O ator Steve Carell (“Amor a Toda Prova”) diz não se arrepender de sua saída da série “The Office”. Durante 7 temporadas, Carell interpretou o personagem Michael Scoot na sitcom, ao lado de John Krasinski (“O Grande Milagre”) e Jenna Fischer (“Passe Livre”). Seu último episódio na série foi ao ar em abril do ano passado, e embora muitos fãs aguardem pelo retorno de seu personagem, o comediante diz que o retorno é improvável.
“Senti que era a hora certa de sair. É semelhante a quando deixei ‘The Daily Show’. Foi um grande trabalho, com bons amigos e uma renda sólida, mas achei melhor sair antes que ficasse ‘muito confortável’”, declarou para Reuters. “Era o momento de tentar outra coisa”.
A série continuou sem a presença de Carell, com Will Ferrell (“Os Outros Caras”) e James Spader (série “Justiça Sem Limites”) interpretando temporariamente o chefe do escritório, até Ed Helms (franquia “Se Beber, Não Case!”) assumir o cargo. Paul Lieberstein, intérprete de Toby e roteirista da série, sugeriu recentemente que “The Office” poderia continuar por mais 10 anos se novos personagens continuassem a ser introduzidos.
O questionamento sobre o arrependimento veio à tona diante do fracasso de seu mais recente filme, “Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo”. Co-estrelada pela atriz Keira Knightley (“Um Método Perigoso”), a comédia estreou nesta sexta em 10º lugar nos EUA. Faturou US$ 3,8 milhões com 1.625 cópias e uma das mais baixas médias de arrecadação por cinema da semana. O filme estreia no dia 24 de agosto no Brasil.



























