Mariah Carey queima seu vestido de noiva de US$ 250 milhões em novo clipe

Mariah Carey queima seu vestido de noiva de US$ 250 milhões em novo clipe

 

A cantora Mariah Carey resolveu aproveitar o novo clipe para se desfazer de seu vestido de noiva, após o súbito rompimento de seu ex-noivo milionário James Packer no ano passado. No vídeo de “I Don’t”, a cantora aparece jogando o vestido em uma fogueira. O site TMZ foi investigar e constatou que realmente é a peça da grife Valentino que ela usaria no casamento com Packer. O valor do vestido é US$ 250 milhões, o que torna o clipe, brega no último, um dos mais caros de todos os tempos.

O casal estava junto desde 2015, num namoro que começou pouco depois do fim do casamento da cantora com o empresário Nick Cannon, com quem tem dois filhos. O final abrupto da relação, na véspera do casamento, teria sido incentivado pela igreja da Cientologia, segundo apurou o jornal New York Post na ocasião. Packer é cientólogo e teria recebido “ordem” de terminar com Carey.

Já fontes próximas a Packer asseguram que a separação não teve nada a ver com a cientologia, e sim com os gastos excessivos e o drama eterno em torno de Mariah. As versões convergem na questão da exposição que o reality show “Mariah’s World” traria para a vida íntima do empresário. A Cientologia é avessa a qualquer exposição, fazendo questão de manter suas práticas um segredo só conhecido por seus membros. O reality poderia escancarar alguns hábitos.

O milionário australiano recentemente entrou na indústria cinematográfica, criando uma produtora muito bem-sucedida, a RatPack Entertaiment, em parceria com o diretor Brett Ratner em 2012. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment, começando seus negócios com os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Aliança do Crime” (2015) e “O Regresso” (2015).

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Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna