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    Lily James teria abalado casamento de Armie Hammer durante filmagens de Rebecca

    27 de outubro de 2020 /

    Um novo suposto caso de Lily James começou a ser explorado pelos tabloides britânicos de fofocas, enquanto a atriz permanece isolada e longe da mídia, após ser flagrada em fotos íntimas com Dominic West e ver o ator casado de “The Affair” renegá-la publicamente em prol de seu casamento. Desta vez não há fotos, mas o jornal Daily Mail está afirmando que a atriz teria sido o pivô da separação do ator Armie Hammer, após os dois contracenarem no recente filme “Rebecca – A Mulher Inesquecível”, da Netflix. Hammer era casado com a apresentadora e jornalista Elizabeth Chambers, com quem tem dois filhos. Eles ficaram juntos por dez anos e o final abrupto do relacionamento coincidiu com o período de filmagens de “Rebecca”. Em julho, os dois se manifestaram em suas respectivas contas no Instagram, afirmando que seguiriam suas jornadas separados, mas ainda amigos e criando juntos os filhos. O jornal cita fontes ligadas ao ator para dizer que seu casamento com Chambers entrou em crise no final de 2019 quando ela achou no celular dele mensagens apaixonadas de uma mulher que se chamava Adeline. O jornal britânico, por sua vez, aponta que o nome Adeline era o mesmo usado por James nos bastidores do filme. O uso de outros nomes por astros de cinema nos bastidores de suas produções é um hábito criado para evitar que fãs descubram onde eles estão hospedados. Uma forma de despistar. Assim, para o Daily Mail, a culpada pela separação seria Lily James. Segundo esse relato, o clima entre James e Hammer era de muitos flertes durante as filmagens, em que eles viveram um par romântico. “Ela nunca foi discreta”, conta a fonte. “E ele também demonstrou interesse, sem dúvidas. Eles ficavam se tocando o tempo todo e trocando olhares. Aí as coisas finalmente estouraram quando a Elizabeth encontrou essas mensagens apaixonadas entre o Hammer e essa mulher que assinava como Adeline”. Baseado no livro homônimo de Daphne du Maurier, anteriormente adaptado para o cinema em 1940 por Alfred Hitchcock, o filme segue um casal que se apaixona e se casa por impulso, mas, após chegar na residência dele, a mulher logo descobre que precisará competir com a lembrança constante da ex-esposa de seu marido. Veja abaixo o trailer do remake de “Rebecca”, que já está disponível na Netflix.

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    Estreias online: Volta de Borat é principal lançamento digital da semana

