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  • Filme

    Versões de Um Crime é um desperdício de talento de todos os envolvidos

    10 de março de 2017 /

    A cineasta Courtney Hunt teve uma estreia notável com “Rio Congelado”, drama de 2008, produzido com somente US$ 1 milhão, que gerou reconhecimento mundial à Melissa Leo, a partir de sua indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Apesar disso, a produção independente não rendeu à Hunt novas oportunidades. Desde então, ela só fez séries: três episódios de “Em Terapia” e dois de “Lei e Ordem: Unidade de Vítimas Especiais”. Lamentavelmente, o caso de Hunt não é isolado, como demonstra o destino de outras colegas, como Audrey Wells (“Sob o Sol da Toscana”), Christine Jeffs (“Chuva de Verão”) e Tamara Jenkins (“A Família Savage”), que sumiram do mapa após pequenos grandes feitos como diretoras autorais em seus primeiros passos. Para retomar a carreira em “Versões de Um Crime”, restou à Hunt um ingrato trabalho por encomenda que, claramente, não encontra nenhuma sintonia com o talento demonstrado previamente, resultado numa narrativa sem qualquer personalidade. O filme traz Keanu Reeves (“John Wick: Um Novo Dia Para Matar”) como o advogado da família formada por Jim Belushi (“Noite de Ano Novo”), Renée Zellweger (“O Bebê de Bridget Jones”) e Gabriel Basso (“Super 8”). O pai foi assassinado e o filho não faz nenhuma cerimônia em admitir o crime, embora tenha estabelecido desde então um voto de silêncio. Com dificuldades em fazer a sua defesa, o protagonista acaba aceitando a contribuição da personagem de Gugu Mbatha-Raw (em um papel parecido com o que interpretou no excelente “Armas na Mesa”), filha de um influente advogado. Enquanto seguem as declarações das testemunhas, flashbacks conflitam com cada palavra expressa, criando a impressão de que todos ali estão sustentando versões fantasiosas dos fatos para justificar um crime tão brutal e polêmico. O problema é que seriados na linha de “Divisão Criminal” (The Closer) e “The Good Wife” estabeleceram um patamar elevado, mostrando inúmeros casos judiciais, a ponto de dificultar o trabalho de filmes que tentem alongar os desdobramentos de apenas um crime nos tribunais. É uma constatação que enfraquece “Versões de Um Crime” já em seu primeiro ato, apesar do roteiro ter sido escrito por Nicholas Kazan – do já clássico “O Reverso da Fortuna” (1990) – , que entretanto, de forma suspeita, preferiu assinar com um pseudônimo para escapar incólume. Não bastasse ser genérico e trazer interpretações no piloto automático de todo o elenco, “Versões de Um Crime” ainda arrisca atirar pela janela tudo o que construiu em seu desenvolvimento em favor de um ato final de reviravolta, que busca surpreender o espectador ao exibir as verdadeiras faces dos personagens. Assim, o que soava como explicação para o ato de violência perde toda a sua credibilidade e coerência, trocada pela presunção de uma esperteza narrativa, facilmente antecipada nos primeiros minutos de projeção. Um grande desperdício de talento de todos os envolvidos.

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  • Música

    Souvenir mostra versalidade de Isabelle Huppert

    10 de março de 2017 /

    A distribuidora Pandora Filmes fez bem em antecipar a estreia de “Souvenir” para este início de março, poucos dias após o Oscar 2017 e a tour de reconhecimento da atriz Isabelle Huppert na temporada de premiação por sua interpretação em “Elle”. Quem não estava familiarizado com a carreira da francesa, testemunhará a sua versatilidade em um papel totalmente oposto ao de sua memorável Michèle Leblanc. Já seus fãs de longa data poderão desfrutar em “Souvenir” de outra faceta de seu talento: o canto. Aqui, Huppert vive Liliane Cheverny, uma mulher que trabalha silenciosamente em uma fábrica de bolos, sendo responsável por dar o toque final na sobremesa adicionando três ingredientes decorativos. Trata-se de uma rotina padronizada e de desencantos que o cineasta belga Bavo Defurne (“North Sea Texas”) capta com uma câmera rígida em sua exposição dos vazios que rondam Liliane. Os seus dias passam a ganhar tons mais coloridos com a chegada de Jean Leloup (Kévin Azaïs, de “Amor à Primeira Briga”), um novo empregado que de imediato associa Liliane à Laura, uma celebrada candidata do Festival Eurovisão da Canção, que caiu no anonimato após perder uma final para o grupo ABBA – nenhum paralelo com a realidade, pois o grupo sueco, vencedor da edição de 1974, bateu a célebre italiana Gigliola Cinquetti. Pois as suspeitas logo se confirmam e o jovem começa a incentivá-la a voltar a cantar. O que vem a seguir é um relacionamento encenado de modo maduro entre duas pessoas com idades bem distintas, mas Defurne fica devendo no desenvolvimento dos demais aspectos da trama, a exemplo da inconstância dos personagens. Liliane/Laura e especialmente Jean alternam da doçura para a fúria sem muito embasamento dramático, bem como a mãe de Jean, Martine (Anne Brionne), que passa a se comportar de modo nada cordial ao descobrir que há algo sério entre os dois. De qualquer modo, “Souvenir” resulta simpático quando consegue superar as suas disparidades, valendo especialmente pela presença sempre forte de Isabelle Huppert, que entrega uma performance vibrante de “Joli Garçon”, canção de Pink Martini que será a responsável por seu renascimento. Sair da sessão cantarolando será inevitável.

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  • Filme

    Filme do Papa Francisco é rico, envolvente e evita a propaganda religiosa

    10 de março de 2017 /

    O Papa Francisco é uma figura pública das mais admiráveis da atualidade. Por seu despojamento, sua simplicidade ao exercer o poder que tem, pela procura por ouvir, acolher e entender mais do que julgar ou restringir as pessoas e a diversidade humana. É um homem que pratica o que prega e o faz com humildade. Sua inserção neste nosso cada vez mais insensato mundo trouxe um sopro de tolerância e liberdade, que há muito se fazia necessário, sobretudo partindo da poderosa Igreja Católica. Chega a seu quarto ano de papado e ganha uma cinebiografia para celebrá-lo. O personagem é cativante e merece o apoio que tem recebido dos homens e mulheres de bem, sejam religiosos ou não. O problema que esse tipo de filme pode trazer é ser chapa-branca e servir apenas à propaganda ou propagação de uma religião. Ou só falar aos já convertidos. O título em português: “Papa Francisco: Conquistando Corações” só reforça essa impressão marqueteira. No entanto, o título original é outra coisa: “Francisco: El Padre Jorge” e corresponde muito melhor ao que é o filme e ao personagem que retrata. Jorge Bergoglio, o padre Jorge, que se tornou Papa, o primeiro da América Latina, é uma pessoa forjada no convívio com as questões sociais de uma região empobrecida. Sendo um homem de ir às ruas e ao contato com as pessoas, desenvolveu sensibilidade para ir muito além da doutrina e suas regras, o que seu antecessor Bento XVI, Joseph Ratzinger, não demonstrava. O filme mostra isso e coloca claramente os dois polos, o inovador e o conservador, mas evita qualquer crítica ao papa que renunciou. Ao contrário, até traz uma fala de Francisco, colocando como corajoso e revolucionário o seu ato surpreendente de renúncia. Certamente não convinha a crítica direta ou a comparação de estilos. Seria quase afrontoso fazê-lo, tão gritante é essa diferença. Da mesma maneira, o filme cita os escândalos da pedofilia na igreja e o do Banco do Vaticano, mas não lida com esses temas. Do casamento gay nem se fala. A questão do aborto aparece numa cena do papa, confortando uma fiel, que chorava e se dizia arrependida de ter tirado o feto. Terrível, mas algo passível de ser acolhido ou perdoado. A questão é mais complexa e pode dispensar essa culpa toda, mas já há algum avanço aí. De resto, o filme mostra a evolução do padre Jorge em cenas muito menos convincentes sobre a sua juventude, relações familiares e interesse por eventuais namoradas do que na sua vida adulta de padre, bispo, cardeal de Buenos Aires. Em parte, porque o ator que faz o jovem padre Jorge, Gabriel Gallicchio (novela “Entre Canibais”), não é muito expressivo no papel, enquanto o grande ator argentino Darío Grandinetti, bem conhecido do público brasileiro por filmes como “Fale Com Ela” (2002) e “Julieta” (2016), ambos de Pedro Almodóvar, ou “Relatos Selvagens” (2014), de Damián Szifron, encarna magistralmente o papa Francisco. A narrativa explora o período que envolve o conclave que elegeu Ratzinger e depois, o que elegeu Bergoglio, por meio do relacionamento do padre Jorge com a jornalista Ana, papel da ótima atriz espanhola Silvia Abascal (“O Lobo”), cuja parceria com Grandinetti resulta estupenda. O filme está longe de apresentar uma história simplificada ou adocicada. É uma boa produção, dirigida por Beda DoCampo Feijóo (“Amores Locos”), cineasta nascido em Vigo, na Espanha, mas radicado na Argentina desde que era bebê, e que se baseou em livro de uma jornalista argentina correspondente do Vaticano. Mostra os conflitos, as dificuldades e as questões que envolveram Bergoglio e a ditadura militar argentina, incluindo as denúncias feitas quando o atual papa assumiu. Explica e defende o papel que ele teve naquela ocasião, junto aos padres jesuítas sequestrados, além de outros atos de solidariedade que, como mostra o filme, parecem não só comuns como definidores da personalidade e da atuação do padre Jorge. Enfim, é um história rica e e envolvente e que não entra naquela categoria indesejável de filme religioso de propaganda.

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  • Filme

    Viola Davis levou um Oscar merecidíssimo por Uma Limite Entre Nós

    10 de março de 2017 /

    “Fences”, a peça teatral de August Wilson, foi levada na Broadway com Denzel Washington e Viola Davis como protagonistas. A versão cinematográfica, que recebeu o mesmo nome (aqui, “Um Limite Entre Nós”), teve August Wilson como roteirista, foi dirigida por Denzel Washington e protagonizada por ele e Viola. É um drama familiar, um melodrama como muitos outros, bem construído, com bons diálogos, acrescentando a esses ingredientes uma realidade norte-americana de grande hostilidade aos negros, na década de 1950. O filme não disfarça sua origem teatral, mas tem um bom ritmo e uma temática e personagens consistentes. O seu maior triunfo, sem dúvida, são seus dois maravilhosos atores principais: Denzel Washington e Viola Davis. Eles dão um show de interpretações, revivendo os papéis que já haviam desempenhado no teatro. Viola venceu o Oscar 2017 de Melhor Atriz Coadjuvante (por que coadjuvante?), o Globo de Ouro e o BAFTA britânico. Prêmios merecidíssimos. Denzel merecia outro tanto. E o elenco de atores é todo muito bom, de primeira linha.

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    Atriz da série Atlanta é selecionada para viver Dominó em Deadpool 2

    10 de março de 2017 /

    A atriz Zazie Beetz, revelação da série “Atlanta”, foi escolhida para viver a caçadora de recompensas mutante Dominó em “Deadpool 2”. O próprio Deadpool, o ator Ryan Reynolds, fez o anúncio em seu Twitter, acompanhado por uma ilustração (veja acima) da atriz no papel. No ano passado, o site Deadline apurou que uma dezena de atrizes estavam visadas para o papel da mutante de pele branca, capaz de manipular as leis das probabilidades para fazer a sorte atuar a seu favor. A lista incluía as americanas Lizzy Caplan (“A Entrevista”), Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”), Sienna Miller (“Sniper Americano”), Kelly Rohrbach (do vindouro “Baywatch”), a canadense Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), a irlandesa Eve Hewson (série “The Knick”), a australiana Ruby Rose (“xXx: Reativado”), a argelina Sofia Boutella (“Star Trek: Sem Fronteiras”), a mexicana Stephanie Sigman (“007 Contra Spectre”) e a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”). Devido às características físicas da selecionado, é provável, como a ilustra revela, que ela não tenha a pele pintada de branco. Seria considerado polêmico colocar uma “white face” numa atriz negra. A personagem foi criada em 1992 por Fabian Nicieza e Rob Liefeld. Resultado de uma experiência secreta do governo, o nome real de Dominó é Neena Thurman. Graças a seus poderes e habilidades físicas, ela acaba integrando um esquadrão de mercenários liderado por Cable e participa da primeira fase da X-Force, grupo de mutantes responsável por realizar missões mais secretas e sensíveis, em vez de aparecer na mídia tentando impedir o fim do mundo como fazem os X-Men. O novo filme terá os mesmos roteiristas, Rhett Reese e Paul Wernick, mas uma mudança de direção, com David Leitch (“De Volta ao Jogo”) no lugar de Tim Miller. A estreia vai acontecer em 2018. Zazie Beetz Effect. pic.twitter.com/Kvtyk1aI7O — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) 9 de março de 2017

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  • Filme

    Revelada primeira frase de Luke Skywalker no novo Star Wars

    9 de março de 2017 /

    A Disney revelou, numa reunião de acionistas, o primeiro teaser de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, previsto para o fim do ano. E o que o vídeo mostrou acabou sendo comentado no jornal Los Angeles Times. Segundo a publicação, a pequena cena se passa logo após o final de “Star Wars: O Despertar da Força”, quando Rey (Daisy Ridley) finalmente encontra Luke Skywalker (Mark Hamill), mas não trocam palavras. E a primeira fala de Luke, revelada no vídeo, é exatamente “Quem é você?”. Rey responde à pergunta lhe entregando um sabre de luz. Que seria o próprio sabre de luz de Skywalker (e, antes dele, de seu pai Anakin), há muito perdido. O teaser também mostrou cenas dos personagens Chewbacca (Peter Mayhew), Finn (John Boyega) e da princesa e general Leia Organa (Carrie Fisher). A atriz gravou sua participação no filme seis meses antes de sua morte, em dezembro do ano passado. “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia apenas em 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Etc

    Polêmica: Brie Larson confirma que não aplaudiu Casey Affleck no Oscar 2017 de modo intencional

    9 de março de 2017 /

    A atriz Brie Larson confirmou que foi intencional o ato de não ter aplaudido Casey Affleck durante o Oscar 2017, ao anunciar sua vitória como Melhor Ator. “Eu acredito que o que eu fiz no palco falou por si mesmo”, ela afirmou em entrevista para a revista Vanity Fair, enquanto divulgava “Kong: A Ilha da Caveira”, que estreou no Brasil nesta quinta-feira (9/3). Como é praxe na premiação, a Melhor Atriz do ano anterior entrega o troféu ao Melhor Ator. Vencedora do Oscar 2016 por sua atuação em “O Quarto de Jack”, cuja personagem é vítima de estupro, Larson não acompanhou o aplauso do público após anunciar o vencedor, ficando com as mãos inertes. A cena já havia sido vista no Globo de Ouro. O ato foi notado pelos internautas como um protesto contra as acusações de assédio que o ator de “Manchester à Beira-Mar” carrega desde 2010. O processo nunca chegou aos tribunais e foi encerrado com um acordo. Na época, Affleck negou as acusações. Conhecida pelo seu ativismo contra o abuso de mulher, a atriz também preferiu não falar mais sobre o protesto. “Eu disse tudo o que eu preciso dizer sobre esse assunto.”

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  • Filme

    Sony e Fox planejam filmes rivais sobre o traficante El Chapo com direção de Ridley Scott e Michael Bay

