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer da cinebiografia do bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus. Na prévia, o intérprete de Macedo (Petronio Gontijo, da novela “Os Dez Mandamentos”) aparece questionado, perseguido, difamado e atrás das grades. O clima lembra mais “Polícia Federal – A Lei É para Todos”, com carros de polícia, políticos e agentes federais em cena, enquanto as imagens repercutem denúncias e investigações. Uma abordagem curiosa para uma produção chapa-branca, com aval do biografado. “Nada a Perder” será o primeiro capítulo de um projeto milionário. Originalmente previsto como trilogia, deve se configurar como dois filmes. O primeiro estreia em 29 de março, enquanto o segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estão negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco ainda inclui Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”).

    Leia mais
  • Filme

    Maze Runner: A Cura Mortal lidera as bilheterias do Brasil pela segunda semana

    5 de fevereiro de 2018 /

    Ao contrário do que aconteceu na América do Norte, “Maze Runner: A Cura Mortal” manteve-se no topo das bilheterias brasileiras em seu segundo fim de semana em cartaz, com uma arrecadação de R$ 4,1 milhões. As informações são do site Filme B, que também registram a animação “O Touro Ferdinando” em 2º lugar, com R$ 3 milhões. Mais bem colocado entre os estreantes de quinta passada (1/2), “A Forma da Água”, novo filme de Guillermo Del Toro indicado a 13 Oscars, debutou em 3º lugar, com R$ 2,8 milhões. Com isso, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, que ainda lidera o ranking nos Estados Unidos e Canadá, caiu para o 4º lugar com R$ 2,7 milhões. Os demais filmes do Top 10 nacional são “The Post – A Guerra Secreta” (R$ 1,6 milhão), “Paddington 2” (R$ 1,4 milhão), “Sobrenatural: A Última Chave” (R$ 1,32 milhão), “Extraordinário” (R$ 1,3 milhão), “Viva – A Vida É uma Festa” (R$ 1,1 milhão) e “Todo o Dinheiro do Mundo” (R$ 921 mil).

    Leia mais
  • Filme

    Submersão: Trailer legendado mostra romance trágico de Alicia Vikander e James McAvoy

    5 de fevereiro de 2018 /

    A California Filmes divulgou o trailer legendado de “Submersão” (Submergence), novo filme do alemão Wim Wenders (“Paris, Texas”). A produção é um melodrama romântico, em que a sueca Alicia Vikander (“Tomb Raider”) e o inglês James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) se apaixonam e são separados por seus trabalhos arriscados, que flertam com tragédias. Na trama, enquanto não estão namorando, o casal central aparece arriscando a vida em missões perigosas. Ele viaja à Somália para libertar prisioneiros de jihadistas, enquanto ela explora as profundezas do oceano num mini-submersível. Diante de situações de morte iminente, resta aos dois as lembranças de um encontro na véspera de Natal ocorrido em uma praia. O filme tem roteiro de Erin Dignam (“O Lenço Amarelo”) e é baseado no romance homônimo escrito por J.M Ledgard. A estreia está marcada para 12 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Além do trailer brasileiro, também foram divulgados pôsteres internacionais da produção. Confira abaixo

    Leia mais
  • Filme

    Rachel Weisz e Rachel McAdams vivem paixão proibida em trailer de drama britânico

    5 de fevereiro de 2018 /

    A Bleecker Street divulgou o primeiro trailer do drama britânico “Disobedience”, história de amor proibido entre Rachel Weisz (“A Luz Entre Oceanos”) e Rachel McAdams (“Doutor Estranho”), com direção do chileno Sebastián Lélio (“Uma Mulher Fantástica”). Adaptação do romance homônimo da escritora Naomi Alderman, a trama acompanha o reencontro da personagem de Weisz, ovelha negra da família, com os parentes judeus ortodoxos para o enterro do pai, o rabino da comunidade. Ela acaba chocando os familiares quando decide relembrar o que a levou a sair de casa: seu amor reprimido pela antiga melhor amiga (McAdams), casada com seu primo profundamente religioso (Alessandro Nivola, de “Ginger & Rosa”). Além de dirigir, Lélio trabalhou no roteiro com a inglesa Rebecca Lenkiewicz (do premiado drama polonês “Ida”). A estreia está marcada para 27 de abril nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Crítica americana implode surpresa do novo Cloverfield na Netflix: “fake news”

    5 de fevereiro de 2018 /

    Lançado de surpresa na Netflix no domingo (4/2), logo após seu primeiro comercial ir ao ar durante o Super Bowl, “The Cloverfield Paradox”, terceiro filme da franquia de monstros do produtor J.J. Abrams (das franquias “Star Trek” e “Star Wars”), vai figurar na história dos streamings pela ousadia de sua divulgação experimental. Levando o sigilo que cerca as produções da Bad Robot (a empresa de Abrams) ao cúmulo, nem o título do filme era conhecido antes do anúncio de que ele já estava disponível. Mas o verdadeiro paradoxo, para citar o título da produção, é que o filme em si não se diferencia por mais nada, além da mencionada divulgação. A recepção da crítica americana à surpresa lembra a expectativa de quem se depara com um presente embrulhado numa caixa gigante, apenas para descobrir, após a abertura do pacote, uma caneta comum. Todas as críticas foram negativas. A maioria afirmou que o filme seria um grande fracasso se fosse lançado nos cinemas, como a Paramount ensaiou fazer, concluindo que o investimento do estúdio foi salvo pela Netflix. A aprovação no Rotten Tomatoes atingiu nível podre, com apenas 16% de avaliações positivas. Veja abaixo alguns comentários. “Parece intrigante, mas o filme e si é estranhamente simples, com excesso de iluminação e inutilmente frenético. Como lançamento cinematográfico, seria um não evento, como evento da Netflix é, para cunhar uma frase, ‘fake news'” – Glenn Kenny, do jornal New York Times. “Vale lembrar que os filmes de ‘Cloverfield’ só conseguiram surpreender com sucesso os métodos convencionais de divulgação porque eram bons. A melhor coisa que você pode dizer sobre este é que vem grátis com sua assinatura Netflix” – David Ehrlich, do site indieWire. “O entusiasmo que este filme poderia inspirar logo dá lugar à percepção surpreendente de que praticamente nenhuma de suas reviravoltas foi pensada de forma coerente ou inteligente” – Justin Chang, do jornal Los Angeles Times. “Aquela sensação de lançamentos direto em vídeo que os títulos lançados diretamente na Netflix começam a ter encontrou o filme que serve perfeitamente de padrão” – Scott Tobias, da revista New York. “Chegamos neste ponto: filmes tratados como comerciais caros, com estreias após o Super Bowl, como se fossem anúncios para salgadinhos ou refrigerantes” – John DeFore, da revista The Hollywood Reporter.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie