Valentina Francavilla é ameaçada de morte após criticar Deolane
A ex-peoa Valentina Francavilla (de “A Fazenda 13”) está sendo ameaçada de morte pelos fãs da advogada Deolane Bezerra. Os ataques cibernéticos começaram após críticas sobre a nova temporada do reality rural. A ex-participante, que está engajadíssima com o programa da Record TV, tem comentado no Twitter sobre o jogo. No entanto, o público não gostou das críticas de Valentina envolvendo as atitudes de Deolane. Por meio de um número anônimo no último sábado (19/11), Valentina recebeu um alerta de que os fãs de Deolane estariam de olhos em suas lives sobre “A Fazenda 14”. “Valentina boa noite, a gente está assistindo sua live, pare de falar da Deolane meu anjo, tô avisando. Você vai levar tiro… Você e seu filho, sua vagabunda, ordinária. Vai lá, fala da Deolane de novo na sua live”, dizia a mensagem ameaçadora. Em resposta, a atriz italiana afirmou ter acionado um advogado. “Você acha que [a Internet] não é terra de ninguém”, declarou. No fim de semana, as agressões virtuais se estenderam também à Carol Santos (esposa de Pelé; o oponente de Deolane), que foi atacada pelos stories do Instagram. “Prepara seu look para o funeral e tira uma foto para a página policial. Você e seu filho vai morrer. Acho bom o Batman tomar cuidado para não se machucar, porque vai doer muito. Filha da p*ta, disso eu entendo. Você vai pedir para ir pro inferno, vai sofrer até morrer. Antes tu vai colocar um look pro funeral, vai chorar pra caralh*.” Na madrugada deste domingo (20/11), a polêmica advogada também colocou a integridade da peoa Kerline Cardoso em risco, após simular agressão. É preciso reforçar que ameaçar alguém é considerado crime, independente se estas ameaças ocorrem dentro de um reality show. Previsto no artigo 147 do Código Penal, o crime em si consiste no ato de “ameaçar alguém, por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico”. O caso pode gerar detenção de um a seis meses ou multa. No entanto, a ameaça é considerada um crime de menor potencial ofensivo e a pena pode ser substituída por trabalhos comunitários. 🚨URGENTE: VALENTINA DA EDIÇÃO PASSADA DA #AFAZENDA ESTÁ SOFRENDO AMEAÇAS ATÉ COM SEU FILHO E TUDO ISSO POR CAUSA DA TORCIDA DA DEOLANE. É O CÚMULO. #AFazenda14 #FestaAFazenda pic.twitter.com/4bLZ00chro — A Fazenda14 🪙 (@_AFazenda14) November 20, 2022
Polícia pede quebra de sigilos para investigar ameaças de morte sofridas por Deborah Secco nas redes sociais
Após o desabafo de Deborah Secco no começo da semana, a Polícia Civil de São Paulo deu início à investigação das ameaças de morte sofridas pela atriz e sua família, inclusive sua filha Maria Flor, nas redes sociais. Deborah registrou queixa há cerca de quatro meses e revelou na segunda (16/1) que as investigações estavam paradas. “Não entrei com advogado no caso. Fui pessoalmente dar queixa na delegacia do aeroporto de Congonhas, em São Paulo. E eles passaram para a delegacia de crimes virtuais. Desde então, não tive mais posição, só dizem que continuam investigando. Sempre entro em contato, mas nada até agora. Estou aguardando ansiosa. Segundo eles, o delegado responsável foi trocado”, explicou a atriz. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o caso é investigado pelo Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) e pela Delegacia de Fraudes Patrimoniais Praticadas por Meios Eletrônicos. Nesta semana, foram solicitados a quebra de sigilo de usuários de sites e de empresas de telecomunicação para se descobrir o responsável.
Deborah Secco revela que, quatro meses após sofrer ameaças de morte, caso continua sem solução
A atriz Deborah Secco lamenta a impunidade das pessoas que a ameaçaram de morte nas redes sociais. Apesar de ter tomado uma atitude rápida após as ameças, registrando queixa numa delegacia, até hoje, quatro meses depois, nada foi resolvido. “As ameaças são direcionadas mais a mim, mas também ao meu marido e à família como um todo. Essas ameaças não são recentes. Eu já fui à polícia há uns quatro meses e estou esperando uma atitude deles”, ela desabafou ao site Ego. Mãe da pequena Maria Flor, Deborah diz que tenta acompanhar a investigação. “Não entrei com advogado no caso. Fui pessoalmente dar queixa na delegacia do aeroporto de Congonhas, em São Paulo. E eles passaram para a delegacia de crimes virtuais. Desde então, não tive mais posição, só dizem que continuam investigando. Sempre entro em contato, mas nada até agora. Estou aguardando ansiosa. Segundo eles, o delegado responsável foi trocado”, explicou a atriz.