    9 de março de 2017 /

    A Sony e a Fox vão disputar território no submundo volátil do narcotráfico internacional. Ambos os estúdios anunciaram planos para filmar uma cinebiografia do mexicano Joaquín “El Chapo” Guzmán, maior chefe dos cartéis de drogas dos últimos anos. O projeto da Fox terá direção de Ridley Scott (“Perdido em Marte”), enquanto a Sony ainda busca um diretor famoso para se ocupar de sua produção. Segundo o site The Hollywood Reporter, Michael Bay (da franquia “Transformers”) está no topo da lista. A princípio, as duas filmagens serão bem distintas. Enquanto o filme da Fox, intitulado “The Cartel”, é uma versão ficcional da ascensão de El Chapo, adaptada do romance homônimo de Don Winslow, o longa da Sony pretende focar a caçada ao criminoso, adaptando o livro “Hunting El Chapo: The Thrilling Inside Story of the American Lawman Who Captures the World’s Most-Wanted Drug Lord”, assinado por Cole Merrell e Douglas Century, que será publicado em outubro. Joaquín “El Chapo” Guzmán, que se declara inocente de todas as acusações, foi considerado o inimigo público número um dos Estados Unidos após a morte de Osama bin Laden, e chegou a escapar duas vezes de prisões de segurança máxima no México. Ele acabou recapturado no ano passado, ao ceder à vaidade e aceitar uma entrevista com o ator Sean Penn para a revista Rolling Stone. Além destes filmes, o roteirista e produtor norte-americano Chris Brancato, cocriador de “Narcos”, está desenvolvendo uma série baseada na história do líder do cartel de Sinaloa para o canal pago americano History. “El Chapo” ficou conhecido como um criminoso pop, por manter relacionamento com figuras da música e do entretenimento dos Estados Unidos, além de figurar na lista de bilionários da revista Forbes durante quatro anos. De acordo com a publicação, seu cartel seria responsável por 25% de toda a droga traficada do México para os Estados Unidos.

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  • Série

    Vídeo e pôster de Punho de Ferro destacam a nova heroína Colleen Wing

    9 de março de 2017 /

    A Netflix divulgou um pôster e um vídeo de “Punho de Ferro” dedicado à Colleen Wing, a nova heroína introduzida na produção, também conhecida como Filha do Dragão. A personagem vivida por Jessica Henwick (Nymeria Sand em “Game of Thrones”) é uma das principais heroínas asiáticas da Marvel, uma mestre das artes marciais que se alia a Danny Rand (Finn Jones, também de “Game of Thrones”) em sua luta contra a família Meachum. A prévia apresenta seu arco dramático, com ajuda de entrevistas de Henwick e Jones, e inclui cenas de ação num clube da luta clandestino. A adaptação dos quadrinhos de Roy Thomas, Doug Moench, Gil Kane e John Byrne foi desenvolvida por Scott Buck (ex-showrunner de “Dexter”) e o elenco ainda destaca Tom Pelphrey (série “Banshee”), Jessica Stroup (série “The Following”) e David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”) como os integrantes da família Meachum. A produção também inclui Rosario Dawson como a enfermeira Claire Temple, em sua quarta série consecutiva, além da participação de Carrie Ann Moss, retomando o papel da advogada Jeri Hogarth, vista em “Jessica Jones”. “Punho de Ferro” vai estrear em 17 de março com 13 episódios.

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  • Filme

    Trailer de Código de Silêncio, um dos filmes mais comentados do Festival de Sundace 2017

    9 de março de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer e as imagens de “Código de Silêncio” (Burning Sands), filme bastante comentado do Festival de Sundance 2017. A prévia mostra o dilema de um calouro universitário (Trevor Jackson, da série “American Crime”), que tenta entrar para uma fraternidade prestigiosa, mas para isso precisa se sujeitar à iniciação do grupo, extremamente longa e violenta. A trama reflete os complicados laços que unem os participantes desse rito de passagem das universidades americanas, cujos trotes chegam a extremos. O longa marca a estreia na direção de Gerard McMurray, um dos produtores do excelente “Fruitvale Station: A Última Parada”, vencedor de Sundance em 2013. O elenco inclui Alfre Woodard (série “Luke Cage”), Steve Harris (série “O Desafio/The Practice”), Tosin Cole (“Star Wars: O Despertar da Força “), DeRon Horton (da vindoura série “Dear White People”), Nafessa Williams (série “Code Black”) e Trevante Rhodes (“Moonlight”). “Código de Silêncio” estreia nesta sexta (10/3), exclusivamente na Netflix.

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  • Música

    Trailer apresenta segunda metade da série de hip-hop The Get Down

    9 de março de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer da segunda metade de “The Get Down”, série musical do cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) sobre as origens do hip-hop em plena época da disco music. A primeira parte dividiu opiniões, ao se mostrar fantasiosa como um grande musical de Hollywood, quando muitos esperavam um relato mais factual, mas o acabamento cinematográfico justificou o custo elevado – US$ 120 milhões em sua 1ª temporada. A série se passa no berço do hip-hop, no bairro negro do South Bronx, em Nova York, em meados dos anos 1970, girando em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos que são “nadas e ninguéns”, mas que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços do Bronx para a cena artística do SoHo, ao palco do CBGB e às pistas de dança do Studio 54, mas também tem uma trama paralela, envolvendo uma cantora de gospel, fã de discoteca e filha de pai evangélico (vivido por Giancarlo Esposito, da série “Breaking Bad”). Apesar de acompanhar personagens fictícios, a produção incorpora fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash é um dos produtores, ao lado do rapper Nas e do crítico e escritor Nelson George, que trabalharam junto com o Baz Luhrmann para garantir a autenticidade da recriação da época. No elenco, que destaca uma nova geração de atores negros e latinos, há alguns rostos bem conhecidos como o veterano Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”) e Justice Smith (“Cidades de Papel”). Os últimos seis episódios da 1ª temporada serão disponibilizados no dia 7 de abril na plataforma de streaming.

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    Casal de The Vampire Diaries virá ao Brasil para evento de fãs

    9 de março de 2017 /

    A Daydream Eventos anunciou que os atores Paul Wesley e Candice King, um dos principais casais da série “The Vampire Diaries”, virão ao Brasil participar da convenção Vampire Attraction, dedicada à série. Os intérpretes de Stefan e Caroline, presentes desde a 1ª temporada da atração, participarão de dois dias de convenção, com direito a painéis coletivos, encontros individuais, sessões de fotos e autógrafos. Candice foi incluída na reta final da programação, já que Phoebe Tonkin, intérprete de Hayley em “The Originals” e namorada de Wesley na vida real, tinha marcado sua presença e acabou desistindo na última hora (saiba o motivo aqui). Com o final de “The Vampire Diaries” marcado para esta sexta (10/3) nos EUA, o encontro terá clima de despedida do casal. Mas, além deles, também virão Daniel Gillies e Chase Coleman, de “The Originals”, spin-off de “The Vampire Diaries”, em que Gilles vive o vampiro original Elijah. Coleman, por sua vez, já não está na série, tendo vivido o lobisomem Oliver em 12 episódios. A Vampire Attraction Convention BR será realizada na cidade do Rio de Janeiro, nos dias 6 e 7 de maio, no Sheraton Grand Rio Hotel & Resort, mas não é para o bolso de todos os fãs – até o mero autógrafo será cobrado, com preços tabelados. Os pacotes variam de RS$ 720 a R$ 2,1 mil.

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  • Música

    Novo trailer legendado de Velozes e Furiosos 8 é tão exagerado que faz até chover carros

    9 de março de 2017 /

    A franquia “Velozes & Furiosos” extrapolou os limites da insanidade em seu novo trailer, em que chovem carros sobre as ruas, tornando o asfalto flamejante. A cena é espetacular e a explicação é que a vilão vivida por Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”) hackeou os sistemas eletrônicos dos carros de Detroit, causando acidentes por toda a cidade. Podia parar por aí, mas ainda há uma sequência em que Dwayne Johnson desvia a rota de um míssil com as mãos. E para quê pular sobre um tubarão se o carro de Vin Diesel pode saltar sobre um submarino inteiro? “Jump the shark”, para quem não sabe, é uma gíria americana originada de um episódio da série clássica “Happy Days”, que mostrou Fonzie fazendo ski aquático sobre um tubarão. Significa apelar demais, passar do ponto, chegar no limite do exagero, que, de tão absurdo, sinaliza o início da decadência de uma produção. Será que “Velozes & Furiosos 8” é o capítulo do pulo do tubarão de Vin Diesel e cia.? Primeiro filme rodado após a morte de Paul Walker, quinto escrito por Chris Morgan e estreia do diretor F. Gary Gray (“Straight Outta Compton”) na franquia, “Velozes & Furiosos 8” parte de uma traição do protagonista. Dominic (Diesel) é coagido a atacar a própria “família” e os mocinhos são reforçados pelo vilão do capítulo anterior, vivido por Jason Statham, para tentar prender seu antigo líder. A estreia está marcada para 13 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA, e também ganhou dois pôsteres que podem ser conferidos abaixo.

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