Joy:  Jennifer Lawrence estrela comerciais sobre o poder do empreendedorismo

Joy: Jennifer Lawrence estrela comerciais sobre o poder do empreendedorismo

 

A 20th Century Fox divulgou dois novos comerciais de “Joy – O Nome do Sucesso”, um deles curto e legendado e o outro bastante extenso, mas sem legendas. Ambos destacam a moral da história, baseada em fatos reais, que ensina a importância de se acreditar num sonho, em tom de fábula moderna sobre o poder do empreendedorismo. Pelo filtro do cinismo, não deixa de ser uma celebração do capitalismo como lição edificante de superação, embelezada pelo clima mais artificial de todos, a neve dos comerciais de Natal.

Jennifer Lawrence tem o papel-título, uma dona de casa que, em meio a decepções da vida, dívidas e descrédito de sua própria família, encontra um projeto pessoal que pode lhe tirar do sufoco. Bradley Cooper vive o empresário que pode ajudá-la. E o diretor David O. Russell dá um clima divertido à trama, como fez nos dois filmes anteriores estrelados por seu casal favorito, “O Lado Bom da Vida” (2012) e “Trapaça” (2013).

Escrito pelo próprio diretor em parceria com Annie Mumolo (“Missão Madrinha de Casamento”), o filme é baseado na história real de Joy Mangano, criadora do Miracle Mop, um esfregão de plástico com a cabeça feita a partir de algodão, que pode ser facilmente torcido sem molhar as mãos do usuário. O produto foi fabricado a partir das próprias economias de Mangano, com investimento de amigos e familiares em 1990, e em pouco tempo a transformou em milionária.

O elenco inclui Robert De Niro, que também trabalhou nos dois filmes anteriores de O. Russell, além de Édgar Ramírez (“Livrai-Nos do Mal”), Diane Ladd (série “Enlightened”), Isabella Rossellini (“Late Bloomers – O Amor Não Tem Fim”), Virginia Madsen (série “Hell on Wheels”) e Elisabeth Röhm (série “Stalker”).

A estreia está marcada para 25 de dezembro nos EUA e apenas um mês depois, em 21 de janeiro, no Brasil.

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Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna