Supergirl pode desistir da identidade secreta na 3ª Temporada

Supergirl pode desistir da identidade secreta na 3ª Temporada

 

Uma das novidades da 3ª temporada de “Supergirl” que transpiraram na Comic-Con foi que a heroína pode abandonar sua identidade secreta de Kara Danvers. Segundo a atriz Melissa Benoist, que interpreta a personagem, isso seria consequência dos acontecimentos trágicos do final da temporada passada.

“Acho que, durante as primeiras temporadas, ela tentou manter o equilíbrio entre Kara Danvers e Supergirl, entre a repórter e a super-heroína, para, assim, descobrir sua identidade. E agora, quando nós chegamos na 3ª temporada, ela está mais debruçada sobre a Supergirl. Eu acho que é a forma que ela encontrou para lidar com esse sofrimento de enviar seu namorado para um abismo gigante no espaço.”

Melissa se refere ao fato de que Mon-El (Chris Wood) precisou abandonar a Terra para não morrer de envenenamento por partículas de chumbo, lançadas na atmosfera do planeta para impedir uma invasão alienígena comandada pela mãe do rapaz. Foi uma decisão difícil da heroína, que abriu mão de sua vida pessoal para salvar a humanidade. Já a parte sobre o “abismo gigante no espaço” é um mistério – a nave de Mon-El desaparece no que parece ser um buraco negro – , que ela não testemunhou.

Vale lembrar que no trailer da próxima temporada, já disponibilizado, Supergirl aparece dizendo que sua identidade de Kara Danvers foi “um erro”, dando a entender que guardou mágoas em relação aos humanos.

Mas nem tudo pode ser exatamente como parece.

O painel da Comic-Con também revelou que uma das novas vilãs da série será Psi (vivida por Yael Grobglas, da série “Jane the Virgin”), que possui a capacidade de usar as mentes das pessoas contra si mesmas. O comportamento mostrado no trailer pode ser “apenas” consequência de um ataque psíquico.

A série retorna em 9 de outubro na rede americana CW. No Brasil, “Supergirl” é exibida pelo canal pago Warner.

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Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna