No calor do momento, a atriz Kirsten Dunst (franquia “Homem Aranha”), que trabalhou com o cineasta dinamarquês Lars Von Trier no drama “Melancholia”, foi intransigente sobre as piadas de teor nazista que levaram à expulsão de Lars do Festival de Cinema de Cannes. “Com nazismo não se brinca”, declarou na ocasião.
Agora, porém, ela é mais compreensiva a respeito – especialmente porque ganhou o prêmio de Melhor Atriz em Cannes com o filme do diretor. Em entrevista ao jornal Evening Standard, Kirsten comentou que essa impulsividade faz parte da personalidade de Von Trier. “Ele diz coisas bobas às vezes, mas nada que tenha me ofendido. Ele só estava tentando fazer as pessoas rir contando a história de sua vida, mas não era o público certo para isso”, afirmou.
Dunst também defende que, por inglês não ser a primeira língua do diretor, as declarações soaram mais pesadas do que deveriam. Quando a bomba foi proferida, Kirsten admitiu ter se sentido “chateada e chocada”, mas já superou qualquer impressão negativa. “Ele ainda é meu amigo”, disse.
O prêmio de Melhor Atriz em Cannes por “Melancholia” já é visto como um divisor de águas em sua carreira.



























