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  • Série

    Família de Versace protesta contra série que mostrará o assassinato do estilista italiano

    9 de janeiro de 2018 /

    A família do estilista Gianni Versace está protestando contra o canal pago FX por conta da 2ª temporada de “American Crime Story”, que ganhou o subtítulo de “The Assassination of Gianni Versace”. A reclamação é que se trata de um “trabalho de ficção”, vendido como história real, e que não há autorização para a série de antologia. “A família Versace não autorizou nem teve algum envolvimento com a vindoura série de TV sobre a morte do Sr. Gianni Versace”, disse um comunicado emitido pela grife Versace aos meios de comunicação na segunda (8/1). “Como Versace não autorizou o livro em que a trama parcialmente se baseia, nem participou da redação do roteiro, esta série de TV só deve ser considerada como uma obra de ficção”. O canal FX respondeu com seu próprio comunicado. “Como a série original, ‘American Crime Story: The People Vs OJ Simpson’, que se baseou no best-seller de não-ficção de Jeffrey Toobin, a sequência, ‘The Assassination of Gianni Versace’, é baseado na pesquisa verificada do best-seller de não-ficção de Maureen Orth “Vulgar Favors”, que examinou a vida de crimes de Andrew Cunanan. Nós defendemos o meticuloso relato da Sra. Orth.” O livro de Maureen Orth, sobre o qual a série limitada do roteirista Tim Rob Smith se baseia, foi publicado em 1999 e também não teve aprovação da família Versace. A série aprofunda os eventos que levaram ao assassinato do icônico estilista italiano, que foi baleado na frente de sua mansão de Miami Beach em 1997. Ele tinha 50 anos quando se tornou vítima de Andrew Cunanan, um serial killer que matou quatro homossexuais antes de chegar em Versace. Em novembro, a irmã de Versace e atual diretora da grife, Donatella Versace, disse que não tinha intenção de assistir a série, apesar da amizade com sua intérprete, a atriz Penélope Cruz (“Zoolander 2”). “Falei com Penélope. Ela é uma amiga e disse que vai me tratar com respeito – sim, mas não sei o que será [mostrado], a partir de um livro que diz incríveis falsidades”. Além da estrela espanhola, o elenco também destaca o venezuelano Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”) no papel de Versace, o americano Darren Criss (série “Glee”) como Cunanan e o cantor porto-riquenho Ricky Martin como Antonio D’Amico, o parceiro de vida de Versace. O criador da série, Ryan Murphy, dirige o primeiro episódio, que vai ao ar em 17 de janeiro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Série animada de Louis C.K. é descartada pelo canal pago TBS

    9 de janeiro de 2018 /

    O canal pago PBS resolveu descartar a série animada “The Cops”. A atração foi a última baixa do escândalo sexual que envolveu o comediante Louis C.K., que criou a série em parceria com ator veterano Albert Brooks (“Drive”). Os dois também dublariam os personagens centrais, os policiais atrapalhados Al e Lou. A TBS tinha encomendado 10 episódios da série em janeiro do ano passado e vários roteiros foram produzidos. Além disso, a atração foi anunciada num vídeo com os novos programas do canal. Veja abaixo. “The Cops” se juntou a vários projetos de Louis C.K. que foram cancelados após ele admitir que as denúncias de assédio sexual feitas por colegas comediantes eram verdadeiras. A HBO removeu os programas de stand-up do comediante e a antiga comédia “Lucky Louie” de seus serviços de streaming, e vetou sua participação no especial beneficente “Night of Too Many Stars: America Unites for Autism Programs”, que foi ao ar em 18 de novembro. A Netflix também confirmou o cancelamento de um especial do comediante, que não chegou a ser produzido. Mas o pior ficou por conta do canal FX, que exibiu a premiada série “Louie” nos EUA até dois anos atrás e lança periodicamente especiais do comediante. O FX exibe atualmente duas atrações produzidas por Louis C.K., “Baskets” e “Better Things”. Por enquanto, apenas uma decisão sobre a última foi anunciada. A série continuará a ser feita sem a participação de C.K.

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  • Série

    Hulu renova as séries Runaways e Future Man

    8 de janeiro de 2018 /

    A série de super-heróis “Runaways” e a comédia sci-fi “Future Man” foram renovadas pela plataforma americana de streaming Hulu. Ambas terão 2ª temporada em 2018. A adaptação dos quadrinhos criados por Brian K. Vaughan (que também criou a série “Under the Dome”) é uma das produções mais bem-avaliadas da Marvel, com 83% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A versão de streaming é assinada por Josh Schwartz e Stephanie Savage, dupla responsável pelos sucessos adolescentes “Gossip Girl” e “The O.C.”, e toma muitas liberdades com o material original. Entretanto, as mudanças foram positivas e apoiadas por Vaughan, que é consultor da série. A premissa básica é a mesma dos quadrinhos, publicados no Brasil como “Fugitivos”. A trama gira em torno de seis adolescentes que descobrem por acaso que seus pais são, na verdade, membros de uma sociedade secreta de supervilões. Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Mas enquanto isso acontece rapidamente nos quadrinhos, o período entre a descoberta, a ruptura e o confronto tomou a 1ª temporada inteira, dando mais espaço para o desenvolvimento dos personagens adultos que na história original. Os heróis juvenis da trama são vividos por Gregg Sulkin (série “Faking It”), Rhenzy Feliz (série “Casual”), Virginia Gardner (“Projeto Almanaque”), Ariela Barer (série “One Day at a Time”), Lyrica Okano (série “The Affair”) e Allegra Acosta (série “100 Things to Do Before High School”). Já o elenco “adulto” traz Ryan Sands (série “The Wire”), Angel Parker (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Brittany Ishibashi (“As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”), James Yaegashi (série “Demolidor”), Kevin Weisman (série “Alias”), Brigid Brannagh (série “Army Wives”), Annie Wersching (série “The Vampire Diaries”), Kip Pardue (série “Ray Donovan”), James Marsters (série “Buffy – A Caça-Vampiros”), Ever Carradine (série “Eureka”) e Julian McMahon (série “Nip/Tuck”). Já “Future Man” é uma série estrelada por Josh Hutcherson (“Jogos Vorazes”), com referências de sci-fi dos anos 1980, e 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama gira em torno de Josh Futturman (Hutcherson), que é apenas um faxineiro durante o dia, mas de noite se transforma num gamer de nível mundial. Ele tem um péssimo emprego num centro de pesquisas de disfunções sexuais, e a única coisa em que se destaca é o Cybergeddon, game ambientado em um futuro distópico em que seu personagem, Future Man, é o campeão do mundo. Até que ele ultrapassa o último nível e descobre que o jogo era na verdade um vídeo de treinamento, e que ele foi selecionado para viajar no tempo e salvar o mundo. Neste ponto, a história evoca “O Último Guerreiro das Estrelas” (1984), coincidência que, num instante de clareza, o próprio personagem comenta. Vale observar que, em vez de ir ao futuro, ele é levado ao passado para impedir que o responsável pelo fim do mundo possa dar início à catástrofe. E é simplesmente seu chefe, vivido no presente por Keith David (“A Viagem”). Assim, a história também evoca “O Exterminador do Futuro” (1984) e “De Volta ao Futuro” (1985), com Futturman encontrando versões jovens de seu chefe e até de seus próprios pais… nos anos 1980. A atração foi concebida pela dupla Kyle Hunter e Ariel Schaffir, roteiristas da comédia “Sexo, Drogas e Jingle Bells”, e a produção é de outra dupla, Seth Rogen e Evan Goldberg, diretores-roteiristas de “A Entrevista”, criadores da série “Preacher” e, claro, também produtores de “Sexo, Drogas e Jingle Bells”. Além de produzir, Rogen e Goldberg ainda dirigiram o primeiro episódio.

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  • Música

    Trilha sonora de O Rei do Show atinge 1º lugar nas paradas de sucessos dos Estados Unidos

    8 de janeiro de 2018 /

    A trilha do filme “O Rei do Show” (The Greatest Showman) chegou nesta semana ao 1º lugar das paradas de álbuns da Billboard e do iTunes. Trata-se do primeiro disco de trilha sonora a atingir a posição desde “Cinquenta Tons Mais Escuros” em março do ano passado. Mas com uma diferença: as músicas de “O Rei do Show” não são cantadas por astros da música pop, mas pelo elenco do filme. A façanha aconteceu ao mesmo tempo em que a música “This Is Me”, da trilha do filme, venceu o Globo de Ouro 2018 de Melhor Canção. Na última semana, foram comercializadas mais de 100 mil cópias do disco (78 mil físicas). Mas levaram quatro semanas para essa vendagem engrenar. O disco estreou em 71º lugar e foi dando saltos, semana após semana. O trabalho cinematográfico anterior dos compositores Benj Pasek e Justin Paul, a trilha de “La La Land”, também fez muito sucesso, mas não passou do 2º lugar na Top 200 da Billboard. Mas o mais curioso é que este não é o primeiro disco campeão de vendas da carreira musical de Hugh Jackman e Zac Efron, astros de “O Rei do Show”. Os dois atores-cantores já tinham emplacado três álbuns de trilhas sonoras no topo das paradas: respectivamente, do filme “Os Miseráveis” (2013) e dos telefilmes “High School Musical” (2006) e “High School Musical 2” (2007).

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  • Série

    Super-heróis televisivos se juntam em comercial divertido da DC Comics

    8 de janeiro de 2018 /

    A rede CW reuniu os principais super-heróis de suas séries televisivas num comercial divertido, em que eles encerram as férias e vestem seus uniformes para voltar a combater o crime. O vídeo destaca detalhes dos trajes de couro e zíper, que fazem ruído de scratch quando fechados em sincronia, além do humor peculiar de cada personagem – das piadas sem graça de Elektron/Atom (Brandon Routh) às cobranças do Arqueiro Verde (Stephen Amell) e o jeito meigo de Supergirl (Melissa Benoist) de explicar que se veste mais rápido que todos não apenas por ser superveloz, mas por usar saia. A prévia também mostra pela primeira vez o estreante Raio Negro (Cress Williams) no meio dos outros heróis. A reunião de personagens tem o objetivo de divulgar que as séries da DC Comics, “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, voltam a ser exibidas a partir de segunda-feira, dia 15 de janeiro, nos Estados Unidos. Além do retorno das quatro séries tradicionais, a midseason também terá a estreia de “Black Lightning”, a série do Raio Negro, que no Brasil será disponibilizada pela Netflix – enquanto as demais fazem parte da programação do canal pago Warner.

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  • Série

    Mon-El finalmente ganha uniforme de super-herói na série Supergirl

    8 de janeiro de 2018 /

    Mon-El finalmente vai ganhar seu uniforme de super-herói. A rede CW divulgou uma foto e um pôster do personagem vivido por Chris Wood, em antecipação ao próximo episódio de “Supergirl”, que marcará o retorno da série após o hiato de fim de ano. Curiosamente, o traje não é nada parecido com o uniforme de Mon-El nos quadrinhos – todo vermelho, com uma capa azul, em homenagem a seu velho amigo Superboy/Superman. Além do uniforme, o cartaz abaixo ainda destaca um close no anel da Legião das Super-Heróis, confirmando a participação dos heróis do futuro na luta contra Régia (Odette Annable). O episódio foi batizado, justamente, de “Legion of Superheroes”. Os fãs esperam pela revelação do time de super-heróis do século 30 desde a introdução de Mon-El na temporada passada. A situação se apresentou com o retorno do personagem numa nave do futuro, ao lado de Saturnia (loira nos quadrinhos, ganhou interpretação da estrela de Bollywood Amy Jackson), e a confirmação de que Jesse Rath (Alak Tarr na série sci-fi “Defiance”) viverá Brainiac-5. Aparentemente, os três serão os únicos legionários que aparecerão na série, embora o nome Legião tenha a ver com a quantidade de heróis que o grupo reúne. Vale lembrar que a Legião teve uma pequena participação em dois episódios da antiga série “Smallville”, além de sua própria série animada no Cartoon Network, entre 2006 e 2008. O próximo episódio de “Supergirl” vai ao ar na segunda-feira, dia 15 de janeiro, nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Oscar 2018 ganha pôster oficial com Jimmy Kimmel: “O que poderia dar errado?”

    8 de janeiro de 2018 /

    A rede ABC divulgou o pôster da transmissão oficial do Oscar 2018, com várias fotos do apresentador Jimmy Kimmel com a estatueta e sob uma frase emblemática: “O que possivelmente poderia dar errado?”. Trata-se, claro, de uma referência à confusão do ano passado. Será o segundo ano consecutivo de Kimmel como anfitrião da maior festa de premiação de Hollywood. Ele recebeu elogios por sua estreia no ano passado, e conseguiu sobreviver ao maior desastre da história da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, quando “La La Land” foi anunciado por engano como Melhor Filme, em vez do vencedor real “Moonlight”. A 90ª edição do prêmio mais importante da indústria americana de cinema acontecerá em 4 de março e será transmitida para 225 países, incluindo para o Brasil pelos canais Globo e TNT.

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  • Filme

    Jennifer Lawrence é espiã fatal em novo trailer legendado e fotos de Operação Red Sparrow

    8 de janeiro de 2018 /

    A Fox divulgou o pôster, cinco fotos e o segundo trailer legendado de “Operação Red Sparrow”, thriller de ação estrelado por Jennifer Lawrence (“Mãe!”). A trama é praticamente a origem da Viúva Negra, que a Marvel esqueceu de filmar. Treinada desde jovem nas artes marciais e da sedução, a personagem de Lawrence faz parte de um programa secreto russo para a criação de uma superespiã, e é considerada uma lenda na comunidade de inteligência. Embora seja muito similar à história dos quadrinhos da Marvel, o filme é uma adaptação do best-seller “Roleta Russa”, escrito por Jason Matthews, ex-agente da CIA que se deu bem no ramo da espionagem fictícia. Lawrence vive Dominika Egorova, uma jovem que, após ver o frustrado o sonho de entrar para o balé Bolshoi, é colocada diante da opção de ingressar no serviço secreto da Rússia… ou ser executada. Especializando-se na técnica da sedução, ela recebe a missão de conquistar o agente da CIA Nathaniel Nash (papel de Joel Edgerton, de “Ao Cair da Noite”), responsável por coordenar o trabalho de um informante americano na Rússia. Ao mesmo tempo, ele tenta fazê-la trair seu país. A produção volta a reunir a atriz com o diretor Francis Lawrence, após trabalharem juntos em três filmes da franquia “Jogos Vorazes”, e também com o roteirista Eric Warren Singer, que assinou “Trapaça” (2013). A estreia está marcada para 1 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Etc

    Versão televisiva de Jesus Christ Superstar ganha primeiro teaser

    8 de janeiro de 2018 /

    A rede NBC divulgou o primeiro teaser da versão televisiva do musical “Jesus Christ Superstar”, que será apresentada ao vivo no domingo de Páscoa nos Estados Unidos. O comercial traz apenas cenas de público e uma banda no palco, ao som da música mais conhecida do espetáculo, enquanto destaca os nomes dos cantores Alice Cooper, Sara Bareilles e John Legend – que interpretarão o Rei Herodes, Maria Madalena e Jesus Cristo, respectivamente. A produção é baseada na icônica ópera rock de Tim Rice e Andrew Lloyd Webber, grande sucesso da Broadway, que foi transformada em filme por Norman Jewison em 1973. O musical irá ao ar ao vivo no dia 1º de abril nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Atriz do clássico Clube dos Cinco acusa James Franco de assédio

    8 de janeiro de 2018 /

    Entre os tuítes que emergiram durante a exibição do Globo de Ouro 2018, chamaram muita atenção os disparados por Ally Sheedy, estrela do clássico adolescente “Clube dos Cinco” (1985), um dos filmes mais cultuados dos anos 1980. Seus comentários quase passaram batido, porque ela apagou as mensagens imediatamente. Mas precederam os protestos contra a vitória de James Franco como Melhor Ator de Comédia por “Artista do Desastre”, somando-se às acusações de assédio de outras atrizes que acompanharam a premiação. “James Franco acaba de ganhar. Por favor, nunca me perguntem por que eu deixei a indústria de cinema/TV”, ela escreveu. Ela ainda complementou. “Ok, espera. Tchau. Christian Slater e James numa mesa no Globo de Ouro. #MeToo. Por que um homem está apresentando [a cerimônia]? Por o James Franco foi autorizado a entrar? Já falei demais. Boa noite, amo vocês”. Embora a atriz tenha se arrependido e apagado os tuítes, eles foram salvos por várias publicações. Veja abaixo. Franco dirigiu Ally Sheedy em 2014 numa peça exibida no circuito off Broadway chamada “The Long Shrift”. A foto acima é da première.

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  • Etc,  Filme

    James Franco e Gary Oldman diminuem chances de Oscar após vitórias no Globo de Ouro

    8 de janeiro de 2018 /

    James Franco e Gary Oldman usaram preto e broches do movimento Time’s Up no Globo de Ouro 2018, mas não saíram do radar das denúncias de abuso em Hollywood. As acusações de assédio contra Franco e o resgate das agressões físicas de Oldman contra a ex-mulher, que vieram à tona após as vitórias de ambos no Globo de Ouro – respectivamente, como Melhor Ator de Comédia por “Artista do Desastre” e de Drama por “O Destino de uma Nação” – colocam em discussão seus futuros no Oscar 2018. De favoritos à estatueta de Melhor Ator, ambos podem ser preteridos na premiação. Há um ano atrás, isto não faria diferença. O ator Casey Affleck venceu o Oscar 2017 por “Manchete à Beira-Mar”, mesmo sendo acusado de assédio sexual por duas mulheres com quem trabalhou. Na ocasião, a atriz Brie Larson, que entregou o prêmio, fez questão de não aplaudi-lo. “Eu acredito que o que eu fiz no palco falou por si mesmo”, ela afirmou em entrevista para a revista Vanity Fair, enquanto divulgava “Kong: A Ilha da Caveira”. Mas os protestos se intensificaram muito desde então. Após as primeiras acusações contra Harvey Weinstein chegarem na imprensa nova-iorquina em outubro, a lista de escândalos em Hollywood ganhou proporções epidêmicas, gerando a hashtag #metoo, em que atrizes e até alguns atores revelaram casos em que sofreram assédios no ambiente de trabalho. Vários astros e produtores poderosos foram demitidos em consequência da proliferação das denúncias. E a própria Academia fez algo até recentemente impensável: expulsou Harvey Weinstein. Weinstein foi um dos fundadores da Miramax, empresa que dominou a premiação do Oscar nos anos 1990 e acabou absorvida pela Disney. Mais recentemente, ele comandava a empresa que leva seu nome, The Weinstein Company, e, ao todo, suas produções tiveram 303 indicações ao Oscar e renderam 75 estatuetas. Para dar dimensão de sua importância, um levantamento da revista Newsweek observou que o nome de Harvey Weinstein é o segundo mais citado nos discursos de agradecimento dos vencedores do Oscar em todos os tempos, atrás apenas de Steven Spielberg – e na frente de Deus, por exemplo. E ele foi expulso da Academia sem cerimônia e sem direito de poder, nunca mais, participar da premiação. O clima é tão tenso que há até uma campanha online para impedir a participação de Casey Affleck na cerimônia deste ano. Ele teria presença garantida graças a uma tradição antiga da Academia, na qual o vencedor da categoria de Melhor Ator apresenta o prêmio de Melhor Atriz do ano seguinte. Quase 20 mil pessoas assinaram o abaixo-assinado no site Change.org para que ele não seja convidado. Isto dificulta muito as chances de James Franco e Gary Oldman. Apesar do trabalho elogiado de ambos, especialmente de Oldman, pode ser que algum deles fique fora até das indicações, que estão sendo definidas neste momento – entre sexta passada (5/1) e a próxima sexta (12/1). Os escolhidos serão anunciados em 23 de janeiro. Caso os dois apareçam na lista, terão contra si o voto feminino, que será muito seletivo no atual momento de Hollywood. Por conta disto, é quase inevitável congratular o jovem Timothée Chalamet por seu Oscar. Ele teve o bom gosto de participar de dois dos melhores filmes do ano, “Lady Bird”, vencedor do Globo de Ouro de Melhor Comédia, e “Me Chame pelo seu Nome”, vencedor do Gotham Awards, e é por este último que disputará o troféu da Academia. Alguns (homens) poderão reclamar, mas não haverá injustiça na consagração do jovem ator de 22 anos. Ele já foi premiado como Revelação do Ano pelo Gotham Awards, além de vencer como Melhor Ator em diversos festivais e listas de associações de críticos dos Estados Unidos. Também está indicado ao SAG Awards, que é o prêmio do Sindicato dos Atores, e ao Spirit Awards, o “Oscar indie”. O fato de interpretar um jovem que desperta para a homo-afetividade é um cutucão final no machismo estabelecido em Hollywood.

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  • Etc,  Filme

    Vitória de Gary Oldman no Globo de Ouro 2018 resgata acusações de abuso e agressão

    8 de janeiro de 2018 /

    Enquanto os discursos femininos foram celebrados no Globo de Ouro 2018, os atores de cinema que venceram as estatuetas não tiveram a mesma sorte. Assim como James Franco, cuja vitória como Melhor Ator de Comédia disparou denúncias de assédio sexual, a consagração de Gary Oldman como Melhor Ator de Drama voltou a trazer à tona as acusações de violência que constam de seu divórcio. Os dois atores foram ao Globo de Ouro de preto e com o broche do movimento Time’s Up, em apoio ao empoderamento feminino, o que foi considerado intragável para usuários das redes sociais. O intérprete de Winston Churchill em “O Destino de uma Nação” foi acusado de agredir a ex-esposa Donya Fiorentino em 2001 na frente dos dois filhos. Apesar da agressão constar no processo de separação, Gary diz que as acusações estão repletas de mentiras e meias verdades. Mas numa entrevista de 2015, ao jornal New York Daily News, ela detalhou o episódio, que levou ao seu divórcio logo em seguida. “Assim que peguei o telefone para ligar para a Polícia, Gary colocou as mãos no meu pescoço e apertou. Eu recuei com a base do telefone e tentei discar para o 911. Gary pegou o telefone da minha mão e me bateu no rosto com o aparelho por três ou quatro vezes. Meus dois filhos estavam chorando. O ator também já se envolveu em outras polêmicas, como quando defendeu discursos antissemitas do amigo Mel Gibson. A premiação fez os usuários das redes sociais lembrarem da polêmica, tornando-a um dos assuntos mais comentados do Twitter. “Gary Oldman, um abusador, acaba de vencer um Globo de Ouro enquanto ostenta um broche do Time’s Up. Incrível”, escreveu a ilustradora que se identifica como F. gary oldman, an abuser, just won a golden globe while wearing a “time’s up” pin. incredible — f✍? (@surfinginthesky) January 8, 2018 “Gary Oldman é um abusador. Próximo”, resumiu uma usuária de Nova York. Gary Oldman is an abuser, next. — Michelle Collins (@michcoll) January 8, 2018 “Timothée Chalamet fez a interpretação do ano e Gary Oldman bateu na cara de sua mulher com um telefone”, disparou outro. Timothée Chalamet gave the performance of the year and Gary Oldman beat his wife in the face with a telephone — Simon Curtis (@simoncurtis) January 8, 2018 “Como você premia um abusador conhecido, Gay Oldman, e fala de canto de boca sobre justiça para mulheres…”, questionou mais um. “Depois de todo #MeToo e #ItsTime (sic) em volta de Hollywood nos últimos meses, os maiores vencedores da noite foram abusadores e predadores”. Once again, the Golden Globes prove their concern is only performative- how do you give an award to known domestic abuser, Gary Oldman, and speak out the side of your mouth about justice for women — Nerdy POC (@nerdypoc) January 8, 2018 Final Thoughts on the Golden Globes: After all the #MeToo and #ItsTime buzz surrounding Hollywood the last few months and in to tonight, the biggest winners tonight were abusers and predators. — Nerdy POC (@nerdypoc) January 8, 2018

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    Atriz que foi de vermelho ao Globo de Ouro diz porque “furou” o protesto dos vestidos pretos

    8 de janeiro de 2018 /

    A presidente da Associação dos Correspondentes Estrangeiros de Hollywood, que organiza o Globo de Ouro, não foi a única mulher de vestido vermelho em meio ao tom de luto do figurino preto, ostentado por 99% dos presentes à premiação. A atriz Blanca Blanco (“Fake News”) justificou ter escolhido ser a dama de vermelho do Globo de Ouro 2018 com um tuíte. “O problema é maior do que a cor do meu vestido”. A atriz ainda usou uma hashtag da campanha “Time’s Up” para completar o post. Veja abaixo. Isto não a impediu de receber muitas críticas por “furar” o protesto coletivo das atrizes, que se vestiram de preto para denunciar o assédio sexual em Hollywood, especialmente no Instagram, onde postou fotos do tapete vermelho. Não é a primeira vez que Blanca Blanco “causa” numa premiação de cinema. No ano passado, no tapete vermelho do Oscar, ela foi “traída” pela fenda do vestido e deixou as partes íntimas à mostra. Os dois momentos foram os mais vistos de sua carreira, que se resume a filmes B, como a continuação “Showgirls 2”, lançada diretamente em DVD. De todo modo, as próprias organizadores do movimento Time’s Up também receberam críticas por se vestirem de preto, das verdadeiras vítimas dos assédios. Saiba mais aqui. Arriving @goldenglobes Uma publicação compartilhada por Blanca Blanco (@blancablancoactress) em 7 de Jan, 2018 às 2:43 PST The issue is bigger than my dress color #TIMESUP — Blanca Blanco (@blancablanco) 8 de janeiro de 2018

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