Claudia Cardinale, símbolo do cinema italiano, morre aos 87 anos.
Atriz de “O Leopardo”, “8 1/2” e “Era uma Vez no Oeste” marcou época com sua presença em grandes clássicos do cinema europeu
Filme de Chantal Akerman é eleito o melhor de todos os tempos
A revista britânica Sight & Sound, publicação oficial do British Film Institute, divulgou nessa quinta (1/12) a nova versão atualizada de sua tradicional lista com os melhores filmes de todos os tempos. A lista é organizada a cada dez anos e conta com a participação de alguns dos críticos e estudiosos de cinema mais importantes do mundo, que enviam as suas listas individuais para serem contabilizadas. O resultado deste ano foi surpreendente por incluir um filme europeu à frente dos habituais favoritos da velha Hollywood, “Um Corpo Que Cai” (1958), escolhido da crítica em 2012, e “Cidadão Kane” (1941), o eleito de 2002. Eles continuam no Top 3, mas atrás de “Jeanne Dielman” (1975), da belga Chantal Akerman. Com quase três horas e meia de duração, a produção franco-belga mostra a rotina de uma dona de casa solitária (Delphine Seyrig) que faz suas tarefas diárias, cuida do apartamento e do filho adolescente. No entanto, acontece algo que muda sua rotina. Curiosamente, “Jeanne Dielman” tinha aparecido na lista de 2012 apenas em 35° lugar. Seu crescimento entre a crítica também marcou a primeira vez que um filme dirigido por uma mulher ficou em 1º lugar na lista britânica. A diversidade também se manifestou nos filmes que completam o Top 5: o japonês “Era uma vez em Tóquio” (1953), de Yasujiro Ozu, seguido pelo chinês “Amor à Flor da Pele” (2000), de Wong Kar-Wai. O Top 10 segue mesclando produções de Hollywood e do cinema europeu, com “2001, Uma Odisséia no Espaço” (1968), de Stanley Kubrick, “Bom Trabalho” (1998), de Claire Denis, “Cidade dos Sonhos” (2001), de David Lynch, “Um Homem com uma Câmera” (1929), de Dziga Vertov, e “Cantando na Chuva” (1952), de Stanley Donen e Gene Kelly. A lista completa é uma relação com todos os suspeitos esperados pelos cinéfilos, mas também guarda algumas idiossincrasias, como o curta-metragem “Tramas do Entardecer” (1943), da pioneira cineasta indie Maya Deren em 16º lugar. E entre os clássicos de Bergman, Murnau, Ford, Coppola, Renoir, Varda, Kurosawa, Dreyer, Tati, Chaplin, Lang, Wilder, Scorsese, Godard, Tarkovsky, Fellini, Visconti e Bresson, a maior surpresa é encontrar três filmes muito contemporâneos: “Retrato de Uma Jovem em Chamas” (2019), da francesa Céline Sciamma, “Parasita” (2019), do sul-coreano Bong Joon Ho, e “Corra!” (2017), do americano Jordan Peele. Confira abaixo o trailer de “Jeanne Dielman” e o Top 100 completo. 1. “Jeanne Dielman” (Chantal Akerman, 1975) 2. “Um Corpo Que Cai” (Alfred Hitchcock, 1958) 3. “Cidadão Kane” (Orson Welles, 1941) 4. “Era Uma Vez em Tóquio (Ozu Yasujiro, 1953) 5. “Amor à Flor da Pele” (Wong Kar-wai, 2001) 6. “2001: Uma Odisseia no Espaço” (Stanley Kubrick, 1968) 7. “Bom Trabalho” (Claire Denis, 1998) 8. “Cidade dos Sonhos” (David Lynch, 2001) 9. “Um Homem com uma Câmera” (Dziga Vertov, 1929) 10. “Cantando na Chuva” (Stanley Donen e Gene Kelly, 1951) 11. “Aurora” (F.W. Murnau, 1927) 12. “O Poderoso Chefão” (Francis Ford Coppola, 1972) 13. “A Regra do Jogo” (Jean Renoir, 1939) 14. “Cléo de 5 às 7” (Agnès Varda, 1962) 15. “Rastros de Ódio” (John Ford, 1956) 16. “Tramas do Entardecer” (Maya Deren e Alexander Hammid, 1943) 17. “Close-Up” (Abbas Kiarostami, 1989) 18. “Quando Duas Mulheres Pecam” (Ingmar Bergman, 1966) 19. “Apocalypse Now” (Francis Ford Coppola, 1979) 20. “Os Sete Samurais” (Akira Kurosawa, 1954) 21. (EMPATE) “A Paixão de Joana D’Arc” (Carl Theodor Dreyer, 1927) 21. (EMPATE) “Pai e Filha” (Ozu Yasujiro, 1949) 23. “Playtime – Tempo de Diversao” (Jacques Tati, 1967) 24. “Faça a Coisa Certa” (Spike Lee, 1989) 25. (EMPATE) “A Grande Testemunha” (Robert Bresson, 1966) 25. (EMPATE) “O Mensageiro do Diabo” (Charles Laughton, 1955) 27. “Shoah” (Claude Lanzmann, 1985) 28. “As Pequenas Margaridas” (Věra Chytilová, 1966) 29. “Taxi Driver” (Martin Scorsese, 1976) 30. “Retrato de Uma Jovem em Chamas” (Céline Sciamma, 2019) 31. (EMPATE) “O Espelho” (Andrei Tarkovsky, 1975) 31. (EMPATE) “8½” (Federico Fellini, 1963) 31. (EMPATE) “Psicose” (Alfred Hitchcock, 1960) 34. “O Atalante” (Jean Vigo, 1934) 35. “Pather Panchali” (Satyajit Ray, 1955) 36. (EMPATE) “Luzes da Cidade” (Charlie Chaplin, 1931) 36. (EMPATE) “M – O Vampiro de Dusseldord” (Fritz Lang, 1931) 38. (EMPATE) “Acossado” (Jean-Luc Godard, 1960) 38. (EMPATE) “Quanto Mais Quente Melhor” (Billy Wilder, 1959) 38. (EMPATE) “Janela Indiscreta” (Alfred Hitchcock, 1954) 41. (EMPATE) “Ladrões de Bicicleta” (Vittorio De Sica, 1948) 41. (EMPATE) “Rashomon” (Akira Kurosawa, 1950) 43. (EMPATE) “Stalker” (Andrei Tarkovsky, 1979) 43. (EMPATE) “O Matador de Ovelhas” (Charles Burnett, 1977) 45. (EMPATE) “Intriga Internacional” (Alfred Hitchcock, 1959) 45. (EMPATE) “A Batalha de Argel” (Gillo Pontecorvo, 1966) 45. (EMPATE) “Barry Lyndon” (Stanley Kubrick, 1975) 48. (EMPATE) “Wanda” (Barbara Loden, 1970) 48. (EMPATE) “A Palavra” (Carl Theodor Dreyer, 1955) 50. (EMPATE) “Os Incompreendidos” (François Truffaut, 1959) 50. (EMPATE) “O Piano” (Jane Campion, 1992) 52. (EMPATE) “News from Home” (Chantal Akerman, 1976) 52. (EMPATE) “O Medo Consome a Alma” (Rainer Werner Fassbinder, 1974) 54. (EMPATE) “Se Meu Apartamento Falasse” (Billy Wilder, 1960) 54. (EMPATE) “O Encouraçado Potemkin” (Sergei Eisenstein, 1925) 54. (EMPATE) “Sherlock Jr.” (Buster Keaton, 1924) 54. (EMPATE) “O Desprezo” (Jean-Luc Godard 1963) 54. (EMPATE) “Blade Runner, o Caçador de Androides” (Ridley Scott 1982) 59. “Sans soleil” (Chris Marker 1982) 60. (EMPATE) “Filhas do Pó” (Julie Dash 1991) 60. (EMPATE) “A Doce Vida” (Federico Fellini 1960) 60. (EMPATE) “Moonlight – Sob a Luz do Luar” (Barry Jenkins 2016) 63. (EMPATE) “Casablanca” (Michael Curtiz 1942) 63. (EMPATE) “Os Bons Companheiros” (Martin Scorsese 1990) 63. (EMPATE) “O Terceiro Homem” (Carol Reed 1949) 66. “A Viagem da Hiana” (Djibril Diop Mambéty 1973) 67. (EMPATE) “Os Catadores e Eu” (Agnès Varda 2000) 67. (EMPATE) “Metropolis” (Fritz Lang 1927) 67. (EMPATE) “Andrei Rublev” (Andrei Tarkovsky 1966) 67. (EMPATE) “Os Sapatinhos Vermelhos” (Michael Powell & Emeric Pressburger 1948) 67. (EMPATE) “La Jetée” (Chris Marker 1962) 72. (EMPATE) “Meu Amigo Totoro” (Miyazaki Hayao 1988) 72. (EMPATE) “Romance na Itália” (Roberto Rossellini 1954) 72. (EMPATE) “A Aventura” (Michelangelo Antonioni 1960) 75. (EMPATE) “Imitação da Vida” (Douglas Sirk 1959) 75. (EMPATE) “Intendente Sansho” (Mizoguchi Kenji 1954) 75. (EMPATE) “A Viagem de Chihiro” (Miyazaki Hayao 2001) 78. (EMPATE) “Um Dia Quente de Verão” (Edward Yang 1991) 78. (EMPATE) “Satantango” (Béla Tarr 1994) 78. (EMPATE) “Céline e Julie Vão de Barco” (Jacques Rivette 1974) 78. (EMPATE) “Tempos Modernos “(Charlie Chaplin 1936) 78. (EMPATE) “Crepúsculo dos Deuses” (Billy Wilder 1950) 78. (EMPATE) “Neste Mundo e no Outro” (Michael Powell & Emeric Pressburger 1946) 84. (EMPATE) “Veludo Azul” (David Lynch 1986) 84. (EMPATE) “O Demônio das Onze Horas” (Jean-Luc Godard 1965) 84. (EMPATE) “História(s) do Cinema” (Jean-Luc Godard 1988-1998) 84. (EMPATE) “O Espírito da Colmeia” (Victor Erice, 1973) 88. (EMPATE) “O Iluminado” (Stanley Kubrick, 1980) 88. (EMPATE) “Amores Expressos” (Wong Kar Wai, 1994) 90. (EMPATE) “Madame de…” (Max Ophüls, 1953) 90. (EMPATE) “O Leopardo” (Luchino Visconti, 1962) 90. (EMPATE) “Contos da Lua Vaga” (Mizoguchi Kenji, 1953) 90. (EMPATE) “Parasita” (Bong Joon Ho, 2019) 90. (EMPATE) “Yi Yi” (Edward Yang, 1999) 95. (EMPATE) “Um Condenado à Morte Escapou” (Robert Bresson, 1956) 95. (EMPATE) “A General” (Buster Keaton, 1926) 95. (EMPATE) “Era Uma Vez no Oeste” (Sergio Leone, 1968) 95. (EMPATE) “Corra!” (Jordan Peele, 2017) 95. (EMPATE) “Black Girl” (Ousmane Sembène, 1965) 95. (EMPATE) “Mal dos Trópicos” (Apichatpong Weerasethakul, 2004)
Revista do British Film Institute elege coprodução brasileira entre os melhores filmes do ano
A prestigiosa lista de fim de ano da revista Sight & Sound, publicação oficial do British Film Institute, elegeu “Zama”, dirigido pela argentina Lucrecia Martel, entre os melhores filmes de 2017. Coprodução da empresa brasileira Banana Filmes, em parceria com a espanhola El Deseo, do cineasta Pedro Amodóvar, e outros parceiros, “Zama” é o candidato da Argentina a uma vaga no Oscar 2018 e aparece como o primeiro filme em “língua estrangeira” na lista da Sight & Sound, em 4º lugar geral. O longa conta a história de Diego de Zama, um oficial da coroa espanhola do século 18, que se encontra estagnado há anos em um posto de Assunção, no Paraguai, e decide se juntar a um grupo de soldados para capturar um perigoso bandido. Nesses momentos de violência, ele descobre que tudo o que realmente deseja não é uma promoção, mas sobreviver. A seleção britânica é liderada pelo terror americano “Corra!”, de Jordan Peele, e surpreende por incluir uma série em 2º lugar: o retorno de “Twin Peaks”, que dividiu opiniões. Em 3º lugar, ficou o romance LGBT+ “Me Chame pelo Seu Nome”, de Luca Guadagnino, que venceu o Gotham Awards e está dominando as votações de melhores do ano da crítica americana. Um detalhe: este filme também é coprodução brasileira – da RT Features, de Rodrigo Teixeira. A lista inclui vários filmes dirigidos por mulheres, muitas produções europeias e alguns fracassos estrondosos de público, como o controverso “Mãe!”, de Darren Aronofsky, e “Silêncio”, de Martin Scorsese. Além do candidato da Argentina ao Oscar 2018, também foram contemplados os representantes da França (“120 Batimentos por Minuto”) e da Rússia (“Loveless”) na disputa a uma vaga no prêmio da Academia americana. Curiosamente, “Moonlight”, vencedor do Oscar de Melhor Filme de 2017, também aparece na relação, porque só estreou em janeiro no Reino Unido. Os filmes foram selecionados por votação realizada entre 180 críticos, programadores de festivais e acadêmicos britânicos. O resultado, com os 25 melhores filmes desta eleição, pode ser conferido abaixo. Melhores do Ano: Revista Sight & Sound 1. “Corra!”, de Jordan Peele 2. “Twin Peaks: The Return”, de Mark Frost, David Lynch 3. “Me Chame pelo seu Nome”, de Luca Guadagnino 4. “Zama”, de Lucrecia Martel 5. “Western”, de Valeska Grisebach 6. “Faces Places”, de Agnes Varda e JR 7. “Bom Comportamento”, de Ben e Josh Safdie 8. “Loveless”, de Andrey Zvyagintsev 9. “Dunkirk”, de Christopher Nolan 9. “Projeto Florida”, de Sean Baker 11. “A Ghost Story”, de David Lowery 12. “128 Batimentos por Minuto”, de Robin Campillo 12. “Lady Macbeth”, de William Oldroyd 12. “You Were Never Really Here”, de Lynne Ramsay 15. “God’s Own Country”, de Francis Lee 16. “Personal Shopper”, de Olivier Assayas 16. “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro 16. “Strong Island”, de Yance Ford 19. “Eu Não Sou seu Negro”, de Raoul Peck 19. “Lady Bird”, de Greta Gerwig 19. “Let the Sunshine In”, de Claire Denis 19. “Moonlight”, de Barry Jenkins 19. “Mãe!”, de Darren Aronofsky 19. “Mudbound”, de Dee Rees 25. “O Outro Lado da Esperança”, de Aki Kaurismaki 25. “Silêncio”, de Martin Scorsese
Revista Sight & Sound elege o alemão Toni Erdmann como Melhor Filme do ano
A comédia alemã “Toni Erdmann” foi eleita o Melhor Filme do ano pela tradicional revista britânica Sight & Sound, publicada pelo British Film Institute (BFI). O longa de Maren Ade, completamente ignorado pelo juri do último Festival de Cannes (que premiou filmes inócuos), está colecionando reconhecimentos e premiações na arrancada para o Oscar. Neste fim de semana, também foi eleito o Melhor Filme Estrangeiro do ano pelos críticos de Nova York. Outro cotado para o Oscar 2017, o drama indie “Moonlight”, vencedor do Gotham Awards ficou na segunda posição, seguido pelo francês “Elle”, de Paul Verhoeven, igualmente ignorado pelo juri maluco de Cannes. A lista dos 20 Melhores Filmes de 2016 fecha com o brasileiro “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filha, na 19ª colocação, empatado com o alemão “Victoria”, de Sebastian Schipper, que mantém um plano contínuo em toda a sua duração. Confira abaixo a relação da Sight & Sound: 1. Toni Erdmann (Maren Ade) 2. Moonlight (Barry Jenkins) 3. Elle (Paul Verhoeven) 4. Certas Mulheres (Kelly Reichardt) 5. American Honey (Andrea Arnold) 6. Eu, Daniel Blake (Ken Loach) 7. Manchester by the Sea (Kenneth Lonergan) 8. Things to Come (Mia Hansen-Løve) 9. Paterson (Jim Jarmusch) 10. A Morte de Luís XIV (Albert Serra) 11. Personal Shopper (Olivier Assayas) 11. Sieranevada (Cristi Puiu) 13. Fire At Sea (Gianfranco Rosi) 13. Nocturama (Bertrand Bonello) 13. Julieta (Pedro Almodóvar) 16. La La Land (Damien Chazelle) 16. Cameraperson (Kirsten Johnson) 18. Amor & Amizade (Whit Stillman) 19. Aquarius (Kleber Mendonça Filho) 19. Victoria (Sebastian Schipper)
A Assassina é eleito melhor filme do ano pela revista Sight & Sound
A revista Sight & Sound, mais tradicional publicação britânica de cinema, abriu a enxurrada de listas com os melhores filmes do ano. E o 1º lugar de sua seleção coube ao épico de artes marciais “A Assassina”, representante de Taiwan na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira do Oscar 2016. Estrelado por Shu Qi (“Carga Explosiva”), o longa acompanha uma assassina profissional, que começa a questionar a sua atividade quando se apaixona pelo homem que deveria matar, durante a dinastia Tang (618-907 a.C.). O pódio ainda inclui “Carol”, romance lésbico de época, protagonizado por Cate Blanchett (“Blue Jasmine”) e Rooney Mara (“Millennium – O Homem que Não Amava as Mulheres”), seguido pela sci-fi de ação “Mad Max – Estrada da Fúria”. Apesar do Top 3 incluir duas produções americanas, a publicação reserva em sua lista bastante espaço para produções internacionais, premiadas no circuito dos festivais, como “As Mil e uma Noites”, do português Miguel Gomes, “Cemetery of Splendour”, do tailandês Apichatpong Weerasethakul, “O Filho de Saul”, do húngaro Laszlo Nemes, e “No Home Movie”, da belga Chantal Akerman, recentemente falecida. Mesmo assim, nenhum representante latino-americano foi lembrado. Por outro lado, o terror “Corrente do Mal” (12º lugar) e a animação “Divertida Mente” (16º lugar) também figuram na seleção completa. Entre as produções britânicas, o drama “45 Anos” (7º lugar), de Andrew Haigh, e o documentário “Amy” (9º lugar), de Asif Kapadia, foram as mais bem votadas. Publicada desde 1932, a Sight & Sound é a revista oficial do British Film Institute, instituição que possuiu o maior arquivo cinematográfico do mundo, salas de cinema e organiza o Festival de Londres. Por sua vez, a revista é bastante conhecida por suas listas, sendo responsável pela elaboração da mais famosa lista de melhores filmes do mundo, atualizada a cada década. A seleção dos destaques de 2015 foi realizada por meio da votação de 168 críticos, a maior parte do Reino Unido – a repetição de posições, na lista abaixo, reflete sucessivos empates no resultado. Vale lembrar que alguns filmes, que poderiam aparecer na lista, só serão lançados no exterior no final de dezembro e não foram vistos ainda pela crítica – casos, por exemplo, de “O Regresso”, de Alejandro González Iñárritu, “Os Oito Odiados”, de Quentin Tarantino, e “Joy”, de David O. Russell. Sight & Sound Top 20: Melhores Filmes de 2015 [symple_column size=”one-half” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”one-half” position=”last” fade_in=”false”] 1. A Assassina, de Hou Hsiao-hsien 2. Carol, de Todd Haynes 3. Mad Max: Estrada da Fúria, de George Miller 4. As Mil e Uma Noites, de Miguel Gomes 5. Cemetery of Splendour, de Apichatpong Weerasethakul 6. No Home Movie, de Chantal Akerman 7. 45 Anos, de Andrew Haigh 8. O Filho de Saul, de Laszlo Nemes 9. Amy, de Asif Kapadia 9. Vício Inerente, de Paul Thomas Anderson 11. Anomalisa, de Charlie Kaufman e Duke Johnson 11. Corrente do Mal, de David Robert Mitchell 13. Phoenix, de Christian Petzold 14. Garotas, de Céline Sciamma 14. Hard to Be a God, de Aleksei German 14. Divertida Mente, de Pete Docter 14. Tangerine, de Sean Baker 14. Táxi Teerã, de Jafar Panahi 19. Cavalo Dinheiro, de Pedro Costa 19. O Olhar do Silêncio, de Joshua Oppenheimer [/symple_column]