    23 de outubro de 2020 /

    A programação de estreias digitais do fim de semana tem como grande destaque a volta do repórter mais conhecido do Cazaquistão. “Borat 2” – ou melhor, “Borat: Fita de Cinema Seguinte” – é tão esperado que chegou a entrar nos trending topics do Twitter antes mesmo da estreia, devido a uma cena polêmica envolvendo Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York, que atualmente é advogado e conselheiro do presidente dos EUA, Donald Trump. Mas o filme tem muito mais ultrajes a oferecer. A continuação deve agradar em cheio aos fãs do já clássico original de 2006. O Top 10 ainda inclui o novo filme de Sofia Coppola, “On the Rocks”, o remake do suspense hitchcockiano “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, a animação “A Caminho da Lua” e muitos documentários – metade da lista é composta por documentários. Com a reabertura dos cinemas, o fluxo de lançamentos inéditos diminuiu nos sites de locação virtual, permitindo que as plataformas de streaming voltassem a se tornar o principal destino de quem busca por novidades. Além disso, há outro motivo para a falta dos frequentes títulos europeus de arte nesta semana. As distribuidoras do setor estão prestigiando a realização online da Mostra de São Paulo, que começou a disponibilizar títulos na madrugada desta sexta (23/10) em sua nova plataforma digital, Mostra Play (https://mostraplay.mostra.org/). A seleção de filmes, que será exibida até 4 de novembro, também tem sessões no Spcine Play e Sesc Digital, além projeções presenciais, realizadas no Belas Artes Drive-In e no Sesc Drive-In (do Sesc Parque Dom Pedro). Detalhe: os títulos disponibilizados no Spcine Play e no Sesc Digital podem ser assistidos de graça. Saiba mais. Borat: Fita de Cinema Seguinte | EUA | 2020 O comediante Sacha Baron Cohen volta a azucrinar a direita americana na continuação de seu maior sucesso. Borat Sagdiyev, o repórter racista, antissemita e politicamente incorreto do Cazaquistão vem desta vez acompanhado pela filha (Maria Bakalova). E uma das sequências traz o personagem invadindo um evento do Partido Republicano, disfarçado de Donald Trump, para dar a filha para “Michael Pennis” – na verdade, Mike Pence, o atual vice-presidente dos EUA. O disfarce é um dos muitos usados por Cohen na continuação. O filme explica que Borat se tornou uma celebridade e não pode ir a todos os lugares sem ser reconhecido. Lançado em 2006, o primeiro “Borat” deu certo justamente porque o comediante não era tão conhecido. Encarnando Borat Sagdiyev, um jornalista desajeitado da rede estatal de TV do Cazaquistão, ele desfilou seu inglês ruim e vários preconceitos com a desculpa de fazer um documentário sobre a vida nos EUA. E conseguiu convencer várias pessoas de que Borat era uma pessoa real, registrando suas reações no filme de pegadinha mais eficaz e engraçado de todos os tempos. Depois disso, o comediante usou tática semelhante para enganar conservadores famosos em seu programa de TV “Who’s America”, exibido nos EUA em 2018, sempre fingindo ser um personagem de extrema direita. A “Fita de Cinema Seguinte” surge como uma mistura das duas abordagens, em que Cohen aparece como Borat e como Borat disfarçado de conservador radical, que convence americanos comuns a mostrarem o que tem de pior. Entre as visitas que registra, desta vez estão um “Centro de Saúde da Mulher”, que apesar do nome não é uma clínica que realiza abortos, mas o oposto disso, e locais para “quarentenas” de homens de direita. Disponível na Amazon. On the Rocks | EUA | 2020 A comédia marca uma nova colaboração entre o ator Bill Murray e a diretora Sofia Coppola, 17 anos depois do cultuado “Encontros e Desencontros”. A história é mais convencional que o trabalho anterior, centrado num enredo típico de Hollywood: a suspeita de infidelidade. Na trama, Murray vive o pai da personagem de Rashida Jones (“Parks and Recreation”). Numa conversa casual, ele pondera que o fato de seu genro estar sempre viajando a negócios pode, na verdade, ser o álibi de um caso. Plantando a semente da dúvida, convence a filha a acompanhá-lo numa tocaia pela noite de Nova York para confirmar se o marido dela (Marlon Wayans, de “Seis Vezes Confusão”) está mesmo sendo infiel. Sofia, que é filha do cineasta Francis Ford Coppola (“O Poderoso Chefão”), admite que baseou o personagem de Murray no próprio pai, e diz que o filme é uma “jornada divertida” concebida para estreitar os laços entre pai e filha. Disponível na Apple TV+. Rebecca, a Mulher Inesquecível | EUA | 2020 A nova versão do romance clássico de Daphne du Maurier traz Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”) nos papéis eternizados por Joan Fontaine e Laurence Olivier na obra-prima de Alfred Hitchcock, que venceu o Oscar de Melhor Filme em 1941. A trama conhecida, que combina história de amor, crime e mistério gótico, acompanha uma jovem que se apaixona e casa inesperadamente com um aristocrata, mas, ao chegar à imponente propriedade de seu marido na costa inglesa, descobre que terá que disputar atenção com um fantasma – ou melhor, a sombra de sua primeira esposa falecida, Rebecca, cuja