Um jornal judeu de Los Angeles iniciou uma campanha para Woody Allen (“Para Roma, com Amor”) realizar um filme em Israel. Após “abandonar” Nova York, cenário da maioria de suas obras, o diretor começou uma turnê de filmes passados da Europa. Porém, sendo “representante dos judeus contemporâneos”, o Jewish Journal aponta que Allen deveria realizar também uma produção em Israel, nas cidades de Jerusalém ou Tel Aviv. Com base nessa presunção, a publicação iniciou uma campanha para financiar o projeto.
“Aqui está a idéia: vamos no organizar e doar alguns dólares cada um para realizar um fundo para o próximo filme de Woody Allen, em Israel!”, escreveu o editor da publicação, Rob Eshman. “Nós apelidamos o projeto de ‘The Woody Allen Israel Project’”.
Até agora, cerca de US$ 900 foram arrecadados, mas o otimismo do projeto visa atingir US$ 18 milhões em 45 dias. “Isso é em média o que todo filme de Allen custa”, diz Eshman. “É um trabalho de arte, ele é o Chaplin do nosso tempo, o cineasta mais vivo do mundo! Nós financiaremos e Allen terá controle completo sobre seu projeto! Pelo que sei, Allen nunca foi a Israel, mas é um homem que tem feito muito para definir a imagem do ‘judeu’ no nosso tempo. Precisamos consertar isso!”, finaliza.
Woody Allen acaba de lançar uma comédia romântica, “Para Roma, com Amor”, onde contracena com Penélope Cruz (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”), Alec Baldwin (série “30 Rock”) e Jesse Eisenberg (“A Rede Social”). Seu próximo projeto, ainda sem título, será filmado em Nova York e São Francisco, e contará no elenco com as presenças de Baldwin, Cate Blanchett (“Robin Hood”) e Louis C.K. (série “Louie”).
Na recente turnê do diretor pela Europa estão os filmes “Ponto Final – Match Point” (2005), “Scoop – O Grande Furo” (2006), “O Sonho de Cassandra” (2007) e “Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos” (2010), todos rodados em Londres, além de “Vicky Cristina Barcelona” (2008) e “Meia Noite em Paris” (2011), filmados nas cidades que lhes cedem seus títulos.




























3 Comentários
Não sei porque a indignação! Mel Gibson já vem mostrando sinais há vários anos de que é antissemita e inclusive já soltou “pérolas” na presença de testemunhas famosas como Winona Ryder e recentemente o roteirista Joe Eszterhas. Cada cidadão é livre e tem o direito de expressar o que bem entender, mas precisa estar preparado pra ouvir e lidar com a consequências de seus atos, pois pra cada ação há uma reação. É a lei que rege o universo. Desta feita, como Hollywood pertence aos judeus, eis mais uma grande prova da nobreza deste povo ao permitir que este cidadão continue trabalhando! E no mais, Woody Allen é judeu e os israelenses estão querendo tirar do próprio bolso pra financiar o projeto, sem custo adicional algum ao senhor Allen , aos estúdios ou a terceiros.
Amigo eu ainda acrescentaria o que iria acontecer com o Sr. Mel Gibson se ele atacasse o Islã dentro de um local Islã – liberdade de expressão dele???
Aqui fica algumas informações sobre Israel:
É o único País livre e democrático do Oriente Médio.
Abraço a Todos
Osvaldo Aires
Fica aqui o meu protesto e desagrago pela forma como a comunidade judaica condiciona e, se possivel, aniquila quem a questiona. Veja-se o assédio e boicote feito ao actor/realizador Mel Gibson há uns meses atrás; desta feita porque o sr. Woody Allen é hebreu, até tem honras de peditório ! Claro que a industria cinematografica americana é pertença dos judeus mas daí a este tipo de comportamentos é intoleravel !