lembrança opressiva continua a assombrar a mansão. A obra foi adaptada pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e dirigida por Ben Wheatley (“No Topo do Poder”). Mas não foi desta vez que a maldição cinéfila foi quebrada. Até hoje, nenhum remake de filme dirigido por Hitchcock jamais igualou o impacto – ou o sucesso – da filmagem original. Disponível na Netflix. A Caminho da Lua | EUA | 2020 Com um visual de CGI caprichado, a animação acompanha a história de Fei Fei, uma garota que cresceu com histórias românticas sobre a existência de uma mulher na lua, separada de seu grande amor há milênios. Conforme ela cresce e os adultos questionam sua fé na fábula, ela decide provar a todos que a história é real. Para isso, constrói um foguete em seu quintal capaz de levá-la até a lua. A direção é de Glen Keane, animador de clássicos da Disney, como “A Bela e a Fera” e “A Pequena Sereia”, e diretor do curta “Dear Basketball”, vencedor do Oscar 2018. Já o roteiro foi o último trabalho de Audrey Wells (“Quatro Vidas de um Cachorro”), que enfrentava uma doença terminal e quis deixar o filme como uma “carta de amor” para seu marido e sua filha, antes de falecer em 2018. O visual influenciado por animes – ou a versão Disney de animes, como “Operação Big Hero” – é completado por dublagens originais de estrelas asiáticas dos EUA, como Sandra Oh (“Killing Eve”), John Cho (“Star Trek”), Margaret Cho (“Drop Dead Diva”) e Phillipa Soo (“The Code”), além de Cathy Ang (vista na série “Ramy”), que dubla a protagonista. Mas vale avisar que se trata de uma produção à moda antiga, evocando a época pré-Pixar em que todo desenho era um musical repleto de canções. Disponível na Netflix. Kadaver | Noruega | 2020 Terror norueguês e pós-apocalíptico criado pelo jovem diretor de clipes musicais Jarand Herdal, “Kadaver” se passa após uma catástrofe nuclear e acompanha uma família faminta, que encontra esperança num hotel onde são oferecidos refeição grátis e espetáculo teatral para refugiados do caos. Aos poucos, os personagens passam a desconfiar de sua sorte, sem saber se estão sendo entretidos ou se são o entretenimento da noite. Disponível na Netflix. Bruce Springsteen’s Letter to You | EUA | 2020 O documentário registra mais que a gravação do novo disco de Bruce Springsteen. É a testemunha da amizade do cantor e sua banda, a E Street Band, que o acompanha desde o começo de sua carreira, há quase meio século. O Boss já tem 71 anos, mas o filme de Thom Zimny ​​o mostra tão vibrante quanto um jovem capaz de fazer facilmente uma live de quatro horas. Sua capacidade como compositor tampouco envelheceu, como mostram as novas canções, que marcam uma volta ao rock pulsante de sua juventude. Algumas músicas, de fato, datam dessa época. Mas ele não é mais o rebelde do “Born to Run”. Ele agora é um sábio, que discorre sobre a vida com a devida seriedade conferida por uma fotografia deslumbrante em preto-e-branco. Disponível na Apple TV+. A Nossa Bandeira Jamais Será Vermelha | Brasil | 2019 O título é uma ironia, já que o documentário apresenta a visão do PT sobre a grande imprensa no Brasil. Mas não é uma ironia eficaz, porque a denúncia feita por jornalistas da esquerda em depoimentos para a câmera é exatamente aquilo que a direita propaga, municiando o discurso de “globolixo” e a necessidade de fortalecer o que Bolsonaro chama de “minha imprensa”. No fundo, a tese do filme também serve para demonstrar como os ataques à imprensa brasileira unem os discursos dos extremos, denunciando o jornalismo profissional em nome de uma chamada “imprensa independente”, que é como se autodenominam os blogs de estimação do PT e dos Bolsonaros. Infelizmente, o longa não faz esta autocrítica – nisto, lembra um certo partido que nunca errou. Disponível na Apple TV/iTunes, Looke, SKY Play e Vivo Play. A Verdade da Mentira | Brasil | 2020 Concebido pela jornalista Petria Chaves para investigar como as estruturas de desinformação online operam no Brasil, o documentário serve de complemento para o popular “O Dilema das Redes”, focando-se na explosão de “narrativas alternativas” (fake news) no cenário nacional. Produzido para o canal pago History, tem duração de programa televisivo, com apenas 44 minutos. Disponível na Now. Fabiana | Brasil | 2018 O documentário acompanha a Fabiana do título, uma mulher trans que viaja o Brasil em seu caminhão há mais de 30 anos. Em sua última viagem antes da aposentadoria, ela reflete sobre sua vida e os momentos passados na estrada. O filme de Brunna Laboissière teve première no Festival de Rotterdam, na Holanda. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Now, SKY Play, Vivo Play e YouTube Filmes. Parceiros da Saúde | EUA | 2017 O documentário premiado acompanha a jornada de um grupo de médicos ativistas, cuja missão de salvar vidas no Haiti se transformou em uma luta global por saúde e justiça. Dirigido pela dupla Kief Davidson (diretor de “O Extermínio do Marfim”) e Pedro Kos (editor de “The Square”, indicado ao Oscar de Melhor Documentário em 2014), o longa tem 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível na Netflix.

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    Diana Rigg (1938 – 2020)

    10 de setembro de 2020 /

    Diana Rigg, a célebre atriz britânica das séries “Os Vingadores” e “Game of Thrones”, morreu nesta quinta (10/9) aos 82 anos. Ela foi diagnosticada com câncer em março, de acordo com sua filha Rachael Stirling, e “passou seus últimos meses refletindo alegremente sobre sua vida extraordinária, cheia de amor, risos e um profundo orgulho de sua profissão”. No auge de sua popularidade, Rigg foi eleita a “estrela mais sexy da TV em todos os tempos” pela revista TV Guide. Isto aconteceu quando ela foi escalada como a sedutora espiã Emma Peel em “Os Vingadores”, seu primeiro papel na televisão. Enid Diana Elizabeth Rigg nasceu em 20 de julho de 1938, em Doncaster, Inglaterra, mas passou a infância com a família em Jodhpur, na Índia, onde seu pai trabalhava como gerente da ferrovia estadual. Tinha só 8 anos quando precisou a aprender a ser independente, enviada para estudar num internato na Inglaterra. “A Índia me deu um começo de vida glorioso”, disse Rigg em uma biografia de 2004 escrita por Kathleen Tracy. “Isso me deu independência de espírito”. Mas a transição para a triste Inglaterra foi difícil: “A escola não queria ser cruel, mas foi. Eu me sentia como um peixe fora d’água. Não conhecia ninguém. Comecei do zero… Com uma experiência como essa, sua vida muda. Você nunca mais dependerá de seus pais.” Notando seus dotes artísticos, os professores estimularam Rigg a estudar artes dramáticas. Ela estudou na Royal Academy of Dramatic Art, começou a trabalhar como modelo e, após uma breve passagem pela Royal Shakespeare Company, foi contratada para fazer sua estreia na TV. Rigg nunca tinha visto a série “Os Vingadores”, que, após as primeira temporadas com Honor Blackman, perdera a protagonista. Blackman abandonara a série para assumir o icônico papel de Pussy Galore em “007 Contra Goldfinger” (1964), e foi substituída brevemente por Julie Stevens. Mas a nova personagem, Venus Smith, não empolgou o público acostumado com Catherine Gale, a espiã que vestia couro, interpretada por Blackman. A série também estava prestes a começar a ser transmitida nos EUA e se tornar uma produção a cores, quando os produtores conceberam Emma Peel, cujo nome era um trocadilho para “M-Appeal”, apelo aos homens. A atriz interpretou a agente sexy em 51 episódios, de 1965 a 1968, e mostrou que era mais que tinha mais que sex appeal. Ela foi indicada a dois Emmys pelo papel. Como a terceira e mais popular das quatro parceiras femininas de John Steed (personagem de Patrick Macnee) na série britânica, Peel se tornou um ícone na Inglaterra e nos Estados Unidos. Além de sexy, sua independência e ousadia também trouxeram feminismo às aventuras de espionagem da série, fazendo com que “Os Vingadores” se tornasse uma das séries mais modernas da TV. De fato, era literalmente mod e também psicodélica. “Os Vingadores” marcou tanto a TV britânica que Rigg e suas colegas espiãs foram homenageadas pelo BAFTA em 2011 pelo legado de suas personagens à cultura pop. “Ela estava à frente de seu tempo”, disse Rigg em outra homenagem, um tributo de aniversário de 50 anos de Emma Peel, apresentado pelo British Film Institute. “Por acaso, ela se tornou essa mulher de vanguarda, e meu Deus, tive a sorte de ter a chance de interpretar essa mulher. Durante anos depois disso, as pessoas continuaram vindo até mim para dizer: ‘Você era minha heroína’ – não eu, Emma – ‘e me encorajou a fazer isso e aquilo.’ Sem exagerar na influência dela, eu realmente acho que ela foi uma influência muito, muito potente nas mulheres que reivindicaram seu lugar neste mundo.” Depois de duas temporadas, Rigg saiu de “Os Vingadores” para voltar à Royal Shakespeare Company. Os fãs ficaram devastados, mas esta decisão fez com que ela estreasse no cinema em 1968 numa adaptação de Shakespeare, “Sonhos de um Noite de Verão”, ao lado dos colegas da companhia, – ninguém menos que Helen Mirren, Ian Holm e Judi Dench. Diana pertencia a esta geração. No ano seguinte, a atriz protagonizou a comédia “O Sindicato do Crime” (1969), ao lado de Oliver Reed, e se tornou a primeira mulher a se casar com o agente secreto James Bond no cinema, em “007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade” (1969). A carreira cinematográfica deslanchou, com papéis em “Júlio César” (1970), “Hospital” (1971), que lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro, e “As 7 Máscaras da Morte” (1973). Entretanto, ela não resistiu à proposta de estrelar sua própria série americana, batizada com seu nome. Em “Diana”, Rigg interpretou uma estilista de moda que trabalhava em uma loja de departamentos em Nova York após seu divórcio. Mas a atração era moderna demais para 1973 e acabou cancelada na 1ª temporada. Com o fim da série, descobriu que não conseguia mais papéis no cinema. Mas seguiu carreira na TV americana. Ela chegou a ser novamente indicada ao Emmy em 1975, pelo telefilme “In This House of Brede”, como uma mulher de negócios que se torna uma freira beneditina enclausurada. A atriz acabou voltando ao Reino Unido, onde passou a atuar em produções da BBC, montagens teatrais e eventuais filmes britânicos, como o mistério “Assassinato num Dia de Sol” (1982). Em 1994, foi nomeada Comandante da Ordem do Império Britânico por suas contribuições ao cinema e ao teatro, e de 1998 a 2008 serviu como reitora da Universidade de Stirling, na Escócia. A década de 1990 também a consagrou no palco e na telinha. Rigg ganhou seu Tony (o Oscar do teatro) em 1994 por interpretar o papel-título de “Medea”, e finalmente venceu o fugidio Emmy em 1997, pelo papel da governanta antagônica numa adaptação televisiva de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, de Daphne du Maurier. Ela seguia com pequenas aparições nas telas, incluindo “Doctor Who”, até ser escalada em outro papel que marcou época, como Lady Olenna, a “Rainha de Espinhos”, líder da casa Tyrell que enfrentou a ira da vilã Cersei em “Game of Thrones”. Rigg foi indicada a mais quatro Emmys por esse trabalho na série da HBO. Depois de “Game of Thrones”, ela viveu outra nobre na TV, a Duquesa de Buccleuch, na série “Vitória: A Vida de uma Rainha” (Victoria, 2017), mas o trabalho que lhe deu mais alegria, no final de sua vida, foi contracenar com a filha, Rachael Stirling, na série “The Detectorists”, entre 2015 e 2017. “Nós apenas continuamos rindo”, disse Rigg sobre a experiência. “A pessoas levam esse trabalho muito a sério. E é sério, é muito, muito sério, porque é uma comunhão entre você, o público e nós, os atores – mas, ao mesmo tempo, uma das minhas necessidades reais é me divertir”. Os últimos trabalhos da atriz, o filme “Last Night in Soho”, de Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”), e a minissérie “Black Narcissus”, da BBC, devem estrear nos próximos meses.

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    Remake de Rebecca, a Mulher Inesquecível ganha trailer legendado

    8 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado do remake de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, estrelado por Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”). Eles dão vida aos papéis originados por Joan Fontaine e Laurence Olivier na obra clássica de Alfred Hitchcock, que venceu o Oscar de Melhor Filme em 1941. A produção tem diante de si o desafio de superar uma espécie de maldição cinéfila. Até hoje, nenhum remake de filme dirigido por Hitchcock jamais igualou o sucesso da filmagem original. Entre eles, encontram-se “Psicose” (1998), de Gus Van Sant, “Os 39 Degraus” (2008), de James Hawes, “O Inquilino” (2009), de David Ondaatje, e até mesmo a própria “Rebecca” (2008), já refilmada por Riccardo Milani. Em sua versão mais recente, o romance da escritora Daphne du Maurier, que combina história de amor, crime e mistério gótico, foi adaptado pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e dirigido por Ben Wheatley (“No Topo do Poder”). A trama conhecidíssima acompanha uma jovem que se apaixona e casa inesperadamente com um aristocrata e, ao chegar à imponente propriedade de seu marido na costa inglesa, descobre que terá que disputar atenção com um fantasma – ou melhor, a sombra de sua primeira esposa falecida, Rebecca, cuja lembrança opressiva continua a assombrar a mansão. Lily James vive a jovem Sra. de Winter, papel que rendeu indicação ao Oscar para Joan Fontaine, enquanto Armie Hammer dá vida a Maxim de Winter, o víuvo alegre, mas que esconde um segredo terrível, imortalizado pelo lendário Laurence Olivier no cinema. Além do casal central, Kristin Scott Thomas (“O Destino de uma Nação”) e Sam Riley (“Malévola”) têm papéis importantes na trama, respectivamente como a governanta opressora e o primo aproveitador da falecida. A nova “Rebecca” estreia em 21 de outubro em streaming.

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    Remake de Rebecca, a Mulher Inesquecível ganha primeiras fotos

    9 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou a data de estreia e as primeiras fotos do remake de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, estrelado por Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”). Eles dão vida aos papéis originados por Joan Fontaine e Laurence Olivier na obra clássica de Alfred Hitchcock, que venceu o Oscar de Melhor Filme em 1941. A nova versão do romance da escritora Daphne du Maurier, que combina história de amor, crime e mistério gótico foi escrita por Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e dirigida por Ben Wheatley (“No Topo do Poder”). A trama conhecidíssima acompanha uma jovem que se apaixona e casa inesperadamente com um aristocrata e, ao chegar à imponente propriedade de seu marido na costa inglesa, descobre que terá que disputar atenção com um fantasma – ou melhor, a sombra de sua primeira esposa falecida, Rebecca, cuja lembrança opressiva continua a assombrar a mansão. Lily James vive a jovem Sra. de Winter, papel que rendeu indicação ao Oscar para Joan Fontaine, enquanto Armie Hammer dará vida a Maxim de Winter, interpretado pelo lendário Laurence Olivier no cinema. Além do casal central, Kristin Scott Thomas (“O Destino de uma Nação”) e Sam Riley (“Malévola”) têm papéis importantes na trama, respectivamente como a governanta opressora e o primo aproveitador da falecida. Vale lembrar que nenhum remake de filme dirigido por Hitchcock jamais igualou o sucesso da filmagem original. Entre eles, encontram-se “Psicose” (1998), de Gus Van Sant, “Os 39 Degraus” (2008), de James Hawes, “O Inquilino” (2009), de David Ondaatje, e até mesmo a própria “Rebecca” (2008), já refilmada por Riccardo Milani. O novo “Rebecca” estreia em 21 de outubro em streaming.

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    Lily James e Armie Hammer vão estrelar remake do clássico Rebecca, a Mulher Inesquecível

    17 de novembro de 2018 /

    Os atores Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”) vão estrelar uma nova versão de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, romance clássico de Daphne du Maurier que já foi levada às telas por Alfred Hitchcock em 1940, ocasião em que venceu o Oscar de Melhor Filme. Não bastasse o sacrilégio de refilmar uma obra tocada por Hichcock, a produção ainda será feita para a Netflix, disponibilizada apenas em streaming. A adaptação do mistério de detalhes góticos terá roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e direção de Ben Wheatley (“No Topo do Poder”). A trama conhecidíssima acompanha uma jovem que se apaixona e casa inesperadamente com um aristocrata e, ao chegar à imponente propriedade familiar de seu marido na costa inglesa, descobre que terá que disputar atenção com um fantasma, a sombra de sua primeira esposa falecida, Rebecca, cuja lembrança opressiva continua a assombrar a mansão. Lily James vai viver a jovem Sra. de Winter, papel que rendeu indicação ao Oscar para Joan Fontaine, enquanto Armie Hammer dará vida a Maxim de Winter, interpretado pelo lendário Laurence Olivier no cinema. Nenhum remake de Hitchcock jamais igualou o sucesso da filmagem original. Entre eles, encontram-se “Psicose” (1998), de Gus Van Sant, “Os 39 Degraus” (2008), de James Hawes, “O Inquilino” (2009), de David Ondaatje, e até mesmo a própria “Rebecca” (2008), de Riccardo Milani. O novo “Rebecca” ainda não tem uma previsão de lançamento.

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